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19/05/13

Supertramp - Alien - Santa Monica, 1976 (Vinyl Rip)





It comes directly from the vinyl LP
“Alien”

Patrocinado pelo milionário holandês Stanley August Miesegaes, o vocalista, pianista e ex-baterista Rick Davies pôs um anúncio no jornal Melody Maker em busca de integrantes para a formação do grupo, em agosto de 1969. Rick Davies então juntou-se aos músicos Roger Hodgson (vocal, guitarra e teclados), Richard Palmer (guitarra, balalaika e vocais) e Robert Millar (percussão e harmônica). 

A banda inicialmente chamava-se Daddy, tendo o nome posteriormente alterado para Supertramp, que ao pé da letra quer dizer “super andarilho”, inspirado num livro de W.H. Davies, “The Autobiography of a Super-Tramp”. O recém-batizado Supertramp foi um dos primeiros grupos de rock a assinar com A&M Records inglesa, e o primeiro álbum foi lançado em julho de 1970. 

Apesar das boas críticas, foi um fracasso comercial – tanto que só saiu oficialmente nos Estados Unidos em 1977. Richard Palmer, desgostoso, resolveu sair seis meses depois do lançamento do primeiro LP, e Robert Millar teve uma crise nervosa logo em seguida. Foram substituídos por Frank Farrell (baixo), Kevin Currie (bateria) e Dave Winthrop (flauta e saxofone). O álbum com esta formação, Indelibly Stamped, enfim trazia as marcas registradas da banda: as harmonias vocais entre Davies e Hodgson, e solos de saxofone. Mas também foi um fracasso de vendas, o que fez com que Miesegaes retirasse o patrocínio. Novamente o grupo debandou, restando apenas Hodgson e Davies. 

No final de 1972, convocaram o baixista Dougie Thomson, o baterista Bob Siebenberg (que era um americano vivendo ilegalmente na Inglaterra, daí seu pseudônimo “Bob C. Benberg”) e o homem que deu o toque final ao som do grupo, John Helliwell (saxofone e sopros em geral, vocais).

Essa formação lançou Crime of The Century em 1974 e finalmente fez sucesso com “Dreamer”, “School”, “Bloody Well Right”, entre outros hits. O disco seguinte, Crisis? What Crisis?, de 1975, não foi tão bem nas vendas, mas Even in the Quietest Moments, de 1977, recolocou o Supertramp no topo das paradas musicais com “Give a Little Bit” e “Fool’s Overture”. Breakfast in America, de 1979, trouxe mais sucessos (“The Logical Song”, “Take the Long Way Home”, “Goodbye Stranger”, “Breakfast in America”) e vendeu 18 milhões de cópias.

O ano de 1982 não foi bom para o grupo. Após tantos anos de sucesso, Roger Hodgson resolveu abandonar a banda depois da turnê de "Famous Last Words". Existem várias especulações sobre sua saída, e nenhuma delas convenceu na época. Alguns diziam que Hodgson se sentia musicalmente limitado (o que não se sustenta, já que seus discos solo são bem parecidos com o material habitual do Supertramp); até que, em uma entrevista, Hodgson revelou que deixou a banda porque sua esposa na época não se dava bem com a esposa de Rick Davies resolveu manter o Supertramp na ativa com o álbum Brother Where You Bound, iniciado pelo single “Cannonball”.


A faixa título do álbum, de 16 minutos de duração, conta com a participação especial de "David Gilmour". Em 1997, Davies reformou o Supertramp com Helliwell, Siebenberg e Hart, mais alguns músicos de estúdio. 

Essa formação seguiu gravando até 2002, com o álbum Slow Motion. Desde então o grupo está inativo, a despeito de uma nova e igualmente fracassada tentativa de voltar à ativa com Hodgson em 2005. O último lançamento oficial do Supertramp foi a coletânea dupla Retrospectable – The Supertramp Anthology, com 32 faixas remasterizadas e dispostas em ordem cronológica de 1970 a 2002.


Supertramp
Alien - 20.03.1976
Santa Monica Civic Center,
Santa Monica, CA

(vinyl rip - true lossless)
Liberated bootleg “Alien”,
Saturated Recordworks

Tracks:

01-School
02-Bloody Well Right
03-Sister Moonshine
04-Ain't Nobody But Me
05-Dreamer
06-Rudy
07-A Soap Box Opera
08-Lady

Mesmo Vídeo



FLAC (16bits - 48kHz)
mediafire.part1 - (194,70 MB)
mediafire.part2 - (76,45 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (93,60 MB)






Notes:
VG+/EX sound on this. Sounds like soundboard to me. Nothing was done to edit, equalize, or else tamper with this sound. It comes directly from the vinyl LP “Alien”. Some clicks and surface vinyl noise remain. The cover says “recorded on the 1976 tour of the United States”, but I did some searching and found the above date listed for this bootleg and I assume it’s correct.

Regarding the date, March 20 ’76 is usually quoted, even on the breakfastinspain Supertramp aficionados website, however, I believe that this date is wrong and I present exhibit A:


Either March 31 or April 1 1976 seems to be the correct date. This is not from a KBFH broadcast.


“The Flaming Cow” o making of de Atom Heart Mother, Ron Gessin



Será lançado no dia 17 de julho, através da The History Press Ltd, o livro “The Flaming Cow”. Escrita por Ron Gessin, a obra conta detalhes das gravações de "Atom Heart Mother", primeiro álbum do "Pink Floyd" a atingir o topo da parada inglesa. O trabalho foi lançado dia 02 de Outubro de 1970. As únicas fotos registradas durante as gravações em Abbey Road estarão presentes no livro. O prefácio foi escrito pelo baterista "Nick Mason".

The Flaming Cow oferece uma rara visão sobre o brilhante "Atom Heart Mother", que teve a colaboração do compositor Ron Geesin, o autor do livro,  com o "Pink Floyd" e, o resultado foi primeiro lugar nas paradas do Reino Unido. O livro começa a partir do momento em que "Nick Mason" visitou porão úmido de Geesin no apartamento em Notting Hill, ao último jogo de golfe entre "Roger Waters" e "Geesin", é um relato consistente sobre como uma das mais célebres composições do "Pink Floyd" veio à vida. Juntamente com fotografias inéditas das sessões de gravação em Abbey Road (as únicas tomadas), e as performances subsequentes em Londres e Paris. Geesin passa a descrever a forma como o título foi escolhido, por que ele não foi creditado no álbum, como ele deixou Hyde Park, em lágrimas, e por que o grupo não gostava muito do trabalho. Depois de 40 anos Atom Heart Mother continua a ser um registro muito apreciado, e The Flaming Cow explora seu status cult.

12/05/13

Prosper - Broken Door (1975) Garden Of Delights 2003




  Dance of an Angel

Outra obra de alto nível que a gravadora Garden Of Delights traz à tona, das raízes do glorioso progressivo alemão dos anos 70. "Prosper" surgiu em Bottrop, uma cidade situada na região noroeste de Ruhrgebiet (Vale do Ruhr), a região metropolitana mais populosa da Alemanha e também a maior região industrial da Europa. A história da banda começou em 1973 como Prosper I. O tecladista Jürgen Pluta, foi seu co-fundador, mas logo iria para o grupo Wallenstein. Evert Brettschneider (guitarra) e Matthias Geisen (baixo) foram os primeiros membros efetivos, e reduziram o nome da banda  para "Prosper". Na sequência ingressaram Friedhelm Misiejuk (bateria, percussão), Fritz A. Frey (guitarra, vocais) e Ernst Müller (teclados). Com este line-up produziram o álbum inaugural (produção própria com 500 cópias),  "Broken Door", em 1975. 

Pela natureza de sua origem, a música é vista como uma fusão de Krautrock e Jazz-Rock, mas é muito mais complexa. Creio que Progressivo Eclético lhe confere a dimensão mais apropriada. Ingredientes de rock psicodélico, espacial e sinfônico, mesmo em alguns momentos da cena de Canterbury, (principalmente o "Egg", em algumas passagens nos teclados), fazem parte do seu repertório. Este álbum apresenta texturas escuras, riffs pesados ​​e progressões instrumentais como por exemplo "King Crimson" do mesmo período, bem como um jazz fusion inebriante soando semelhante ao "Mahavishnu Orchestra" em alguns trabalhos excelentes de guitarra. "Lembrando", por vezes, "John McLaughlin". 

As comparações refletem apenas parte da música, no entanto, como em sua música existem outros estilos, "Prosper" destilou seu som de maneira distinta, criando sua própria identidade. Cada música varia de estilo de forma harmoniosa tornando o álbum homogêneo, uma estrutura versátil, as oito canções contêm muitas peças instrumentais entremeadas por piano, mellotron, moog ou um bom trabalho de guitarras gêmeas. Do inebriante ao mais obscuro, as músicas sempre mantêm instrumentais mais progressistas. Ainda assim, intercaladas por belas sessões melódicas. Ao meu ver, todas as músicas são excelentes, e talvez as menos expressivas sejam "Birds of Passage" e "Your Country", embora ainda boas. 

Um trabalho recheado de grandes melodias e ótima orquestração, variedade de estilos e humor; mais um capítulo de um único álbum, uma obra singular, outra joia preciosa das profundezas do fascinante universo do rock progressivo. Além de muito boa qualidade na masterização da obra, a Garden Of Delights, elaborou um livreto especial, repleto de imagens e material abordando toda a trajetória da banda. Boa audição!


Where the Sun touches the Water



Prosper
Studio Album, released in 1975
LP Self Production (1975)
CD Garden Of Delights CD 085 (2003)


Songs / Tracks Listing


1. Beginning (7:19)
2. Burning in the Sun (2:04)
3. Broken Door (3:24)
4. Dance of an Angel (6:56)
5. Your Country (5:40)
6. Birds of Passage (4:56)
7. Master's inspiration (1:32)
8. Where the Sun touches the Water (7:54)


Total Time: 39:45


Line-up / Musicians



Evert Brettschneider / guitars
Fritz A. Fey / guitars, vocals
Ernst Müller / keyboards
Mathias Geisen / bass
Friedhelm Misiejuk / drums, percussion





Beginning

Flac
mediafire.part1 - (180,24 MB)
mediafire.part2 - (67,36 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - 87,64 MB
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