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20/04/2017

Roger Waters anuncia oficialmente 'Is This The Life We Really Want?'


Roger Waters anuncia oficialmente o primeiro disco solo em 25 anos

Roger Waters anunciou nesta quinta-feira, 20 , o seu primeiro álbum de rock em 25 anos, Is This The Life We Really Want?. O produto estará disponível para pré-venda a partir dessa sexta-feira, 21, e tem lançamento mundial marcado para 2 de junho. Além de novo projeto de estúdio, Waters ainda apresenta a turnê Us + Them, que começa no dia 26 de maio nos Estados Unidos e já tem agenda disponível no site do artista.

Segundo um comunicado de imprensa, o novo trabalho é um “comentário inabalável sobre o mundo moderno e tempos incertos” , e recentemente o próprio cantor disse que o LP seria um “passeio de tapete mágico, parte discurso político, parte angustia“.


Em entrevista à Rolling Stone EUA em fevereiro, Waters afirmou ter se inspirado na antipatia que ele sente em relação ao presidente norte-americano Donald Trump, além de uma peça para rádio que ele estava escrevendo antes de começar a trabalhar no disco, sobre um homem e a neta dele investigando o porquê de crianças estarem sendo assassinadas em terras distantes. “Duas ou três músicas que partiram dessa ideia estão no álbum”, ele disse. “Nigel Godrich me convenceu de que para os propósitos de um disco de rock and roll, o que é o caso, minha ideia teatral – eu havia escrito a coisa toda como uma peça de rádio – era menos que ideal.”


Eles retomaram algumas das ideias de Waters, apesar de o cantor e compositor também ter procurado por novas inspirações. A faixa “Wait for Her” foi baseada em uma tradução ao inglês do poema “Lesson From the Kama Sutra (Wait for Her)” do falecido autor palestino Mahmoud Darwish.


 Waters disse à Rolling Stone EUA que o conceito da turnê Us + Them, será construído acerca do título do disco. “Mostrarei que estamos vivendo a vida que nós não queremos viver”, ele disse. Mas também se relaciona ao nome da turnê, que vem da faixa de mesmo nome do Dark Side of the Moon. “Eu gosto de pensar que as pessoas ainda gostariam de viver em um mundo em que podemos falar dos problemas das mudanças climáticas, onde podemos entender que se tivermos empatia com o outro, nos sentiremos mais felizes”, ele disse. “Talvez nós devêssemos começar a olhar para índices de felicidade e não só apenas se ganharemos ou perderemos. E se fizermos isso, então poderemos começar a entender que a ideia de “nós” e “eles” é, na verdade, uma ilusão.”

Roger Waters - "Time" - Live in Mexico City, Oct. 2016

O último trabalho de estúdio do artista, Amused To Death, de 1992, foi um estudo profético da cultura popular, que explorava o poder da televisão na época da primeira Guerra do Golfo. A aguardada sequência do álbum é uma rigorosa observação sobre o mundo moderno e tempos incertos, além de se mostrar uma continuação natural de álbuns clássicos do Pink Floyd, como Animals e The Wall. Produzido e mixado por Nigel Godrich, que já trabalhou com nomes como Radiohead, Paul McCartney e U2, Is This The Life We Really Want contará com 12 novas composições e performances em estúdio.

Além de Waters, que canta, toca baixo e violão no trabalho, o álbum inclui músicos como Godrich (arranjos, teclado, guitarra), Gus Seyffert (baixo, guitarra, teclado), Jonathan Wilson (guitarra, teclado), Joey Waronker (bateria), Roger Manning (teclado), Lee Pardini (teclado) e Lucius (vocais) com Jessica Wolfe e Holly Proctor.



Capa de 'Is This The Life We Really Want?'


Smell The Roses


Confira as faixas:

1. When We Were Young
2. Déjà Vu
3. The Last Refugee
4. Picture That
5. Broken Bones
6. Is This The Life We Really Want?
7. Bird In A Gale
8. The Most Beautiful Girl
9. Smell The Roses
10. Wait For Her
11. Oceans Apart
12. Part of Me Died





Fontes: Rolling Stone, Estadão

15/04/2017

"The Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains" começa dia 13 de maio




No mundo de Pink Floyd

“Their Moral Remains” será uma imersão visual e sensorial no universo de uma das maiores bandas da história da música

Entre 13 de Maio e 1º de Outubro de 2017, o museu Victoria and Albert (V&A) será palco da mostra 'The Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains', que marca os 50 anos do primeiro single da banda, Arnold Layne, lançado em 11 de Março de 1967, na Inglaterra, e em 24 de Abril do mesmo ano nos Estados Unidos.



"Esta exposição é a primeira grande retrospectiva dedicada ao grupo mítico. O Victoria & Albert Museum convida a explorar o universo do grupo Pink Floyd, com sua voz visual e sonora. Desde o começo na década de 1960 até os dias de hoje, conheça as palavras, os sons, os experimentos, os mundos, as performances e todo o imaginário associado a este grupo pioneiro do rock e da música psicodélica, da cena underground de Londres aos maiores palcos do mundo." Victoria and Albert (V&A)


Conhecido por seu vasto acervo, com cerca de 2.3 milhões de objetos fixos, o Victoria & Albert Museum, em Londres, é o maior museu de artes decorativas e design. Suas exposições, como a David Bowie Is, move montanhas e traz visitantes de todo o mundo para conferir de perto uma curadoria impecável. Aos saudosos de uma homenagem grandiosa à indústria da música, como a de Bowie foi, já podem celebrar. No dia 13 de maio de 2017, o museu inglês inaugura a The Pink Floyd Exhibition: Their Moral Remains, com direito a instrumentos usados pelos músicos, roupas, ilustrações, posters de shows e outros documentos nunca antes vistos.

De acordo com o site oficial da exposição, trata-se da primeira grande retrospectiva sobre a banda, considerada pioneira do rock progressivo e uma das mais influentes da história da música do século 20. Promete proporcionar ao visitante uma jornada única ao universo que envolve a trajetória do Pink Floyd (música, design e apresentações ao vivo), desde o início da banda, na década de 1960, até os dias atuais.

A imersão audiovisual contemplará todos os universos explorados pela banda britânica. Além da psicodelia, claro, que será levada em conta com as experiências sensoriais. A exibição, promovida por Michael Cohl e a Iconic Entertainment Studios, ainda marca a primeira colaboração, depois de décadas, entre os ex-membros Nick Mason, Roger Waters e David Gilmour (lembrando que Syd Barrett e Richard Wright faleceram em 2006 e 2008, respectivamente).

Curator and Hypgnosis artist, Aubrey Powell and CEO and Design Director of Stufish, Ray Winkler
attend the press conference for 'The Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains'

Após mais de 200 milhões de discos vendidos, o intuito do Victoria & Albert Museum, através da The Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains é celebrar a importância do grupo na história como agente da transformação cultural. Para os organizadores, o Pink Floyd “ocupou um espaço distinto e experimental, fez história ao usar equipamentos inovadores e foi o expoente maior do movimento psicodélico que mudou a compreensão da música para sempre. Ele se tornou um dos mais importantes grupos da música contemporânea”.

O azimuth coordinator (foto ao lado), controle panorâmico do sistema quadrafônico (estéreo 4.0), foi um deles. O objeto é capaz de, simultaneamente, coordenar quatro saídas de som, espalhadas por um espaço (neste caso, no show de 1967 no Queen Elizabeth Hall). A banda foi a primeira a utilizar esse sistema de saída de som, controlado na época pelo tecladista Richard Wright. O custo de uso e manuseio do mesmo era alto, por isso caiu em desuso e futuramente se tornou o que conhecemos por Surround System. A versão original, mesma da foto, foi roubada no show de 67, mas foi recuperada pelo Victoria & Albert, que disponibilizará a peça durante a exposição.

Completa o texto: “Pink Floyd produziu algumas das mais icônicas imagens na cultura popular: porcos voando sobre a Battersea Power Station, o prisma de The Dark Side of the Moon, martelos marchando em direção a professores infláveis gigantes; sua visão ganhou vida pelas mãos de artistas como o surrealista moderno e antigo colaborador Storm Thorgerson, o ilustrador satírico Gerald Scarfe e o pioneiro iluminador psicodélico Peter Wynne-Wilson.” São imagens que fazem parte do nosso cotidiano até os dias de hoje. Difícil não reconhecer uma das capas, certo? Sem contar a presença do Pink Floyd em festivais que ampliavam sua repercussão para além de músicos. Como o UFO, clube underground de artistas fundado na década de 60 por John Hopkins que misturava shows com leituras de poemas, teatro e exposições de arte.

A exposição será composta por 350 objetos, incluindo material inédito e peças usadas na concepção de capas de discos e em cenários de shows (como The Dark Side of the Moon, The Wall e The Division Bell), instrumentos, desenhos originais, projetos arquitetônicos, manuscritos de letras e pôsteres psicodélicos. Durante a mostra, os visitantes também poderão conferir imagens de uma apresentação inédita e um show com iluminação a laser. (Imagem ao lado: The Wire Cow, obra de arte feita para o aniversário de 40 anos do Atom Heart Mother, 2009)

Confira algumas imagens exclusivas da conferência de imprensa sobre o evento, realizada no hotel Mayfair, em 16 fevereiro de 2017 em Londres, Inglaterra:


A curadoria da mostra é do próprio museu V&A, sob a liderança de Victoria Broackes, do Departamento de Theatre & Performance da instituição, ao lado de Aubrey “Po” Powell, da empresa Hipgnosis, e de Paula Stainton. Eles trabalharam diretamente com Roger Waters, David Gilmour e Nick Mason, os remanescentes do Pink Floyd, e com os responsáveis pelo patrimônio de Richard Wright, morto em 2008. O design é da empresa Stufish.

O V&A é o lugar perfeito para exibir o trabalho de uma banda reconhecida tanto por sua visão artística como por sua música. Pink Floyd é uma impressionante e longa história de sucesso do design britânico.” (Martin Roth, diretor do V&A)

Ele diz isso porque o Victoria and Albert é considerado o mais importante museu do mundo dedicado ao design. Abriga uma coleção permanente de 2,3 milhões de objetos, como roupas, joias e móveis, entre outras peças, que representam 5 mil anos de “criatividade humana”.

História não falta para se contar nesta exposição. The Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains é uma verdadeira e estrondosa homenagem à banda. Afinal, depois de todas os feitos e conquistas dos músicos, menos não poderia ser. Aguardamos ansiosos para a exposição desembarcar no Brasil, como a de David Bowie.



SERVIÇO

The Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains
Data: De 13 de Maio a 1º de Outubro de 2017
Local: Victoria and Albert Museum (Cromwell Road, London, SW7 2RL, fone: +44 0 20 7942 2000)
Horário: Diariamente, das 10h às 17h30 (às sextas, abre até as 21h30)
Preço: 20 libras (de segunda a sexta) e 24 libras (sábado e domingo)
Mais informações: pinkfloydexhibition.com e www.vam.ac.uk

(*Com informações Assessoria de Imprensa)

07/04/2017

Roger Waters divulga mais um teaser de seu novo álbum




Roger Waters divulgou em seu canal no YouTube nesta sexta-feira dia 07, outro teaser referente ao seu próximo disco de estúdio, “Is This the Life We Really Want?”. Ele já anunciou anteriormente que o álbum terá lançamento oficial no dia 19 de maio.

O trecho têm 25 segundos, e mostra Waters em seu estúdio, gravando e escrevendo as novas músicas. Este é o quarto teaser divulgado, outra pitada para aguçar nossa curiosidade.
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