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18/02/2017

Ummagumma – The Brazilian Pink Floyd no Metropolitan




Considerada o melhor cover do Pink Floyd, reconhecido por seus grandes espetáculos áudio visuais, a banda Ummagumma – The Brazilian Pink Floyd, está de volta ao Rio de Janeiro, e faz única apresentação no dia 19 de maio, no Metropolitan, com a turnê You Gotta Be Crazy.

A venda para o público em geral estará disponível a partir do dia 21 de fevereiro. Os ingressos poderão ser adquiridos pela internet (www.ticketsforfun.com.br), nos pontos de venda espalhados pelo Brasil e na bilheteria do Metropolitan.

A turnê You Gotta Be Crazy é uma homenagem aos 40 anos do álbum “Animals” e, além deste disco, passará por outras fases da banda e também apresentará o clássico “Dark Side of The Moon”, na íntegra, com a participação especial de Lorelei McBroom, cantora americana que trabalhou com Pink Floyd no final dos anos 1980.

O UMMAGUMMA The Brazilian Pink Floyd, que se formou após a primeira vinda de Roger Waters ao Brasil, em 2002, é o fruto de um inspirado, primoroso e incansável trabalho de uma gente dedicada, que ao longo de mais de dez anos vem apresentando a obra dessa memorável banda inglesa, de maneira fidedigna, ao público brasileiro mais exigente. O grupo faz questão de passar ao público uma das maiores marcas do Pink Floyd: os ousados e irreverentes espetáculos ao vivo.


UMMAGUMMA – THE BRAZILIAN PINK FLOYD – YOU GOTTA BE CRAZY TOUR 2017

METROPOLITAN – RIO DE JANEIRO

Realização: TIME FOR FUN

Copatrocínio: Antárctica

Data: Sexta-feira, dia 19 de maio de 2017

Horários: 22h

Local: Metropolitan – Rio de Janeiro (RJ)
Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca

Duração: Aproximadamente 2h20.

Capacidade: 3.120 lugares.
Ingressos: de R$ 30 a 150 (ver tabela completa).
Classificação etária: 12 a 14 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsável legal. 15 anos em diante: permitida a entrada desacompanhados.

Fonte: Sopa Cultural

17/02/2017

Nick Mason e Roger Waters não descartam nova reunião do Pink Floyd


Artistas afirmam que não têm muita informação sobre David Gilmour e que ele seria o maior empecilho | Foto: Ben Stansall / AFP / CP
Músicos consideram fazer apresentação especial no festival inglês de Glastonbury

Pink Floyd, pode se reunir para uma apresentação especial no festival inglês de Glastonbury se depender do baterista Nick Mason e do baixista Roger Waters. Dois dos três integrantes do grupo ainda vivos, eles participaram na quinta-feira da abertura da maior exposição dedicada à banda, no museu Victoria & Albert, em Londres, e, durante coletiva de imprensa, se mostraram abertos à ideia de regresso aos palcos. Entretanto, o maior empecilho seria justamente o terceiro elemento da equação, David Gilmour.

Conforme o The Guardian, ao ser questionado sobre a possibilidade de um retorno, Waters falou que, pelo que sabe, o antigo companheiro de banda, com quem tem uma relação ácida, se aposentou. "Você conhece o David melhor que eu", disse a Mason, que respondeu: "eu ouvi que tinha se aposentado, mas depois parece que voltou à ativa, então não sabemos".

Mason também comentou que nunca tocou no Glastonbury e que seria divertido, apesar de ser algo muito remoto e difícil de acontecer. "Eu diria sim se me dessem a oportunidade", afirmou. Waters, que tocou no evento em 2002, se lembrou da experiência. "Estava muito frio. Havia muita gente e tudo parecia muito divertido, eu gostei. No ano passado, o criador do festival, Michael Eavis, disse que seu maior desejo era que Pink Floyd e Fleetwood Mac tocassem por lá. 

Resultado de imagem para Roger Waters, Nick Mason Victoria & Albert

The Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains" A mostra em exposição no museu Victoria & Albert, será inaugurada em maio, e documenta os 50 anos de música da banda, com a expectativa que se dê a seus fãs uma noção de seu trabalho ao vivo, além de homenagear aqueles que ajudaram a concretizar sua visão artística. Irá contar com mais de 350 artefatos, incluindo cartas, rascunhos, letras manuscritas e filmagens das apresentações ao vivo da banda.

"Acho que o que eles (os fãs) irão ter uma noção real da escala de parte do trabalho ao vivo que fizemos, parte dos elementos cênicos que desenvolvemos ao longo dos anos", disse Waters à Reuters na quinta-feira.

"Torcemos para que haja itens pessoais pelos quais as pessoas irão se interessar por terem interesse na história por trás deles."

“Reunião”

Em 2016, os três membros remanescentes do icônico grupo inglês “se reuniram” após muito tempo para publicar uma declaração em conjunto criticando a prisão de ativistas palestinas em um barco que rumava a Gaza. Entretanto, na parte musical, as coisas não são tão amistosas e eles fazem questão de deixar isso claro. Em sua passagem no Brasil em 2015, Gilmour frisou que as diferenças entre ele e Waters impossibilitam quase todas as condições de um retorno, porque "existe uma história muito dolorosa entre nós".

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Durante sua aparição no museu, Waters também foi questionado sobre política. Uma repórter indagou se ele consideraria performar o álbum "The Wall" na fronteira dos Estados Unidos com o México como um protesto contra Trump. O músico já tocou as músicas do disco quando o muro de Berlim foi derrubado em 1989 e usou o trabalho para pedir a derrubada do muro de Israel na Cisjordânia. "Eu sempre disse que faria de novo se eles descobrissem o que fazer com Israel e Palestina e se livrarem daquela barreira de segurança terrível", ele respondeu.

"Se houvesse uma resolução e pudéssemos perceber que não existe 'nós e eles' e que somos todos seres humanos e todos nós precisamos descobrir como viver junto... Como um ato de celebração, se isso nos ajudasse a organizarmos como humanos, eu ficaria feliz em executar esse concerto em algum lugar que fosse significativo geograficamente", comentou. "Se isso calhasse em ser a fronteira entre os Estados Unidos e o México, então sim, absolutamente", finalizou.

Roger Waters divulga prévia e título de novo álbum


Roger Waters


Nesta quinta-feira (16), Roger Waters publicou, em suas redes sociais, um vídeo com uma pequena prévia de seu mais novo álbum de rock. O nome, “Is This the Life We Really Want?”, também foi divulgado pela primeira vez. 

Este será o primeiro trabalho de rock do músico em longos 25 anos, quando lançou o álbum “Amused To Death”, em 1992.

No vídeo, é possível ouvir o instrumental de uma música junto com algumas frases em um documento que, aos poucos, e censurado com tinta preta.

Vale lembrar que o disco foi produzido por Nigel Godrich, constante colaborador do Radiohead, e que recentemente o músico disponibilizou um pequeno trecho de uma das músicas do trabalho.

Assista ao teaser de “Is This the Life We Really Want?”, de Roger Waters:




The new album from Roger Waters, "Is This The Life We Really Want?” coming soon.

Tickets for the Us + Them North American Tour on sale now. http://rogerwaters.com

O novo trabalho de Waters ainda não tem uma data específica para a estreia, possivelmente ainda neste primeiro semestre, e o vídeo termina com um esperançoso ‘Coming soon’.
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David Gilmour


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