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09/03/2018

Nick Mason ironizou Google nas redes por suposta morte


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O baterista do Pink Floyd chamou de 'muito exageradas' 
as informações sobre sua possível morte, no início do mês


O músico Nick Mason, que foi baterista do Pink Floyd, compartilhou em sua página no Twitter um print ironizando o Google por ter divulgado a morte dele. Segundo o site, o ex-integrante da banda que está entre as maiores da história do rock morreu em 1º de março, em Nova York. Como legenda da foto publicada, o baterista comentou: "Informações recentes de que eu morri têm sido muito exageradas".

O artista tem 74 anos e foi o único integrante do Pink Floyd a participar de todos os mais de 20 álbuns. David Gilmour, o guitarrista, e Roger Waters, baixista da banda, ainda estão vivos e em carreiras solo. O ex-integrante Syd Barrett, que tocou guitarra, compôs e cantou as músicas do primeiro álbum, The piper at the gates of dawn, saiu da banda logo após o álbum e morreu em 2006, com 60 anos. O tecladista Richard Wright também faleceu, em 2008, aos 65 anos. 

O baterista do Pink Floyd sempre chamou a atenção dos fãs e da crítica pelas performances durante os shows. O estilo com que Nick Mason toca tem influência de gêneros musicais como o jazz.

Fonte: Correio Braziliense 

05/05/2015

Roger Waters: o Vale do Silício é uma ‘galeria de trapaceiros e ladrões’



Roger Waters critica indústria musical atual: 'roubaram tudo até ao último centavo'


Waters fez duras críticas à situação da indústria fonográfica, tomada pelas companhias de tecnologia, dizendo que quem está no poder atualmente são os trapaceiros e ladrões.

A tecnologia mudou o mundo e a indústria fonográfica foi uma das mais afetadas. Antes dominada pelas gravadoras, com seus discos e CDs, ela agora está nas mãos de gigantes do Vale do Silício, como Apple e Google, que oferecem músicas digitais no varejo, sem contar os novos serviços de streaming e a pirataria, que não gera ganhos aos autores. Roger Waters lamenta essa mudança. Em entrevista ao “London’s Times”, ele diz ser agradecido por ter nascido em 1943, não em 1983, e “ter vivido quando havia a indústria da música e a tomada pelo Vale do Silício não havia acontecido”.

"Essa galeria de malandros e ladrões ainda não tinha se metido entre as pessoas que aspiram ser criativas e a sua audiência potencial para roubar cada centavo que uma pessoa poderia fazer e colocar em seus bolsos para comprar iates e jatinhos",  disse Waters.

"Eu me sinto muito privilegiado por ter nascido em 1943 e não em 1983. Estar por aí quando o Vale do Silício não havia assumido o controle do negócio da música. Você ainda podia ganhar a vida escrevendo, gravando músicas e tocando para as pessoas", Roger Waters.

Segundo ele, em outros tempos era possível “fazer a vida escrevendo e gravando músicas e as tocando para as pessoas”. E o mercado está passando por outra mudança. Se os CDs estão mortos, lojas virtuais como iTunes e Google Play também estão em crise. Segundo levantamento da Nielsen, a venda total de álbuns no mercado americano no ano passado caiu 11,2% em relação a 2013. Entre os CDs, a queda foi de 14,9%, e entre os discos digitais, de 9,4%. A venda de músicas digitais avulsas diminuiu 12,5%. Por outro lado, serviços de streaming, como Rdio, Spotify e YouTube, cresceram 54,5% de 106 bilhões de execuções para 164 bilhões.

"Os fãs continuam a consumir música por serviços de streaming, o que ajuda a minimizar as perdas que vemos nas vendas", disse David Bakula, analista da Nielsen, na ocasião.

Apesar de o aumento no número de exibições ser positivo para os artistas, que ganham por execução, a nova mudança no mercado reduz ainda mais os ganhos dos autores. Levantamento realizado ano passado pelo site The Trichordist, especializado na indústria musical, mostra que os ganhos por streaming de música representam uma pequena parcela quando comparados a venda de arquivos digitais.

No Spotify, por exemplo, cada execução rende ao artista — antes do pagamento da gravadora ou detentor dos royalties — US$ 0,006. Para gerar a mesma receita que a venda de um arquivo digital a música precisa ser executada 134 vezes.

"Quero dizer, por que não fazemos tudo grátis? Então, você poderia entrar em uma loja e dizer 'gostei dessa televisão' e sair andando com ela. Não! Alguém fez e você precisa comprar! 'Eu vou só pegar algumas maçãs'. Não! Algum fazendeiro as cultivou e as trouxe aqui para serem vendidas",criticou Waters.



Na mesma entrevista, Waters voltou a frisar que uma reunião futura do "Pink Floyd" está fora de questão:

"Uma reunião está totalmente fora de questão. A vida se torna mais breve quanto mais próximo nos aproximamos do fim e, sob meu ponto de vista, deve ser devotada somente a coisas que a gente queira fazer. Não devemos olhar para trás. Bem, na verdade devemos sim - inclusive eu faço isto com muito carinho - mas tentar trazer as coisas de volta é um absurdo", Roger Waters.

16/04/2015

Explore os estúdios Abbey Road com a ferramenta interativa da Google






A Google colocou à disposição do público a ferramenta interativa "Inside Abbey Road" que permite uma visita virtual ao estúdio onde Beatles, Pink Floyd, Stevie Wonder, ou David Bowie, entre muitos outros, gravaram alguns dos seus mais importantes álbuns, fechado ao público desde 1931.

A aplicação foi lançada na quarta-feira passada e, através de mais de 150 imagens de 360º graus, leva os internautas à explorar em profundidade as três salas de gravação e a sala de masterização. A experiência incorpora, igualmente, fotografias, áudio e vídeos captados ao longo dos anos nos estúdios e associa videoclipes de músicos como Kate Bush, Take That ou Bastille, por exemplo, aos locais exatos do estúdio onde foram gravados. Também estão disponíveis várias sequências animadas, que mostram músicos e técnicos de estúdio em atividade.

A visita guiada pelo produtor Giles Martin narra diversos episódios de grandes trabalhos do Abbey Road, os processos de gravação e mixagem. É possível ver, por exemplo, toda a grandeza do Estúdio 1, que já recebeu uma orquestra inteira com cerca de 100 músicos para gravação das trilhas sonoras de filmes como “Star Wars” e “Harry Potter’. Além de explorar, os visitantes também podem aprender mais sobre os microfones e as tecnologias usadas no estúdio.

Coloque seus fones de ouvido, conheça os estúdios e saiba mais sobre a história desse local lendário na história da música. A narração, bem com os vídeos e textos, é feita apenas em inglês, mas para o bom fã da música, vale a pena navegar pela ferramenta mesmo sem o domínio do idioma.

Podemos inclusive ver detalhes de como é feita a gravação em vinil, muito legal. Participe dessa experiência inédita clicando aqui. 






Para recordar, abaixo algumas imagens do Pink Floyd nos lendários estúdios Abbey Road, em Londres:



Pink Floyd at Abbey Road Studio's 1972
Pink Floyd - The Dark Side of the Moon Recording Sessions [Abbey Road Sessions - 1972]
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David Gilmour


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