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16/08/2012

King Crimson - Epitaph (1969) 04 CDs - 1997



Epitaph BBC legendado


Estes shows reúnem um dos line-ups mais memoráveis da banda, contém extratos de eventos lendários como Fillmore East e The Fillmore West e as sessões da BBC em 1969. As letras, como você pode conferir ainda estavam sendo escritas, diferindo um pouco da versão oficial do álbum que foi gravado no mês seguinte, pelos remanescentes do grupo. A qualidade do som é muito boa, principalmente se considerarmos a escassez de recursos de meio século atrás. O clássico "21st Century Schizoid Man" ao vivo em Fillmore East, bem como em Fillmore West, têm execuções poderosas, com linhas de baixo incríveis, solos de guitarras agressivos, execuções talvez insuperáveis. "Epitaph" nas sessões da BBC1 (as lendárias "Peel Sessions"), me parece viver um momento perfeito, irrepreensível, Lake registra algumas de suas performances mais memoráveis, mesmo com apenas 21 anos de idade, jovem como toda a banda, o nível do conjunto é impressionante, contagiando até os fãs mais familiarizados. Outro destaque em desempenho, "Mars", oferece clímax grandioso que começa do nada e eleva-se á dinâmica dramaticamente frenética (com baixo e bateria ostinatos e perturbadoras linhas de mellotron dissonantes) é algo surreal. A onipresença do Mellotron nestes shows é fundamental para o resultado soberbo aqui. Nesta fase inicial King Crimson se mostra totalmente afastado de qualquer apego a formas tradicionais,  traçando um curso que acabaria por consolidar-los em um dos raros casos de bandas trilharam seu próprio caminho com absoluta  autenticidade. Fripp que começou a tocar guitarra aos 11 anos, em nenhum momento se prendeu à algum estilo musical, desenvolveu um estilo único sem se prender ao mainstream, o que lhe gerou excelente reputação no meio especializado. Boa audição!



21st Century Schizoid Man



King Crimson
Epitaph
All tracks written by Robert Fripp, Michael Giles, Greg Lake, Ian McDonald and Peter Sinfield, unless otherwise indicated.


Disc one (72:53)
Tracks 1-2 recorded May 6, 1969 at Maida Vale Studios, London, UK for BBC Radio
Tracks 3-4 recorded August 19, 1969 at Maida Vale Studios, London, UK for BBC Radio [Track 4 includes the introduction to track 5 at the end]
Tracks 5-7 recorded November 21, 1969 at the Fillmore East, New York, USA
Tracks 8-11 recorded December 13, 1969 at the Fillmore West, San Francisco, USA

  1. "21st Century Schizoid Man" – 7:06
  2. "The Court of the Crimson King" (McDonald, Sinfield) – 6:27 (preview)
  3. "Get Thy Bearings" (Donovan Leitch) – 5:59
  4. "Epitaph" – 7:08
  5. "A Man, a City" – 11:41 (preview)
  6. "Epitaph" – 7:42
  7. "21st Century Schizoid Man" – 7:16  (preview)
  8. "Mantra" – 3:47
  9. "Travel Weary Capricorn" – 3:15
  10. "Improv - Travel Bleary Capricorn" – 2:23
  11. "Mars" (Gustav Holst) – 8:53

Disc two (50:29)
Recorded December 14, 1969 at the Fillmore West, San Francisco, USA

  1. "The Court of the Crimson King" (McDonald, Sinfield) – 7:13
  2. "Drop In" (Fripp, Giles, Lake, McDonald) – 5:14
  3. "A Man, a City" – 11:19
  4. "Epitaph" – 7:31
  5. "21st Century Schizoid Man" – 7:37
  6. "Mars" (Holst) – 9:42

Disc three (55:27)
Recorded August 9, 1969 at Plumpton Racetrack (at the Ninth National Jazz and Blues Festival), Streat, UK

  1. "21st Century Schizoid Man" – 7:14
  2. "Get Thy Bearings" (Leitch) – 10:32
  3. "The Court of the Crimson King" (McDonald, Sinfield) – 6:43
  4. "Mantra" – 8:46
  5. "Travel Weary Capricorn" – 3:57
  6. "Improv" – 8:54including "By the Sleeping Lagoon" (Eric Coates)
  7. "Mars" (Holst) – 7:23

Disc four (62:47)
Recorded September 7, 1969 at the Chesterfield Jazz Club, Chesterfield, UK

  1. "21st Century Schizoid Man" – 7:57
  2. "Drop In" (Fripp, Giles, Lake, McDonald) – 6:20
  3. "Epitaph" – 7:22
  4. "Get Thy Bearings" (Leitch) – 18:10
  5. "Mantra" – 5:29
  6. "Travel Weary Capricorn" – 4:54
  7. "Improv" – 4:34
  8. "Mars" (Holst) – 5:37
Personnel

  • Robert Fripp - guitar
  • Greg Lake - bass guitar, vocals
  • Ian McDonald - woodwinds, keyboards, mellotron
  • Michael Giles - drums, percussion




CD1 & CD2
multiupload (276.72 MB / 320 Kbps)
4shared (283.36 MB / 320 Kbps)
rusfolder (267.72 MB / 320 Kbps)
CD3 & CD4
multiupload (258.76 MB / 320 Kbps)
4shared (264.96 MB / 320 Kbps)
rusfolder (258.76 MB / 320 Kbps)



Do encarte do álbum:

This is the second to last show of King Crimson's first American tour, and the second to last show by the original lineup, who would disband shortly afterwards.

Although incomplete, this is a wonderful segment and an excellent recording of the original lineup in action. This is also quite unique as it captures the group playing in a distinctively different framework than they were known for around this time. The first couple of songs are missing. "Mantra," which begins this recording, showcases the band's ability to play delicate, introspective music just as well as the strong and forceful music King Crimson is known for.

This song transitions into an excellent jazzy arrangement of the unreleased song "Travel Weary Capricorn," which features a distinctive Spanish-flavored improvisation in the middle. Robert Fripp had never used such a clear, unprocessed tone on his guitar and the entire ensemble plays beautifully on this piece.

As "Travel Weary Capricorn" comes to a close, Michael Giles begins very softly playing the 5/4 repeating pattern that begins Gustov Holst's "Mars." This tempo, evoking the martial rhythm of field drums, slowly builds in intensity. As the other musicians begin playing this repeating pattern, it gets progressively more aggressive and menacing. At the point where the anxiety factor is reaching an almost unbearable level, the mellotron begins playing demented improvisations over the rest of the group.

How audiences must have felt during this is anybody's guess, but the sheer intensity is pulverizing and not for the faint of heart. How any group could follow this and not be anticlimactic is left only to speculation. On this night that difficult situation was left toThe Chambers Brothers, who took the stage shortly after.

26/11/2011

Discipline - Unfolded like Staircase (1997)




Cruthes

Quando se trata de uma banda que só gravou dois álbuns, ambos excelentes, sendo um considerado uma obra-prima, o que me vêm a cabeça é considerar que o outro seria a obra prima de muitas outras bandas e é só ofuscado neste caso porque "Unfolded Como Staircase" é genial. O que o define é ser composto por quatro peças, totalizando 55 minutos o que hoje em dia não é tão incomum (nem o foi nos anos 70), mas dentro do período de 97, as bandas de "Neo", incluíam quando muito uma faixa épica. Por essa razão, e o estilo próprio de sua música, o álbum demonstra que "Discipline", não era realmente mais uma banda de "neo-prog", na realidade eles faziam parte do renascimento do progressivo de alto nível que começava a despontar dos anos 90 em diante.

Indispensável, "Unfolded Como Staircase", é dentro daquilo que tive oportunidade de ouvir, um dos melhores álbuns deste período. Há uma infinidade de grupos com influências das grandes bandas principalmente dos anos 70, como o inigualável Pink Floyd, além do Genesis, Yes, King Crimson, Camel, e etc..., que o foram com maior ou menor sucesso e personalidade, e muito embora não se possa deixar de considerar uma forte influência de Gabriel sobre Parmenter, principalmente no aspecto dramatúrgico, (várias trocas de roupa, maquiagem e do teor de seu diálogo com a platéia), é a primeira vez tenho ciência de que um grupo venha beber na mesma fonte da estranha e intrincada essência musical de Van Der Graaf. E eles fazem isso com uma naturalidade, qualidade e personalidade que torna esta uma obra única dentro de seu estilo nos últimos anos. Desta vez a banda sofreu a baixa de um membro do 1º álbum, o tecladista David Kroftchok e ao invés de encontrar um substituto, o multi instrumentista  Matthew Parmenter assumiu a vaga e com muita qualidade. A banda toda brilha, Kennedy voa sem esforço por linhas de um baixo extremamente complexo, Dzendzel  sempre fascina com suas combinações criativas. Jon Preston Bouda é um exímio guitarrista Agora Matthew Parmenter, suas letras e o nível em que ele as executa é um fenômeno. O homem é a encarnação do teatro lúgubre. 

Acima de tudo, "Unfolded Like Staircase" é um álbum com um trabalho de composição excepcional. As peças são longas, sem entretanto adquirir características minimalistas ou estaticidade, mas tendências e alternativas inovadoras de uma música em permanente evolução e coerência. Me parece que sua música tem todos os elementos que caracterizam Van Der Graaf dos anos 70. Da inquietude, obscuro e delirante, entrelaço de complexa dramaticidade beirando o caos, mostra-nos que a beleza pode ser e estar escondida nos lugares mais escuros ou profundos de nossa mente.

A influência reside na essência da música, tanto como vozes ou instrumentos tendo pouco ou nada a ver com qualquer aspecto do mal como algo insólito em seu conteúdo teatral; mas do controverso, implícito nos desenganos do vício interpretativo. A sina que todos têm que enfrentar na vida, a incerteza. Com constantes mudanças no sentimento, por vezes surreal, a guitarra, o sax, a bateria, nem mesmo a voz são tratados de forma semelhante, uma pluralidade de estilos e de gêneros é o núcleo criativo da banda, capaz de interpretar de uma forma magistral todo o conteúdo da obra. Quanto à música em si, é gênio prog puro. A primeira peça incorpora o lamento: "... mas como pode haver, se eventualmente  houver mais espaço lá em cima, sê-lo para mim. Aqui estou no limbo.", Já "Into the Dream" oferece o sentimento otimista," ... e se o mundo deve cair, deixe cair. Estou muito feliz e positivo como pessoa, assim sendo você pode se perguntar como eu encontro este ser atraente. A resposta é que a vida é tão boa, como a arte quando é sincera e bem trabalhada,  assim qualquer assunto pode ser apreciado." Matthew Parmenter como compositor é um excelente poeta.  Boa audição!

Canto IV



Line Up
  • Jon Preston Bouda, guitars; 
  • Mathew Kennedy, bass; 
  • Matthew Parmenter, vocals, keyboards, violin, sax, orchestra chimes; 
  • Paul Dzendzel, drums and percussion

Tracklist: 
1. Canto IV (Limbo) — 13:47
2. Crutches — 13:11
a. The Carrot
b. The Silent Mirror
c. Down the Hatch
d. Crutches
3. Into the Dream — 22:03
a. Descent
b. Chock Full O'Guts
c. Drawn and Quartered
d. Clearing e. Stealing the Key
f. Sum Music
g. Turtles All the Way Down
4. Before the Storm — 15:51
a. The Ocean
b. The Storm
c. Eden


Before the Storm

narod.ru (150,37 MB / 320 kbps)



15/07/2011

King Crimson - Epitaph Vol. 1 (1997)


Esse não é o mais novo album do King Crimson em termos de gravação, mas sim de edição que foi lançado oficialmente no mês de Abril de 1.997 e por se tratar de um trabalho ao vivo é inteiramente de shows da banda que ocorreram em 1.969, quando neste mesmo ano nascia uma banda na Inglaterra em janeiro e ficariam marcados na história do gênero do rock progressivo (ou até do rock para muitos), além de gravarem e estreiarem um trabalho muito conceitual que seria lançado em outubro com o nome "In the court of the Crimson King" e também uma obra-prima como um todo do genêro do rock progressivo (ou até do rock para muitos). É justamente neste trabalho que está apresentado a trajetória da banda do que ocorreu naquele ano até mesmo antes da gravação do album de estréia.


In the Court of the Crimson King
(Live at the Fillmore East 1969)


A formação da banda definitiva se deu próxima do final de 1.968 a partir de uma mini-banda chamada "Giles, Giles and Frip" que tinha como Michael Giles nas baterias/vocais, Peter Giles no baixo/vocais e Robert Fripp nas guitarras e numa ocasião encontraram e admitiram por um curto período a cantora Judy Dyble (que fez parte da banda "Fairport Convention") e esta vinha junto com o multi-instrumentista Ian McDonald e um colega e poeta/letrista Peter Sinfield que chegou a trabalhar como operator numa empresa de computação. Mudanças no GGF fazem com que Dyble saísse por espontaneidade e Peter Giles (irmão de Michael) para se tornar um operador de computador (Detalhe: será que Giles queria ocupar o lugar de Sinfield? Curiosidade: naquela época nos finais dos anos 60 e início dos anos 70 a área de engenharia de computação estava começando "pequenos passos" para a elaboração e pesquisa de computadores domésticos já que era fortmente predominado a uso comercial das empresas na época). 

Surge então para substituir Giles no baixo, um importante nome: Greg Lake. Lake já conhecia Fripp desde a adolescência e chegaram a estudar violão com uma mesma professora de música, e o futuro baixista passaria por bandas chamadas "Unit Four", "Time Checks" e "The Shame" que chegou a gravar um compacto em 1.968 e além ter participação de uma banda chamada "The Shy Limbs". Ainda em 1.968, Lake estaria com a banda "The Gods" junto com Mick Taylor (que foi integrante dos "The Rolling Stones"), mas não chegou a gravar porque receberia o convite de Fripp para se associar ao King Crimson, e além disso seria encarregado de fazer também os vocais, já por ser muito melodioso e as bandas que Lake tinha participado também davam preferência pelo seu vocal e durante o ano de 1.969 Fripp chegou a dividir um pequeno apartamento junto com Lake.

 21st Century Schizoid Man
(Fillmore East 11-1969)

O nome King Crimson para quem não sabe foi inicialmente uma idéia de Peter Sinfield, apesar de que "crimson" quer dizer carmesim em português (vermelho muito vivo), mas por outro lado Sinfield estava aproximando a palavra "crimson" com o de um sinônimo chamado "Beelzebub" (Beelzebub, principe dos demônios). Assustador? Talvez pela capa do album (externa e interna) de estréia da banda pode demonstrar essas teorias de Sinfield. As letras retratam o elemento ar, embora tecnicamente ainda não foi comprovada esta hipótese segundo o próprio letrista do trabalho e da banda. Sinfield além de ser o letrista do King Crimson, também seria o iluminador dos shows nos palcos. Vale uma ressalva que o King Crimson não foi a única banda de progressivo que possuia um letrista exclusivo; o "Procol Harum" tinha um também chamado Keith Reid.


Foto da capa de CDNaquele ano de 1.969, o King Crimson competia com poucas bandas de rock progressivo como "The Moody Blues", "Pink Floyd", "The Nice", "Procol Harum" que já estavam neste cenário não  h´muito tempo e nasciam também outras como o "Genesis", "Yes", "Jethro Tull", mas o grupo teve uma simpatia pelo público e crítica em aspectos gerais. E justamente neste trabalho aqui que esta fielmente com uma das formações mais clássicas ocorridas pela banda e justamente em sua estréia.

Com apresentações na Europa e Estados Unidos, o trabalho entretanto é encontrado originalmente em 4 volumes (4 CDs), corresponde as seguintes apresentações: volume 1 possui Sessões Rádio BBC, Filmore East feito nos dias 21 de novembro e 14 de dezembro; o volume 2 corresponde exclusivamente a mesma apresentação do Filmore East mas ocorrido no dia seguinte (15 de dezembro) e com o concerto tocado inteiramente naquele dia; o volume 3 é dedicado ao Festival Plumpton em 9 de agosto e finalizando o volume 4 que corresponde a apresentação do Clube Jazz Chesterfield em 7 de setembro. 

As apresentações do Filmore East foram uma das mais importantes daquele ano em 1.969 para o King Crimson possuindo nomes até conhecidos e desconhecidos como "Iron Butterfly", "Poco", "Jefferson Airplane", "Joe Cocker", "Fleetwood Mac", "The Rolling Stones", "Johnny Winter", "Country Joe and the Fish", "Janis Joplin", "Sly and the Family Stone", "Grand Funk Railroad", "The Nice" e outros e justamente num dias desses do festival que Greg Lake recebeu uma proposta de Keith Emerson do "The Nice" para no ano seguinte formar o "Emerson, Lake & Palmer" e o guitarrista Jimi Hendrix deu um grande aperto de mão, além de esticar um bom papo com o mesmo pelo talento observado por este numa das apresentações. A ansiedade e insatisfação talvez dos amantes do King Crimson deste período em relação a edição deste trabalho seria a omissão do show do concerto gratuito em Londres, o famoso Hyde Park em 5 de julho de 1.969 promovido pelos "The Rolling Stones" numa homenagem a morte de seu companheiro Brian Jones que faleceu dois dias antes e o King Crimson faz a abertura do evento de frente para aproximadamente 650.000 pessoas.

A capa do trabalho foi elaborada por P.J. Crook sob o nome "The four seasons" do qual resgata um tanto da arte de Paul Whitehead que elaborava as capas do Genesis, com auxílio de Bill Smith Studio. Uma outra curiosidade sobre a escolha das gravações: não estão presentes nem mesmo na totalidade dos 4 volumes as faixas "I talk to the wind", que chegou a ser tocada até mesmo pelo GGF, época em que fazia parte Ian McDonald e Peter Sinfield e "Moonchild" (considerada por muitos uma faixa muito polêmica pelo tipo de exploração e finalização que o King Crimson criou) e as duas fazem partem do album de estréia da banda. Mesmo com a ausência destas faixas e a repetição de outras, ainda assim, o trabalho é muito atraente e gostoso de ser ouvido apesar de que mesmo como um album destes que tem uma das formações consideradas por muitos ouvintes sendo "impecáveis", ainda assim a banda soam melhor em estúdio do que ao vivo. Poderia ter sido ainda mais proveitoso se incluissem uma faixa que apresentasse o GGF e o GGF com a inclusão de McDonald, Sinfield (mas é bem possível que Lake não ia gostar nem um pouco da idéia se é que eles tiveram esta intenção...), pelo menos o público teria uma idéia do que era o King Crimson antes de sua formação.

King Crimson - Série 40 º Aniversário - VermelhoRobert Fripp - guitarras elétricas e acústicas, violões. 
Ian McDonald - flauta, saxofone, melotrom, teclados e vocais de apoio. 
Greg Lake - baixo, vocal principal.
Michael Giles - baterias, percussão e vocais de apoio. 
Peter Sinfield - letras, iluminação de palco, ilustrações.
Disc one (72:53)
  1. "21st Century Schizoid Man" – 7:0
  2. "The Court of the Crimson King" (McDonald, Sinfield) – 6:27
  3. "Get Thy Bearings" (Donovan Leitch) – 5:59
  4. "Epitaph" – 7:08
  5. "A Man, a City" – 11:41
  6. "Epitaph" – 7:42
  7. "21st Century Schizoid Man" – 7:16
  8. "Mantra" – 3:47
  9. "Travel Weary Capricorn" – 3:15
  10. "Improv - Travel Bleary Capricorn" – 2:23
  11. "Mars" (Gustav Holst) – 8:53

11/07/2011

The Flower Kings - Stardust We Are (1997)


Stardust We Are é o 3º álbum de estúdio da banda sueca, lançado 1997, foi um álbum que marcou definitivamente a banda. Seu primeiro álbum, Back In The World of Adventures, teve um sucesso baixo em comparação ao esperado. Com seu segundo álbum, Retropolis, The Flower Kings conseguiu um passo a mais, porém Stardust We Are os lançou definitivamente como uma das melhores, senão a melhor, banda de rock progressivo da década. O álbum definiu o estilo da banda até a atualidade, vagando entre clássico e heavy metal. O álbum foi o primeiro CD duplo lançado pela banda.

Com um de seus épicos mais marcantes, a música-título Stardust We Are, de 25 minutos, a banda foi reconhecida pelos fãs do estilo e levantou-se como uma das mais promissoras da época. Outras músicas que se destacam no álbum são In the eyes of the world, Church of you heart, Circus Brimstone e Don of the universe.

The Man who Walked with Kings

Musicians:
  • Roine Stolt (guitarra, vocal e teclado)
  • Tomas Bodin (teclado)
  • Michael Stolt (baixo)
  • Jamie Salazar (bateria)
  • Hasse Bruniusson (percussão e vocal)
  • Hans Froberg (vocal)


Disco 1:

  1. "In the Eyes of the World" - 10:38
  2. "A Room with a View" - 1:26
  3. "Just this Once" - 7:53
  4. "Church of your Heart" - 9:10
  5. "Poor Mr Rain's Ordinary Guitar" - 2:43
  6. "The Man who Walked with Kings" - 4:59
  7. "Circus Brimstone" - 12:03
  8. "Crying Clown" - 0:57
  9. "Compassion" - 4:45

Disco 2:


  1. "Pipes of Peace" - 1:19
  2. "The End of Innocence" - 8:28
  3. "The Merrygoround" - 8:17
  4. "Don of the Universe" - 7:02
  5. "A Day at the Mall" - 0:45
  6. "Different People" - 6:19
  7. "Kingdom of Lies" - 5:48
  8. "If 28" - 2:15
  9. "Ghost of the Red Cloud" - 4:37
  10. "Hotel Nirvana" - 1:49
  11. "Stardust We Are" - 25:02

Don of the Universe
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David Gilmour


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