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13/11/2014

Confira os vídeos das sessões de gravação de 1993 (The Endless River 2014)



Proveniente da edição de luxo (DeLuxe CD + DVD or Blu-Ray Package), este material áudio visual (cerca de 39 minutos.), traz 3 trilhas de áudio e 6 de vídeo com imagens dos ensaios da banda interpretando Evrika (a), (b), Nervana, Untitled, Anisia, e Allons-Y (arquivos de vídeo além de fotografias tiradas por Jill Furmanovsky das sessões de gravação de 1993, no estúdio da embarcação de David Gilmour, o Astoria). Confira os vídeos abaixo:


Pink Floyd
The Endless River


Evrika (a)

Allons-Y


Nervana

Evrika (b)


08/10/2014

Pink Floyd's 'The Endless River' to Feature Stephen Hawking (clips & demos)

Stephen Hawking participará de faixa no novo álbum

O físico teórico, Stephen Hawking, participará de uma das faixas do novo álbum do Pink Floyd, já que o disco trará uma faixa chamada "Talkin Hawkin". Mas não é a primeira vez que isso acontece! Hawking participou anteriormente do álbum de 1994, "The Division Bell", na faixa "Keep Talking".

Além disso, o novo álbum da banda conta com uma faixa chamada "Autumn '68", que faz referência a uma antiga canção de nome "Summer '68" do álbum "Atom Heart Mother". 

Pink Floyd and Stephen Hawking
Pink Floyd's 'The Endless River' to Feature Stephen Hawking

Keep Talking (legendado)

Confira clipes e outtakes correspondentes:

Como parte da divulgação de seu novo disco, "The endless river", o Pink Floyd divulgou aperitivos do lançamento. Compostos de temas instrumentais — o álbum quase não terá vocais, segundo a banda —, os trechos das canções põem em destaque a guitarra de David Gilmour e o teclado do saudoso e genial Richard Wright.

"The endless river" sai em 10 de novembro. Lançado 20 anos após "The division bell", o lançamento de estúdio não conta com Roger Waters, ex-baixista e compositor que se desligou do grupo em 1985. As bases das gravações foram feitas em 1993, durante as sessões que deram origem a "The Division Bell", até então último disco de estúdio da banda.

No áudio mais recente, divulgado através do site da banda e seus perfis nas redes sociais, é possível ouvir Gilmour tocando um tema com guitarra semelhante ao de "Run like hell" (de "The wall").



19/09/2013

The Collected Works - Schicke-Führs-Fröhling (SSF) 1993


SFF, 'Collected Works'


Troja 

 Schicke Führs Frohling , mais conhecido como SFF,  já estavam tocando ao vivo em 1975 ostentando dois Mellotrons, e uma vasta gama de instrumentos. Seus 3 integrantes são multi-instrumentistas de altíssimo nível. A banda adota o estilo clássico instrumental sinfônico progressivo, e foi eleito pelos músicos Tord Lindman e Johan Högberg do "Änglagård", como uma das principais fontes de inspiração à extensão de suas obras. Duas bandas que juntas contribuíram de maneira expressiva para elevar o progressivo sinfônico dentro dos mais elevados padrões de qualidade, pouco se pode acrescentar, senão apenas apreciar obras primorosas.

"Symphonic Pictures", "Sunburst" e "Ticket to Everywere", compreendem um capítulo a parte do apogeu sinfônico que um grupo poderia almejar. Este lançamento reúne o melhor de cada um, e incluí faixas ao vivo. Uma caprichosa seleção com base em 3 obras-primas da banda alemã. Sem dúvida, um grande registro do gênero. 

Atmosfera da boa música e um contexto muito equilibrado devido a alta qualidade e inspiração da banda, eles mesclam passagens melódicas à sinfônicas bastante intensas, momentos mais espaciais e psicodélicos. Impecável, um ótimo registro à qualquer coleção do progressivo sinfônico. Boa audição!



Wizzard 


SSF 
Schicke-Führs-Fröhling
The Collected Works of Schicke-Führs-Fröhling, 1993



Dodany obrazek

Tracks Listing:
  1. Tao (8:37)
  2. Solution (2:55)
  3. Dialog (5:33)
  4. Sundrops (2:25)
  5. Pictures (16:27)
Total Time: 35:57



Line-up / Musicians
  • Eduard Schicke / drums, percussion
  • Gerd Führs / keyboards
  • Heinz Fröhling / bass, guitars, keyboards


Tracks Listing:
  1. Wizzard (4:30)
  2. Autumn Sun in Cold Water (4:47)
  3. Artificial Energy (5:31)
  4. Driftin' (3:23)
  5. Troja (7:16)
  6. 1580 (5:17)
  7. Explorer (4:51)
Total Time: 44:48



Line-up / Musicians:
  • Heinz Frohling / guitar
  • Gerhard Fuhrs / synthesizer, keyboards
  • Edward Brumund Ruther / bass
  • Edward Schicke / drums

Explorer

Dodany obrazek
Mp3 320Kbps
narod.ru (171.24 МB)
ou
FLAC

narod.ru (749.14 МB)

31/08/2013

Quill - Sursum Corda (1977)





Quill foi fundada por três amigos músicos em 1975. Progressivo sinfônico sem um guitarrista de ofício, a magia do grupo está em seu belo conteúdo melódico bastante acessível. A banda está contando uma história, um álbum conceitual que combina a magia dos contos de fadas e da busca do eu interior. Aquela paixão característica dos épicos do progressivo.

Ele aborda um apocalipse que cobre o universo conhecido e a salvação através da proteção de um único livro que contém a "soma de todo o conhecimento". Lembra o filme "The Book of Eli", com Denzel Washington, mas expandido-se aos reinos intergalácticos e multi-dimensionais.

O título do álbum "Sursum Corda", que significa "Levantai os vossos corações" em latim, diz tudo. A música de Quill evoca sonhos, fantasia, drama, e paixão. Eles capturaram a essência de estilos clássicos que vão de marchas (como Edward Elgar), à música de câmara quase barroca, (Bach). O uso do Combo Harpsichord da Baldwin (Cravo elétrico), combinado com o Moog cujo som se assemelha a flauta por DeLoria, fica muito bonito. Jim com o carrilhão de orquestra (orchestral & tubular bells), também chamado de sinos tubulares, acentua os belos momentos, e as passagens mais calmas, com rara beleza.

O trabalho de baixo de Keith, certamente complementa os teclados e vocais com habilidade e harmonia. Nos concertos, Keith também acrescenta partes com guitarra. E é um dos principais letristas.

Descrever Quill como um mero clone do lendário ELP seria um grande erro. Em comum, ambos DeLoria e Emerson, são exímios tecladistas, mas o fluxo de conteúdo lírico da música do Quill é muito distante do estilo de abordagem dinâmica do mais puro virtuosismo técnico, onde Emerson é provavelmente o mais talentoso dos dois. Mas para linhas melódicas claras, poderosas e principalmente mais acessíveis, sem abdicar do virtuosismo, o trabalho de DeLoria nos oferece uma atmosfera bastante agradável, semelhante, (respeitando as proporções), as obras mais conhecidas de Rick Wakeman, por exemplo "Journey to the Centre of the Earth", que considero uma obra-prima singular. 

A qualidade da remasterização deste CD pela Syn-Phonic (1993) é de primeira. A banda ganhou status de filme cult, mas Quill nunca teve o apoio de uma grande gravadora e eles devem ser louvados pela dedicação ao seu ofício que nos trouxe esta maravilhosa obra produzida de forma independente. Outra rara preciosidade do universo progressivo. Boa audição!


First Movement Part 2



Quill
Sursum Corda
Studio Album, released in 1977
CD Syn-Phonic SYNCD 10 (1993)

Tracks:
I. First movement: (19:58) 
a) Floating 
b) Interlude 
c) The march of dreams 
d) The march of kings 
e) Storming the mountain 
f) Princess of the mountain 
g) Storming the mountain (part II) ~ Lift up your heart 

II. Second movement: (15:32)
a) The call 
b) Timedrift 
c) Earthsplit 
d) The black wizard 
e) Counterspell 
f) The white wizard 
g) The hunt 
h) Rising 
i) The spell 
j) Sumnation 
k) Finale 

Total Time: 35:30
Line-up / Musicians
Quill imagem
Keith Christian / vocals, Rickenbacker 4001 bass, nylon string guitar
Ken DeLoria / Hammond B2 organ, Moog synths, Mellotron, Baldwin electric harpsichord, Steinert grand piano-forte, Arp string ensemble, RMI Keyboard Computer. 
Jim Sides / vocals, drums, orchestral & tubular bells, tympani



Second Movement Part 2

FLAC
mediafire.pt1 - (108,65 MB)
mediafire.pt2 - (95,86 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (71,68 MB)

18/03/2012

Anyone's Daughter Live (1983) Germany 1993


Anyone's Daughter- live-1983 

Moria


Neste raro e precioso álbum ao vivo de 1983 em Stuttgart, "Anyone's Daughter", com muita criatividade e estilo supera todas as gravações de estúdio, grandes clássicos do rock progressivo, ("Adonis", "In Blau", "Piktors Verwandlungen"), que muitos consideram obras primas do gênero.

A banda apresenta um desempenho sofisticado, inspirado e homogêneo, ao trilhar pela inventividade melódica raramente ouvida antes ou depois. Intrinsecamente engajados, tudo acontece em perfeita harmonia; a própria escolha e sequência das músicas é extremamente feliz, intercalando baladas clássicas com dinâmicas instrumentais. Progressivo sinfônico do mais alto nível.

A exemplo da essência suave de "Sundance da Provence Haute" contrastando solos muito mais aguçados neste show por "Uwe Karpa" em "Come Away (Adonis I) " e "Anyone's Daughter" e o desempenho de pura alma e paixão em "Moria"; fluir harmonioso e homogêneo da polifonia dos teclados e guitarras atinge seu ápice aqui. "Neu Sterne", é aqui creio eu a maior distinção de seu original em respeito as demais, infinitamente superior, resgata a origem da banda em um álbum de menor expressão, uma viagem que retrocede aos tempos áureos de clássicos espaciais de "Camel" e do "Eloy" nos anos 70 na voz excelente de "Harald Bareth".

Além de tudo, a experimentação acontece o tempo todo, inclusive alguma composições que nunca haviam sido lançadas em álbuns de estúdio, como a bela "November", Sambucca" e "Land's End", sendo que as duas últimas citadas, revelam uma tendência à improvisações jazzy, que somam ao efeito único deste álbum em seu conjunto. Com certeza... Boa audição!







           Stuttgart, 1983



Track Listings:


1. Konsequenzen (3:50)
2. Der Begleiter (5:00)
3. Treance* (5:20)
4. Tanz Und Tod* (6:00)
5. Viel Zuviel (6:15)
6. Sundance Of The H.P. (3:55)
7. November (2:45)
8. Sambuca (1:50)
9. Carrara (5:50)
10. Land's End (4:20)
11. Come Away (Adonis I) (8:10)
12. Peterchens Mondfahrt (5:25)
13. Neue Sterne (4:00)
14. Der Plan** (3:40)
15. Moria (5:00)
16. Anyone's Daughter (10:40)

Total Time: 82:00

Line-up/Musicians


  • Matthias Ulmer / keyboards, vocals
  • Uwe Karpa / acoustic & electric guitars
  • Peter Schmidt / drums, percussion
  • Harald Bareth / bass, lead vocals




Releases information
2LP Corona (Germany 1983)
CD Music Is Intelligence (Germany 1993)



Anyone's Daughter 

FLAC
ifolder.ru 1  (95.78 МB) / ifolder.ru 2  (95.78 МB)
ifolder.ru 3  (95.78 МB) / ifolder.ru 4  (95.78 МB) 
ifolder.ru 5  (81.52 МB) 
Mp3/320Kbps 
narod.ru (176.66 МB)

01/07/2011

Collage - "Lennon" - 1993


O Collage é mais uma banda da nova geração do rock progressivo (Pendragon,Satellite IQ,....), foi fundada na Polônia e em 1989 lançou seu primeiro álbum, "Basnie" e em seguida a ele, vieram, "Moonshine" em 1994,"Changes" de 1995 e "Safe" de 1996.

Este que destaco e posto agora, "Nine Songs Of John Lennon" foi produzido em 1993, não com covers, mas com novos arranjos paras as músicas de um dos maiores gênios de todos os tempos, John Lennon.

São nove músicas de pura emoção, talento, criatividade e principalmente de coragem, pois iriam interferir em músicas consagradissimas e a probabilidade do trabalho não ser aceito pelos fãs de John Lennon e dos Beatles, de seus próprios fãs dentro e fora da Polônia e pela crítica em geral era muito grande, mas eles apostaram no talento e o fato é que não aconteceu o pior, pois é muito difícil alguém não gostar deste álbum, principalmente para nós, amantes dos grandes e rebuscados arranjos de guitarras e teclados que com muita sabedoria foram explorados pelos rapazes do Collage.

A coragem foi tanta que no novo arranjo para a música "Give Peace a Chance"que bem desfigurada de seu formato original, foi recheada de teclados sinfônicos e inclusive trechos de músicas do Deep Purple com "Smoke on the Water" e do Led Zeppelin com"Rock and Roll" foram inseridas no contexto da música com muita competência e o resultado ficou fantástico.

Músicas como "Power To The People"e "Tomorrow Never Knows" ganharam arranjos de arrepiar, na medida certa, sem exibicionismos ou exageros, demonstrando facilmente que foi feito por gente que entende muito do assunto, trabalho extremamente profissional e sem preocupações comerciais para agradar gravadoras e/ou rádios FM's, portanto agrada a todos nós.

Especificamente sobre a segunda música que citei a pouco, "Tomorrow Never Knows", essa já veio desde o berço, progressiva, pois é só escutar a versão original, para sentir algo diferente em seu arranjo que não combina com o que conhecemos das demais músicas de John Lennon e dos Beatles e o fato é que esta música já foi explorada por outras bandas e uma versão que me recordo agora tem a participação de Brian Eno e Phil Manzanera e está em um álbum chamado "801 Live", simplesmente incrível.

O álbum como um todo é excelente não só pelo repertório escolhido o que já seria suficiente para classificá-lo desta forma, mas principalmente pelo cuidadoso tratamento que foi dado a todas as músicas que de forma alguma sofreram mutilações, mas muito ao contrário, ganharam uma nova plástica graças ao talento desta banda que corajosamente enfrentou esta difícil tarefa de transformar o que já era bom demais em algo no mínimo fora do comum. 

Músicos: 
Robert Amirian / lead vocal, guitar solo in Cold Turkey, backing vocals;
Piotr Mintay Witkowski / bass guitar, backing vocals;Krzysztof Palczewski / keyboards, backing vocals;
Mirek Gil / electric and acoustic guitars, backing vocals;
Wojtek Szadkowski / drums, percussion, backing vocals.

Track-list: 
1. Power To The People (3:15)
2. Tomorrow Never Knows (4:11)3. Woman (5:38)
4. God (7:22)
5. Well Well Well (1:43)
6. Imagine (6:05)
7. Give Peace A Chance (6:58)
8. There's A Place (3:48)
9. Cold Turkey (5:44)

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David Gilmour


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