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10/06/2017

Pink Floyd - The Final Cut (1983) TOCP-71144 Japan Edition 2011 - FLAC




 The Final Cut


Roger Waters produziu uma obra conceitual que segue os passos do Pink Floyd, principalmente a partir de "The Dark Side of the Moon" onde se manifesta através de suas letras com o propósito de chamar a atenção sobre situações conflitantes que diariamente convivemos, expostos às organizações de toda sorte que não medem esforços para orquestrar os ditames da humanidade,  o que a consciência e a razão dizem que deve ser. É atemporal como todas as obras que sucedeu. Dotado de um teor crítico contundente, o álbum revê os vários temas discutidos em "The Wall, a partir do repúdio de Waters pela participação da Inglaterra na Guerra das Malvinas, expondo a culpa dos líderes políticos ("The Fletcher Memorial Home") e o sacrifício de várias vidas sem sentido algum, a não ser dos interesses escusos, implícitos nas conquistas destes governantes que buscam cultuar suas próprias imagens através do poder, trazendo sofrimento àqueles que governam e o consequente desvio da atenção aos problemas mais urgentes como melhor qualidade de vida e justiça social. Se olharmos para a constante devastação da natureza, a flagrante diferença dos tantos na pobreza, os poucos que manipulam ambas as situações degradantes através do poder e da riqueza, a opressão, guerras civis, o álbum parece ter sido concebido hoje em dia.

As pequenas faixas de tecido colorido da capa, tratam-se de condecorações de guerra. As distinções são quatro. A maior, branca com listras roxas inclinadas é ganha por atos de coragem e valor em combatentes aéreos. A dourada (com listras preta, vermelha e azul) bem como a verde (com listras preta e vermelha) são ganhas por tempo de serviço. A outra dourada (com listras vermelha, azul e preta) é ganha por serviços prestados na África. São todas medalhas da Segunda Guerra Mundial. No verso, um general com uma faca nas costas, intuí-se que embora condecorados, o destino daqueles que arriscaram suas vidas é o do abandono a própria sorte.

The Gunner’s Dream

Para Roger Waters, a entrada da Inglaterra em um novo conflito era uma punhalada, uma traição que ele via de forma bastante pessoal. Afinal, era o fim do "post war dream" (mencionado na faixa homônima), o sonho de que a ilha não se envolveria em um novo conflito bélico após o final da Segunda Grande Guerra. Um sonho que para "Waters" era bastante caro, uma vez que seu pai "Eric Fletcher Waters", segundo-tenente faleceu nas colinas de Anzio, na Itália, em 1944. É o Fletcher de "Eric Waters" que dá nome a "Fletcher Memorial Home", também do álbum "The Final Cut", onde mais uma vez cita "Maggie", Brejnev, Begin, entre outros, como polidores de medalhas, afiadores de sorrisos e jogadores de jogos de guerra. "Bum, Bum, Bang, Bang, deite-se, você morreu".

A Guerra das Malvinas é retratada em quase todas as suas canções, A tragédia da guerra é vista no disco sob a ótica inglesa de "Waters", mas não apoia um lado ou outro. Muito pelo contrário, retrata o descontentamento dos ingleses com a primeira ministra na época, Margareth Tatcher, chamada "carinhosamente" de Maggie, que estava com a popularidade seriamente debilitada devido a suas duras medidas econômicas. Galtieri, o outro personagem principal da guerra, um ditador bêbado e facista, é citado nominalmente, junto a outros líderes beligerantes, na música "Get Your Filthy Hands Off My Desert":
"Begin (nota: primeiro ministro israelense) tomou Beirute.
Brejnev (nota: presidente russo) tomou o Afeganistão.
Galtieri tomou a bandeira do Reino Unido.
E Maggie, na hora do almoço, um dia, pegou um cruzador, aparentemente para fazê-lo devolvê-la".
Gravado em vários estúdios ingleses entre julho e dezembro de 1982, o LP foi editado no Reino Unido em 21 de março de 1983 e nos Estados Unidos em 2 de abril. "The Final Cut", ainda em 83 chegou ao 1º lugar no Reino Unido, 6º nos Estados Unidos, conquistou disco de ouro e platina, e em 31 de janeiro de 1997 dupla platina, foi dedicado ao pai de "Roger Waters" (Eric Fletcher Waters).

The Final Cut
21º entre os melhores 
álbuns conceituais de sempre

Apesar de tecnicamente ser um álbum do Pink Floyd, o nome da banda não aparece escrito no encarte do LP, trás no verso a menção: "The Final Cut - Um réquiem para o sonho do pós-guerra por "Roger Waters", com performance do Pink Floyd. "Waters" disse que sugeriu lançar o álbum como um álbum solo, mas o resto da banda rejeitou a ideia. No entanto, no seu livro "Inside Out", "Nick Mason" diz que isso nunca aconteceu. "Gilmour" ainda declarou que pediu a "Roger" para adiar o lançamento do álbum, para que então pudesse escrever material suficiente para contribuir, mas esse pedido foi negado. O fato é que neste período "David Gilmour" estava focado em seu trabalho solo. Boa audição!







Pink Floyd
The Final Cut
1983 (2011)
Japan Edition (EMI)

Tracklist :

01. The Post War Dream
02. Your Possible Pasts
03. One Of The Few
04. When The Tigers Broke Free
05. The Hero’s Return
06. The Gunner’s Dream
07. Paranoid Eyes
08. Get Your Filthy Hands Off My Desert
09. The Fletcher Memorial Home
10. Southampton Dock
11. The Final Cut
12. Not Now John
13. Two Suns In The Sunset



FLAC
mega.nz - (377.30 MB)




22/12/2012

Marillion - Reading Festival, UK (BBC) 1983




Fish uma vez comentou: "Me apresentar no Reading Festival foi um dos melhores dias da minha vida".  E ouvindo o áudio, sem dúvida é impressionante a interação da platéia com a banda, cantando junto o tempo todo, bastante entusiasmada. Segundo a crítica da época, a banda correspondeu ao apelo do público com uma das melhores performances desde então. Eu acho que quando a música agrada, a energia gerada pela satisfação, acaba por contagiar a ambos, artista e platéia, e o clima em alto astral promove o alto nível no desempenho de todos. O público quer ouvir e a banda quer tocar.

The Reading Rock Festival é um dos mais importantes eventos de rock da música  britânica. Ele começou em 1961 como um evento de jazz (The National Jazz and Blues Festival) e com o tempo, o festival foi crescendo em popularidade e importância. Assim sendo as bandas de rock mais populares da época foram atraídas para se apresentar no evento anual. The Who em 1966, Jethro Tull, em 1968,  Pink Floyd e Yes em 1969.  Em 1975,  Gênesis e Yes para uma platéia de 25.000 pessoas. Em 1978, o evento foi definitivamente chamado “The Reading Rock Festival”. Em 1983  Marillion se apresentou pela segunda vez neste festival, quando anunciou seu novo álbum e um contrato com a EMI. A quase totalidade do show  foi transmitido pelo rádio pela BBC. Exceto "Market Square Heroes" e "Margaret". Este episódio também marca a última execução de "Grendel" completa, uma de suas canções mais famosas e populares. O Marillion estava em ascensão. Apresentar-se neste evento de prestígio dois anos seguidos simbolizava sua crescente popularidade e foi um trampolim para muitos outros eventos importantes. "Market Square Heroes" e "Margaret" ausentes da transmissão foram incluídas a partir de uma fonte de gravação de público com algum ruído, e diferem das demais que têm qualidade excelente oriundas da transmissão da rádio BBC 1. Vale destacar o excelente trabalho de remasterização desta gravação por parte da PRRP (Progressive Rock Remaster Project), mais conhecida com arquivos do Genesis e do Steve Hackett. O áudio acima é igual ao abaixo, sendo  primeiro remasterizado e o outro não. Boa audição!


He Knows You Know 5:36



Marillion
So Here We Are Once More (PRRP 012)
(FM Broadcast)
August 27th 1983
Reading Festival, UK

Tracklisting

1-1. Radio Announcement #1 0:26
1-2. Grendel 17:27
1-3. Radio Announcement #2 0:13
1-4. Garden Party Intro 0:29
1-5. Garden Party 6:49
1-6. Script For A Jester's Tear 8:55
1-7. Assassing Intro 0:30
1-8. Assassing 7:28
1-9. Charting The Single 5:14
1-10. Forgotten Sons Intro 0:40
1-11. Forgotten Sons 10:33
1-12. Market Square Heros 4:19
1-13. Margaret (incl. Jean Genie & The Web 6:35
1-14. He Knows You Know 5:36


Roskilde Festival, Denmark 1983

mediafire (155,47 MB/320 Kbps x 48 kHz)

30/11/2012

Pink Floyd - BBC Transcription Disc 152509-1 152510-2 (Vinylrip)


BBC Transcription Disc 152509-1 152510-2


Devido as informações escassas e controversas, este registro da série BBC Pink Floyd contendo gravações ao vivo, ao contrário dos demais desta série em vinil, é obscuro, e a confirmação de sua origem têm sido polêmica. 

Embora duvidoso, em minha opinião isto têm importância relativa, se caso tratar-se de uma falsificação é muito competente, e é gratificante que exista. Normalmente quando algo é falsificado, pressupõe-se que sua qualidade seja ruim, e não ocorre aqui. Existe a hipótese do material ter sido prensado por terceiros contratados junto a BBC sendo que posteriormente constatando que a qualidade não era boa o suficiente (...) para divulgação na rádio em sua programação, a emissora apenas conservou o registro em seus arquivos.

Na verdade o mais relevante nestes registros da BBC, além da própria música, é a história de dedicação e o acervo herdado por todos os amantes da nobre arte do impressionante John Peel. Para muitos, é o DJ mais importante de todos os tempos, principalmente por sua filosofia. Ele sempre entendeu como prioridade as oportunidades que através de seu programa, propiciou a um enorme contingente de bandas de vários gêneros, e esteve fortemente envolvido com o rock psicodélico do Pink Floyd.  Peel é a melhor representação do papel principal do DJ, que é levar novidades musicais para quem quiser ouvir.

No último dia 25 de outubro, o mundo da música lembrou o oitavo aniversário da morte de Peel. Ele morreu repentinamente em uma viagem ao Peru, em 2004, mas seu legado continua forte e tem até perspectivas de melhora: em dezembro deste ano, a cidade de Stowmarket, onde Peel viveu com a família desde os anos 70, abre o John Peel Center for Creative Arts.

A coleção do lendário jornalista musical e radialista britânico

O John Peel Center for Creative Arts vai começar a fazer o upload de detalhes da famosa coleção do DJ. A cada semana, 100 discos serão disponibilizados, cobrindo todo e qualquer gênero musical.

Tom Barker, diretor do John Peel Center For Creative Arts, explica:

“Cada leva de 100 discos será acompanhada de um mini-documentário em vídeo com um artista mais relevante daquela semana. Essas levas são bem especiais, já que os artistas foram escolhidos por Sheila, esposa de John, e seus filhos – então todos são artistas que significavam algo para John e sua família.

Quando você visitar o web site, poderá ver o estúdio caseiro de John Peel, no qual será possível acessar o conteúdo da coleção de discos à medida que ele for acrescido a cada semana, assim como outros vídeos, fotos, gravações do [programa] Peel Sessions, e programas de rádio. 

Uma vez dentro da coleção, você poderá vasculhas as prateleiras da discoteca, fazendo sua escolha e passando pelas primeiras 100 obras como se você estivesse fisicamente dento do estúdio de John. Você poderá ver os cartões datilografados que John redigia para cada álbum na coleção, as capas dos discos, assim como ouvir ás faixas através do Spotify e do iTunes, onde esses serviços estiverem disponíveis.

E já que sabemos que John significava muito para muitas pessoas, ajudaremos vocês a se conectarem com os amantes da música e fãs de Peel por intermédio de nossas contas John Peel em redes sociais. Esperem material nunca antes visto, como cartas para John, sendo disponibilizadas somente através de mídias sociais. 

Peel Acres Record LibraryIsso também será uma grande maneira de ficar atualizado com o material novo que é lançado toda semana – então, por favor ‘siga’ e ‘curta’ e diga oi – queremos ouvir você e as histórias de sua juventude com John.

Em nossas mentes, ao longo do processo de planejamento, temos nos certificado de que deixemos seus fãs orgulhosos e que o legado desse lendário homem continue vivo.

Esperamos que vocês gostem do John Peel Archive – e que John também tivesse gostado.” 

No que diz respeito ao acervo da BBC (via Peel) do "Pink Floyd", tenho certeza que é 100% aprovado. Boa audição!





Pink Floyd



BBC Transcription 
Disc 152509-1 152510-2 
(Vinylrip)



Tracklist:


1. Richard Skinner
2. Embryo (1970-07-16)
3. John Peel (1970-07-16)
4. Green is the Colour (1970-07-16)
5. Careful with that Axe, Eugene (1970-07-16

6. Richard Skinner
7. One of these Days (1971-09-30)
8. John Peel (1971-09-30)
9. Echoes (1971-09-30)
mediafire (117.78 MB / 320 Kbps)
multiupload (117.78 MB / 320 Kbps)



Very rare live recording from 1970 and 1971 .....full tracklisting is Embryo (Never released on any Studio albums) , Green Is The Colour , Careful With That Axe Eugene , One Of These Days and Echoes.....superb stuff!
Vinyl is in superb condition with absolutely minimal hairlines ....just a tiny bit of background noise on run ins and between tracks ...... it plays superbly all the way through with no skips, sticks or jumps....terrific powerful sound from this high quality pressing......EX+ 
BBC Transcription Services 152509/152510 labels .....152509 1 and 152510 2 matrices...

18/03/2012

Anyone's Daughter Live (1983) Germany 1993


Anyone's Daughter- live-1983 

Moria


Neste raro e precioso álbum ao vivo de 1983 em Stuttgart, "Anyone's Daughter", com muita criatividade e estilo supera todas as gravações de estúdio, grandes clássicos do rock progressivo, ("Adonis", "In Blau", "Piktors Verwandlungen"), que muitos consideram obras primas do gênero.

A banda apresenta um desempenho sofisticado, inspirado e homogêneo, ao trilhar pela inventividade melódica raramente ouvida antes ou depois. Intrinsecamente engajados, tudo acontece em perfeita harmonia; a própria escolha e sequência das músicas é extremamente feliz, intercalando baladas clássicas com dinâmicas instrumentais. Progressivo sinfônico do mais alto nível.

A exemplo da essência suave de "Sundance da Provence Haute" contrastando solos muito mais aguçados neste show por "Uwe Karpa" em "Come Away (Adonis I) " e "Anyone's Daughter" e o desempenho de pura alma e paixão em "Moria"; fluir harmonioso e homogêneo da polifonia dos teclados e guitarras atinge seu ápice aqui. "Neu Sterne", é aqui creio eu a maior distinção de seu original em respeito as demais, infinitamente superior, resgata a origem da banda em um álbum de menor expressão, uma viagem que retrocede aos tempos áureos de clássicos espaciais de "Camel" e do "Eloy" nos anos 70 na voz excelente de "Harald Bareth".

Além de tudo, a experimentação acontece o tempo todo, inclusive alguma composições que nunca haviam sido lançadas em álbuns de estúdio, como a bela "November", Sambucca" e "Land's End", sendo que as duas últimas citadas, revelam uma tendência à improvisações jazzy, que somam ao efeito único deste álbum em seu conjunto. Com certeza... Boa audição!







           Stuttgart, 1983



Track Listings:


1. Konsequenzen (3:50)
2. Der Begleiter (5:00)
3. Treance* (5:20)
4. Tanz Und Tod* (6:00)
5. Viel Zuviel (6:15)
6. Sundance Of The H.P. (3:55)
7. November (2:45)
8. Sambuca (1:50)
9. Carrara (5:50)
10. Land's End (4:20)
11. Come Away (Adonis I) (8:10)
12. Peterchens Mondfahrt (5:25)
13. Neue Sterne (4:00)
14. Der Plan** (3:40)
15. Moria (5:00)
16. Anyone's Daughter (10:40)

Total Time: 82:00

Line-up/Musicians


  • Matthias Ulmer / keyboards, vocals
  • Uwe Karpa / acoustic & electric guitars
  • Peter Schmidt / drums, percussion
  • Harald Bareth / bass, lead vocals




Releases information
2LP Corona (Germany 1983)
CD Music Is Intelligence (Germany 1993)



Anyone's Daughter 

FLAC
ifolder.ru 1  (95.78 МB) / ifolder.ru 2  (95.78 МB)
ifolder.ru 3  (95.78 МB) / ifolder.ru 4  (95.78 МB) 
ifolder.ru 5  (81.52 МB) 
Mp3/320Kbps 
narod.ru (176.66 МB)

08/03/2012

Eloy - Live at BBC (1983)




Apesar de sua nacionalidade e período, a banda não é considerada "Krautrock" em virtude de seu som, que tem muito mais em comum com grupos de rock progressivo, como "Pink Floyd", "King Crimson" ou "Yes".

Uma das mais populares bandas alemãs do 70, "Eloy" passou por várias fases em sua longa carreira com o um único membro efetivo, o guitarrista e vocalista Frank Bornemann. Em 1982,  a banda direcionava seu trabalho num âmbito mais espacial e cósmico do que de costume. O novo álbum foi chamado "Time toTurn", na verdade uma extensão do seu antecessor e obra prima da banda, "Planets", inclusive as músicas foram originalmente pensadas para ele, quando a banda tinha em mente um CD duplo, como já comentado no post destes álbuns aqui no blog, a gravadora refutou a ideia.

HORUS Sound and Studio O álbum foi bem recebido pelos fãs e a banda ganhou um convite da BBC para uma entrevista exclusiva de Frank Bornenann & Cia além da execução de obras em evidência na ocasião no Horus Studio, em Hannover na Alemanha, durante a transmissão de um programa de rádio ao vivo chamado, "Friday Rock Show Session", em julho de 1983

Acho interessante destacar que a  BBC sempre foi pioneira no incentivo à produção musical, independente de qualquer tipo de interesse comercial, promovendo apresentações que contavam sempre com a participação de seletos e privilegiados grupo de fãs.

As músicas pertencem aos álbuns,  "Time to Turn" e "Performance". A qualidade da gravação é excelente, entretanto devido sua raridade, nada em respeito pude encontrar no YouTube, por isso fiz upload no divshare (Mp3 / 320 Kbps) para que os amigos pudessem ouvir.  Boa audição!




Eloy
BBC Session
Friday Rock Show Session
1983-07-01
Horus Studio, Hannover


Musicians:


  • Frank Borneman - vocal e guitarra
  • Klaus Peter Matziol - Baixo
  • Hannes Folbert - teclados
  • Fritz Randow - bateria
  • Hannes Arkona - guitarra e teclados


Tracks:

  1. On The Verge Of Darkening Lights
  2. Fools
  3. Heartbest
  4. Through A Sombre Galaxy

Broadcast on the Tommy Vance (RIP mate) Friday Rock Show. Good set by this underated German band.





FLAC
rapidshare (154.78 MB)


Em Tempo: Noutra ocasião, havia comentado sobre o Format Factory que sempre usei para modificar arquivos de áudio FLAC para Mp3/320Kbps (para quem possa ter problema de espaço em seu PC), somente à título de ser uma possível informação útil, eu indico o também gratuito, aTube Catcher, na verdade ambos são excelentes, mas este último possibilita o arquivo para Mp3 320 Kbps 48Hz, que também reduz drasticamente o tamanho do arquivo FLAC (arquivo sem compressão, equivalente ao LP vinil), mas em qualidade se torna o mais próximo sendo Mp3. 

10/11/2011

Synkopy, Oldrich Vesely - Kridleni / Fying Time (1983-1985)


Clique para ampliar

O grupo " Synkopy 61", foi fundado em dezembro de 1960 pelo guitarrista Peter ri com quatorze anos de idade, na cidade da Morávia de Ostrava. Antes da "Modrý Efekt, 68", era o único grupo do Leste Europeu, reconhecido por críticos ocidentais como um concorrente à bandas de rock de vanguarda no mundo. " Synkopy 61" esteve na estrada tocando rock  por mais de 25 anos. Seu ciclo de vida foi sofrendo transformações evolutivas, onde três fases são mais perceptíveis, no princípio da década de 60, era  middle-of-the-road que gradativamente moldou-se em hard rock, e apartir dos anos 70, professa um complexo art rock épico nos melhores moldes de bandas britânicas do gênero; ("Gênesis","King Crimson","Jethro Tull", etc). 

Bastante peculiar, o "Synkopy 61" tem em suas raízes musicais uma fonte própria de inspiração que é baseada na síntese harmoniosa de música folk da Morávia com a música sinfônica da Europa Ocidental, e é composta de forma brilhante, merecedora de muita atenção, produzindo nada menos que trinta e sete álbuns entre Compactos, LP's e Cd's, lançado vários álbuns excelentes no idioma tcheco ("Wings","Mirrors", "Slunecni Hodiny", e "Kridleni", entre outros). 

O talentoso tecladista, cantor e compositor, Oldřich Vesely, embora ainda não efetivo já colaborava para sacramentar as novas diretrizes musicais do grupo, tornando-se parte integrante da banda em 1974. Aparentemente uma surpresa já em 1975, Oldřich Vesely , o então compositor principal, saiu para se juntar ao Modry Efekt, sob a direção de Radim e Hladik, onde permaneceria até 1980.  A banda então passa por um período de "hiato criativo". Vesely retorna durante o ano de 1980 e depois de seu "estágio", sua experiência lhe proporciona impulsionar o grupo, (agora simplesmente Synkopy ), à transformação definitiva  numa banda rock progressivo da melhor qualidade, ocasião em que um segundo tecladista vêm participar do grupo, Pavel Pokorny, assim começa a terceira fase. 

A maioria dos veteranos (ou seja, Polak, Carvas, Smeji ) que haviam conduzido a banda desde os primeiros anos, tinham-la deixado e Vesely se tornou o homem de frente e único líder. Com a colaboração do renomado letrista Pavel Vrba, outra trilogia de álbuns foi lançada: Slunecni Hodiny (1981), Kridleni (1983), e Zrcadla (1986), cada um com um line-up um pouco diferente. Sendo o primeiro considerado um clássico do rock progressivo. Em 1985, deu-se o que muitos interpretam o passo decisivo, Oldrich Vesely decide cantar em inglês, mas ainda em grande estilo e pronúncia perfeita. O álbum "Flying Time" foi aclamado pela crítica, elevado a categoria de melhor álbum de art rock do ano por publicações bem conhecidas da música. Foi um verdadeiro triunfo da arte rupestre-eslava, (embora num período decadente do prog. rock), o fato propiciou o ingresso dos músicos da Morávia, muitas vezes vindo realizar na Grã-Bretanha e na Alemanha, mais do que em casa. Este fato teve um papel crucial no reconhecimento de músicos no Ocidente.  A banda interrompeu sua atividade em 1990, retornando em 1995 e em atividade desde então. Boa audiência!

Modrinna Soustava

Songs / Tracks Listing
2001 CD version:

Clique para ampliar 

Křídlení

01. Kridleni (Prolog) (1:23)
02. Kyvadlo (Pendulum) (1:37)
03. Homo Sapiens (5:13)
04. Krupej (Drop) (3:49)
05. Krat Kolikrat (By How Many Times) (2:48)
06. Spor (2:15)
07. Leco (0:53)
08. Blues O Vycepu (4:01)
09. Kytarove Extempore (1:11)
10. Modrinna Soustava (4:38)
11. Srdce (5:30)
12. Masox (3:07)
13. Souzneni (2:22)
14. Kridleni Epilog (4:42)

Flying Time

15. Flying Time - Prologue (1:22)
16. Homo Sapiens (5:12)
17. Raindrops (3:06)
18. How Many Times (2:33)
19. Argument (1:31)
20. Barroom Blues (3:58)
21. Blueprints (4:40)
22. The Heart (4:11)
23. Harmony (2:21)
24. Flying Time - Epilogue (4:42)

Total time: 76:55

Synkopy, Oldrich Vesely - 1983-1985 - Kridleni * Flying Time (2 in 1)

Line-up / Musicians

  • Oldrich Vesely / keys, vocals
  • Milos Makovsky / guitars, bass
  • Pavel Pokorny / keys, violin, vocals
  • Vratislav Lukas / cello, vocals, keyboards
  • Jiri Rybar / drums

Brno, Šelepka, Síncope 61, skupina.jpg

Format : APE + Cue + log + JPG
Tamanho : 409 Mb (recup. 5% incluído)


Blues O Vycepu

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depositfiles3 (124.18 MB)
ou
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megaupload3 (124.18 MB)
ou
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narod.ru (409,59 MB --> PassWord: 1983 )

26/09/2011

Amenophis - Amenophis (1983)




Obra-prima do progressivo sinfônico alemão em todos os tempos, o grande destaque desse álbum reside na perfeita combinação de violões e guitarras a cargo do excepcional Michael Rössmann, guitarrista oriundo da escola genesiana do mestre Steve Hackett, capaz de produzir momentos sublimes tanto na base quanto, principalmente, nos solos. A agressividade emotiva dos vocais é outra característica de relevância e possui certa similaridade com outro monstro dos anos 80, o Fish do Marillion. "The Flower" é daquelas músicas que nos traz a sensação aprazível de viajar no tempo e espaço nas asas de uma entidade superior, vale atentar para a introdução que é definitivamente encantadora.


Track Listing:

1. Suntower (5:18)
2. The flower (7:31)
a) The appearance
b) Discovering the entrance in the shadow of a dying bloom
3. Venus (7:03)
4. The last requiem (24:32)
a) Looking for refuge
b) The prince
c) Armageddon



Bonus tracks available on cd.

5. Bonjour, magnifiques Champs-Elysees (1:45)
6. Notre dame tres honorable (4:01)
7. Le vivant montmatre (2:17)
8. Une promenade sur la rive de la Seine (3:47)
9. La vue de la tour eiffel (2:52)



rapidshare 85.45 MB


Here (zip-file, 17,7 MB)
you can download the 3rd part of
The Last Requiem 'Armageddon'
and all Bonus Tracks for free!



Download here (zip-file, 11,8 MB)
Booklet-Images in high quality!
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David Gilmour


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