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21/12/2015

Entrevista: Polly Samson fala sobre novo livro e exalta show de Gilmour em São Paulo


Esposa de David Gilmour, jornalista e escritora lança o romance 'Um Ato de Bondade' e destaca show do marido em São Paulo: 'Nunca vi ele tocar daquele jeito'

A jornalista Polly Samson 

Mais conhecida como esposa de David Gilmour, guitarrista do Pink Floyd, a jornalista Polly Samson é autora de três livros e também letrista. Ela compôs, aliás, importantes faixas da banda britânica, como High Hopes, do disco The Division Bell (1994), e também canções da fase solo do músico, como A Boat Lies Waiting, parte do álbum Rattle that Lock, lançado neste ano. Polly aproveitou a turnê de Gilmour pelo Brasil este mês para vir ao país e lançar seu novo romance, Um Ato de Bondade, editado por aqui pela Record. A trama, inspirada em um acontecimento familiar, acompanha a vida de Julia e Julian, um jovem casal que leva uma vida tranquila com a filha, até que esta é acometida por uma doença. A enfermidade revela segredos que alteram por completo a relação familiar.

Em entrevista ao site de VEJA, Polly fala sobre as inspirações de Um Ato de Bondade, como se dá a parceira musical com o marido, quem ela descreve com "muitas dificuldades de se expressar emocionalmente e musicalmente", e sobre as diferenças entre escrever uma ficção e compor uma canção. Já sobre a apresentação de sábado, 12, de Gilmour em São Paulo (ele também tocou em Curitiba e em Porto Alegre), ela crava: "Eu nunca vi David tocar daquele jeito".

Quando e como foi a sua primeira colaboração musical com David Gilmour? Foi em 1993 e aconteceu de forma bem orgânica. Eu estava com mononucleose, uma febre bem alta, e ele estava no estúdio compondo. Então David veio e falou que tinha uma música, mas não sabia como a letra deveria ser. "Sobre o que você quer que ela seja", perguntei. Então, comecei a dar sugestões e ele anotou tudo o que eu disse. Eu não sabia que ele iria usar aquilo. Depois, David me mostrou a letra e falou que "funcionava muito bem", e eu não concordei (risos).

Você compõe letras de músicas e escreve livros. Qual a diferença entre o processo criativo de ambos? Em relação às letras, David me dá demos das músicas e eu as escuto enquanto saio para caminhar. Sinto quais delas conversam comigo, quais me sugerem sobre o que elas podem ser. Mas o que me ajuda bastante é que David murmura sílabas, vogais e consoantes. Há palavras debaixo da superfície, apenas esperando para surgirem. A principal diferença entre escrever ficção e letras de música é que, na ficção, tudo sai de mim, como os personagens. Mas escrever uma letra tem essa incrível sugestão que é a música. E, conhecendo David e o que passa na cabeça - provavelmente melhor que qualquer outra pessoa -, sei que ele vai ser a pessoa que irá cantar minhas palavras. Eu tenho que sentir que a letra é real para mim, mas que ela também seja real para David.

Quais foram as inspirações para a trama de Um Ato de Bondade? Foi uma história de família bem antiga. Eu tinha um tio-avô que passou pela mesma situação de Julia e Julian, personagens do livro, só que mais complicada já que era durante a Segunda Guerra Mundial e ele era judeu. O melhor amigo dele ia se mudar para os Estados Unidos e meu tio-avô não podia ter filhos. Então, como eles dificilmente se veriam, esse amigo realizou o "ato de bondade" com a esposa do meu tio-avô. Anos depois, ele, a mulher e a filha se mudaram para Paris, o que obviamente não foi uma boa ideia. Depois ele as enviou para os Estados Unidos para morar com aquele melhor amigo. O problema é que demorou seis anos para meu tio-avô conseguir sair da França e, quando ele chegou à América, teve de reclamar pela esposa e pela filha, que viviam com esse amigo. Meu tio-avô não conseguiu tê-las de volta e retornou para Paris. Eu o amava e o conheci quando era criança, e ele cometeu suicídio quando eu tinha onze anos, pois ele não conseguiu superar aquilo.

A canção A Boat Lies Waiting, de Rattle that Lock, escrita por você e Gilmour, é uma homenagem a Rick Wright, tecladista do Pink Floyd que morreu em 2008. Como foi compor essa música? Bem, luto é universal e eu também o senti por Rick, já que eu o conhecia por vinte anos, e, de certa forma, ele morreu duas vezes para nós. O homem que amávamos morreu e o músico também. Quando David gravava este álbum, ele se arriscava nos teclados, mas nunca era a mesma coisa. Ou seja, para David foi uma perda irreparável e eu tentava fazer com que ele se expressasse emocionalmente, musicalmente, e David nunca usa palavras. Depois nós fomos para a praia e, enquanto eu olhava para um barco, perguntei para David o que a música realmente significava para ele, sendo que naquele ponto eu desconhecia que era para Rick. "É sobre a mortalidade", David respondeu.

Há alguma faixa de Rattle that Lock que você relacionaria com seu livro? A própria música Rattle that Lock se relaciona ao livro. Ela fala sobre protestar, sobre ter o direito de lutar pelo que você acredita. E ela se relaciona também a Paraíso Perdido, de John Milton, que foi minha inspiração para o personagem Julian, que é um acadêmico que estuda Milton. Nessa obra, Milton fala sobre quando o diabo enfrenta Deus e que, quando se está tão mal, não há nada para perder.

Os shows de David no Brasil estavam lotados. Como foi essa turnê para você? Foi incrível. Mas eu tenho que dizer que no sábado, em São Paulo, e eu não estou brincando, nunca vi David tocar daquele jeito. Ele saiu tão feliz e tão animado com aquela recepção do público. Andei pela plateia e as pessoas estavam felizes, simplesmente felizes. Foi fantástico. David sentiu que tinha todo o tempo do mundo, que não precisava se preocupar com nada mais além de tocar. Ele amou o público.


Fonte: Veja

11/12/2015

Escritora e letrista do Pink Floyd, Polly Samson vem ao Brasil lançar novo romance



Esposa de David Gilmour, ela narra um drama familiar complexo e intrincado em

“Um ato de bondade”

Polly Samson




Páginas: 308
Preço: R$ 39
Tradução: Heloísa Mourão
Editora: Record



“Com uma prosa elegante, Um ato de bondade explora as complexidades do amor, um sentimento muitas vezes confuso e que está longe de ser perfeito.” Independent

“Um labirinto repleto de insinuações e subterfúgios, uma trama intrincada cujos fios revelam as verdades do passado.” The Guardian.

Gilmour, Polly e o jornalista britânico Damon Barr

Polly Samson trabalha na indústria editorial desde muito jovem. Escreveu contos, romances e, inclusive, letras de música – é coautora de diversas canções do Pink Floyd e da carreira solo do marido, David Gilmour. Agora, em dezembro, chega ao Brasil pela Record seu romance mais recente. O drama familiar “Um ato de bondade”revela a maturidade na narrativa de Polly, que vem ao Brasil para lançar o livro.

O intrincado enredo acompanha a vida do casal Julia e Julian. Ela, uma mulher que vivia presa a um relacionamento abusivo; ele, um estudante universitário nove anos mais novo que abandona a namorada de infância e ignora os conselhos da família para ir em frente com esta nova paixão. Os dois vivem felizes ao lado da filha por um bom tempo, mas a rotina familiar começa a desmoronar quando Julian fica obcecado por reformar a casa onde cresceu. Para piorar, a doença da filha revela segredos difíceis do passado.

Polly será a atração do Salão Literário, evento de debate com escritores que acontece em Londres, apresentado pelo também escritor Damian Barr, e que desta vez terá uma edição em São Paulo, no dia 13 de dezembro. Em sessão fechada para convidados, Polly vai falar sobre o livro e sua carreira.


TRECHO:


“Julia entrou na sua vida no dia seguinte. Era como se tivesse brotado totalmente formada de sua testa. Julia foi como um prêmio para a escalada que ele havia empreendido até o topo de Downs; três condados derramavam-se atrás dela e de seus longos cabelos agitados pelo vento. Apenas alguns momentos antes ele vinha sonhando com ela, com esta mulher, enquanto subia a trilha de cascalho, com sua vergonha diminuindo à medida que se aproximava do cume, ainda um pouco sem fôlego pelo conhaque de Karl e pelo ouzo da noite anterior. Ele a evocou das profundezas de sua ressaca. Trouxe-a para a existência através de seu desejo. Tchã-ram! Ela era tudo que ele desejava: até os tornozelos morenos e musculosos que emergiam de seus jeans cortados.”

Fonte: O Nortao

06/08/2015

David Gilmour grava canção com coral de companheiros de prisão do filho


Gilmour e a mulher Polly Samson acompanharam o filho, Charlie, ao julgamento em 2011.

"Rattle That Lock é sobre algo para encorajar as pessoas a saírem da zona de conforto, acreditarem nelas mesmas e não serem apáticas".  David Gilmour.

David Gilmour, anunciou que seu novo single tem a participação de um coral compostos por ex-prisioneiros da cadeia onde seu filho cumpriu pena.

Gilmour gravou a canção Rattle that Lock com o coral Liberty Choir, um projeto de reabilitação que inclui detentos e ex-detentos do presídio de Wandsworth, no sudoeste de Londres, além de cantores da cidade.

David disse que o coral dá a prisioneiros "esperanças reais e otimismo".

Seu filho Charlie cumpriu quatro meses de prisão no local em 2011, após ter sido preso em um protesto, no ano anterior, contra taxas na área da educação.

Ele foi condenado por desordem pública e violência no protesto, depois de jogar uma lata de lixo sobre um carro em que estavam membros da família real.


Em uma sentença de 16 meses, Charlie cumpriu quatro na prisão


"A experiência do meu filho (na prisão) foi algo que teve um impacto em todos nós e nos deixou mais ciente dos problemas do sistema prisional e do que podíamos fazer para melhorá-lo", disse Gilmour à BBC.

No projeto, membros de um coral do sul de Londres se reúnem no presídio para ensaios e aulas semanais com os detentos. Também há encontros fora da prisão em que ex-prisioneiros participam.

Sete desses ex-detentos integraram o coral de 30 pessoas que gravou Rattle That Lock. A canção é a primeira extraída do seu quarto álbum solo, que tem o mesmo nome da música e será lançado em setembro.

Veja trechos da entrevista que Gilmour deu à BBC.

BBC - Por que se envolver com o coral?

David Gilmour - Porque é algo maravilhoso ver esses caras cantando na prisão ao lado de pessoas do coral South London. Eles estão próximos do fim da pena deles e com isso têm um lugar fora do presídio no qual se sentem parte de uma comunidade. E isso é ótimo pra eles, eles se sentem mais valorizados.

BBC - Foi a experiência de Charlie que fez você se envolver?

Gilmour - Sim, pudemos ver como o sistema prisional funcionava e havia muita coisa errada. Mas também havia muitas iniciativas de pessoas que estão fazendo coisas por conta própria no que diz respeito a melhorar a situação das prisões e dos prisioneiros.

Achamos a iniciativa do coral, com um lado dentro e outro fora da prisão, muito bom.

BBC - Você foi até Wandsworth nesta semana - como foi?


Gilmour conheceu o coral durante uma visita à prisão onde o filho estava


Gilmour - Participamos de um dos encontros semanais com cerca de 20 prisioneiros e 20 pessoas do coral. Eles cantaram juntos. Há uma lista de espera na prisão porque mais detentos querem participar - e a sala onde ocorrem os ensaios é pequena.

BBC - O que detentos e ex-detentos falam sobre o coral?

Gilmour - Eu conversei com alguns deles e eles acham fantástico. E estão muito esperançosos que o projeto se espalhe para outros presídios.

(O coral) lhes dá esperança real e otimismo de que eles não vão deixar a prisão e cair nas mesmas tentações. O coral dá a eles ao menos uma noite por semana com algo a fazer e onde se sentem valorizados.

BBC - Rattle That Lock é sobre prisão?

Gilmour - Não, é sobre algo para encorajar as pessoas a saírem da zona de conforto, acreditarem nelas mesmas e não serem apáticas.

BBC - Você vai manter o apoio ao coral?

Gilmour - Sim, eu e a Polly (Samson, sua esposa) somos sócios-patrocinadores. Queremos muito que o projeto continue e se expanda. Queremos voltar a Wandsworth e talvez ver se outros lugares querem abrir suas portas a projetos como esse.

* O single Rattle That Lock já está à venda e o álbum com o mesmo nome estará à venda a partir de 18 de setembro.

Fonte: BBC News

01/02/2015

Novo álbum de Gilmour têm Jools Holland ao piano


David Gilmour New Album 2015
David recebe um convidado famoso para tocar em seu novo álbum

Algumas notícias otimistas sobre o novo álbum de David Gilmour se tornaram evidentes após a esposa de David, Polly Samson, postar uma foto no instagram. Jools Holland ao piano pode ser visto no fundo da foto, com David Gilmour à direita, gravando o novo álbum em seu estúdio.

Polly disse em seu post "Um bom dia de trabalho hoje." Mais tarde, ela complementou dizendo que "realmente foi fantástico hoje - Com Jools num desempenho perfeito para a canção, David encerrou muito satisfeito."

David Gilmour Tour - O último álbum de estúdio de David Gilmour "On an Island" teve uma extensa turnê para o deleite dos fãs ao redor do mundo. O recente lançamento do álbum de estúdio "The Endless River" do Pink Floyd provavelmente animou os fãs para ver David Gilmour em turnê novamente. David disse em entrevistas recentemente que a turnê que acompanha o álbum que ele está gravando será definitivamente menor e deve ocorrer em locais como o Radio City Music Hall nos EUA. David disse: "Não houve muitas discussões sobre a tour, mas lugares como Radio City soam como o tipo certo de vibração para mim."

09/10/2014

BBC 2 divulga na íntegra nova canção do Pink Floyd (Confira entrevista) EPK 1&2



Esta é a única canção do álbum com vocais.

Primeira música do novo álbum do Pink Floyd, Louder Than Words foi executada pelo programa de Chris Evans, na BBC 2, nesta quinta (9). 

A faixa de The Endless River, primeiro disco da banda desde The Division Bell, de 1994, é também o último da banda, segundo David Gilmour. 

A maioria das faixas é instrumental, mas Louder Than Words, tem letras da mulher de Gilmour, Polly Samson. O disco é uma homanegem ao multi-instrumentista Richard Wright, que morreu em 2008.





“The Endless River é um fluxo contínuo de música que cresce gradualmente por quatro partes separadas durante 55 minutos”, diz o guitarrista. “Há, de certa forma, uma continuação do álbum Division Bell, sendo a última frase de Division Bell ‘the endless river’ – ‘the endless river forever and ever’ no fim da canção ‘High Hopes’”. Gilmour e Nick Mason revisitaram e retrabalharam no que sobrou das sessões de estúdio de Division Bell como forma de homenagear o genial tecladista Rick Wright.

“O único conceito é o conceito de eu, Rick e Nick estarmos tocando juntos da maneira que fizemos no passado, mas esquecemos que fizemos, e foi instantaneamente familiar”, diz Gilmour. Mason acrescenta, “Acho que Rick ficaria animado. Penso que este disco é uma boa maneira de reconhecer a dimensão do que ele fez. O elemento mais significativo foi, sinceramente, ouvir o que Rick fez, porque, ter perdido Rick, lembrou-nos do quão especial ele era como músico”.

Mason: Eu acho que Rick estaria animado. Eu acho que este álbum é uma boa forma de reconhecer muito do que ele fez. Eu acho que a coisa mais significante é ouvir o que Rick fez. Ter perdido Rick foi... Perdê-lo realmente nos fez perceber que tecladista especial ele era.


Gilmour: "É um tributo para ele. Nos trás memórias e emoções em muitos momentos. Com certeza ouvir todo este material nos fez lamentar novamente a sua morte. Esta é a última chance que todos terão de o ouvir tocando conosco... do jeito que ele tocava.

Polly escreveu a letra de "Louder Than Words" para expressar que existe algo mágico sobre a música que nós três fizemos juntos. Ela tem uma... correnteza mágica dentro dela, na letra de "Louder Than Words". Eram algumas pedaços de música que pareciam quase completos para formar uma canção e Polly surgiu com a ideia de "Louder Than Words" (mais do que palavras) como algo que descrevia o que conseguíamos quando fazíamos esta música que fazíamos. “Nem eu nem Rick somos pessoais verbais e, então, Polly estava pensando que era muito apropriado para nós expressarmos o que sentimos pela música. Ela está nos ajudando a descrever isso com palavras também".

The Endless River, é o último da banda, como confirma David Gilmour. “Creio que comandamos com sucesso o melhor que há. Suspeito isso", diz Gilmour sobre o futuro do Pink Floyd. Em entrevista à BBC 6 Music, Gilmour acrescenta: “É uma pena, mas é o fim”.


The Endless River ainda traz contribuições do físico Stephen Hawking, cuja “voz” aparece na faixa “Talkin’ Hawkin’” duas décadas depois de ele ter falado em “Keep Talkin’”, de Division Bell, além das composições de Anthony Moore e Samson. O quarteto de cordas Escala também aparece em “Louder Than Words”. Phil Manzanera, guitarrista do Roxy Music, ajudou a produzir o álbum.


Abaixo trecho original de Gilmour com a BBC:

"Well, Rick [Wright] is gone. This is the last thing that'll be out from us," he told the BBC earlier today. "I'm pretty certain there will not be any follow up to this. And Polly [Samson], my wife, thought that would be a very good lyrical idea to go out on. A way of describing the symbiosis that we have. Or had.

"I didn't necessarily always give [Wright] his proper due," Gilmour added. "People have very different attitudes to the way they work and we can become very judgmental and think someone is not quite pulling his weight enough, without realizing that theirs is a different weight to pull."

Entrevista:  "Pink Floyd talk to 6 Music's Matt Everitt"

Gilmour said Wright was "underestimated by the public,
by the media and by us at times I hate to say".


Marooned outtake:

07/05/2014

Foto inspiradora. Uma imagem vale mais que mil palavras...







A Sra. Polly Samson, eventualmente via internet, disponibiliza algumas "dicas" através de fotos, e ou comentários sutis, sobre o possível andamento de um novo trabalho de "David Gilmour".

Desta feita ela o fez em seu perfil no Instagram . A imagem inclui também a vocalista  Durga McBroom, que fez parte das turnês do "Pink Floyd" desde 1987 até 1994.

Há algum tempo Graham Nash e David Crosby , em entrevista na TV Vintage, deixaram no ar indícios do regresso de "Gilmour" ao seu estúdio, visando a produção de faixas inéditas, e alimentando as expectativas de um futuro novo álbum. 

Ainda não existe uma comunicação oficial de "David Gilmour", e a julgar pelo comentário de "Guy Pratt", nem mesmo entre os amigos...  Por enquanto tudo se resume em especulações, mas a imagem acima com certeza vai dar asas a imaginação de muitos, que como eu, ainda mantém a esperança de outro grande trabalho do mestre.


Polly Samson - March 06, 2013 (Birthday line-up) 


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David Gilmour


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