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07/05/2017

Richard Wright no programa Gente De Expressão (1996)




Em 1996 Richard Wright concedeu uma ótima entrevista ao Gente De Expressão com Bruna Lombardi, na rede Bandeirantes. Neste programa Richard expressa da maneira sensível que lhe é peculiar o que pensa sobre a banda, sua carreira solo, e sua relação com ambos. Revela um pouco de sua personalidade, ideias, e aspirações. Trata-se de um registro muito interessante deste genial tecladista, que foi para mim e pra muita gente, a verdadeira alma do Pink Floyd..

Confira abaixo alguns trechos desta entrevista:  

Resultado de imagem para Richard Wright na TV Bandeirantes em 1996Não me vejo como uma estrela de rock. De fato eu sou o tecladista do Pink Floyd, e o Pink Floyd é muito maior do que isso.

Eu acho que eu tenho uma tendência para escrever músicas melancólicas... Eu gosto.
Melancolia não significa necessariamente tristeza, mas pode ser tranquilidade.
No final, um músico, um artista pode expressar somente aquilo que ele sente.

Eu devo dizer que na minha idade tenho uma tendência a voltar para o que conheço, e eu amo músicas do meu passado. Se eu começar a citar nomes, ouço velhos discos de blues, eu amo jazz, eu ouço jazz, eu ouço música clássica, todos os tipos de música. Mas o que eu ouço no rádio, eu não gosto.

Tudo que a gente pode fazer é tocar as músicas que a gente gosta e isto têm acontecido com o Floyd desde que a gente começou. Não fazer o que as gravadoras querem, nem mesmo fazer o que os fãs querem, mas fazer o que nós realmente queremos. Temos pressões para fazer o próximo álbum, pressões para saber como o próximo show será, mas não com relação a sermos personalidades.

Nós estamos dando muito prazer para as pessoas há muito tempo, e eu espero que a gente continue. Mas posso analisar porque não vamos durar para sempre, ou se a música vai durar... 

É um prazer fazer música com o Dave e o Nick... É muito bom fazer seu próprio trabalho, mas ainda é muito divertido trabalhar com David e Nick, e nós ainda temos muitas coisas para fazer. Enquanto David, eu e Nick estivermos felizes trabalhando juntos, fazendo música juntos, contanto que não seja muito exaustivo, nos vamos continuar. 

É uma jornada, é isto que estou procurando. 
Eu sei que nós podemos fazer outro álbum. Eu sei que David quer fazer outro. 
Eles podem continuar. Nós podemos continuar. Nós não duraremos para sempre...


Sweet July - Richard Wright (Broken China)

28/05/2016

Pink Floyd - Obscured By Clouds - 1972 (EMI Japan TOCP-8793) 1996






Obscured By Clouds, provavelmente um dos álbuns mais subestimados e menos conhecidos do Pink Floyd, foi gravado no fim do mês de fevereiro de 1972, em apenas uma semana, no estúdio francês Chateau D’herouville e mixado no mês de março do mesmo ano; além de ter sido produzido pelos quatro membros da banda. O álbum foi idealizado para compor a trilha sonora do filme francês La Valée (The Valley) do mesmo diretor do filme More, Barbet Schroeder, cuja trilha também fora composta pela banda. 

Trailer

História do Filme (tirada do encarte do álbum Obscured By Clouds): Viviane desfruta de uma confortável vida como mulher de um cônsul francês até ela visitar a Nova Guiné em busca de raridades para sua boutique em Paris. Lá ela conhece Oliver e é tentada a participar da expedição dele ao interior do país, atraída pela possibilidade de encontrar penas raras que só existem em áreas remotas. 
Líderados por Gaëten, eles viajam à procura de um vale secreto, indicado simplesmente como “obscured by clouds” (encoberto de nuvens) no mapa, um local reverenciado por seus habitantes como lar dos deuses. 
A jornada é longa e árdua – apenas a obsessão mística de Gaëten com o vale faz com que eles continuem a enfrentar condições cada vez mais hostis. Ao longo do caminho, eles encontram os “homens de barro” e são convidados a se juntar a uma cerimônia papua…consequentemente a pessoa “civilizada” de Viviane é despedaçada aos poucos com cada nova experiência até que não haja mais volta…
Canções: 
O álbum abre com a canção homônima Obscured By Clouds. Uma faixa instrumental executada por Roger Waters e Rick Wright com os sintetizadores VCS3, com batidas repetitivas e hipnotizantes de Nick Mason e solos de guitarra estridentes de David Gilmour. Uma faixa envolta no delicioso clima que permeia todo o disco. 
Em seguida, outra música instrumental: When You’re In. Sintetizadores, bateria e guitarra formam um instrumental mais agitado do que o primeiro. Ótima atuação do Nick Mason com suas batidas simples, porém eficientes. 
A bela e melancólica Burning Bridges, primeira faixa cantada do álbum, é um dos destaques. Ótima atuação vocal de David Gilmour e Rick Wright que às vezes se revezam ou cantam em dueto, além da bonita letra composta por Roger Waters. Os tristes solos de guitarra parecem transportar o ouvinte para um local tranqüilo, isolado de tudo e de todos. 
The Gold It’s In The… é a composição mais agitada. Sua letra é um resumo do filme La Valée, fala da aventura em uma terra desconhecida e paradisíaca. Excelentes solos de guitarra de David Gilmour que fazem qualquer um entrar no clima de aventura expresso na música. Ótima atuação, também, de Waters no baixo elétrico. 

A pastoral Wot’s…Uh The Deal é extremamente agradável. Ótimo trabalho de Rick Wright nos teclados, admiráveis vocal e guitarra de Gilmour e, como já era de se esperar, maravilhosa letra de Roger Waters: “alguém mandou a terra prometida, bem eu a agarrei com ambas as mãos, agora sou o homem que está lá dentro e olhando tudo lá fora”. 
Uma das melhores do álbum.Mudmen é uma música instrumental com a melodia muito semelhante a da já mencionada Burning Bridges. Solos angustiados de guitarra envoltos pelos sons de sintetizadores, teclados e baixo e a bateria compassada formam a bela canção. 
Childhood’s End, uma composição de David Gilmour, inicia-se com o som de sintetizador surgindo aos poucos (fade in) para, logo em seguida, dar lugar a um ótimo riff de guitarra acompanhado por teclados. Um ótimo solo “Gilmouriano” é executado na metade da música. 

Pink Floyd - Childhood's End - Paris (1972) 24/96
Free Four possui um ritmo e melodia que flerta com o Country. Letra ácida de Waters que faz lembrar bastante Corporal Clegg do álbum A Saucerful Of Secrets. Foi certamente a faixa do álbum que teve mais destaque nos EUA. Ótima instrumentação. 
Stay é uma balada belíssima, a mais cativante faixa de Obscured By Clouds. Ótimos vocais de Wright e maravilhoso solo de guitarra com o efeito Wah-Wah de David Gilmour. 

Absolutely Curtains é a última música do disco, composta por sintetizadores VCS3 e percussão que cria um ambiente místico. Uma canção hipnotizadora que se encerra com cânticos da tribo Mapuga de Papua Nova Guiné. 
Obscured By Clouds é um disco maravilhoso, um dos álbuns mais coesos da discografia Floydiana, último da fase de transição da era Barrett para a era Waters; porém esquecido até por alguns fãs da banda. 
Com ele o Pink Floyd alcançou o ponto alto de sua maturidade musical que culminaria com o álbum seguinte The Dark Side Of The Moon e mais tarde daria outros frutos excelentes: Wish You Were Here, Animals e The Wall. 
Com certeza esse é um dos melhores discos do Pink Floyd. Boa audição!

FLAC
uloz.to - (380 MB)

01/03/2013

Richard Wright - Broken China (1996) 2006 DTS 5.1



Night of a Thousand Furry Toys

"Broken China" é o álbum que pode ser considerado a obra-prima de Wright, digo, seu trabalho anterior ainda em 1978, é o meu preferido em razão da familiaridade da obra com o próprio "Pink Floyd" e com a qual melhor me identifico, e visto pelas divergentes opiniões em respeito do álbum em questão, de certo muita gente irá discordar da minha colocação inicial. Entretanto ouvindo este trabalho sem se preocupar em fazer comparações, considerando seu teor em experimentalismo e criatividade, a obra transcende seu tempo e sem dúvida "Richard Wright" com toda a genialidade que lhe compete, sempre esteve além do seu tempo. Wright explora a polirritmia africana juntamente com o new age e música clássica, criando texturas instrumentais, numa série brilhante de paisagens sonoras com o que parece divertir-se em constantes mudanças de humor. Numa primeira audição em alguns momentos pode nos remeter ao "A Momentary Lapse Of Reason", porém, prestando atenção ao seu conjunto é de se notar que "Broken China" tem um colorido superior e mais profundo, talvez por que a esposa de "Wright" estivesse passando por uma crise de depressão clínica profunda durante o período de criação do álbum, e isso o tenha motivado a buscar toda a harmonia e equilíbrio dentro dele, e permitindo-se envolver, você é capaz de ouvir as 16 faixas do álbum sem perceber o passar do tempo. A participação de "Sinead O’Connor" nos vocais principais de "Reaching for the Rail" e "Breakthrough" acrescentam um brilho inusitado ao trabalho que conta com a execução extremamente competente do guitarrista "Tim Renwick". Algumas canções como "Blue Room in Venice" parecem ter saído de uma ópera enquanto outras faixas – mais instrumentais – como a incrível "Night Of A Thousand Furry Toys" você imagina um cenário noturno, percorrendo passagens desconhecidas como num filmr noir, sutil irônico. As letras em "Hidden Fear" falam sobre solidão, tristeza, depressão e outros temas universais, mas também de se libertar e assim se encontra a beleza da luz que brilha do escuro. Existem várias referências ao experimentalismo de "The Dark side Of The Moon" e "Wish You Were Here", mas "Anthony Moore" – arranjos – trabalhou voltado para um álbum instrumental que descrevesse os estados de depressão, ao que "Richard Wright" conta em entrevista que as canções vieram naturalmente pois as músicas pediam letras. Na mesma entrevista "Wright" diz que "Sinead" devia apenas sussurrar as canções ao microfone – e foi o que ela fez, com maestria – o impacto de ouvir "Breakthrough" com "Sinead O’Connor" suspirando as palavras é o mesmo de uma brisa fresca sem fim num dia de verão. Storm Thorgerson  é o designer também de Broken China. Em suma, "Richard Wright" realizou um trabalho belíssimo neste álbum, e a EMI francesa, mais do que merecidamente, premia  os fãs com esta edição Surround 5.1, ao nível das edições da série Immersion do "Pink Floyd". Certamente não são todos que optam por um arquivo nestas dimensões, mas a qualidade do som proporciona uma experiência incrível, impressionante. Boa audição!


Reaching for the Rail




Richard Wright

Album: Broken China - 1996
Release: EMI France, 2006
5.1 Surround DTS WAV


Sweet July



Tracklist:

01. Breaking Water (Wright, Anthony Moore) (03:09)
02. Night of a Thousand Furry Toys (Wright, Moore) (08:33)
03. Hidden Fear (Wright, Gerry Gordon) (03:54)
04. Runaway (Moore) (19:17)
05. Unfair Ground (Wright) (02:22)
06. Satellite (Wright) (04:07)
07. Woman of Custom (Moore) (03:45)
08. Interlude (Wright) (01:17)
09. Black Cloud (Wright) (03:20)
10. Far from the Harbour Wall (Wright, Moore) (06:09)
11. Drowning (Wright) (01:38)
12. Reaching for the Rail (Wright, Moore) (06:31)
13. Blue Room in Venice (Wright, Gordon) (02:48)
14. Sweet July (Wright) (04:13)
15. Along the Shoreline (Wright, Moore) (04:36)
16. Breakthrough (Wright, Moore) (04:21)


Far from the Harbour Wall 


4shared - 726,40 MB (DTS 5.1 WAV)
ou
uloz.to 761,71 MB (DTS 5.1 WAV)


 Breakthrough

A propósito, não é qualquer player que consegue ler este tipo de arquivo, por isso, apenas visando facilitar quem possa interessar, sugiro estes dois como opção, ambos gratuitos:

foobar2000  - este é apenas player de áudio, mas ao meu ver apesar de sua aparência bem simples, possui a melhor qualidade em reprodução que eu já vi.

VLC - este player reproduz qualquer tipo de mídia, tanto em áudio quanto em vídeo.

Os links são do site baixaki, eu em particular prefiro, porque nunca tive problemas com vírus ou coisas do gênero.

02/11/2011

Alex Lifeson - Victor (1996)



ALEX  LIFESON



 Strip And Go Naked

O guitarrista do Rush é considerado o cientista da banda, pois busca constantemente sonoridades diferentes para expressar sua musicalidade. Em 1996, Alex lançou seu projeto solo, intitulado "Victor", um álbum  conceitual, inspirado num poema de W. H. Auden, onde aprofunda suas características inovadoras num trabalho bastante experimental e variado. Além do excepcional desenvolvimento de guitarra, também responde pelo baixo e sintetizadores, ratificando seu enorme talento multi-instrumentista, que inspirado por grandes guitarristas, como Eric Clapton e Jimi Hendrix, têm destaque entre seus maiores méritos, recriar-se constantemente num estilo próprio, misto de virtuosismo e comedimento de acordo com as circunstâncias. Sua forma de tocar é extremamente importante para completar a sonoridade da banda sem gerar conflitos entre os instrumentos.

Alex Lifeson, cujo nome verdadeiro é Alexander Zivojinovich, nasceu no dia 27 de agosto de 1953 em Fernie, British Columbia. Segundo ele, "Zivojinovich" se traduz como "filho da vida", o que originou seu nome artístico.

Extremamente versátil; riffs, solos e texturas, caracterizam-se por apresentar uma distribuição precisa sobre os tempos e um trabalho rítmico bastante elaborado. Junto com Geddy, compõe as músicas do talentoso trio.

Na minha modesta opnião , merecedor de um destaque muito maior no mundo do prog. rock, sem tirar o mérito, inquestionável, de Geddy Lee e Neil Peart, mas imaginar o som do Rush sem a técnica e o bom gosto de Alex Lifeson seria fatalmente forjar seu estilo, uma deformação da estrutura original.

Ainda sobre seu desempenho e a maneira que ele se enquadra no Rush, Lifeson declarou para a revista brasileira Cover Guitarra, que prioriza a originalidade em suas composições: "sempre procuro fazer algo que soe diferente do usual, que fuja do lugar-comum. Não quero ser o cara mais rápido da vizinhança e nem me importo com isso". O album conseguiu a posição 99 da Billboard 200 em 1996 e recebeu em 1997 o prêmio Juno pelo "Best New Group". Finalizando, cabe destacar Les Claypool (baixo na faixa 9) e a excelente performance da canadense Lisa Dalbello (voz na faixa 3). Boa audição!


Mr. X
Tracklist

1. Don’t Care (4:04)
2. Promise (5:44)
3. Start Today* (3:48)
4. Mr. X (2:21)
5. At The End (6:07)
6. Sending A Warning (4:11)
7. Shut Up Shuttin’ Up* (4:02)
8. Strip And Go Naked* (3:57)
9. The Big Dance (4:14)
10. Victor (6:25)
11. I Am The Spirit (5:31)

Start Today


megaupload (46.02 MB)
ou
rapidshare (48.22 MB)

15/10/2011

ÄNGLAGÅRD - Buried Alive (1996)

Änglagård

Home
Buried Alive


Hostsejd


Änglagård esbanja competência, transcrever plenamente sua riqueza sonora é um desafio, de certo ficaria devendo. Arranjos primorosos, complexos, originais, bom gosto na elaboração da arquitetura temática, o inegável virtuosismo de seus integrantes, além é claro, de extremamente disciplinados. Esses elementos, são como a "Pedra Filosofal" dos alquimistas. Aqueles "escolhidos" que sabem manuseá-la, adquirem a capacidade transmutar a matéria, o tempo e o espaço. Buried Alive era até 2003, o único registro oficial de um concerto de Änglagård, se considerarmos sua formação original, o é. Foi gravado em 5 de novembro de 1994, por ocasião do Progfest de Los Angeles, EUA, entretanto foi liberado cerca de dois anos depois. 

Esse álbum tem a vantagem de trazer na íntegra o "Hybris" (92) mantendo o mesmo padrão de qualidade, idem em relação ao álbum que aqui nos contempla com três músicas, "Epilog" (94).

Desde o início, é fácil ver que este é um grande concerto, cujo o curto tema instrumental sinfônico Prolog é o ponto departida, seguido por um de meus favoritos: Jordrok, que mantém a mesma energia da versão de estúdio e riffs de guitarra distintos. A banda mostra que sua qualidade irretocável se mantêm também ao vivo.

Após estas apresentações, a banda se separou e só reuniu 9 anos mais tarde para ajudar a levantar fundos junto com outras bandas de rock progressivo ( Camel , IQ e Caravan , etc) para as pessoas prejudicadas pelo furacão Katrina, com uma coletânea do festival. Boa audição!

Ifran Klarhet Till Klarhet
Line-up:
  • Mattias Olsson / drums, percussion
  • Johan Hogberg / bass
  • Thomas Johnson / Hammond, mellotron, keyboards
  • Jonas Engdegard / guitar
  • Tord Lindman / guitar
  • Anna Holmgren / flute
Anna Holmgren 1993

Track List:
  1. Prolog (2:20)
  2. Jordrok (11:46)
  3. Hostsejd (14:03)
  4. Ifran Klarhet Till Klarhet (9:03)
  5. Vandringar i Vilsenhet (13:07)
  6. Sista somrar (9:21)
  7. Kung Bore (12:34)
320 Kbps
rapidshare  (188.34 MB)
ou
hotfile1 (84.7 MB)
hotfile2 (80.3 MB)

11/07/2011

The Flower Kings - Retropolis (1996)


Retropolis
1996


Retropolis foi o 2º álbum da banda após a formação e foi o álbum que trouxe à banda a atenção mundial dos fãs do estilo. Com as músicas There is more to this world, Silent sorrow, The Judas Kiss, e outras, a banda conseguiu o destaque que merecia após o lançamento relativamente fraco do álbum anterior, "Back In The World of Adventures". O álbum levantou o moral da banda, que continuou bem no cenário progressivo até eventualmente realizar tours pelo mundo todo.


  • Roine Stolt (guitarra, vocal, teclado)
  • Tomas Bodin (teclado)
  • Michal Stolt (baixo)
  • Hasse Bruniusson (percussão)
  • Jaime Salazar (bateria e percussão)
Retropolis 1/2

Faixas:
01. Rhythm Of Life – 0’32
02. Retropolis – 11’10
03. Rhythm Of The Sea – 6’12
04. There Is More To This World – 10’15
05. Romancing The City – 0’57
06. The Melting Pot – 5’45
07. Silent Sorrow – 7’42
08. The Judas Kiss – 7’43
09. Retropolis By Night – 3’18
10. Flora Majora – 6’50
11. The Road Back Home – 8’55

Retropolis 2/2

Camel - Harbour Of Tears (1996)



Aperte o cinto para outra viagem com Camel. Desta vez é a imigração irlandesa para a América, um companheiro de viagem adequado para Dust and Dreams ou Nude. O Celtic overtones são em grande parte dispensada pela segunda faixa, eo que emerge é um álbum conceitual finamente concebido cheia de ricos, os arranjos de guitarra saturada e leva que cortam a música ambiente como um farol. Mais do que poeira e Dreams, Harbour of Tears parece que foi destinado para o palco. Os instrumentais são pontes, muitas vezes simples para a próxima fase da narrativa, a música é simplificado (mesmo com cordas e ventos) para avançar uma progressão linear em mente do ouvinte. Se alguns isso parece familiar, lembre-se que Camel foram provável que refazer a pegada ocasionais familiares durante 20 anos de viagens (por exemplo, "Eyes of Ireland" tem sido ouvido antes). Durante o intervalo, Andrew Latimer tornou-se um mágico notável de som e imagens conjoined, o caminho em que ele usa sons diferentes para sugerir cenas e ação é a música imagética, no melhor sentido da palavra. O resto do elenco é igualmente realizado, com base na estimáveis ​​habilidades de Mae McKenna, Simmonds Mickey, Susan Hoover letrista, e outros para criar uma apresentação encorpado. Harbour of Tears não é um conto triste, ele é simplesmente agridoce, e às vezes heróica. Camel têm o cuidado de andar um equilíbrio entre a esperança e sofrimento, para transmitir a silenciosa (se estéril) a beleza da Irlanda contra a realidade grosseira da vida de imigrantes na América. Novamente, é uma maravilha que a banda continuar a investir tanta habilidade e visão em sua música, neste momento final de sua jornada, mas essa é a vantagem de escolher seu próprio caminho. Extraindo faixas individuais é antitético ao projeto Harbour. O disco deve ser ouvido na íntegra, pelos fãs Camel antigos e novos. E se você está vacilando entre este e poeira, o sonho de outro dia e comprar Harbour of Tears primeiro. Basta estar atento à última faixa, como Camel tomar o seu tempo dando adeus. ~ Dave Connolly, All Music Guide



Harbour Of Tears

Andrew Latimer / guitars, flutes, keyboards, penny whistles, vocals 
Colin Bass / bass guitar, vocals 
Mickey Simmonds / keyboards 
David Paton / bass, vocals 
Mae Mckenna / capella vocal 
John Xepoleas / drums 
Neil Panton / oboe, soprano saxophone, harmonium
John Burton / French horn 
Barry Phillips / cello 
Karen Bentley / violin 
Anita Stoneham / violin

Irish air instrumental

1. Irish Air (0:57)
2. Irish Air (instrumental Reprise) (1:57)
3. Harbour Of Tears (3:13)
4. Cobh (0:51)
5. Send Home The Slates (4:23)
6. Under The Moon (1:16)
7. Watching The Bobbins (7:14)
8. Generations (1:02)
9. Eyes Of Ireland (3:09)
10. Running From Paradise (5:21)
11. End Of The Day (2:29)
12. Coming Of Age (7:22)
13. The Hour Candle (A Song For My Father) (23:00)

Watching The Bobbins

FLAC:  megaupload
mp3: rapidshare

23/06/2011

Tokyo Tapes 1996


In That Quiet Earth
 
A Tokyo Tapes álbum ao vivo de Steve Hackett  com um supergrupo de rock progressivo,  formado com John Wetton "King Crimson" e do "Ásia" ; Chester Thompson do "Weather Report" , "Frank Zappa" e do "Genesis" ao vivo, Ian McDonald  fundador do "King Crimson" , e "Foreigner" e ainda nos teclados Julian Colbeck "iniciado" com Yes de Anderson, Bruford, Wakeman e Howe... O álbum foi compilado a partir de dois shows no Koseinenkin Hall, em Tóquio , Japão em 16 de dezembro e 17 de 1996. O disco traz releituras de musicas do Genesis, Asia (Heat of The Moment em versão acústica), uma excelente versão de In The Court Of The Crimson King do King Crimson e faixas da carreira solo de Hackett em estúdio.
A belíssima canção "I Talk to the Wind", King Crimson, embora prefira Greg Lake no vocal, ganha novas cores com o sempre brilhante, Steve Hackett no solo de guitarra.
I Talk to the Wind
Em 2001, um DVD ao vivo chamado também Tóquio Tapes e capturado das mesmas duas apresentações foi liberado. Continha todos os 17 faixas ao vivo mais 18 minutos de imagens bônus de ensaio além biografias da banda]
Tanto o CD eo DVD foram promovidos com o slogan : "Como soaria se os membros de Genesis, King Crimson, Asia, Yes, Zappa & Weather Report se juntassem para formar uma única banda e apenas por uma noite?"



Credits (live tracks)
Steve Hackett: guitar/harmonica/vocals 
John Wetton: bass/guitar/vocals 
Chester Thompson: drums 
Ian McDonald: flute/saxophone/guitar/keyboards/vocals 
Julian Colbeck: keyboards/vocals

Disc 1
"Watcher of the Skies" (Banks, Rutherford, Hackett, Gabriel, Collins) – 8:59
"Riding the Colossus" (Hackett) – 3:32
"Firth of Fifth" (Banks, Collins ,Hackett ,Rutherford, Gabriel) – 9:32
"Battlelines" (Wetton, Marlette, Mitchell) – 6:43
"Camino Royale" (Hackett, Magnus) – 9:06
"The Court of the Crimson King" (McDonald, Sinfield) – 7:39
"Horizons" (Hackett) – 1:53
"Walking Away From Rainbows" (Hackett) – 3:47
"Heat of the Moment" (Wetton, Downes) – 4:06
"...In That Quiet Earth'" (Hackett, Rutherford, Banks, Collins) – 4:02
"Vampyre With a Healthy Appetite" (Hackett) – 7:23
"I Talk to the Wind" (McDonald, Sinfield) – 5:37

Disc 2
"Shadow of the Hierophant" (Hackett, Rutherford) – 7:14
"Los Endos" (Banks, Collins, Rutherford, Hackett) – 6:54
"Black Light" (Hackett) – 2:30
"The Steppes" (Hackett) – 6:48
"I Know What I Like" (Hackett, Banks, Rutherford, Collins, Gabriel) – 5:51
"Firewall" (Hackett) (Studio track) – 4:41
"The Dealer" (Hackett) (Studio track) – 4:23


I Know What I Like

DISCO 1: PARTE 1 / PARTE 2
DISCO 2: PARTE 1 / PARTE 2

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David Gilmour


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