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20/05/2023

Guy Pratt, no Pink Floyd a partir de 1985, no podcast No Treble (Confira a integra da entrevista)

 



O músico Guy Pratt, lendário e habilidoso baixista, que cativou, e ainda continua cativando o público, agora em turnê com Nick Mason, além de inspirar tantos outros baixistas por décadas, concedeu entrevista ao podcast No Treble (acima)

Como membro central do Pink Floyd desde o final dos anos 80, Guy contribuiu significativamente para o som icônico da banda, mostrando suas habilidades excepcionais e versatilidade como baixista eclético.



Nascido em Londres em 1962, a paixão de Guy pela música o levou a dominar a arte de tocar baixo, tornando-se um dos músicos de sessão e de turnê mais requisitados da indústria musical

Seu talento notável e dedicação inabalável ao seu ofício contribuíram para sua impressionante, duradoura e impactante carreira no mundo do contrabaixo. 

Ao longo dos anos, Guy tocou e gravou com alguns dos maiores nomes da música, incluindo Pink Floyd (Delicate Sound of Thunder, Pulse, The Division Bell), David Gilmour, Madonna (“Like A Prayer”), Michael Jackson e com o Roxy Music (trabalho solo de Bryan Ferry também).  

Com uma extensa discografia, a influência de Guy Pratt pode ser ouvida em vários gêneros e épocas da música. Guy provou ser um compositor talentoso, co-escrevendo faixas para artistas como Robert Palmer, Bryan Ferry e David Gilmour. 

Ele também explorou o mundo da atuação e da comédia stand-up, demonstrando suas habilidades multifacetadas além do reino da música. 

Como um contador de histórias natural e músico apaixonado, Guy "co-apresenta" o popular podcast, ao lado do colega, também músico Gary Kemp (Spandau Ballet). Ele também é o autor de seu próprio livro de memórias, My Bass And Other Animals (publicado em 2009).




24/06/2022

Pink Floyd, a música "Hey Hey Rise Up" em apoio à Ucrânia ganha formato físico (vídeo)




Todos os lucros da faixa serão revertidos para ajuda humanitária na Ucrânia. As receitas angariadas com as vendas da canção revertem para o Ukraine Humanitarian Relief Fund - fundo solidário das Nações Unidas que ajuda a população ucraniana afetada pela guerra. 
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O single, que foi lançado digitalmente em abril, esteve em primeiro lugar nos tops em 27 países. Agora 'Hey Hey Rise Up' vai estar disponível em single 7 e CD single. Ambos os formatos incluem uma nova versão de 'A Great Day For Freedom' retirada do álbum de 1994, "The Division Bell". O single estará disponível em formato físico a 15 de julho.

O Pink Floyd prepara-se para lançar duas versões físicas de 'Hey Hey Rise Up' - a canção que fizeram para apoiar a Ucrânia que continua a resistir à invasão russa.

O cantor ucraniano Andriy Khlyvnyuk, da banda Boombox, foi convidado para participar da música. Ele desistiu de uma turnê nos Estados Unidos para lutar pelo seu país.

É a primeira faixa inédita da banda em 28 anos. O tema traz David Gilmour e Nick Mason acompanhados por Guy Pratt, baixista de longa data do Pink Floyd, Nitin Sawhney nos teclados e apresenta uma performance vocal extraordinária de Andriy Khlyvnyuk.

Os vocais de Andriy foram tirados de uma postagem no Instagram do cantor na Praça Sofiyskaya, em Kiev, cantando "Oh, The Red Viburnum In The Meado", uma música de protesto ucraniana escrita durante a Primeira Guerra Mundial.

"Nós, como tantos, temos sentido a fúria e a frustração desse ato vil de um país democrático independente e pacífico sendo invadido e tendo seu povo assassinado por uma das maiores potências mundiais", afirma David Gilmour, que tem uma nora e netos ucranianos.

O artista espera que a música receba "amplo apoio e publicidade" para ajudar o país. Gilmour diz: "qualquer guerra, mas particularmente uma guerra que é iniciada por uma superpotência mundial contra uma nação democrática independente, deve gerar em simultâneo enorme raiva e frustração. Como eu disse antes, tenho uma pequena ligação àquele país; a minha nora é da Ucrânia. E a banda Boombox são ucranianos que eu já conhecia, não bem, mas de algum tempo atrás. É uma coisa extremamente difícil, frustrante e irritante que um ser humano possa ter o poder de entrar em outra nação democrática independente e começar a matar a população. É apenas obsceno a um ponto que está além da minha crença".

"Queremos mostrar nosso apoio à Ucrânia e, dessa forma, mostrar que a maior parte do mundo pensa que é totalmente errado uma superpotência invadir o país democrático independente em que a Ucrânia se tornou".




A capa do single apresenta uma pintura da flor nacional da Ucrânia, o girassol, do artista cubano Yosan Leon. Esta imagem é uma referência direta à mulher que foi filmada para uma reportagem que deu a volta ao mundo dando sementes de girassol aos soldados russos enquanto lhes dizia para eles as colocarem nos bolsos para que, quando morrerem, os girassóis crescessem. Pre-order Amazon

A grande novidade das edições físicas é uma regravação da música “A Great Day for Freedom”, original do álbum “The Division Bell” (1994). David Gilmour retrabalhou a faixa em cima dos takes originais de Nick Mason (bateria) e Richard Wright (teclados). Os backing vocals ficaram a cargo de Sam Brown, Claudia Fontaine e Durga McBroom.




04/11/2011

Guy Pratt e Durga McBroom no Brasil com o The End, tributo a Pink Floyd

Guy Pratt: entrevista com o ex-Pink Floyd no Heavy Nation

THE END: Guy Pratt fala sobre sua vinda ao Brasil

No próximo dia 12 de novembro se apresenta em São Paulo o grupo Argentino The End, que presta tributo ao PINK FLOYD, tocando clássicos de toda sua carreira. Dentre os convidados especialíssimos para a turnê estão Durga McBroom, vocalista com extenso currículo ao lado do Pink Floyd e David Gilmour, e o excelente baixista Guy Pratt, que concedeu uma entrevista exclusiva ao Heavy Nation, da UOL. Esbanjando simpatia e bom humor, o habilidoso e conhecido músico nos contou um pouco sobre sua carreira, sobre seu passado com Gilmour e Pink Floyd, e é claro, sobre sua vinda para o Brasil com o The End! Confira!

HEAVY NATION: Você já trabalhou com muitas pessoas no meio da música, como Gary Moore e Iggy Pop, dentre muitos outros. Nunca sentiu vontade de ter sua própria banda, ou projeto solo, algo do gênero?


GUY PRATTNão! Eu gosto de ser um músico de apoio mesmo. Gosto de ajudar nas músicas de outras pessoas. Mas tem algo que eu mesmo faço, que é um programa de comédia, falando exatamente sobre minha carreira. Isso meio que satisfaz a minha vontade de ter um projeto solo, algo só meu. Me sinto bem fazendo as pessoas rirem. Já faço isso há seis anos.

E como você decidiu deixar a música um pouco de lado para se dedicar a isso, além de optar por compor músicas para comerciais e programas de TV?

Bem, é algo que eu amo, e não 'decidi' fazer, acabou acontecendo naturalmente. Mesmo porque não há muito mais trabalhos de gravação para se fazer, já que o mundo da música parece estar meio que em colapso. Sem contar que é algo muito divertido de se fazer! (risos)

Com o Pink Floyd você participou de ótimos álbuns, como The Division Bell, que eu amo, e Pulse. Como foi a sensação de entrar para a história do Rock N' Roll com esses discos? (N da R.: Nesse momento, Guy solta algumas risadas, talvez expressando alguma modéstia) Você tem algumas histórias ou boas lembranças que gostaria de compartilhar?

Bom, sem dúvida existem muitas boas lembranças. No "The Division Bell" eu não fiz muita coisa, devo admitir, apenas toquei e ajudei a compor uma das músicas. Pra falar a verdade, fazer o disco não foi a coisa mais divertida do mundo (risos) O poder das músicas veio mesmo ao vivo, durante a turnê. Quanto ao "Pulse", foi um dos melhores shows que já fizemos, então acho que nem tenho muito o que comentar além disso!


Como surgiu o convite para que você integrasse esse projeto THE END?

Bem, a Durga (Mc Broom, ex-Pink Floyd, atual The End) já havia estado com eles na Argentina e postou algumas fotos da experiência toda no Facebook. Então perguntei pra ela o que era aquilo, onde ela estava e o que estava fazendo, porque tudo me pareceu muito divertido, pois eu nunca tinha vindo à Argentina. No fim, acabou acontecendo de eles me chamarem para tocar com eles uma vez e eu adorei, me diverti bastante. Agora, outro convite aconteceu, para tocar novamente na Argentina e também no Brasil e eu disse sim logo de cara! (risos)

Você ainda mantém contato com David Gilmour?

Sim! Moramos bem próximos um ao outro e nossos filhos freqüentam a mesma escola.

E ele sabe que você está participando desse projeto tributo ao Pink Floyd?

Sim e não gosta muito da idéia! (risos)

Era exatamente isso que eu ia perguntar, se ele estava feliz com a situação! (risos)

Nem um pouco, para falar a verdade! (risos) Mas já expliquei para ele que nunca me apresentarei com The End em lugares que eu já tenha tocado com o Floyd. Nunca viemos a esses lugares, então acho justo que eu venha e toque um pouco de Pink Floyd para esses fãs. Nunca tocaria em Nova York, por exemplo, porque já fiz shows com o Pink Floyd por lá. Mas aqui na Argentina e no Brasil eu encaro como uma grande diversão para mim! Não vejo problema algum porque na verdade, além de não ser um projeto meu, sou apenas um convidado. Toco apenas algumas canções, mesmo porque já deixei claro para os integrantes que existem músicas que simplesmente não me sinto confortável em tocar sem que seja com Gilmour. 

Para aqueles que ainda não conhecem seu trabalho com o The End, conte-nos um pouco sobre a sua participação nos shows, como por exemplo, em quais músicas você participa e.. (Interrompendo) Ah, não posso contar, é surpresa! (risos) 

Mas você toca apenas músicas dos trabalhos que você gravou com o Floyd?


Não, porque no 'Pulse', por exemplo, tocamos muitas músicas em que eu não era o músico original na gravação. Eu toco a "Money", do 'The Dark Side of the Moon', mas devido ao fato de naquele ao vivo de 88, em que eu toquei, eu fiz um solo de baixo que as pessoas gostam e que marcou de certa forma.

Você deve saber que o The End tocou ao vivo e na íntegra o 'The Wall' e também se apresentou junto a uma orquestra. Você já planejou fazer algo do tipo com eles, agora que está se apresentando com a banda?

Bom, até agora eles não falaram nada do tipo para mim! (risos)

Mas você sente vontade sugerir algo como "vamos tocar Pulse a qualquer hora dessas"?

(risos) Não porque seria muito difícil recriar aquele show, quase impossível eu diria! (risos) Aquelas luzes, todo o palco, enfim…

Qual a sensação de tocar as músicas do Pink Floyd agora com outra banda? Você revive alguns momentos em sua cabeça?

Não, definitivamente não, porque o clima e a intenção são outros. Tenho o objetivo de apenas dar aos fãs antigos e tão apaixonados o gostinho e a oportunidade de ouvir essas músicas serem tocadas ao vivo. E o pessoal do The End conhece e ama muito as músicas, além de serem pessoas muito legais. 

Já que já teve a oportunidade de tocar na Argentina, qual a diferença que você sentiu entre esse público sulamericano e do resto do mundo, já que você é um músico de longa data e já se apresentou em vários lugares?

Eles são bem parecidos com os fãs italianos: muito apaixonados e emotivos! 

Quanto à reação dos fãs, você percebe muitas diferenças entre tocar com o Pink Floyd e com o The End?

Sem dúvida há muito menos pessoas! (risos) Mas isso não me chateia, porque com a turnê do Daivd Gilmour também fiz alguns shows mais intimistas, com umas três mil pessoas. Eu acho legal a experiência de tocar músicas que estamos acostumados a tocar em estádios, em lugares bem menores. Elas ganham outra roupagem. 

Você esteve no Brasil antes, certo?

Sim, toquei há dois anos em São Paulo com o Jon Lord, em um show ao ar livre, durante a madrugada!


Ah sim, durante a Virada Cultural, que é realizado pela prefeitura da cidade! Eu estava lá!

Pois é, aquele ali com o Lord era eu! (risos) Tocamos com uma orquestra, foi demais!

E o que você achou do público brasileiro?

São maravilhosos! Os fãs são incríveis!

Quais as expectativas então para esse show com o The End por aqui?

Não sei, não tenho expectativas! (risos) Nunca sei o que esperar até chegar a hora do show!(risos)

Quais são seus planos para o futuro, com ou sem o The End?

Vou continuar compondo para musicais e programas de TV, e além disso estou terminando de escrever outro livro.

E este será sobre qual assunto?

A mesma coisa que o outro: falarei mais sobre minha carreira com mais algumas velhas histórias loucas no meio! (risos)

Quanto ao Gilmour, algum plano para trabalharem juntos novamente no futuro?

Nada que eu saiba! Trabalhar com ele é incrível, eu amo! Ele é um dos maiores entendedores de música que já conheci!


  • Guy Pratt (breve biografia)

 Nasceu em Londres em 1962, filho do famoso compositor e ator Mike Pratt.

Após uma experiência como designer gráfico no gabinete Jonty Design, Guy decide prosseguir uma carreira como músico, que teve início quando foi convidado a juntar-se ao grupo Icehouse (que na altura gozava dum sucesso enorme na Austrália) para a digressão mundial da banda. Tinha nessa altura 19 anos. (Nessa digressão serviu de banda de apoio de David Bowie na sua lendária “Serious Moonlight “ Tour de 1983.)

Esta exposição pública conduziu ao reconhecimento e convites de artistas como Robert Palmer, Bryan Ferry, Womack & Womack, e até The Smiths entre outros nomes antes de ser convidado a entrar na 'premier league' de baixistas, quando David Gilmour o convidou a tocar no Pink Floyd.

Após 13 meses na estrada, parte subitamente para Los Angeles onde é requisitado por Madonna, Michael Jackson e Robbie Robertson antes de iniciar majestosos espectáculos em Veneza e Moscovo com o Pink Floyd.

De regresso a Londres, Guy gravou em inúmeros discos de sucesso de Tom Jones, Sophie Ellis Bextor, Iggy Pop, The Pretenders, Ronan Keating, Electronic, Echo & the Bunnymen, Lemon Jelly, The Orb, Natalie Imbruglia, All Saints, Bond, e Elton John. Bem como participou em digressões com Coverdale & Page, The Power Station e Gary Moore.

Em 1996 casa-se com Gala Wright, designer, filha de Richard Wright, tecladista do Pink Floyd. Também experimentou os seus dotes como escritor e produtor, obtendo alguns sucessos em parceria com artistas como Robert Palmer, The Orb, Fat Les, Jimmy Nail, Marianne Faithful e Debbie Harry (Blondie).

Ganhou um Grammy e foi nomeado para 2 Ivor Novello Awards.

À parte a sua carreira como baixista, Guy passou os últimos anos no comparativamente calmo mundo da música para TV compondo, escrevendo e produzindo bandas sonoras para oChannel 4's ‘Spaced’ (Séries 1&2), ‘Now You See Her (filme para a Sky TV), 'The Young Person's Guide to becoming a Rock Star', ‘Randall & Hopkirk (deceased)’, e as séries da BBC'Linda Green' (1 &2,ambas gravadas em Havana), também Dawn French’s “Wild West” e' Jimmy Nail’s Crocodile Shoes 2'. Para não mencionar a música de abertura do ‘the Pepsi Chart show ‘e vários anúncios comerciais.

  • Dunga McBroom

The End & Durga McBroom em Run Like Hell



  

Em 1988, David Gilmour conheceu Durga, enquanto eles estavam gravando um álbum com Nile Rodgers. Durga começou a excursionar com o Pink Floyd na primeira etapa do Momentary Lapse of Reason Tour e continuou com a turnê chamada Delicate Sound of Thunder. Durga McBroom também cantou no *Concerto de Knebworth (Concerto de Caridade - Prêmio Prata Clef Show, 30 de junho de 1990) e mais tarde no Division Bell e os subsequentes da turnê em 1994. Ela pode ser visto nos vídeos da música "On The Turning Away" e "Dogs Of Wars". Ela também estave no palco no concerto em Veneza transmitido ao mundo pela TV.


Este vídeo de Knebworth registra simultaneamente de forma exemplar, a expressiva participação de Guy Pratt e a notória liderança de Durga frente as vocalistas de base, além de uma performance espetacular do Pink Floyd interpretando "Run Like Hell"

Durga McBroom with David Gilmour & Rick Wright - Alive 



Numa clara demonstração de apreço e reconhecimento à bela e sensual Durga McBroom, Gilmour que aparece tocando e Wright em seu primoroso e inconfundível desempenho nos teclados, contribuíram graciosamente abrilhantando com suas participações a promoção do trabalho desta incrível cantora.


17/06/2011

Guy Pratt & Aussie Pink Floyd - "Run Like Hell" Hampton Court, 16.06.11



O ex-baixista do Pink Floyd, a grande surpresa
Guy Pratt

Nesta quinta-feira 16 de junho de 2011, o Australian Pink Floyd, ou Aussie, como é chamado carinhosamente pelos fãs, a banda cover do Pink Floyd que é autorizada por David Gilmour & Cia., obteve mais um agradável referendo, Guy Pratt... O baixista original da banda Pink Floyd subiu ao palco com o grupo tributo, o Australian Pink Floyd, quando tocaram juntos no palácio na noite passada, para execução do sucesso  Run like Hell,  uma música  na qual ele normalmente fazia o duo com David Gilmour. 


De fato quem pagou ingresso esperando assistir o Aussie Pink Floyd, viu muito além que o esperado, pode matar saudades do baixista Guy Pratt, realmente uma surpresa no Hampton Court Palace Festival.  
Falando na noite, ele disse: "A última vez que toquei essa canção foi com David Gilmour há cinco anos, em 2006, estou muito feliz pela oportunidade em tocar com eles esta noite no Hampton Court. "Traz lembranças muito boas". 
Hampton Court Palace Festival continua até amanhã 18 de junho e terá James Blunt, Simple Minds, Ringo Star, Bryan Adams, Jools Holand e o excelente guitarrista Brian May.

"Welcome to the Machine"
Retrospectiva 2011 
 Documentário do Pink Floyd Australiano   
 




Steve Mac (guitarra / vocal) e o Aussie Pink Floyd
Paixão por Pink Floyd 
Seu maior desejo era de ver a banda crescer, quando a formou e sua enrega desde os primeiros dias até ser a atração principal no Royal Albert Hall, Wembley Arena, em 2009 e da London O2 Arena, neste ano esgotou todos os ingressos durante turnê aclamada pela crítica em 2010. 
Acima de tudo, ele é um grande fã de Pink Floyd e é apaixonado pela autenticidade do som da banda. Comentando ele disse: "Pink Floyd criou seu próprio universo sonoro, nenhuma outra banda o fez. É tão importante capturar não apenas o som, mas também a sensação e a emoção de sua música incrível". Steve é ​​um perfeccionista e cuidadosamente elaborou uma plataforma que incorpora muito do mesmo equipamento de David Gilmour, inclusive uma réplica da guitarra. A guitarra favorita de Steve é a sua Fender Stratocaster azul, e o motivo é muito simples, David Gilmour realmente tinha tocado com ela no final dos anos 70!  Um presente pessoal. Ele também é equipado com Hiwatt, Fender, Ernie Ball, Jim Dunlop, pedais MXR e microfones AKG. 
Steve também tem escrito para revistas de música em todo o mundo sobre a técnica de David Gilmour. Seus olhos brilham ao comentar de quando tocou na  festa de aniversário de David Gilmour de seus 50 anos, e considera o fato como um dos destaques de sua carreira, ele também já tocou com outros membros da banda Pink Floyd, incluindo Guy Pratt.
Trecho de entrevista:

Tocamos alguns dos grandes clássicos dos Pink Floyd com uma produção espetacular que faz justiça à música. Acho que os fãs vão gostar muito. Apesar de não tocarmos material nosso, recriar o som Pink Floyd é um desafio muito gratificante. Queremos ser o mais fiel possível aos originais e oferecer também um show de qualidade. 
– Porque decidiram fazer uma banda de tributo aos Pink Floyd? 
Quando da formação original, respondemos a um anúncio numa loja de música em Adelaide. Um sujeito que era fanático pelo Pink Floyd queria fazer uma banda do género em 1988 e o
Damian (Darlington), o Jason (Teclados) e o Colin (baixo/voz) que eram grandes fãs, respondemos ao anúncio e nos reunimos com outros fãs que queriam tocar mas só por prazer. Era uma coisa muito insípida na altura. Só um grupo de tipos que queriam tocar temas dos Pink Floyd pelos bares de Adelaide. Apesar de termos nos juntado na Austrália, foi só quando chegamos a Inglaterra que o reconhecimento aconteceu. Tornamo-nos na primeira banda de tributo ao Pink Floyd a fazer uma digressão no Reino Unido, em 1993. Para dizer a verdade a ideia de sermos uma banda tributo foi um acidente. Como membros fundadores eram todos apenas grandes fãs dos Pink Floyd, mas não eramos os únicos e a banda só tocava o que queria. De início tocavamos uma mistura de versões e material próprio, mas começamos a tentar recriar o som original do Pink Floyd. As pessoas gostaram, a resposta nos concertos era espantosa e foi a partir daí que se começou a desenvolver a ideia.  
- O que significa a música, o legado dos Pink Floyd para vocês?
 Leia ColinColin Wilson – A qualidade da música e as produções do Pink Floyd são um caso único. Mesmo hoje a sua música, o seu legado, permanece contemporâneo, é intemporal e consegue capturar a imaginação dos jovens, tal como o fazia nos anos 70.

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David Gilmour


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