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23/09/2019

Miley Cyrus - 'Comfortably Numb' (Cover) Live at 2019 iHeartRadio Festival




Por BLITZ
Miley Cyrus canta Pink Floyd:


Cantora surpreende em festival no Canadá


Miley Cyrus atuou este fim de semana no festival canadiano iHeartRadio, tendo brindado os presentes com uma versão de 'Comfortably Numb', do Pink Floyd.

A cantora, que nunca escondeu a sua veia "rockeira" - já interpretou clássicos de bandas como os Led Zeppelin, Nine Inch Nails ou Metallica - afirmou cantar estes temas porque "adoro ver os pais confusos".

Nas redes sociais ela escreveu que nos shows canta algumas músicas para o público e outras para ela, e que tocar esses clássicos é a razão pela qual começou a trabalhar com música. E continuou:

"Acho importante que meu público, que talvez não tenha crescido ouvindo música com seus pais, avós, irmãos e irmãs mais velhos, fique exposto a alguns desses clássicos! Ninguém deve perder músicas como essas, os jovens precisam saber como era antes para entender como a música chegou onde está hoje! Espero que depois de ouvi-los em um dos meus shows, vocês vão conferir as originais, porque são obras-primas."







08/04/2016

Ummagumma alia-se à tecnologia para chegar ao Pink Floyd


A banda mineira Ummagumma The Brazilian Pink Floyd completa 14 anos de estrada em 2016, e comemora com a turnê “Where We Start”, contando um pouco da sua história à partir de dois fatos marcantes para todos os floydianos: A primeira vinda de Roger Waters ao Brasil em 2002, com a turnê “In The Flesh”, e a passagem de David Gilmour, no ano passado, com “Rattle That Lock”. O show contempla as diversas fases do Pink Floyd, apresentando clássicos e relíquias da banda inglesa, num grande espetáculo audiovisual.

Ummagumma teria origem em "am a gonna", contração da expressão "Im gonna", grosso modo, "Vamo nessa", mas com conotações sexuais na Inglaterra. Esta é uma das várias explicações sobre o enigmático título com que foi batizado um dos álbuns emblemáticos, lançado em 1969, pelo Pink Floyd, banda surgida em Cambridge, interior da Inglaterra.

Ummagumma é também o nome de um grupo surgido em Três Pontas, no interior de Minas Gerais, mais conhecida por ter sido a cidade onde Milton Nascimento cresceu e morou durante a adolescência, uma referência no trabalho dele. A Ummagumma é considerada a melhor banda cover do Pink Floyd do Brasil, e se apresenta, com o show Where We Start, hoje, às 21h30, no Teatro Guararapes. Os mineiros seguem a tendência de se montar êmulos de supergrupos do rock, procurando-­se atingir o máximo de semelhança com o original.

A Ummagumma, quase uma orquestra, atualmente é composta por 15 músicos e surgiu em 2002, quando Bruno Morais, vocalista, guitarrista e produtor resolveu tocar a música do Pink Floyd depois que viu Roger Waters, ex­baixista do grupo inglês, ao vivo, na turnê In The Flesh. Mas ele não queria se limitar a ser só mais uma banda cover. Foram seis meses de preparação montando não apenas a banda, mas toda a parafernália de equipamento, iluminação, efeitos especiais:

"Não sei com quantas toneladas a gente viaja, mas é muita coisa. Vai em caminhões antes da banda. Só cenários são três, independentes. Um para cada bloco. A gente toca parte do The Wall, do Animals e faz um bloco de clássicos do Pink Floyd", comenta Bruno sobre o show, que tem duração de 2h10. A Ummagumma estreou em 28 de setembro, no Centro Cultural Milton Nascimento, em Três Pontas. Fazia dois ou três shows por ano e, este ano, já somam mais do que no ano passado. É a primeira vez que chegam ao Nordeste, onde só fazem uma única apresentação. Do Recife vão para São Paulo. Esta é a segunda turnê grande do grupo.

INTERESSE

O interesse do público por bandas clássicas de rock é cada vez maior. O Pink Floyd já acabou, exceto Nick Mason, Roger Waters só fala com os integrantes em caso de extrema necessidade. Talvez isso mesmo, a impossibilidade de ver o grupo ao vivo, leve os fãs às bandas covers: "Rola um pouco de magia, as pessoas vão no camarim, tiram foto. A galera entra na história mesmo. Pelo tempo que tem, o Pink Floyd continua renovando os admiradores. Os shows da gente são curtidos por fãs dos oito aos 80. Acho que se sentem da mesma forma como me senti no show de Roger, ou no de David Gilmour.



Fonte: Jornal do Commercio

25/08/2015

Gilmour grava ‘cover’ dos Beatles e afirma: “Me ensinaram a tocar”


“I really wish I had been in The Beatles.”

Os fãs de David Gilmour receberão um presente raro: um CD gratuito no qual ele toca um “cover” de “Here, There and Everywhere”, dos Beatles, além de cinco outras músicas com amigos. O mimo virá acoplado à capa da revista britânica “Mojo”, que vai às bancas hoje (25/08).

A edição de outubro da revista britânica Mojo vai às bancas londrinas nesta terça-feira (25/08) com uma rara preciosidade, um presente maravilhoso a seus leitores: um CD de David Gilmour, tocando e cantando sua versão de "Here, There and Everywhere", dos Beatles. “Eles me ensinaram a tocar”, revelou Gilmour

O CD vem acoplado à capa da publicação, dedicada a Patti Smith. E quem pensa que esse é o único presente, engana-se. A confissão de Gilmour é surpreendente: “Eu realmente desejaria ter sido um beatle”. E foi além: “Eles me ensinaram como tocar guitarra. Aprendi tudo sobre eles. Tirei todas as linhas de contrabaixo, os solos, as bases, tudo. Eles eram fantásticos”.

CD grátis de Gilmour tocando Beatles.

O cover de "Here, There and Everywhere" tem uma longa história. Em 2013, Gilmour gentilmente mandou à Mojo sua versão dessa música dos Beatles, que integrou o álbum Revolver, de 1966. O editores gostaram tanto que quiseram compartilhar a faixa com os leitores. Foram dois anos de negociações “e muita bajulação” até que Gilmour finalmente concordasse com a confecção de um CD e sua distribuição gratuita.

Gilmour gravou o cover do Fab Four com seu filho Joe. No CD, composições de outros artistas, entre eles David Crosby & Graham Nash, Phil Manzanera, Robert Wyatt, Steven Wilson e The Pretty Things. Gilmour toca guitarra em todas as faixas.

O CD coincide com o anúncio do novo disco solo de Gilmour, "Ratlle That Lock", nove anos depois de "On a Island". O álbum tem data marcada para chegar às lojas: dia 18 de setembro.

Abaixo, ouça o cover de "Here, There and Everywhere", por David Gilmour:


Um fantástico "bootleg" da MOJO...

Fontes: Estadão, Mojo

02/04/2014

Flaming Lips lança disco sincronizado com álbum clássico do Pink Floyd



O grupo The Flaming Lips divulgou, nesta semana, a íntegra de um álbum que pode ser tocado simultaneamente com o disco “The Dark Side of the Moon”, obra canônica do Pink Floyd. Intitulado “Flaming Side of the Moon”, o álbum também pode ser ouvido em sincronia com o filme “O Mágico de Oz “, do diretor Victor Fleming.

A versão física da obra tem a tiragem limitada em 100 cópias de vinis, “que serão distribuídas apenas entre amigos e familiares dos integrantes da banda”.

Confira o resultado:

Esta não é a primeira vez que Flaimg Lips presta homenagem ao "Pink Floyd". Em 2009, o Lips firmou parceria com a banda de rock experimental Stardeath and White Dwarfs e revistou o repertório do álbum "Dark Side". Desta mistura, que também contou com os cantores Peaches e Henry Rollins, nasceu o disco “The Flaming Lips and Stardeath and White Dwarfs with Henry Rollins and Peaches Doing The Dark Side of the Moon”.

23/10/2013

Summer '68 - Pink Floyd (Richard Wright Cover) Excelente



Escrita e cantada por "Richard Wright", "Summer '68" foi gravada no Abbey Road Studios, em julho de 1970. A canção, foi inspirada na música de Bela Bartok, compositor húngaro,  músico pelo qual "Wright" tinha grande admiração, sendo a terceira canção do álbum "Atom Heart Mother". Uma das raras canções do grupo que fala sobre sexo (um volátil e desgastante caso de amor).

Alan Parsons que participa como engenheiro de som, a partir deste trabalho, seria colaborador frequente nos álbuns posteriores da banda. Curiosamente a voz de Wright se parece com as que Parsons iria adotar mais tarde em suas produções.

"Summer '68" mostra o tédio de excursionar e o desejo de fugir de tudo: "My friends are lying in the sun, I wish that I was there..." Segundo interpretações de críticos na época, a canção compõem uma trilogia junto com Paint Box (R. Wright), que a antecede, e Stay (Wright/Waters), posteriormente lançada em "Obscured by Clouds", refletindo a desilusão do músico lutando com os piores aspectos da vida na estrada. 

Esta é uma ótima e rara interpretação que ocasionalmente encontrei no youtube, e achei interessante compartilhar:

Summer '68

Would you like to say something before you leave?
Você gostaria de dizer alguma coisa antes de partir?
Perhaps you'd care to state exactly how you feel
Talvez se preocupasse em declarar exatamente como se sente
We say goodbye before we've said hello
Nós dissemos adeus antes de dizermos olá
I hardly even like you
Dificilmente eu gostaria de você
I shouldn't care at all
Eu não me preocuparia afinal

We met just six hours ago
Nós nos conhecemos há seis horas atrás
The music was too loud
A música estava muito alta
From your bed I came today and lost a bloody year
Eu vim da sua cama hoje e perdi um ano sangrento
And I would like to know
E eu gostaria de saber

How do you feel? (How do you feel?)
Como você se sente? (Como você se sente?)

Not a single word was said
Nenhuma simples palavra foi dita
The night still hid our fears
A noite ainda escondia nossos medos
Occasionally you showed a smile
Ocasionalmente você mostrava um sorriso
But what was the need
Mas que era necessário

I felt the cold far too soon
Eu logo senti o frio distante
In a room of ninety-five
No quarto noventa e cinco
My friends are lying in the Sun
Meus amigos estão deitados ao sol
I wish that I was there
Eu queria de estar lá

Tomorrow brings another town
O amanhã traz uma outra cidade
Another girl like you
Uma outra garota como você
Have you time before you leave to greet another man
Você tem tempo antes de partir para cumprimentar outro homem?
Just you let me know
Você só me deixou saber

How do you feel? (How do you feel?)
Como você se sente? (Como você se sente?)

Goodbye to you
Adeus para você
Charlotte Pringle's due
Charlotte Pringle ficou em débito
I've had enough for one day
Eu tive o bastante por um dia

Do mesmo (MobyDick00001), dentre outras do Pink Floyd, "A Pilow of Winds", também ficou muito boa:

29/09/2012

Ummagumma - Pink Floyd para ver e ouvir



Cenário, figurino e iluminação caprichados são marca registrada da banda

A mineira Ummagumma apresenta, hoje no Central, sucessos da cultuada banda de rock progressivo

Os fãs do rock progressivo já têm programa garantido para a noite deste sábado. A banda mineira de Três Pontas, Ummagumma, volta a Juiz de Fora, trazendo clássicos inesquecíveis como "Time", "Money", "Another brick in the wall" e "Wish you were here", além de canções menos conhecidas do grande público, mas que não passarão despercebidas pelos fãs mais exigentes.

"Ummagumma" foi o primeiro álbum do grupo a figurar entre os cem primeiros mais vendidos nos Estados Unidos, alcançando o quinto posto na Inglaterra no ano de 1969. Gravado durante um período em que os rapazes de Cambridge, abalados com a saída de seu líder e principal letrista, Syd Barret, ainda não sabiam exatamente qual rumo tomar, o disco conta com longas músicas experimentais e instrumentais.

O projeto "Ummagumma Pink Floyd cover" nasceu logo após a vinda de Roger Waters ao Brasil, em março de 2002. Três daqueles que seriam integrantes da banda - Bruno, Isabela e Ber - assistiram ao espetáculo em São Paulo e ficaram encantados. A idéia era produzir um show que transmitisse ao público ao menos um pouco da emoção que eles sentiram.


A banda, que completa dez anos de estrada este mês, está em sua terceira formação, com Bruno Morais (vocal e guitarra), Eduardo Botrel (guitarra), Marcos Alexandre (baixo), Fernando Marchetti (bateria), Alessandro Brito (percussão), Anco Márcio (saxofone), Otávio Pieve (violão), Renata Diniz (teclado), Stéfanny Rezende (teclado), Isabela Morais (backing vocal), Ber (backing vocal) e Nanaia Lameira (backing vocal).

As apresentações são famosas por contar com uma caprichada estrutura de palco e iluminação, conforme explica Bruno Morais, guitarrista, vocalista, produtor e diretor musical do grupo."O show conta com estrutura para recriar a atmosfera de um verdadeiro espetáculo do Pink Floyd, como iluminação, cenário e efeitos audiovisuais."

Bruno chama a atenção para o fato de o público do Ummagumma não ser composto apenas de fãs da banda inglesa. "Temos desde crianças até cinquentões na plateia."

A backing vocal Isabela Morais aponta os riscos que corre uma banda cover, ainda mais quando o público é tão exigente e apaixonado, como o do Pink Floyd. "É preciso tomar muito cuidado com os detalhes. Os fãs conhecem cada solo de guitarra, cada virada de bateria. Além disso, temos muita preocupação em não deixar o estilo de cada um se sobrepor ao estilo da banda, o que não é nada fácil." Isabela indica, ainda, o que torna tão peculiar fazer um trabalho dedicado ao Pink Floyd. "Existe muita simbologia por trás das músicas, e temos que ser fiéis a isso."


In The Flesh


 Wish You Were Here



UMMAGUMMA

Hoje, às 21h
Cine-Theatro Central
(Pça. João Pessoa s/nº)
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David Gilmour


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