Pink Floyd transmite, nesta sexta-feira (24),vídeo acima, seu histórico show "Live at Pompeii" em seu canal no YouTube. A apresentação, gravada em 1971 e lançada em 1972, traz a formação original da banda, com David Gilmour na guitarra e vocal, Roger Waters no baixo e vocal, Richard Wright nos teclados e Nick Mason na bateria.
A versão é a que está presente no box set "The Early Years 1965-1972". O material foi reeditado em 2016 e traz o repertório original, com "Careful With That Axe, Eugene", "A Saucerful Of Secrets", "One Of These Days", "Set The Controls For The Heart Of The Sun" e "Echoes".
Na descrição do vídeo, a banda avisa: "o show faz parte do YouTube Film Festival e aparecerá por um período de apenas 24 horas". Portanto, às 13h de sábado (25), não deverá estar mais disponível.
Gilmour resolveu disponibilizar a sua versão do Live At Pompeii, com todas as 22 faixas, na íntegra e de graça em vídeos que estão no YouTube.
Em 2016, Davild Gilmour organizou um espetáculo de duas noites na cidade histórica de Pompeia, na Itália. Originalmente, as gravações da performance começaram a ser vendidas em 2017 como um disco ao vivo e um filme, que até chegou a ser exibido em algumas salas de cinema. Agora, os fãs podem assistir ao show de graça no YouTube.
A setlist conta com músicas da carreira solo do músico, e também com clássicos do Pink Floyd como "The Great Gig in the Sky", "Wish You Were Here", "Money", "Shine On You Crazy Diamond (Parts I-V)", "Time" e, claro, "Comfortably Numb".
Em 1972, quase 45 anos antes de Gilmour retornar às ruínas peculiares de um local há muito tempo destruído pela erupção do vulcão Vesúvio, o Pink Floyd já havia gravado algo similar: uma apresentação sem plateia e um documentário, nomeado de Live In Pompeii.
Disponibilizado em uma playlist no YouTube, você pode assistir a David Gilmour Live at Pompeii, abaixo o set list completo:
David Gilmour, a arena romana de Pompeia e o Vesúvio ao fundo
O Expresso (Portugal) esteve na pré-estreia mundial privada de “Live at Pompeii”, o concerto filmado de David Gilmour que quarta-feira será exibido simultaneamente e apenas por uma vez em 2500 salas de cinema em todo o mundo
David Gilmour e o Diretor Gavin Elderem, Londres
Tinha parado de chover em Londres, eram 17h30 do dia 5 de setembro, quando David Gilmour atravessou a pé Leicester Square carregando um enorme saco ao ombro, provavelmente com roupa para se trocar para a gala de antestreia do filme “Live at Pompeii” que iria decorrer dali a pouco no cinema Vue West End. Parou à porta, cumprimentou com um abraço os dois seguranças e entrou.
Lembrei-me de um comentário antigo de um crítico que escreveu que o Pink Floyd podia passar entre o público dos seus concertos sem serem reconhecidos. E lembrei-me de uma das famosas imagens do filme de Pompeia de 1972 onde se vê pintado na parte de trás de todas as grandes colunas de som “Pink Floyd. London”. Junte-se a citação e o endereço e, na verdade, acabei de ver um dos mais famosos músicos rock de sempre atravessar a pé a meio da tarde uma das mais centrais praças da cidade natal da sua banda sem ser reconhecido pelos transeuntes. Aparentemente, só eu, os dois seguranças e um italiano que também tinha convite para a gala (e que tinha uma capa protetora do smartphone com uma foto de Gilmour nos anos 70) é que demos por ele. Como foi isso possível?
Para quem não sabe, David Gilmour se tornou um símbolo da banda do Pink Floyd depois da saída de Roger Waters. Depois de anos, ele volta para Pompeia, local que lhe traz muitas lembranças de uma gravação feita com muita dificuldade, na qual suas composições foram tocadas para o anfiteatro vazio de Pompeia em 1971. Agora ele retorna para fazer algo memorável.
David Gilmour: Live in Pompeii traz um pouco das motivações e o início da montagem do show e prossegue com o show na integra ininterruptamente. O músico apresenta sua banda no makin-off e explica a razão pelas escolhas de cada músico, inclusive um representante brasileiro entre eles.
Gilmour, em sua turnê, escolhe lugares importantes e bonitos que irão adicionar mais ao seu som do que uma simples arena. Sua turnê teve passagem por lugares como Hollywood Bowl mas nenhum foi tão majestoso quanto
O filme capta os melhores momentos dos dois shows realizados no local e a todo momento o músico sabe o respeito que deve ter com o lugar com uma bela introdução que dá para a plateia sentir a importância de tudo que está acontecendo
David Gilmour: Live in Pompeii contém apenas uma música da performasse de 1971, “One of These Days”, mas isso não tira o brilhantismo da apresentação…
Agora falando um pouco da atmosfera que o cinema traz para algo deste porte, para os fãs será uma experiência única poder sentir o peso do que foi esse show, tanto para Gilmour quanto para quem estava presente naquele momento. O som do Vue West End consegue fazer mágica e colocar o espectador praticamente dentro do show. Você conseguirá sentir cada acorde e cada solo feito de formas diferentes e com certeza irá fazer você querer voltar no tempo e estar ao vivo naquele show.
Relembrando as duas faixas ("Rattle That Lock" e "One Of These Days") do DVD “Live at Pompeii 2016”que David Gilmour disponibilizou em seu canal na íntegra, confira abaixo:
Pink Floyd & Barbet Schroeder formaram uma dupla muito interessante para a história do cinema e da música no final dos 60 e inicio dos 70’s!
Uma das bandas mais importantes do rock mundial, o Pink Floyd teve também uma carreira extremamente prolífica e importante dentro do cinema. Ao longo dos anos inspirou grandes diretores do cinema mundial em seus filmes, produzindo trilhas sonoras que terminaram por compor parte importante de sua discografia. Assim como inspirou produções visuais a partir de suas ideias musicais, como em The Wall. São produções importantes que longe de serem trabalhos menores, ou meros anexos ao desenvolvimento artístico do grupo, se tornaram necessários para a compreensão de sua música e de sua obra.
Nessa relação entre a música do Pink Floyd e o cinema, encontramos não traduções audiovisuais para ideias musicais da banda, mas correlatos artísticos que compõe excelentes registros, tanto ao tempo histórico, quanto a temas abordados pela banda. De realizadores de grande envergadura como Michelangelo Antonioni, um dos grandes mestres do cinema mundial até o pouco conhecido Peter Sykes, encontraremos obras que se inscreveram na história do cinema e da música. Curiosamente em alguns casos, exatamente por serem filmes ligados ao Pink Floyd. É o caso por exemplo de La Vallée(1972), do cineasta francês Barbet Schroeder ou do desaparecido The Committee (1968) do inglês Peter Sykes.
E é da parceria entre Barbet Schroeder, realizador naturalizado francês, nascido no Irã de mãe alemã e pai suíço e o Pink Floyd que vamos nos ater aqui. Pois esse encontro nos relegou dois filmes que são necessários a todos aqueles que curtem cinema e principalmente a música da banda inglesa. Aos 23 anos o jovem Barbet funda a famosa produtora francesa Les Films Du Losange, responsável por produzir grandes filmes da nouvelle vague francesa e até hoje funcionando em plena atividade.
Tendo trabalhando como ator em filmes de grandes nomes com Godard e Rohmer é possível afirmar que o inicio da carreira de diretor de Barbet Schroeder tem em filmes como Pierrot Le Fou, Acossado e Le Mépris grandes inspirações. Curiosamente hoje, esses primeiros filmes de sua carreira parecem sobreviver, pelo menos entre nós, mais pela curiosidade de terem como trilha sonora discos feitos especialmente pelo Pink Floyd do que por suas qualidades cinematográficas. O que nos parece injusto, após revermos recentemente More (1969) e La Vallée (1972), se o situarmos juntos ás obras da época que hoje possuem grande vulto.
More (Pink Floyd) Legenda PT BR
More
Direção: Barbet Schroeder Alemanha/França, 1969, Colorido, 111 min.
Jovem estudante viaja da Alemanha a Paris quando uma expatriada norte-americana usuária de heroína cruza seu caminho. Uma paixão avassaladora e sórdida contamina os dois, e juntos partem para a ensolarada ilha de Ibiza. Alucinações, drogas, amor livre e meditações fazem parte do dia a dia do casal. A trilha sonora foi composta integralmente pelo Pink Floyd.
O Pink Floyd por sua vez por pouco não terminou virando uma banda especializada em trilhas sonoras, dada a qualidade e o sucesso feito principalmente por Obscured by Clouds, mas também pela trilha de More. Que inclusive chamou muita a atenção de Michelangelo Antonioni e os caras não deixaram por menos, produzindo outra porrada – ops – banda sonora fantástica, para Zabriskie Point (1970). O que por sua vez levou Stanley Kubrick a querer a composição dos caras no grande clássico Laranja Mecânica. Reza a lenda que a suíte Atom Heart Mother (disco homônimo) faria parte do filme, mas foi vetado de última hora pelo Roger Waters.
More é a estreia de Schroeder na direção, com roteiro do próprio após alguns anos trabalhando com cineastas voltados a ideia de cinema de autor. E essa característica, apesar de ser incorreto encaixá-lo dentro da Novelle Vague, é amplamente notada em seu debut. O Pink Floyd por outro lado não era a essa altura um iniciante na produção de trilhas sonoras, pois já tinham feito um ano antes a trilha de The Committee (1968). E é possível afirmar que em seu próprio DNA musical já estava inscrito a facilidade em transformar temas da época em ideias sonoras. Na realidade, os temas tratados pelo filme já estavam, digamos, em desenvolvimento musical pela própria banda.
Depois que o mestre Roger Corman abriu alas com The Trip (1967) ainda no olho do furação flower power, o cinema passou a produzir obras sobre as questões desse importante momento histórico. More (1969) apesar de não entendido dessa forma deveria ser pensado como uma espécie de continuação de outro grande e aclamado clássico do mesmo ano: Easy Rider (1969).
Se é verdade que no filme de Dennis Hopper chegamos ao final com a morte das esperanças de uma juventude em busca de liberdade e da mudança nos costumes e nas ideias de toda uma sociedade. Barbet Schroeder propõe-nos uma continuação demonstrando o esfacelamento completo da ingenuidade hippie ao propor os personagens de Estelle Miller (Mimsy Farmer) e Stefan Bruckner (Klaus Grunberg). Lá havia a morte como destino, aqui existe a busca já não propriamente da liberdade, mas de alguma vitalidade, de outras experimentações capazes de sanar a eterna busca humana de sentido.
Livremente inspirado no mito de Ícaro, Schroeder vai justamente desenvolver essa ideia na medida em que junta um jovem Stefan, com algumas poucas características da juventude hippie e uma junkie novaiorquina, Estelle. O garoto está em busca de alguma coisa quente (sentido) e nos diz logo nas primeiras cenas: “Eu queria queimar todas as pontes, todas as fórmulas, e se eu me queimar, tudo bem também. Eu queria ser quente. Eu queria o sol, e eu fui atrás dele…”
Lembremos que esse filme vem a luz no ano seguinte ao Maio de 68 francês e certamente dialoga com todos os problemas levantados pela juventude francesa de então. O tema das drogas aparece na película de uma forma pioneira, não lembramos de cenas tão explicitas do uso de heroína até então. A fuga dos costumes e da sociedade para “paraísos naturais”, também está aqui em sua ambientação de todo o grande desenrolar do filme em Ibiza. Sexo livre, expansão da consciência, enfim, todo vocabulário conceitual daquele momento é encontrado aqui sendo reelaborado de modo a mostrar naquela altura o seu desenrolar.
E o tom pessimista que a trama vai adquirindo esta presente na capa da trilha sonora do Pink Floyd, a foto do Dom Quixote moderno, na visão apresentada pelo diretor, lutando contra os moinhos de vento da época. E obviamente a fabulosa trilha que a banda preparou acompanha de perto as ideias propostas pelo diretor, elaboradas com toda a maestria progressiva e versatilidade rítmica e instrumental que a banda vinha desenvolvendo. O disco é preenchido de belíssimas canções como a pesadíssima “The Nile Song” que em sua letra e intensidade evoca metaforicamente a força do rio africano a tomar o personagem de Stefan em seu primeiro encontro com Estelle. “I was standing by the Nile/ When I saw the lady smile/ I would take her out for a while/ For a while”. É o que sempre se diz quando da sedução daquele olhar doce e prestes a nos tragar em sua imensidão: “vai ser só por um tempo, só por um tempo“.
Poderíamos preencher laudas e mais laudas, mostrando como as canções compostas pela banda traduzem poética e musicalmente de forma perfeita o filme. Mas é preciso lembrar que um disco que tem Cymbaline, não é pra brincadeira, a música foi executada durante anos pela banda em seus shows, o que prova que não estamos diante de um trabalho menor ou de ocasião da banda.
Se você não viu o filme, pra sua felicidade encontramos o mesmo no youtube (vídeo acima) com legendas em português. Mas ele pode ser adquirido em alta definição em qualquer cine torrent da vida, assim como as legendas em português. Tive contato com o filme num release de baixa qualidade uns 10 anos atrás e assisti-lo em alta definição é realmente uma experiência muito boa.
O álbum "More" ficou em nono lugar no Reino Unido, e duas músicas do LP acabaram entrando em uma futura coletânea do grupo, "Cirrus Minor" e "The Nile Song", o álbum "Relics", lançado em 1971. "More" obteve boas vendas, servindo de estímulo para uma segunda parceria do grupo com Schroeder: "Le Vallée" (1972) dando origem ao álbum "Obscured by Clouds", de 1972. Boa audição!
Pink Floyd
Soundtrack From The Film "More" (1969) 2016
The stereo remastered album on heavyweight 180ɢ vinyl
Remastered from the original analogue tapes by Bernie Grundman, James Guthrie, Joel Plante
Side A
1. "Cirrus Minor" (Roger Waters) – 5:18
2. "The Nile Song" (Waters) – 3:26
3. "Crying Song" (Waters) – 3:33
4. "Up the Khyber" (Nick Mason, Richard Wright) – 2:12
David Gilmour retorna ao antigo anfiteatro em Pompéia 45 anos depois de tocar com Pink Floyd
David Gilmour realizou dois concertos memoráveis no Anfiteatro de Pompeia, nos dias 7 e 8 de julho do ano passado para um público de 2.600 pessoas. Um espetáculo audiovisual, com lasers, pirotecnia e uma enorme tela circular em que filmes especialmente criados complementam as canções hipnotizando a platéia, mas acima de tudo a música é surpreendente, performances impecáveis, de uma banda recheada de estrelas.
As apresentações renderam um lançamento oficial em DVD e Blu-Ray, previsto para o início de novembro, e estas gravações terão sua estreia mundial nos cinemas em 13 de setembro de 2017. O registro inclui destaques de ambos os shows, filmados em 4k pelo diretor Gavin Elder.
“O show inclui canções que abrangem toda a carreira solo de Gilmour, bem como muitos clássicos do Pink Floyd, destaque para ‘One Of These Days’, a única canção no show que também faz parte do concerto de 1971”, diz o comunicado oficial divulgado pela produção. “O espetáculo ao vivo também contou com ‘The Great Gig In The Sky’ do álbum ‘The Dark Side Of The Moon’, algo raro em seus shows."
Por enquanto não foram divulgadas informações sobre o show em cinemas brasileiros.
“Vegetable man”, canção inédita do Pink Floyd, foi lançada na BBC 6 Music nesta sexta-feira. Escrita em 1965 por Syd Barrett, que também a canta na gravação, ela foi gravada em 1967. Registros piratas circulavam entre os fãs há anos, mas só agora ela ganha um lançamento oficial, na caixa de 27 CDs “The early years: 1965-1972”, que chega às lojas no dia 11 de novembro.
A caixa reúne versões demo ou takes nunca lançados das músicas da banda, participações em programas de TV, sete horas de gravações ao vivo, entrevistas, três filmes, cerca de 20 inéditas, entre outras atrações. Tudo relativo ao período anterior ao estouro comercial de “Dark side of the moon”. Uma versão mais barata da caixa, reunindo parte do material em dois discos, será lançada no mesmo dia.
A gravadora japonesa Sigma nesta edição traz as gravações originais, a fita mestre sem nenhum processo de masterização com a melhor qualidade possível na obtenção dos CDs. O material em fitas demo surgiu a questão de dois anos surpreendendo a todos, principalmente nós que somos fãs, e foi divulgado na época aqui no blog com maiores detalhes. Boa audição!
Pink Floyd
Wish You Were Here / Animals Outtakes: The Original Cassette Tapes Transfer (Sigma 165)
Unissued Alternate Studio Recordings 1975 - 1976: Raw & Unprocessed Versions [Stereo soundboard]
Disc 1 (44:10) Wish You Were Here
1. Have A Cigar (partial)
2. Have A Cigar
3. Welcome To The Machine 4. Shine On You Crazy Diamond (Parts 1-8)
5. Welcome To The Machine
Disc 2 (48:23) Animals
1. Dogs (Part 1)
2. Synth/Click/Space
3. Dogs (Part 2)
4. Sheep Sound Effects, Synth/Click/Space 5. Sheep (Raving And Drooling)
“WISH YOU WERE HERE” and “ANIMALS”, what was happening in the studio sessions of the two albums. Witness to the scene, is the emergence of direct sucked master cassette the air. This time, Omoto cassette of the kind that had been used in the field of studio work was brought in its own route. This work, not remain entirely 1 sound it’s the two sets of studio album was transferred to CD.
A few years ago, it has appeared this two studio demo / outtakes collection, also still fresh in memory of shocked the world. Although there had been constructed and tightly aware of the finished product album, this work is completely different. Studio work is recorded vividly in, there is also a recording and repetition of things that do not form the body of the song, not even trimmed in order to those people is heard again. It was just “studio-recording leave the sound of”.
In, and say whether the idea phrases are arranged as in the memo, nor is why. Unfinished while also, the mix has been, from each song is said to be seen firmly …, also appear take that was very similar to its outstanding demonstration. The relationship between the current brought the master and its outstanding demo I do not know, but perhaps what this time of the cassette will be thought that it is the wound have been kind in the studio. Despite its outstanding demonstration and take of ghosting can not affirm, work stage, sound, there is a track the performance was similar too. On top of that, there is also plenty to sound or “between” not in its outstanding demonstration. Even more than its outstanding demo, do not see things that do not have enough. This also there is no excuse, but completely speculation, extracting only the part close to someone finished product album from this cassette, heart deprived up to solve it Tour of extended the lead or not was the world out as a demo by ……… such a mystery one of you be irretrievably.
In addition, also from the natural sound too vividly, “This is what source, the starting point” can be convinced. Demo title of until now is editing marks and equalizing marks were found, not like in this work. Very extremely You have caused a faint enter era feeling of 40 years ago to hiss, series of flow is too non-editing more than anything. Unlike its outstanding demonstration that had to resemble the official album, in Sonomanma the song order also had been sealed in the actual cassette, or vacant between Omoikkiri, the same part is also or repeated. The is trial and error in the studio is entirely reproduced. If one example, of the disk 2 “Dogs”. When played in was approaching the middle part is finished, while caught fragments and clicking sound of synth sound, become silent. In this “fragment” or “between” to speculation or hesitation, such as “Let’s either put something in here,” even stand the smell. It was best if there until the conversation of the members, but even if not, the phrase one one, one one of the sound, but rather the even silence me tell breathing feeling in the studio.
And I said honestly, this film is not a musical perfection of about demo / out TAKES until now. Rather, cassette happened the air in the studio on the scene, it is a maniac 2 Disc was revived from a cassette that would have also touched Roger and Gilmore. Masterpiece “WISH YOU WERE HERE” and what is happening in the studio the “ANIMALS” went birth, whether the member was wondering what. ‘re Stuck in this work, as originally not allowed be touch only to human beings, who was involved in the production “sound”, “breath”, “smell”.
People who devote a lifetime to Floyd research, of course, ancient documents I would like also to experience for those who want to peep the “that the studio”. To behind closed doors in London, to the site of that name record us, two sets to sneak softly. This weekend, we will deliver to you your hand.
O Pink Floyd antecipou o box The Early Years 1965 – 1972 com um novo clipe de “Green Is The Colour”, canção lançada originalmente na trilha sonora do filme More (1969), de Barbet Schroeder.
O novo vídeo da canção de 1969 intercala imagens da banda tocando no festival Pop Deux, em Saint-Tropez (França), com imagens atmosféricas de praias ou de nuvens no céu. O registro audiovisual do grupo se apresentando no evento francês, que aconteceu em oito de agosto de 1970, foi realizado por Nick Edwards. Já a direção do clipe ficou a cargo de Aubrey Powell, que pertenceu ao grupo de design gráfico Hipgnosis.
*INDIO (Califórnia) — Roger Waters deixou sua opinião sobre Donald Trump e Israel bem clara durante uma performance carregada de discursos políticos na noite deste domingo, que encerrou o primeiro fim de semana do festival Desert Trip. O cantor e compositor de 73 anos também denunciou a guerra e apoiou o movimento Black Lives Matter em seu show de 2h30min.
Waters atacou o candidato republicano à presidência americana com música e imagens. O rosto de Trump decorado com a palavra “Charade” (charada) apareceu no gigantesco telão sobre o palco enquanto Waters tocava “Pigs (Three different ones)”, do Pink Floyd. Depois, imagens do magnata com o capuz da Ku Klux Klan foram projetadas.
Porco inflável em protesto contra Donald Trump sobrevoa o Desert Trip durante show de Roger Waters
Enquanto isso, um enorme balão em formato de porco flutuava sobre o público. Ele tinha o rosto de Trump pintado na lateral com as palavras “porco ignorante, mentiroso, racista, sexista”. E, caso a mensagem ainda não estivesse clara o suficiente, letreiros gigantes iluminavam a tela com a mensagem “Trump é um porco”.
Waters deu sequência ao show com “Another brick the wall (Part II), em que 15 crianças subiram ao palco usando camisas em que se lia “Derriba el muro” (derruba o muro, em português).
Enquanto outras atrações do Desert Trip também mencionaram a eleição presidencial, Waters foi o único a levantar a discussão sobre o movimento Black Lives Matter em frente a uma plateia majoritariamente branca. Quando ele tocou “Us and them”, o telão mostrou cartazes de protestos. “O silêncio branco é violência”, dizia um. “Eu não acredito que ainda tenho que protestar contra isso”, criticava outro.
Waters disse ao público que tem trabalhado com soldados feridos em Washington e convidou um jovem veterano de guerra americano — que perdeu as pernas em batalha — para tocar guitarra com a banda em “Shine on you crazy diamond”.
“Trabalhar com esses homens têm sido uma das coisas mais gratificantes que eu fiz na minha vida”, disse Waters. Ele dedicou a música a todas as vítimas da guerra e da violência.
O set do músico contou ainda com músicas como “Time”, “Money”, “Wish you were here” e “Dark side of the moon”.
O ex-vocalista do Pink Floyd esperou até o fim de sua apresentação para declarar mais uma vez seu apoio ao movimento palestino BDS, que incentiva boicotes e sanções contra o governo de Israel.
“Estou mandando todo o meu mais sincero amor e apoio para todos aqueles jovens em campi de universidades na Califórnia que estão defendendo seus irmãos e irmãs na Palestina e apoiando o movimento BDS”, disse ele, “na esperança de que a gente possa encorajar o governo de Israel a encerrar a ocupação”.
Antes de encerrar o show com “Vera” e “Comfortably numb”, Waters disse ao público: “Foi uma grande honra e um grande prazer estar aqui e tocar para vocês nesta noite”.
Aquecendo o lançamento da coletânea "The Early Years: 1965 - 1972", o Pink Floyd deu mais um presente pros fãs nesta quinta-feira. A banda lançou uma versão remixada de "Childhood's End", faixa do disco "Obscured By Clouds", de 1972.
A nova remixagem foi feita por Andy Jackson e Damon Iddins agora em 2016. De quebra, a canção ganhou um clipe inédito que mostra cenas da banda e outros momentos em preto e branco. Confira acima:
A frase “membros de Pink Floyd se reúnem” soa como algo inusitado, já que faz tempo que estão separados.
Hoje, porém, a banda publicou uma mensagem dizendo que David Gilmour, Nick Mason e Roger Waters estão juntos, mas não pela música.
Os três defendem o grupo Women’s Boat To Gaza, em declaração que pode ser lida abaixo:
"O Pink Floyd se reúne para ficar ao lado de Women of the Gaza Freedom Flotilla"
David Gilmour, Nick Mason e Roger Waters estão juntos no apoio das Mulheres da Freedom Flotilla de Gaza, e deploram suas prisões ilegais e detenções em águas internacionais pela Força de Defesa Israelense.
Women’s Boat to Gaza
O grupo de mulheres se reuniu a partir de vários países diferentes e embarcou em um navio de Barcelona para Gaza, com o objetivo de chamar a atenção do mundo para barreiras navais de Israel na Faixa de Gaza que acontecem desde 2007.
A campanha faz parte da Freedom Flotilla Coalition, um “movimento solidário de pessoas feito de campanhas e iniciativas de todo mundo trabalhando em conjunto para encerrar o cerco em Gaza.”
A Marinha de Israel interceptou a embarcação essa semana e treze ativistas que estavam a bordo teriam sido presas, incluindo Mairead Maguire, da Irlanda do Norte, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz.
Roger Waters, realizou uma apresentação marcante para o público do México no último sábado (01). Com um show gratuito, realizado na Cidade do México, o baixista levou 200 mil pessoas para a Plaza de la Constitución, onde tocou diversos clássicos do Pink Floyd, assim como o fizera nos shows dos dias 28 e 29 de setembro, no estádio Foro Sol, também no México
O show contou com 26 músicas (abaixo o setlist) e você pode vê-lo na íntegra acima.
1. Speak to Me (Pink Floyd)
2. Breathe (Pink Floyd)
3. Set the Controls for the Heart of the Sun (Pink Floyd)
4. One of These Days (Pink Floyd)
5. Time (Pink Floyd)
6. Breathe (Reprise) (Pink Floyd)
7. The Great Gig in the Sky (Pink Floyd)
8. Money (Pink Floyd)
9. Us and Them (Pink Floyd)
10. Fearless (Pink Floyd)
11. You’ll Never Walk Alone (Gerry & The Pacemakers)
12. Shine On You Crazy Diamond (Parts I-V) (Pink Floyd)
O ator de Sherlock, Benedict Cumberbatch, juntou-se a David Gilmour, para cantar a música “Comfortably Numb” no palco do Royal Albert Hall, em Londres, na Inglaterra, durante show na noite da última quarta, 28.
Cumberbatch cantou de maneira falada, acentuando alguns versos com expressões teatrais. Entre os versos, ele ficou de pé modestamente, enquanto lasers e pirotecnias da guitarra de Gilmour piscavam em torno dele. Depois de cantar “That'll keep you going through the show/ Come on, it's time to go”, ele cedeu o palco ao dono da festa.
Gilmour está atualmente em meio a uma série de shows no Royal Albert Hall, em Londres, em divulgação do mais recente álbum dele, Rattle That Lock, lançado em 2015. Ele toca novamente no lendário teatro nesta quinta, 29, e sexta, 30.
O homem que dá a voz para uma das maiores bandas de todos os tempos comemora seus 73 anos nesta terça-feira (6), e quem teve o privilégio de assisti-lo recentemente, se impressiona com a vitalidade, esbanjando saúde e disposição incrível. Imagino que seja uma prova viva do que fazer o bem de maneira incansável representa ao espirito.
Waters nasceu em Surrey, uma cidadezinha no sudeste da Inglaterra. De lá, se mudou para Cambridge, onde conheceria as pessoas com quem construiu um fenômeno de rock eternizado com sucessos até hoje.
Seu grande amigo em Cambridge foi Syd Barret, com quem, no futuro, juntamente a Nick Mason e Richard Wright fundariam a banda Sigma 6, em 1965, que depois viria a se chamar Pink Floyd.
Roger Waters agora se prepara para dois shows na Cidade do México, nos dias 28 e 29 de setembro. No mês seguinte, embarca para California para mais cinco apresentações.
O baterista e co-fundador da exposição, Nick Mason, disse à Reuters que a mostra é um tributo à longevidade inesperada da banda.
"O fato é que ainda existimos e interessamos as pessoas mesmo após 50 anos, ainda mais numa indústria que foi vista como inteiramente efêmera por todos nós quando começamos", disse o músico.
Mason ainda brincou com o fato de que talvez o Pink Floyd não teria alcançado o sucesso se surgisse nos tempos atuais, era dos serviços de streaming e de um mercado competitivo.
"Acho que não conseguiríamos entrar nem no 'The X Factor'", afirmou ele.
Um porco rosa inflável do tamanho de um ônibus flutuou sobre o museu Victoria and Albert nesta quarta-feira em Londres, mas, ao contrário de um passeio infame sobre a estação de energia de Battersea em 1976, ele não se soltou e forçou o cancelamento de voos no aeroporto de Heathrow.
Um dos muitos emblemas do Pink Floyd reconhecidos mundialmente, assim como os prismas e os martelos cruzados, o suíno levantou voo para marcar o lançamento da "The Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains (A Exibição Pink Floyd: Seus Restos Mortais)", uma retrospectiva que o museu inaugura em maio próximo.
A data assinala os 50 anos passados desde que a banda lançou sua primeira música de trabalho, "Arnold Layne". O grupo conquistou uma enorme aclamação em todo o mundo e tem dois dos álbuns mais bem-sucedidos de todos os tempos, "Dark Side of the Moon" e "The Wall".
A exposição foi concebida para comemorar isso, além das conquistas do Pink Floyd nas artes gráficas, design, arquitetura, produções de palco, iluminação, cinema e fotografia.
Nick Mason, baterista e membro fundador, disse que a exibição é na verdade um hino à longevidade da banda.
"É o fato de que ainda existimos de certa forma, e parece que ainda interessamos as pessoas depois de 50 anos em uma indústria que foi vista como inteiramente efêmera por todos nós quando começamos", disse ele à Reuters no lançamento.
"Gosto de lembrar as pessoas que Ringo pensava que iria abrir uma rede de barbearias quando os Beatles chegaram ao fim... não acho que vimos quaisquer 50 anos à nossa frente quando começamos".
O museu está prometendo uma experiência de imersão quando a mostra abrir, com imagens inéditas de apresentações, um show de laser criado para o evento, novos projetos de palco, 350 objetos diferentes e ainda alguns itens da própria coleção do Victoria and Albert.
Será a terceira investida do V&A no mundo do rock – a entidade sediou uma exibição sobre David Bowie em 2013 que foi aclamada pela crítica e inaugura "You Say You Want a Revolution? Records and Rebels 1966-1970 (Você Diz Querer uma Revolução? Discos e Rebeldes entre 1966-1970, em inglês)" em setembro.
A data assinala os 50 anos passados desde que a banda lançou sua primeira música de trabalho, "Arnold Layne". O grupo conquistou uma enorme aclamação em todo o mundo e tem dois dos álbuns mais bem-sucedidos de todos os tempos, "Dark Side of the Moon" e "The Wall".
A exposição foi concebida para comemorar isso, além das conquistas do Pink Floyd nas artes gráficas, design, arquitetura, produções de palco, iluminação, cinema e fotografia.
Nick Mason, baterista e membro fundador, disse que a exibição é na verdade um hino à longevidade da banda.
"É o fato de que ainda existimos de certa forma, e parece que ainda interessamos as pessoas depois de 50 anos em uma indústria que foi vista como inteiramente efêmera por todos nós quando começamos", disse ele à Reuters no lançamento.
"Gosto de lembrar as pessoas que Ringo pensava que iria abrir uma rede de barbearias quando os Beatles chegaram ao fim... não acho que vimos quaisquer 50 anos à nossa frente quando começamos".
O museu está prometendo uma experiência de imersão quando a mostra abrir, com imagens inéditas de apresentações, um show de laser criado para o evento, novos projetos de palco, 350 objetos diferentes e ainda alguns itens da própria coleção do Victoria and Albert.
Será a terceira investida do V&A no mundo do rock – a entidade sediou uma exibição sobre David Bowie em 2013 que foi aclamada pela crítica e inaugura "You Say You Want a Revolution? Records and Rebels 1966-1970 (Você Diz Querer uma Revolução? Discos e Rebeldes entre 1966-1970, em inglês)" em setembro.
Pink Floyd vai relançar os discos Atom Heart Mother, Meddle e Obscured By Clouds em vinil no dia 26 de setembro, através da Pink Floyd Records em parceria com a Columbia.
Todos eles sairão em vinil 180 gramas e as embalagens serão réplicas das originais.
Os LPs são o mais recente passo na campanha de relançamentos do grupo britânico, que teve início há poucos meses com as reedições dos quatro primeiros álbuns: The Piper at the Gates of Dawn(1967), A Saucerful of Secrets (1968), a trilha-sonora More (1969) e o disco duplo Ummagumma(1969).
Atom Heart Mother, Meddle e Obscured By Clouds foram lançados, respectivamente, em 1970, 1971 e 1972, e capturam o Pink Floyd à beira do estrelato. Atom Heart Mother, o quinto disco da banda, notavelmente se tornou a primeira obra do Pink Floyd a chegar no primeiro lugar dos mais vendidos no Reino Unido.
Meddle – incursão mais experimental – também foi bem nas paradas, indicando a mudança de uma banda psicodélica para uma sonoridade mais progressiva. Obscured By Clouds foi originalmente gravado como trilha sonora para o filme francês La Vallee, e feito quando a banda havia começado a trabalhar no que viria a ser Dark Side of the Moon, de 1973.
Além dos relançamentos em vinil do começo dos anos 1970, o Pink Floyd vai levar de volta às lojas edições em vinil previamente feitas de The Wall e The Division Bell, a partir de 26 de agosto.
Como dito aqui no blog, em 11 de novembro, a banda também vai relançar uma imensa caixa com 27 discos, chamada The Early Years 1965 – 1972, que trará sobras de estúdio, demos, aparição em TV, sete horas de gravações de shows, 15 horas de vídeos (incluindo entrevistas, performances, filmes) e mais de 20 músicas inéditas.
O Pink Floyd anunciou detalhes de um box set luxuoso que compreende o material que a banda gravou em seus primeiros anos de carreira.
Intitulado “The Early Years 1965-1972”, a caixa virá com nada menos que 27 discos e 130 faixas, incluindo faixas inéditas, outtakes e demos. São mais de 12 horas de áudio e 15 horas de vídeo, que trará raras imagens de concertos e outras filmagens inéditas. A caixa também trará singles de sete polegadas, memorabilia, além de sete pacotes com livros individuais.
Um comunicado de imprensa afirma que o box set “vai dar aos colecionadores a oportunidade de ouvir a evolução da banda e testemunhar sua parte em revoluções culturais através de suas primeiras gravações e sessões de estúdio, todas antes do lançamento de ‘The Dark Side Of The Moon'”.
“The Early Years 1965-1972” será lançado em 11 de novembro. Veja a track-listing completa aqui
Uma versão mais enxuta da caixa, “The Early Years – CRE / ATION”, também será lançada em CD duplo no mesmo dia que o boxset. Confira o vídeo de divulgação abaixo, contêm trechos inéditos de imagens da época
Descrição:
Pink Floyd em 1967
VIC SINGH
O primeiro volume da caixa, ‘1965-1967 CAMBRIDGE ST/ATION’, cobre o período em que a banda foi liderada por Syd Barrett e contém as demos que antecederam o contrato com a EMI em 1967, os singles que não foram incluídos no primeiro álbum, “The Piper at the Gates of Dawn”, e a gravação de um concerto de 67 em Estocolmo. Refira-se a presença dos seis temas de 65 com o guitarrista Rado Klose que foram pela primeira vez editados num duplo single no dia 27 de novembro do ano passado, numa ação relâmpago para evitar que os seus direitos caíssem em domínio público antes da edição de “The Early Years”. O DVD/blu-ray contém, entre outros, filmagens de concertos no UFO em Londres.
O segundo volume, ‘1968 GERMIN/ATION’, cobre o período de transição com a saída de Syd Barrett e a entrada de David Gilmour. Destaque para uma sessão recentemente descoberta nos estúdios da Capitol Records em Los Angeles. Na parte audiovisual sobressai o promo clip restaurado de ‘Point Me at the Sky’.
O terceiro conjunto de discos, ‘1969 DRAMATIS/ATION’, é um dos mais importantes pois revela a produção ao vivo ‘The Man’ e ‘The Journey’, cujas canções acabaram divididas por “More” e “Ummagumma”. Teremos performances em Amesterdão e em Londres (BBC), e músicas da banda sonora de “More” que foram usadas no filme mas não incluídas no disco. O DVD/blu-ray revela 20 minutos de um ensaio de ‘The Man’/ ‘The Journey’ no Royal Festival Hall, que inclui ‘Afternoon’ (que iria ser ‘Biding My Time’), ‘The Beginning’ (‘Green Is The Colour’), ‘Cymbaline’, ‘Beset By Creatures of the Deep’ e ‘The End of the Beginning’ (a última parte de ‘A Saucerful of Secrets’) e uma versão de 11 minutos de ‘Interstellar Overdrive’ com Frank Zappa.
A versão em 2 CD, “The Early Years – CRE/ATION”
‘1970 DEVI/ATION’ dá um tratamento similar à música da banda que gravaram para “Zabriskie Point”/”Deserto de Almas”, de Michelangelo Antonioni. No mesmo ano, lançaram “Atom Heart Mother”, cuja primeira interpretação para a BBC com coro e orquestra é aqui publicada. O vídeo contém uma hora de concerto para o canal KQED de São Francisco e a cobertura pela TV francesa da sua participação no festival de St. Tropez.
Nos discos ‘1971 REVERBER/ATION’ estão as demos de ‘Echoes’, a sua mistura quadrafônica e imagens da performance que fizeram com o Ballet de Marselha de Roland Petit. Mais imagens da colaboração com o coreógrafo surgem no volume de 1970 e continuam em ‘1972 OBFUSC/ATION’, cujo principal atrativo é a primeira edição em CD do áudio de “Pink Floyd Live at Pompeii”, o documentário de Adrian Maben, incluindo a reunião das duas partes de Echoes’ que no filme estão separadas.
O sétimo volume é o bônus ‘CONTINU/ATION’ e tem no CD as primeiras BBC sessions, a música de “The Committee”, e a banda sonora que tocaram em direto em 1969 na BBC TV para acompanhar a ida à Lua da “Apollo 11”.
Material original Pink Floyd:
Pink Floyd The Early Years 1965-1972
The definitive Early Years box set, released 11th November 2016
+ original 4.0 Quad mixes / BBC sessions/live recordings
+ rare tracks including more than 20 previously unreleased
+ historic TV performances, live concerts and 3 feature films
+ Remixed 5.1 audio for 'Live At Pompeii' footage
+ collectable memorabilia
+100+ photos, most previously unseen
+ early singles + B sides on CD & vinyl
* 7 book-style packages, each with multiple discs. 6 are dedicated to a specific period and include related memorabilia and many unseen photos.
* Box bonus package includes collector's audio and video. Box includes bonus larger replica memorabilia (posters, flyers, etc.) plus 5 x reissued replica 7" singles, mastered from the original analogue tapes.
ALSO AVAILABLE ON 11TH NOVEMBER 2016:
+ 2-CD/Download/Streaming set - 'The Early Years - CRE/ATION 1967-1972’
* The 6 year-specific packages will be made available in early 2017. The bonus package and larger memorabilia is exclusive to this box set.
"Wider Horizons" é um documentário sobre David Gilmour produzido pela BBC em 2015, dirigido por Kieran Evans, que teve estréia mundial no dia 14 de Novembro pelo canal BBC Two e BBC Two HD.
O documentário que você confere acima, têm 72 minutos de duração, Gilmour fala sobre suas influências musicais, de como aprendeu a cantar e tocar guitarra, sobre o novo álbum e tour mundial. A equipe de filmagem capturou momentos da vida pessoal e profissional do músico.
Como fã do Pink Floyd desde sempre, posso dizer que ver esse documentário é como conhecer melhor um amigo de longa data. David parece estar mais a vontade no documentário do que em outras entrevistas sobre o Pink Floyd. O documentário nos dá a impressão de que ele vai continuar a fazer música e a gravar, passa a ideia de que David ainda tem muito a dizer com suas letras, e melodias... E tomara esteja de fato pretendendo... Pois não estamos prontos pra ouvir um último solo. Bom vídeo!