.

.
Mostrando postagens com marcador tributo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tributo. Mostrar todas as postagens

26/02/2020

David Gilmour, entre outras lendas, em show tributo a Peter Green do Fleetwood Mac. (Confira vídeos)


Albatross


Um show em tributo a Peter Green, guitarrista e cantor notável por ter sido um dos membros fundadores do Fleetwood Mac, foi realizado na última terça-feira de fevereiro (25). O evento aconteceu no London Palladium, em Londres, na Inglaterra.

O responsável pelo projeto chamado Mick Fleetwood & Friends Celebrate the Music of Peter Green and the Early Years of Fleetwood Mac é, naturalmente, Mick Fleetwood, e ele falou a respeito da ação para o Ultimate Classic Rock:

"O show é uma celebração dos primórdios da banda voltados ao blues, onde tudo começou. E é importante reconhecer o profundo impacto que Peter e as primeiras formações do Fleetwood Mac tiveram no mundo da música. Peter foi o meu maior mentor e eu fico muito feliz de prestar esse tributo ao seu talento incrível. Estou honrado por compartilhar o palco com alguns dos tantos artistas que Peter inspirou ao longo dos anos e que compartilham o meu grande respeito por esse músico marcante."

O encontro foi gravado em áudio e vídeo e será lançado em Vinil, CD e Blu-Ray, em uma caixa com um livro de fotos.

Ao lado de Mick Fleetwood, estiveram lendas de Aerosmith, Metallica, Oasis, Pink Floyd, ZZ Top, The Who e mais, como você pode ver no setlist abaixo.

  1. Rollin’ Man (Fleetwood Mac) (cantada por Rick Vito)
  2. Homework (Otis Rush cover) (cantada por Jonny Lang)
  3. Doctor Brown (Buster Brown cover) (com Billy Gibbons)
  4. All Your Love (I Miss Loving) (Otis Rush cover) (com John Mayall e Billy Gibbons)
  5. Rattlesnake Shake (Fleetwood Mac) (com Steven Tyler e Billy Gibbons)
  6. Stop Messin’ Around (Fleetwood Mac) (com Christine McVie e Steven Tyler)
  7. Looking for Somebody (Fleetwood Mac) (com Christine McVie)
  8. Sandy Mary (Fleetwood Mac) (cantada por Jonny Lang)
  9. Love That Burns (Fleetwood Mac) (cantada por Rick Vito)
  10. The World Keep on Turning (Fleetwood Mac) (com Noel Gallagher)
  11. Like Crying (Fleetwood Mac) (com Noel Gallagher)
  12. No Place to Go (Howlin’ Wolf cover) (com Noel Gallagher)
  13. Station Man (Fleetwood Mac) (com Pete Townshend)
  14. Man of the World (Fleetwood Mac) (com Neil Finn)
  15. Oh Well, Part 1 (Fleetwood Mac) (com Billy Gibbons & Steven Tyler)
  16. Oh Well, Part 2 (Fleetwood Mac) (com David Gilmour) (primeira vez ao vivo)
  17. Need Your Love So Bad (Little Willie John cover) (cantada por Jonny Lang)
  18. Black Magic Woman (Fleetwood Mac) (cantada por Rick Vito)
  19. The Sky Is Crying (Elmore James cover) (com Jeremy Spencer e Bill Wyman)
  20. I Can’t Hold Out (Elmore James cover) (com Jeremy Spencer e Bill Wyman)
  21. The Green Manalishi (With the Two Prong Crown) (Fleetwood Mac) (com Kirk Hammett e Billy Gibbons)
  22. Albatross (Fleetwood Mac) (com David Gilmour)
  23. Shake Your Moneymaker (Elmore James cover) (com todos menos David Gilmour, Noel Gallagher e Jeremy Spencer)


Oh Well, Part 2


02/06/2019

"Dreaming in Pink Floyd" de Stefan Kaiser, um álbum que vale a pena conferir





 Stefan Kaiser é um multi-instrumentista e compositor alemão, ele é o autor deste álbum surpreendente, "Dreaming In Pink Floyd", muito agradável de se ouvir, confira acima a obra completa. 


Abaixo matéria da Amarok Magazine:



Quatro crianças contemplando uma estrela no fundo da galáxia, esta é a premissa, pelo menos visualmente, quando observamos a capa do álbum de Stefan Kaiser intitulado "Dreaming In Pink Floyd". O sonho "acordado " destas quatro crianças pode parecer como uma metáfora em busca da Via Láctea. Em grande parte inspirado no universo espacial, focado numa espécie de sonho no lendário Pink Floyd, este álbum é uma jornada conceitual em torno da rica e evocativa música Floyd .

Muito pouca informação circula sobre o designer deste belo álbum, o que sabemos é que Stefan Kaiser é de origem alemã, é um multi-instrumentista que já trabalhou com um grupo da Alemanha desconhecido "Phanzegamblers", ele fez tudo neste projeto, incluindo os vocais e os gráficos da capa. Nove composições nele contidas, e o mínimo que podemos dizer é que elas representam uma espécie de homenagem ao Pink Floyd, porque mesmo as orquestrações são, na esteira de Alan Parsons, que há muito tem colaborado na produção dos álbuns do Pink Floyd. Encontramos aqui e ali, pequenas "chaves" das várias criações do Floyd, tanto em termos de música quanto no nível de efeitos sonoros esparsos. O trabalho Kaiser é sentido especialmente nos teclados, buscando refletir Richard Wright, igualmente as guitarras claramente inspiradas em Gilmour  não são deixados de fora, e mesmo a voz de Kaiser tenta entoar seguindo o estilo.

No entanto, não falo em "plágio", longe disso, porque as composições deste disco são particularmente originais, apesar de muito claramente influenciadas pelo Floyd. Em última análise, Stefan Kaiser assimila perfeitamente o espírito, lembrando a carreira do RPWL em seu início, num registo pode-se dizer até certo ponto semelhante. O talento do Pink Floyd permanece como fonte de infindáveis influências, e salta sem problema as gerações. "Dreaming In Pink Floyd" é uma prova tangível.


Stefan Kaiser – Dreaming in Pink Floyd (2018)
Tracklist:
01. the third eye
02. after the storm
03. prism part1
04. unique days
05. prism part2
06. big town in the sky
07. run to me
08. dark and distant shore
09. ghost in the machine

18/02/2016

Artistas regravam Wish You Were Here, do Pink Floyd, com orquestra sinfônica


Pink Floyd's Wish You Were Here Symphonic (CD)


Para celebrar o 40º aniversário do disco "Wish You Were Here", do Pink Floyd, grandes nomes da música internacional fizeram uma parceria com a London Orion Orchestra para regravar, do começo ao fim, um dos álbuns que mais marcou a história do rock mundial.

Entre os músicos de "Pink Floyd's Wish You Were Here Symphonic" estão nomes de peso como Rick Wakeman, Alice Cooper e dois membros do Australian Pink Floyd, além da já citada London Orion Orchestra sob a batuta de Peter Scholes. 

 A gravação foi realizada no Abbey Road Studios, onde o Pink Floyd gravou o álbum original há 40 anos. Além do repertório original, há ainda a faixa bônus "Eclipse", que saiu originalmente no disco "Dark Side of the Moon". A capa do novo álbum é inspirada nos projetos gráficos da banda original. Sem dúvidas, um presente e tanto para os fãs.




02/04/2014

Flaming Lips lança disco sincronizado com álbum clássico do Pink Floyd



O grupo The Flaming Lips divulgou, nesta semana, a íntegra de um álbum que pode ser tocado simultaneamente com o disco “The Dark Side of the Moon”, obra canônica do Pink Floyd. Intitulado “Flaming Side of the Moon”, o álbum também pode ser ouvido em sincronia com o filme “O Mágico de Oz “, do diretor Victor Fleming.

A versão física da obra tem a tiragem limitada em 100 cópias de vinis, “que serão distribuídas apenas entre amigos e familiares dos integrantes da banda”.

Confira o resultado:

Esta não é a primeira vez que Flaimg Lips presta homenagem ao "Pink Floyd". Em 2009, o Lips firmou parceria com a banda de rock experimental Stardeath and White Dwarfs e revistou o repertório do álbum "Dark Side". Desta mistura, que também contou com os cantores Peaches e Henry Rollins, nasceu o disco “The Flaming Lips and Stardeath and White Dwarfs with Henry Rollins and Peaches Doing The Dark Side of the Moon”.

08/11/2013

Noise for Syd - Ópera em memória ao gênio da psicodelia



icon / sonic tribute to Syd Barrett (Yuval Avital)

O grande "Richard Wright", quando recebeu a notícia de que "Syd" havia partido em 2006, comentou: "Syd foi a luz orientadora da banda quando tudo aconteceu, e deixa um legado que continua a inspirar". Sem dúvida uma luz seminal da psicodelia e do próprio progressivo. 

Yuval Avital, é músico, compositor, guitarrista, artista multimídia, surreal, e também responsável pela criação desta ópera, a qual ele comenta: "Noise for Syd, é dedicado à memória de 'Syd Barrett', é a minha homenagem a liberdade de som e de expressão, um tributo à uma época de fantasia, êxtase e criatividade."

Ele ainda acrescenta: "Syd Barrett, mais lembrado como o fundador do "Pink Floyd", foi uma figura de destaque no underground psicodélico de Londres na década de sessenta. Ele era um verdadeiro músico experimental, usando extensivamente feedbacks, distorções e dissonâncias em extremamente longos concertos da banda no clube UFO, muito antes de alcançar sua fama. A entrada para o "star system" da indústria da música, e a adição do uso pesado de drogas alucinógenas, esmagaram-no como um artista, e nos últimos 20 anos de sua vida, 'Barrett' escolheu viver em Cambridge num exílio do mundo musical."

"Noise for Syd" é descrito como um trabalho baseado no "conceito wagneriano de ópera total", (*Gesamtkunstwerk, que busca a integração inalcançável de todos os elementos em uma só obra), que atende a psicodelia em uma poesia de investigação dedicado à figura controversa de "Syd Barrett". Assim, o drama musical da ópera aspira a um estado imaginário, indiciado pelo vídeo, entre outros recursos sonoros e visuais, que melhor permite concretizar elementos simbólicos difíceis de transpor da obra para o palco. 


A obra iconográfica de Avital, "Noise for Syd", ao longo dos seus 77 minutos, não tem arranjos e ou citações de composições de Syd Barrett ou do Pink Floyd. No entanto, a pontuação psicodélica do artísta, um trabalho gráfico que mistura direções visionárias de palco, notação tradicional, imagens, desenhos, e citações icônicas - é um mapa de sinais, padrões, metáforas, sons, gestos, e símbolos que evocam aspectos íntimos, e histórico detalhado de "Syd": o desaparecimento precoce do cenário musical e o retiro em um auto-exílio de mais de 30 anos na casa de sua mãe em Cambridge, o mundo de alucinações em que Barrett foi perdido, o testemunho de seus companheiros de banda, sua família, e, acima de tudo, a ferida invocando lágrimas - como nas famosas canções: "Shine On You Crazy Diamond" e "Wish You Were Here" - animando uma longa lista de teorias e lendas sobre sua história que ainda hoje, quando questionado publicamente, conseguem provocar controvérsias.

Segundo a produção, "A obra é composta de sete quadros alegóricos em camadas paralelas, (confira descrição dos quadros: http://www.yuvalavital.com/noise-for-syd/), criados a partir de sons eletrônicos, gravações ao vivo, instrumentos clássicos e elétricos, objetos de arte, objetos sonoros analógicos, projeções, produções de vídeo e ação, e cuja fase varia desde a linguagem expressiva da dança clássica, até performances baseadas no conceito da artista sérvia Marina Abramovic (que recentemente em Nova York, no MoMA, ficou sentada, em silêncio, por mais de 700 horas, enquanto os visitantes da mostra revezavam-se em uma cadeira em frente à dela), a partir do modelo de Teatro Butoh (teatro japonês em forma de dança que mistura mímicas e expressão corporal onde bu = dança e toh = passo. Literalmente, dança compassada), para a “Dança-Teatro” contemporânea de Pina Bausch (A expressão "Dança-Teatro" ['Tanztheater', em alemão], tem como definição mais universal "a união genuína da dança com alguns elementos do teatro, criando uma nova e única forma de dança, na qual a maior referência é a realidade humana.")

syd

"Neste trabalho, o quadro não têm o formato extenso de uma 'ópera-rock', mas é uma experiência verdadeiramente multi-sensorial poética dedicada a 'Syd Barrett', fundador do 'Pink Floyd', sete anos depois de sua morte."

A estréia acontece no Aperto Festival em Reggio Emilia, Itália, em 13 de novembro. Os participantes são avisados ​​que o show contém "cenas de nudez, iluminação estroboscópica também por longos períodos, e música alta". Confira abaixo o preview: 

 

Noise for Syd - icon/sonic concert in memory of Syd Barrett
Yuval Avital - Composition, direction, video, electric guitar, noise effects Matteo Guarnaccia - slideshow, overhead projector, body painting Giovanni Cospito - electric bass & live-electronics Lorenzo Colombo - extended drum-set & percussions Paolo de Gaspari - bass-clarinet & ethnic reeds Riccardo Sinigaglia- MOOG, VCS, grand piano (to be played inside) Simone Beneventi - Noise objects, percussions Anna Kolesarova & Marta Mazzoleni - Dance Isabella Spinelli - Stage design & assistant director Paolo Latini - Light design with the artist Matteo Guarnaccia (visuals, stage design, projections, body painting).



Com o intuito de melhor exemplificar o trabalho deste artista, abaixo um vídeo de "OTOT", obra sinfônica definida pela imprensa como "o show mais surreal do ano" (Vanity Fair)," :


*Gesamtkunstwerk, ou em português, Obra de arte total, é um conceito estético oriundo do romantismo alemão do século XIX. Geralmente associado ao compositor alemão Richard Wagner, o termo refere-se à conjugação de música, teatro, canto, dança e artes plásticas, em uma única obra de arte. Wagner acreditava que, na antiga tragédia grega, esses elementos estavam unidos, mas, em algum momento, separaram-se. O compositor criticava o estado da ópera do seu tempo, em que toda ênfase era dada à música, em detrimento da qualidade do drama .

O termo é usado com freqüência, principalmente na Alemanha, para descrever qualquer integração de diferentes formas de expressão artística.

Na construção de seu teatro em Bayreuth, Wagner deu grande importância a elementos que proporcionassem ao público uma total imersão no mundo da ópera - como o escurecimento do teatro, efeitos sonoros, rebaixamento da orquestra e reposicionamento dos assentos para focar a atenção no palco. Esses conceitos foram revolucionários na época e hoje fazem parte da maioria das produções operísticas. (Wikipédia)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

David Gilmour


Por gentileza informe links quebrados - Please report broken links

Nome

E-mail *

Mensagem *