.

.
Mostrando postagens com marcador 1974. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1974. Mostrar todas as postagens

22/06/2014

Pink Floyd: Stairstep to Abandon - Bristol (1974) vinyl rip




Echoes

Não só era a estréia de novas canções, mas também as primeiras apresentações ao vivo da suite "Dark Side Of The Moon" na Inglaterra, quase dois anos depois de seu lançamento. A programação em 1974, foi ainda mais tranquila do que em 73 no roteiro de shows do "Pink Floyd". Foram algumas datas em Paris no verão, e uma curta viagem entre novembro e dezembro ao redor do Reino Unido. 

A pequena turnê terminou com duas noites em Bristol, dias 13, e 14 de dezembro. O último show ao vivo do ano é o que temos aqui, representado por este excelente vinil produzido em 1976, intitulado "Stairstep to Abandon". 

"Dark Side Of The Moon" é tocada na íntegra na segunda parte do show, enquanto uma longa e impressionante versão de "Echoes" é o único bis. Este raro vinil trás parte da suite em seu lado B, enquanto o épico mais famoso da banda, ocupa o lado A do álbum. Boa audição!


Time


Pink Floyd
"Stairstep to Abandon"
Colston Hall, Bristol, Somerset, 
England, December 14, 1974
(ZE Anonym Plattenspieler - ZAP 7874)  



Side 1: 
1. Echoes

Side 2: 
1. Breathe
2. On The Run
2. Time
3. Breathe (Reprise)
4. The Great Gig in the Sky



Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (90,82 MB)
FLAC
mediafire.side1 - (119,26 MB)
mediafire.side2 - (101,87 MB)

15/01/2014

Pink Floyd - Decline And Fall Of The British Empire (1974) Sigma 29 SBD


EX Soundboard


Pink Floyd se apresentou por 4 noites consecutivas no Empire Pool, em Wembley, Londres.  O evento se deu durante a turnê de inverno britânica, tendo início em 14 de novembro de 1974. "Dark Side Of The Moon" foi gravado e transmitido pela BBC. 

"Decline And Fall Of The British Empire" produzido pela Sigma (29), registra a última noite e obteve o melhor resultado de remasterização desde então. A qualidade do som é excelente, sendo claro e muito detalhado, podendo ser a melhor fonte de audiência de 1974.  A gravação é praticamente completa, exceto por um pequeno corte no início de "You Gotta Be Crazy". Como ao longo da turnê norte-americana de 1973, "Pink Floyd" conta mais uma vez com a presença Dick Parry no sax, bem como nos vocais de base com Venetta Fields e Carlena Williams .

"Raving And Drooling" é introduzida pela 1º vez abrindo o show. "Shine On You Crazy Diamond", que sempre  teve este privilégio durante toda a tour 74, agora é movida para o terceiro slot, permanecendo assim pelo resto da turnê. Uma decisão sábia, "Shine On" por sua extensão antecede ao 1º intervalo, e "Raving..." funciona de forma muito eficaz neste intento. Os shows de 1974 são notáveis por nos dar algumas das primeiras versões de "You Gotta Be Crazy" (a menos desenvolvida das faixas mais recentes na ocasião), e "Shine On You Crazy Diamond", que é executada como uma peça contínua, sem ser dividida. 

"Dark Side Of The Moon", é sem dúvida o que o público está esperando, e "Pink Floyd" à esta altura,  tinha realmente desenvolvido-o muito bem no cenário ao vivo desde seu lançamento oficial. No único bis, "Echoes", Dick Parry promove um arranjo e solos de saxofone um pouco diferentes do original e desempenha algumas melodias agradáveis nesta versão. Boa audição!






Pink Floyd
Decline and Fall of the British Empire (3CD)
Live at Empire Pool, Wembley, London, UK 
17th November 1974 - Sigma 29


Disc 1
1. Raving And Drooling 
2. You Gotta Be Crazy 
3. Shine On You Crazy Diamond

Disc 2
Dark Side Of The Moon
1. Speak To Me 
2. Breathe 
3. On The Run 
4. Time 
5. Breathe(Reprise) 
6. The Great Gig In The Sky
7. Money 
8. Us And Them 
9. Any Colour You Like 
10. Brain Damage 
11. Eclipse 

Disc 3
1. Audience 
2. Echoes



You Gotta Be Crazy
FLAC
mediafire.CD1.pt1 - (178,44 MB)
mediafire.CD1.pt2 - (108,90 MB)
mediafire.CD2.pt1 - (195,49 MB)
mediafire.CD2.pt2 - (102,45 MB)
mediafire.CD3 - (127,18 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 (123,76 MB)
mediafire.CD2 (128,13 MB)
mediafire.CD3 (57,18 MB)

12/09/2013

Documentário investiga "filme alucinógeno" que nunca foi feito


O cineasta chileno Alejandro Jodorowsky

Em 1974, o cineasta chileno Alejandro Jodorowsky começou a trabalhar numa adaptação do romance de ficção científica "Duna", com música do Pink Floyd, um elenco que incluía Mick Jagger e o objetivo de fazer o público experimentar alucinações sem o uso de drogas.

Return to tiff.'s home pageO filme nunca foi feito, mas "Jodorowsky's Dune", um documentário exibido na terça-feira (10) no Festival Internacional de Cinema de Toronto, argumenta que não se trata apenas de uma obra-prima perdida, mas de um marco na ficção científica, com reflexos na popular série "Alien".

O norte-americano Frank Pavich teve a ideia de fazer esse documentário ao ver uma lista dos grandes projetos cinematográficos nunca realizados

"É interessante pensar nesse mundo alternativo de filmes que poderiam ter sido", afirmou o documentarista. O caso de Jodorowsky foi escolhido, disse ele, "porque é o mais fantástico de todos, é de longe o maior".

Jodorowsky, hoje octogenário, conta no filme que decidiu rodar "Duna" mesmo sem ter lido o livro, apenas por ouvir referências de um amigo. O romance narra a épica batalha pelo controle de um planeta deserto que produz uma especiaria crucial para as viagens especiais.

Mas o cineasta não estava muito preocupado com a fidelidade ao original, pois via o filme principalmente como um veículo para ampliar consciências. "Eu queria criar um profeta para mudar as mentes jovens do mundo. 'Duna' seria a chegada de um deus artístico e cinemático", diz ele no documentário.



Seu mais recente trabalho:
LA DANZA DE LA REALIDAD d'Alexandro Jodorowsky



Sinopse:
Eu procurei desesperadamente por um caminho e um sentido para a vida. "Esta frase define perfeitamente o projeto biográfico Alexandro Jodorowsky: restaurar a incrível aventura e busca que era a sua vida.

O filme é um exercício de autobiografia imaginária. Nascido no Chile em 1929, na pequena cidade de Tocopilla, onde o filme foi rodado, Alejandro Jodorowsky foi confrontado com uma educação muito dura e violenta em família. Embora os fatos e os números sejam reais, é mais ficção do que realidade em um mundo poético onde o diretor reinventa sua família, incluindo seu pai, o caminho para a redenção, a reconciliação do homem e de sua infância.

Ele pinta um afresco onde exalta a existência além de qualquer medida, o potencial de ser, a fim de impulsionar os limites da imaginação e da razão, e aumentar a transformação do potencial de vida que está em nós.

03/09/2013

Genesis - The Lamb Lies Down On Broadway (1974) Japan Edition 2013





É um álbum conceitual sobre a história de um jovem porto-riquenho que, ao mudar-se para os Estados Unidos, assume a identidade de Rael e se alia a gangues de rua cometendo vários crimes até o momento em que sofre um acidente. A partir dai, Rael inicia uma viagem no plano metafísico em busca do irmão John (seu verdadeiro eu).

William Friedkin, cineasta americano, estava a procura de um roteirista para seu novo filme, de preferência um que ainda não tivesse contato com Hollywood. Foi então quando ele se interessou pelo trabalho lírico de Peter Gabriel junto ao Genesis e formalizou o convite ao letrista no momento em que a banda iniciara as gravações para o álbum duplo. Gabriel anunciou que ficaria meses fora ajudando Friedkin em sua produção. Porém, a banda foi contra sua partida e isso gerou um pressentimento de que a despedida de Gabriel era uma questão de tempo. Friedkin, não querendo ser o responsável pelo racha entre a banda, abriu mão da parceria, liberando Gabriel para retomar as gravações do álbum. Se antes a opinião de Gabriel era na maioria das vezes ouvida pelos outros membros, após esse incidente seu poder de influência foi reduzido, muito devido ao ressentimento da banda para com ele. Esse foi o principal fator que levou Gabriel a deixar o Genesis no final da turnê promocional do álbum. Boa audição!


Genesis
The Lamb Lies Down On Broadway (1974)
Label: Victor - *Japan Mini LP SHM 2CD -VJCP-98019/20 (2013)


Disc 1

1.The Lamb Lies Down on Broadway
2.Fly on a Windshield
3.Broadway Melody of 1974
4.Cuckoo Cocoon
5.In the Cage
6.The Grand Parade of Lifeless Packaging
7.Back in N.Y.C.
8.Hairless Heart
9.Counting out Time
10.Carpet Crawl
11.The Chamber of 32 Doors


Disc 2

1.Lilywhite Lilith
2.The Waiting Room
3.Anyway
4.Here Comes the Supernatural Anaesthetist
5.The Lamia
6.Silent Sorrow in Empty Boats
7.The Colony of Slippermen (Arrival / A Visit to the Doktor / Raven)
8.Ravine
9.The Light Dies Down on Broadway
10.Riding the Scree
11.In the Rapids
12.It



Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
uloz.to.CD1 - (126,89 MB)
uloz.to.CD - (101,33 MB)
ou
uploading.CD1 - (121,00 MB)
uploading.CD2 - (96,60 MB)
FLAC
uploading.CD1.pt1 - (196,82MB)
uploading.CD1.pt2 - (90,80 MB)
uploading.CD2.pt1 - (192,36 MB)
uploading.CD2.pt2 - (142,04 MB)
ou
uloz.to.CD1.pt1 - (206,39 MB)
uloz.to.CD1.pt2 - (95,22 MB)
uloz.to.CD2.pt1 - (201,70 MB)
uloz.to.CD2.pt2 - (148,94 MB)


Interpretação de: The Lamb Lies Down On Broadway

Rael (anagrama de Real), numa manhã de nevoeiro ao sair do Metrô (sai da terra) é capturado por uma estranha densa nuvem que avança sobre as ruas. Nesse momento um cordeiro (Cristo) desce sobre a cidade. É o momento da Revelação segundo o Apocalipse, profetizado em «Supper’s Ready».

No processo, Rael visualiza memórias da sua vida como num imenso palco, entrando numa nova realidade. Tudo lhe é mostrado como não tendo valor ("Fly on a Windshield" e "Broadway Melody of 1974"), mas sua viagem continuará, tal como na descida ao Duat (submundo). A iniciação de Rael começa. Há um regresso ao inicio da sua existência, ainda no útero de sua Mãe – Cuckoo Cocoon – processo essencial para a resolução completa da sua personalidade. Ele revê seu nascimento e o útero é visto como uma caverna (“In the Cage”). Já no exterior observa nossa realidade mundana: bebês (anjos) em camas com grades e “já sem asas”, como ele diz. Aí reconhece seu irmão gêmeo John, que nascera primeiro. A descida ao corpo completa-se no final da música: “down, down, down”.


A vida no mundo começa, mas como Rael vê tudo já de 'fora', este lhe é revelado como ele de fato é, neste final de ciclo decadente que é a Kali Yuga (Idade das Trevas): "The Grand Parade of Lifeless Packaging". Ou seja, O Grande Desfile das Coisas/Embalagens sem Vida, que somos nós e todo o resto, assim manipulados pelo mundo que criamos. Como num palco no final de um grande espetáculo que é este fim de ciclo, Rael teve a sorte de assistir na platéia ao que ele próprio ajudou a criar.

Mas o tempo - não linear para Rael - mostra-lhe a sua infância em NY. Recordação essencial para o processo que ocorre no personagem: são os tempos da sua profana iniciação sexual, a sua primeira descoberta do potencial supra-humano através da descoberta da primeira paixão e do sexo. É o tempo do coração sem Amor mas loucamente apaixonado. É também o tempo de se iludir, mostrando a sua virilidade por pertencer a um gang de NY. São as músicas "Back in NYC", "Hairless Heart" e "Counting Out Time".


Terminou o tempo de recordar o passado profano. A primeira prova de Rael aproxima-se mas antes de esta começar, lhe é dada a primeira chave. Ele vê, claramente, toda a sua consciência naquela que foi a sua primeira célula, ainda em espermatozoide (solar), antes de se fundir com a célula receptáculo (lunar) na sua Mãe. Rael, com toda a sua consciência ainda no pai, apercebe-se que tem que entrar para poder sair. É a realidade de termos que ir para dentro de nós mesmos para nos libertarmos, assim expressa em "Carpet Crawlers" pela necessidade de todas as células-semente residentes no pai terem que entrar na mãe para poderem sair para a Luz... Ele vê um grande corredor, que sobe em espiral. Ele se vê, à velocidade da luz, no seu DNA, que continua para além do físico, numa "staircase that spirals out of sight." - é Peter Gabriel invocando conceitos de Daniel Winter.

"The Chamber of 32 Doors". É a Árvore da Vida. São as 10 séfiras (O gráfico da Árvore da Vida é formado de 10 esferas ou séfiras) e os 22 caminhos. É o número cabalístico ao fim do qual se atinge o Grau Maior - o grau Solar - aquele que todas as árvores procuram alcançar na sua verticalidade, assim como tudo neste universo.


Rael, depois de sair do Pai há que voltar para ele. E como? Através da Mãe. A Mãe é "Lilywhite Lillith", uma mulher cega que lhe mostra entre o caos existente na “Câmara das 32 Portas” o caminho para o exterior desta, levando-o para a Luz, mas depressa escurece. Rael fica sozinho, sentado ao escuro enfrentando novamente seus medos, esperando (“The Waiting Room”), conformado (“Anyway”) por aquele que sabe que lhe vai infligir o golpe final, o seu herói: a Morte. Ele já vê seu corpo debaixo de terra, devolvido ao Universo.

Para que tal aconteça, três serpentes de aparência feminina (Lamias) limpam-no, degustando todas as suas impurezas e no fim, como se sempre o tivessem acompanhado, despedem-se saudosamente dele confessando terem amado-o desde o início. É assim que a primeira gota de sangue de Rael é ingerido por elas, as serpentes morrem, e Rael compreende que para viver há que comer os restos delas que ali ficam a flutuar. A luz é diminuída e o palco da iniciação - que continua - é de novo preparado e surge um novo cenário: "Silent Sorrow in Empty Boats".


O teste à Esperança de Rael continua. A solidão aumenta ainda mais e por fim, chega ao culminar do ritual. Vê aqueles que falharam mas que sempre pensaram que tinham conseguido. Aqueles que, apesar de iniciados, não percorreram o caminho pelos seus próprios pés e que viram o seu Ser estagnar e assumir em "The Colony of Slippermen" a forma mais hedionda que o Ser pode atingir: a daquele a quem lhe foram dadas todas as oportunidades mas que passou o tempo a 'escorregar', perdendo lutas atrás lutas contra o seu ego.

Rael, horrorizado com tais seres ali materializados, decide avançar e a morte do seu ego é simbolizada pelo mítico sacrifício por que todos os grandes heróis passaram: amputa o seu pênis (com tudo o que isso significa).


O pênis dentro de um tubo de ensaio é roubado das mãos de Rael por um corvo. Rael corre em perseguição ao corvo, mas seu irmão John decide não se arriscar e fica para trás, Rael está de novo sozinho.
O corvo passa por um túnel deixando cair o tubo dentro da água, (é a fecundação das águas, num novo Gênesis, após o Espírito – em ave - ter também as sobrevoado), logo após uma falésia. É um rio.

Rael acompanha o rio lá de cima, caminhando à beira do desfiladeiro. Subitamente, no céu, uma janela abre-se e revela-lhe a Broadway, já sem a luz de outrora, onde para se ser uma estrela os passos a dar eram outros. Nesse momento, para Rael, claro, tudo isso já não tem qualquer significado. Passado esse último teste de tentação, Rael entretanto vê que o seu irmão John está no fundo do desfiladeiro, sendo arrastado pela água (“Rapids”) que corre com imensa força e, sem hesitar, salta do precipício para o salvar. Rael, neste último ato de amor pelo próximo e de pura fraternidade, está prestes a demonstrar que é pela dádiva desinteressada que se alcança a Liberdade.


Rael estica o braço conseguindo alcançar John e são dramaticamente arrastados pelos rápidos quase se afogando e, após um imenso esforço num local onde já estavam a salvo em águas calmas, se dá o clímax da história, Rael olha para John e não vê seu irmão, mas sim a si próprio!

O momento do choque corresponde à elevação última e exponencial da sua consciência. É a transição espetacular da música "In The Rapids" para "It". O "It" é a realização total do ser que agora já não é Rael mas sim verdadeiramente Real. O Todo é compreendido pela expressão "It". Não há distinção entre as coisas. A Matriz, tal como no filme Matrix, fica compreendida. Rael foi o escolhido, tal como o Neo, o "Novo".


It (Isto)

Quando isto está frio, isto vem lento
Isto está morno, apenas veja isto crescer
-Tudo ao meu redor
Isto é aqui. Isto é agora

Apenas um pouquinho disto pode colocá-lo pra cima ou pra baixo
Como a ceia isto está cozinhando em sua cidade natal
Isto é galinha, Isto são ovos
Isto está entre suas pernas
Isto está caminhando na lua
Deixando seu casulo

Isto é o quebra-cabeça. Isto é névoa purpúrea.
Isto nunca para em um lugar, mas isto não é uma fase passageira
Isto está na única barra, à distância da face
Isto está entre as jaulas, isto sempre está em um espaço
Isto está aqui. Isto é agora

Qualquer pedra pode ser feita rolar
Se você tem bastante disto para pagar a taxa
Isto não tem nenhum lar em palavras ou meta
Nem mesmo em seu buraco favorito
Isto é a esperança para o narcótico
Quando você monta o cavalo sem um casco
Isto é agitado, não estimulado
Coquetéis no telhado

Quando você come bem através disto você vê todas as coisas vivas
Isto está dentro do espírito, com bastante caráter para sobreviver
Se você acha que isto é pretensioso, você foi passado pra trás
Olhe no espelho, antes de você escolher decidir
Isto é aqui. Isto é agora
Isto é real. Isto é Rael

Porque isto é apenas batido e conhecido, mas eu gosto disto.

*Superb SHM-CD (Super High Material CD) developed by JVC and Universal Music Japan. Polycarbonate plastic with improved transparency is used for the disc surface for enhanced audio, offering superior sound quality compared to US or European pressings. Listening to this is a phenomenal experience, as if you are in the studio with the musicians. The Item is complete with OBI and all inserts, quality pressing, and top notch printing for cover and liner notes. Release Date: 24/04/2013, Label: Victor, Lyrics: English

19/07/2013

Live - Live (1974) Garden Of Delights - 2006



Dreaming

A banda Live é outra daquelas preciosidades obscuras do rock progressivo, cujo instrumental excepcional surpreende, e encanta na primeira audição. Longos, pesados e melódicos desenvolvimentos de Hammond, uma base consistente, belíssimos solos de guitarra e também de flauta. Art-rock harmonioso, como a nata do Krautrock preceitua.

Foi fundada em 1971, em Unna, Alemanha, por Norbert Aufmhof. O guitarrista Knaden Martin, esteve com a banda até 1972, indo para o conceituado grupo Curly Curve. Gerd Klein (até então com o lendário baixista de jazz Arnold Fishkin), entra em seu lugar. A alta qualidade técnica quarteto foi logo reconhecida, e Live, que se apresentava inicialmente em clubes, passou a participar de importantes festivais.  Em 1974, eles lançaram um single, e gravaram em um estúdio em Wedesbüttel cinco músicas em um LP que, no entanto, não saiu na época. Só em 1995, foi finalmente lançado, e em uma edição de apenas 500 LPs extremamente raros.

Norbert Aufmhof tem com o seu arsenal de teclados e sua flauta do melhor prog sinfônico, o lado mais melódico, e perfeitamente sincronizado com Gerd Klein e sua guitarra jazzy, tornado o processo uma refrescante e harmoniosa troca, ou solos. O baixista Gerd Schmidt também altamente melódico e tecnicamente impressionante é excelente, enquanto Jürgen se não é o mais talentoso baterista, é capaz de tocar ritmos complexos dando conta tranquilamente da tarefa. 

A banda começa com uma interpretação instrumental da suíte Peer Gynt, de Grieg. Uma leitura muito gratificante do clássico de Grieg, dominado pelas melodias e reprodução virtuosa do Hammond de Aufmhof. O resto do álbum é na mesma veia musical e alguns vocais despretensiosos, ainda assim o som das vozes é melódico, e se encaixam bem com a musicalidade da banda. 

A faixa bônus denominada "Jazz" ao vivo no Vestlandhalle Recklinghausen em 1971, é algo como um jazz-rock seminal. A canção foi gravada ainda com Martin Knaden como guitarrista.

A banda teve idéias muito boas. As músicas são de alta qualidade, um verdadeiro achado. Boa audição!


Peer Gynt



Live
Live (1974)
Garden Of Delights (CD 124)
Krautrock
2006

Tracks


1 Peer Gynt 7:07
2 Carol 5:17
3 Fly Like A Bird 5:29
4 It Was Nice 5:06
5 Dreaming 7:54
6 Land Of The Blind 7:15
7 Unknown Soldier 7:31
- Bonus-Track:
8 Jazz 14:37


Live is:

Norbert Aufmhof - organ, flute
Gerd Klein - guitar, vocals
Gerd Schmidt - bass
Klaus-Jürgen Schimmel - drums





Jazz

mediafire (177,31 MB)
FLAC
mediafire.pt1 - (183,66 MB)
mediafire.pt2 - (138,48 MB)

01/03/2013

ELP - Brain Salad Sugery - Tour & Studio (73/74) SHM-CD Japan 2010


pic



"Welcome Back My Friends to the Show That Never Ends... Ladies and Gentlemen" Com essa chamada entrava no palco o trio mais sinfônico da história do rock progressivo. Sua história começa no fim dos anos 60, quando "Keith Emerson", tecladista do quarteto "The Nice", percebeu as imensas possibilidades de um power trio baseado em teclados, após o guitarrista "David O’List" deixar a banda. Ao desfazer o grupo, "Keith" entendeu por em prática convidando "Greg Lake", então baixista e vocalista do "King Crimson" – que conhecera numa jam session no "Filmore West" em San Francisco, e juntos começaram a procurar um baterista que se encaixa-se dentro do perfil almejado. Um fato curioso, foi que nesta época existiam fortes rumores quanto a possibilidade do maior guitarrista de todos os tempos, "Jimi Hendrix", juntar-se ao dois, (isso antes de conhecerem "Carl Palmer"). Provavelmente os rumores decorreram a partir de quando se soube que "Greg" havia conversado com seu amigo e baterista "Mitch Mitchell", que naquele momento estava disponível.

Após todos estes anos, recentemente em entrevista à Classic Rock, ainda no ano passado, "Greg Lake" decidiu esclarecer a verdade por trás destes rumores envolvendo "Jimi Hendrix" com o "Emerson Lake & Palmer", quando até já se especulava que a banda seria então chamada HELP.

Nesta época Lake já era uma atração no cenário do rock, sua presença se fez conhecida como vocalista e baixista nos dois primeiros álbuns do "King Crimson" - 1969, "In The Court Of A King Crimson" e "In The Wake Of Poseidon" de 1970, que já na ocasião eram reconhecidos como algo fenomenal.

"Greg" comentou a cerca de uma possível união musical que nunca se materializou entre ele e "Hendrix": "Jimi costumavam vir e assistir 'King Crimson' tocar", Lake continua: "Quando Keith (Emerson) e eu ficamos juntos, fomos à procura de um baterista. A primeira pessoa com quem eu conversei foi "Mitch Mitchell" foi porque o "Experience" ("The Jimi Hendrix Experience"), havia terminado recentemente e "Jimi" estava numa turnê ("Band of Gypsies"). "Mitch" estava disponível naquele momento, e me disse que talvez nós devêssemos começar com "Jimi", juntos. Ele vai encerrar sua turnê em poucas semanas, e nós podemos ficar juntos e talvez nós quatro possamos tocar. Eu disse, 'justo', e é assim que a conversa se encerrou."


"Alguns dias depois", comenta "Lake", "nós recebemos um telefonema de Roger Stigwood (Gerente do "Cream" e do "Bee Gees"), que disse: "Olha, eu tenho o baterista perfeito para você. Um cara chamado "Carl Palmer" do "Atomic Rooster" (banda de rock progressivo britânica formada pelos ex-integrantes da banda de Arthur Brown "Crazy World of Arthur Brown"). Então nós tocamos juntos, e instantaneamente ficou óbvio que a química era perfeita. Essa era a banda que estávamos procurando. E assim o foi realmente. Pouco tempo depois, lamentavelmente "Jimi" foi encontrado morto em um apartamento em Londres. A imprensa tem um baú de histórias sobre a possibilidade de tocar com "Hendrix", e especulou-se que o grupo seria chamado HELP. Mas, infelizmente, foi apenas um boato."

No final de 1973, o álbum "Brain Salad Surgery" foi lançado, se tornando o álbum de estúdio mais famoso da banda. As letras foram parcialmente escritas por "Peter Sinfield", que foi o criador do conceito "King Crimson", e único letrista em seus primeiros quatro álbuns. As subsequentes turnês mundiais foram documentadas nesta gravação ao vivo tripla, intitulada "Welcome Back My Friends to the Show That Never Ends... Ladies and Gentlemen".

A faixa mais conhecida é "Karn Evil 9 - 1st Impression, Part 2" (famosa pelo bordão Welcome back my friends...). "Karn Evil 9" como um todo teve que ser originalmente dividida nos lados A e B do álbum. O CD estadunidense também dividia a faixa, mas os lançamentos mais recentes em CD (como neste caso), apresentavam a obra em uma só faixa. Além disso, esta edição é o melhor resultado a nível de audição disponível, graças a excelente remasterização (talento japonês incomparável), feita pela Victor (JVC). Também foram incluídas faixas bônus.

Na faixa instrumental "Toccata", baseada no primeiro concerto para piano de Alberto Ginastera, efeitos especiais de sintetizador foram produzidos não por "Keith Emerson" mas por "Carl Palmer", usando a técnica recém desenvolvida de sintetizadores de bateria. Ginastera aparentemente não ligou para a utilização de sua obra pela banda, nem cobrou seus direitos autorais. Pelo contrário, o compositor gostou da nova versão. A capa do álbum foi desenhada por H. R. Giger.

Este registro reúne um repertório equivalente ao de uma apresentação completa da banda, porém sem informar onde e quando, apenas que o material é oriundo da tour mundial entre 1973/74. "Welcome Back,..." chegou as lojas em agosto de 1974, atingindo a 4ª posição nos EUA, a melhor marca na história do "ELP".

O repertório inclui desde o álbum de estréia "Emerson, Lake & Palmer" (1970) até o principal. "Brian ...". A única exceção é "Pictures at an Exhibition" de onde nada foi incluído. Incluem-se 2 suítes: "Tarkus" do álbum "Tarkus" (1971) e "Karn Evil 9".

Em respeito a performance, "ELP" ofereceu uma frenética apresentação em aproximadamente 2 horas, mesclando requinte, habilidade, momentos de rara beleza, e em sua maioria, virtuosos ritmos alucinantes. Interpretando desde as famosas baladas de "Greg Lake", "Still... You Turn Me On", "Take A Pebble" e "Lucky Man", passando pelos épicos já citados, e é claro as improvisações geniais de "Keith Emerson" em perfeita sincronia com solos complexos, absurdamente rápidos, e extremamente técnicos de "Carl Palmer". "Tarkus" sempre foi minha preferida no repertório da banda, neste caso ao vivo, uma performance genial, brilhante, além de tudo, "Greg" canta um trecho de "Epitaph", emocionando a platéia, e apesar de não estando presente, ao ouvir é contagiante, parece-se estar lá. O álbum também revela o lado guitarrista de "Greg Lake". Vale lembrar que a proposta do ELP, era de um trio formado por teclados, bateria, baixo e voz.

Em estúdio algumas partes de guitarra, como o solo de "Karn Evil 9 (3rd Impression)", eram feitos por "Greg Lake". Ao vivo, "Lake" assumia a guitarra num espaço de tempo entre as partes enquanto "Keith Emerson" e ou o baterista "Carl Palmer" promoviam uma espécie de ponte, assim "Greg" trocava o baixo pela a guitarra, e "Keith Emerson" assumia o baixo, utilizando as pedaleiras de seu órgão Hammond, comandando os tons graves com sua mão esquerda, num sincronismo que mantinha a platéia com a respiração presa até o retorno de "Lake". Concluindo, "Welcome Back,..." mostra com exatidão a fase mais promissora do "ELP", em um registro ao vivo lendário, "obrigatório", por assim dizer, aos fãs do rock progressivo sinfônico. Boa audição!







Emerson, Lake & Palmer
Welcome Back My Friends To The Show That Never Ends (Live)
Brain Salad Surgery (Studio)
73/74 - (2010)


CD 1

1. Hoedown (Taken From Rodeo)
2. Jerusalem
3. Toccata (An Adaptation Of Ginastera's 1st Piano Concerto, 4th Movement)
4. Tarkus
a. Eruption
b. Stones Of Years
c. Iconoclast
d. Mass
e. Manticore
f. Battlefield (Including Epitaph)
g. Aquatarkus
5. Take A Pebble (Including Still... You Turn Me On And Lucky Man)

CD 2

1. Piano Improvisations (Including Friedrich Gulda's 'Fugue' And Joe Sullivan's 'Little Rock Getaway')
2. Take A Pebble (Conclusion)
3. Jeremy Bender / The Sheriff (Medley)
4. Karn Evil 9
a. 1st Impression (Includes Percussion Solo)
b. 2nd Impression
c. 3rd Impression
Bonus Tracks
5. Still... You Turn Me On (Live At Anaheim 1973/1974)
6. Lucky Man (Live At Anaheim 1973/1974)






Karn Evil 9: 3rd Impression
(lyrics by Peter Sinfield)

Terceira impressão

Homem solitário; nasceu da pedra
Marcará a poeira do tempo
Suas mãos acenderão a chama da sua alma
Lançará uma corda para uma árvore e suspenderá o universo
Até o vento da alegria soprar frio

Medo que zumbi nas orelhas dos homens
E trazeiros dos repugnantes chefes
Medo..........morte..........no vento.......

Homem de aço, reza e ajoelha
Com fervor esta ardendo a tocha
Golpeado na face da noite
Atrai uma lâmina de compaixão
Beijada por incontáveis reis
Cujas trombetas incrustadas de jóias cegam sua visão

Paredes que o homem não pensou que cairiam
Os altares dos justos
Esmagados..........poeira........no vento

Homem não se renda a quem voa em minha nave
Perigo!
Deixe o computador do comando falar
Estranho!
Carregue seu programa. eu sou você

Sem racks de computador em meu caminho
Somente sangue pode acalmar minha dor
Guardiões da nova e clara madrugada
Deixam os mapas da guerra serem desenhados

Alegre-se! a glória é nossa!
Nossos jovens homens não tem morrido em vão
Suas sepulturas não precisam de flores
As fitas tem seus nomes gravados

Eu sou tudo que existe
Negativo! primitivo! limitado! eu te deixo viver!
Mas eu te dei vida
O que você poderia fazer?
Fazer o que era direito
Eu sou perfeito! e você?



*Definição

(1st Impression - Part 1)
"Karn Evil" é um trocadilho com a palavra "Carnival". O nove foi um número escolhido aleatoriamente, um número automático que soa bem*. A suite de quase 30 minutos conta sobre um mundo futurista em que a sociedade é inteiramente apegada aos computadores. Todo o mal da antiga sociedade foi extinto e sua decadência é reproduzida através de desfiles de carnaval. 

Na primeira impressão (parte 1), o ser do futuro descobre através da brisa do passado como era a humanidade antigamente. Ele vê crianças sentindo frio, refugiados vivendo na miséria, homens traidores e sem compaixão. Ele pega esses elementos (inexistentes em seu mundo) e reproduz um animado carnaval. Ele pede que todos entrem e divirtam-se com os eventos. Uma das atrações inclui tirar Jesus de uma cartola.

(1st Impression - Part 2) 
O festival continua com a chamada "Welcome back my friends to the show that never ends" (frase usada como título do álbum ao vivo gravado no ano seguinte e também por locutores esportivos). Nessa parte há atrações como a rainha egípcia sendo levada à guilhotina e a exibição da vista das "sete virgens e uma mula".

(2nd Impression)
A segunda impressão é instrumental e interpreta o carnaval. Ao longo da faixa é ouvida a voz de uma criança "Daddy, let's go see the carnival!". Na realidade é voz de Keith Emerson alterada.

(3rd Impression)
A terceira impressão retrata os humanos como seres inferiores aos computadores criados por eles mesmos. Os humanos, fonte de todo o mal, nasceram da pedra (karn evil) e se firmaram como seres primitivos e limitados se comparados aos computadores. No final da música há um diálogo entre um humano e um computador, cuja última fala é a tese argumentativa do computador: "Eu sou perfeito, você é?".

*Interpretação - progresenhas.blogspot.com.br


Live
 Mp3 320 Kbps
uploading.CD1 (108,10 MB)
uploading.CD2 (155,90 MB)
ou
mediafire.CD1 (108,10 MB)
mediafire.CD2 (155,90 MB)
FLAC
uploading.CD1 (352,40 MB)
uploading.CD2 (408,00 MB)

Studio
Mp3
mediafire (130,40 MB)
FLAC
ulozto (444,70 MB)

26/11/2012

Pink Floyd - Immersion At Wembley - 1974 (2011)



O lendário episódio dos concertos de Wembley no Empire Pool em Londres nos dias 15 e 16 de novembro 1974. O responsável pelo excelente processo de tratamento do registro destes concertos é Andy Jackson, engenheiro de gravação indicado ao Grammy, cujo o relacionamento com "Pink Floyd" já vêm de longa data, desde a década de 80. Com o grupo ele projetou "A Momentary Lapse of Reason", "The Division Bell", sendo ainda co-engenheiro na produção "The Final Cut" com James Guthrie, e também, o engenheiro de som durante a turnê "The Division Bell" em 1994. Além disso, projetos de obras solo dos músicos. Com "Roger Waters", o álbum "The Pros and Cons of Hitchhiking", e com "David Gilmour", os álbuns "About Face" de 1984, e "On an Island" de 2006.

Andy Jackson, Pink Floyd engenheiro Mais recentemente, ele foi responsável pela mixagem e masterização de áudio de grande parte do material bônus em "The Dark Side of the Moon" e em "Wish You Were Here". Neste caso às 13 faixas ao vivo em Wembley, onde buscando obter o melhor resultado possível, mesclou os dois shows (15/16), extraindo o melhor de cada um. Abaixo se segue uma entrevista promovida pela Super Deluxe Edition, (site especializado em cobrir edições de alta qualidade), onde o engenheiro Andy Jackson fala sobre os desafios da masterização e mixagem do "Pink Floyd live at Wembley 1974". Boa audição!


 You have spoken about the ‘missing’ kick drum on the live Wembley recording of The Dark Side of the Moon. Apart from fixing that, what was the biggest challenge in terms of getting this audio recording into shape for inclusion on the Immersion box?

Andy Jackson: Spill was a major problem. There was a lot of everything on the vocals, but this is only to be expected with a gig recording. What was not expected was the amount of guitar on the drums, and most problematically, the bass and keyboard stacks were right next to each other and the spill between them was dreadful. On the final mix you can hear it on the bass, the imaging is rather vague. It should be in the middle, but gets pulled over to the right where I’d placed Rick’s keyboards. It actually wanders around a bit, the louder I had the keyboards, the more it drifts right.

SDE: Drums apart, were any bits of new performance ‘flown in’ to this live recording at any point to correct a mistake, for instance?

AJ: We used two different nights recording for the album. Essentially it splits as ‘side one’ and ‘side two’, we switch nights at Money. I did occasionally use bits & pieces from the other night for fixes, vocals mostly. If you accept that in order to make a compelling record, it needs to be free from things that will break the spell too much, and a sour note would do. With current technology we can re-pitch things, but the spill problem meant that if we did, you’d hear the re-pitched spill on the vocal, and that spill would be out of tune. Consequently, it was better to use the other night as an insert. The only addition was on the intro of Time where we added in the heartbeat. They hadn’t played it on the night, and it is so much part of the fundamental rhythm I thought it was a liberty that was justified. I mixed it quite a bit quieter than the balance on the original album, enough to do the job but not drawing attention to itself.

SDE: The concert in the box is actually from two nights – could you be more specific in terms of which songs were from which nights?

AJ: Side one was from the 16th [November 1974], side two the 15th.

SDE: The “early mix” on disc 6 of The Dark Side of the MoonImmersion box is a fascinating listen. Is this mix presented exactly as it was when the band took it home over Christmas 1972? i.e. have any tweaks or enhancements been applied?

AJ: Only a pass for mastering. Played the original 1/4″ tapes into my workstation via my mastering equaliser, giving it a tweak on the way. This is normal procedure for any record. Otherwise it’s exactly the same.

SDE: In your opinion is the hi-res Blu-ray stereo / 5.1 2011 remaster of The Dark Side of the Moon now the definitive audiophile version of the album? Is there any reason to hold on to the 2003 SACD?

AJ: Hi-def PCM & DSD sound different, you pays your money you takes your choice on that, I like DSD, very analogue sounding. I believe that the BD is not new mastering, it is derived from the same source as the SACD [this is the case].

SDE: What has been your favourite or most satisfying aspect of working on the audio for the Immersion Box release of The Dark Side of the Moon

AJ: Oddly I’m going to say it was the early versions of Sheep and Dogs that are on Wish You Were Here [Immersion and Experience editions], not The Dark Side of the Moon. I loved seeing the writing process of those revealed. The best single moment was finding the tape that gives us the Easter Egg of Roger the Hat [Pink Floyd roadie whose spoken voice is heard on On The Run]. I’d hoped that the tapes of the interviews would turn up, but it seems to be gone. Fortunately Nick had taken a copy of Roger the Hat’s one at the time, as it is so funny.




Pink Floyd

The Dark Side Of The Moon
Live at The Empire Pool,
Wembley, London - 1974
Digital Remaster - 2011
EMI Records
Pink Floyd Music Ltda.

Tracklist:

01. Speak To Me
02. Breathe (In The Air)
03. On The Run
04. Time
05. The Great Gig In The Sky
06. Money
07. Us And Them
08. Any Colour You Like
09. Brain Damage
10. Eclipse 



uloz.to (119.64 MB / 320 Kbps - 48 kHz)
multiupload (119.64 MB / 320 Kbps - 48 kHz)

29/06/2012

Pink Floyd: "Creative Intelligence" - Sigma 19 - Manchester (1974)




Money

Sigma trás desta feita a gravação da primeira de 4 noites no Palace Theatre, em Manchester, 09 de dezembro, a 17º da tour de 1974, quando "Pink Floyd" está tocando com mais química e confiança. Ouvindo os vídeos neste post, você pode perceber que o som é claro e equilibrado, todos os instrumentos, vocais e efeitos de som com qualidade satisfatória; segundo informe, a captura se deu à pequena a distância do palco. Musicalmente, o conjunto é completo, inclusive tune-ups e introduções. A platéia se mostra atenta e sensibilizada por toda a apresentação, há uma boa quantidade de brincadeiras do público britânico durante as passagens, mas perturbador acontece durantes as performances de fato.

O setlist da turnê inteira consistiu-se do mesmo material, à única exceção de "Shine On You Crazy Diamond" que abriu as sete primeiras datas da turnê, sendo executada ao final da primeira etapa nas apresentações subsequentes (de Wembley em diante).

O desempenho completo de "Dark Side Of The Moon" pode ser considerado um dos destaques deste show com várias passagens interessantes, "On The Run" , por ter sido realizado em um ritmo mais intenso, os vocais de Gilmour em "Time" são excelentes, bem como logo a seguir, as vocais de base "Venetta Fields" e "Carlena Williams" em “Great Gig In The Sky”, (dupla conhecida como The Blackberries). Antes de terminar a canção, ouve-se o tilintar das moedas, prenunciando “Money”, (que abria o labo B do vinil original). É nela (e ainda na seguinte, “Us And Them”) que o outro convidado, o saxofonista Dick Parry, aparece. "Us And Them" é lindo e os solos estendidos de Gilmour nas secções de ambas "Money" e "Any Color You Like", são inspiradíssimos, ponto alto do show. Realmente, este registro permanece como um dos melhores desempenhos, que foram capturados em fita durante a trajetória da banda.

Aqui também podemos ouvir uma ótima performance do épico "Echoes", incluindo a participação de "Dick Parry" no sax, que seria incorporada em definitivo a partir de 1975, na turnê seguinte. O destaque desta versão de "Echoes" é certamente (como de costume), "Richard Wright", com um solo de sintetizador fabuloso começando na marca de 17:27, bem como do excepcional trabalho de guitarra de "Gilmour". Uma conclusão soberba à um grande concerto, que é ao meu ver, absolutamente imprescindível em qualquer coleção. Boa audição!

Any Colour You Like



Pink Floyd
Creative Intelligence (Sigma 19)
The Palace Theatre, Manchester, 
UK - December 9th, 1974


Disc 1:
Raving And Drooling,
You’ve Got To Be Crazy
Shine On You Crazy Diamond

Disc 2:
Speak To Me
Breathe
On The Run
Time, Breathe (Reprise)
The Great Gig In The Sky
Money
Us And Them
Any Colour You Like
Brain Damage
Eclipse

Disc 3:
Audience, Echoes

With:
Dick Parry - Saxophone
The Blackberries (Venetta Fields & Carlena Williams) - Backing Vocals


On The Run

FLAC
mediafire.CD1.pt1 - (192,03 MB)
mediafire.CD1.pt2 - (124,74 MB)
mediafire.CD2.pt1 - (198,54 MB)
mediafire.CD2.pt2 - (113 MB)
mediafire.cd3 - (154,44 MB)
Mp3 - 320Kbps - 48 kHz
mediafire.D1 (123.58 MB)
mediafire.D2 (131.03 MB)
mediafire.D3 (65.00 MB)
ou
4shared.D1 - (126.54 MB)
4shared.D2 - (134.17 MB)
4shared.D3 - (66.56 MB)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

David Gilmour


Por gentileza informe links quebrados - Please report broken links

Nome

E-mail *

Mensagem *