.

.
Mostrando postagens com marcador Progressive Rock. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Progressive Rock. Mostrar todas as postagens

06/08/2018

Atmosphera - Fogo e Ar - 1998 (Flac)





Rock progressivo de primeira qualidade, bem raro de se encontrar na internet, abaixo uma matéria a respeito da banda, confira:


Resenha do site
Progbrasil
Renato Glaessel

Provavelmente uma maiores pérolas escondidas do progressivo nacional, ao escutar e re-escutar esse trabalho de 1998 fico tomado por uma certa incompreensão, afinal somente uma péssima divulgação e distribuição poderiam ser responsáveis pelo baixo impacto causado por esse lançamento.


Atmosphera é uma banda brasileira formada na década de noventa na capital de São Paulo. Sua formação consiste em "Sérgio Vicêncio" no baixo, "Edu Lima" na bateria, "Calê Luis" nos vocais e guitarra, "Sandro Premmero" nos teclados, e "Rogério Bacceli" na guitarra. O som combina música popular brasileira com um suave rock progressivo, predominantemente instrumental, seu material é delicado e requintado, com freqüentes passagens melódicas na flauta e violino, combinando com a excelente guitarra acústica bem como partes interessantes de baixo e bateria. 


Seu único álbum chamado "Fogo e Ar" foi lançado em 1998 pelo selo Progressive Worldwide, também apresenta alguns elementos de fusão e jazz; mas as maravilhosas melodias e a variedade de temas e ambientes que são o destaque do álbum, às vezes lembram as bandas "Quantum", Rousseau" ou Tempus Fugit", em outros momentos "Eris Pluvia", "Clarion" ou "Camel" (para as passagens melódicas de guitarra). Ao contrário da doce melancolia de bandas escandinavas, o material da "Atmosphera" é ensolarado e brilhante. 


Trata-se de um trabalho homogêneo, e que quase parece uma grande suíte, tal a coesão existente entre as faixas. Os temas basicamente aludem à natureza, seja no tocante à exaltação, ou mesmo à preservação, sempre com bom gosto e tratados de forma indireta pelos inspiradíssimos vocais de "Calê", dono de um timbre suave e agradável que nos remete a alguns bons vocalistas do progressivo Italiano, que conseguem ser eficientes e emocionantes na medida certa. O disco é quase todo instrumental e mesmo nas faixas com vocais os solos são sempre longos e bem estruturados, com diversas mudanças de andamento e retomadas da melodia principal. 


O trabalho das guitarras merece atenção especial, tanto nos acompanhamentos como nos timbres utilizados que lembram bastante a técnica de dois grandes guitarristas, "Mario Millo" e "Sebastian Hardie".

Outro aspecto a ser salientado é a presença da flauta nas primeiras músicas, as intervenções sempre fazem contraponto, ora em relação às melodias, ora retomando as mesmas em momentos de solo de outros instrumentos, junto com os teclados (digitais mas se utilizando de timbres analógicos de hammond e mellotron) acaba formando um perfeito "pano de fundo" para as composições da banda, curiosamente essa associação remete diretamente a outra grande banda, trata-se dos espanhóis "Crack - Si todo Hiciera", existe grande similaridade na estrutura das composições. 


Sem dúvida fica a sensação de que a banda tinha todo esse material represado por anos, tal é a qualidade e a eficiência com que exploram todos os temas.

A gravação é de boa qualidade e o encarte traz todas as letras em português e inglês, além de alguns desenhos e arte gráfica computadorizada.

O tipo de prog que é perfeitamente adequado para uma pausa de fim de tarde, sentado sob a sombra de uma árvore, saboreando uma boa caipirinha, recomendo.

Boa audição! 

FLAC
mega.nz - (390.20 MB)

01/06/2015

Cathedral - Stained Glass Stories (1978)






Excelente banda do rock progressivo americano, Cathedral têm suas raízes numa banda psicodélica chamada Odyssey. Quando essa banda se separou em 1975, o baixista Fred Callan e o tecladista Tom Doncourt formaram o grupo com o baterista Mercury Caronia IV, o guitarrista Rudy Perrone, e Paul Seal nos vocais. Fãs de bandas como King Crimson, Yes, Genesis, e Gentle Giant, Tom Doncourt se refere a elas como um som "majestoso", o projeto naturalmente singrou na veia prog

Em 1978 eles se reuniram com a Delta Records, e gravaram "Stained Glass Stories". 10.000 cópias foram impressas e vendidas. 

New York City em si era um território fértil para o rock progressivo na época. Tom Doncourt conta histórias de transformar antigas salas de cinema em salas de concerto para encontros de uma única noite. A banda despertou o interesse da Atlantic Records. Eles tiveram algumas reuniões, mas já no fim dos anos 70, a popularidade do prog tinha diminuído sensivelmente, o que provavelmente impossibilitou um segundo álbum.

Com o passar do tempo a escola do progressivo resgatou seu merecido prestígio, e ainda ganhou diversas ramificações. Hoje em dia "Stained Glass Stories" é um álbum cobiçado por colecionadores, altamente valorizado, e muito elogiado pela crítica. Alguns até o consideram o melhor álbum prog americano do período.

Com o interesse renovado no progressivo, em 1990 a gravadora Syn-Phonic re-lançou o álbum em CD. O reconhecimento alcançado por Cathedral finalmente fez jus a qualidade de sua obra, e também a assinatura de um contrato com a conceituada gravadora Musea, Em 2007 lançaram seu segundo álbum "The Bridge". Boa audição!





Cathedral
Stained Glass Stories (1978)


Tracklist

1 Introspect 12:39
2 Gong 7:00
3 The Crossing 5:59
4 Days & Changes 8:39
5 The Search 11:24


Band:














Fred Callan - Bass, Effects [Moog Bass Pedals], Voice
Mercury Caronia IV - Drums, Cymbal [Cymbals], Gong [Gongs], Vibraphone [Vibes], Bells, 
Timpani [Kettle Drums], Percussion, Effects [Assorted Devices] 
Rudy Perrone - Electric Guitar, Acoustic Guitar, Guitar [6-string], Guitar [Nylon], Voice 
Tom Doncourt - Keyboards, Glockenspiel, Percussion, Sounds 
Paul Seal - Lead Vocals, Percussion, Effects [Bass Pedals] 



FLAC
mega.co.nz  - (277,70 MB)



Stained Glass Stories [full album]




Musea Records (Notes):

A rarity to be absolutely discovered, especially if you're a fan of YES, GENTLE GIANT and GENESIS. Of the first mentioned group, a complex instrumentation, virtuoso and inspired, a Chris SQUIRE type of bass, a Steve HOWE-like guitar, a Bill BRUFORD style of drums, etc... can be found. Of the other two bands, "Stained Glass Stories" inherited an ethereal romanticism and subtly arranged polyphonies. Depending on the moment, the vocals can evoke John WETTON, Peter GABRIEL or even Jon ANDERSON. Some parts can even remind of ANGLAGARD, even if those only recorded their first album about fifteen years later... Anyway, this is Seventies American Progressive rock at its best. Moreover, "Stained Glass Stories" is often quoted as an essential reference of the Seventies American scene. And for those who felt this was incomplete, here is the big comeback of CATHEDRAL, and with the (Quasi-)original line-up, for a treat ! The legend says that the keyboards player Tom DONCOURT was at a KING CRIMSON concert in 2003. This was so impressive that he decided to find again his partners, which was not so easy, in order to set to working on a second album. Nearly thirty years after the mythical "Stained Glass Stories", here it is at last, this so expected album ! The Musea label is proud to present the remastered version of "The Bridge" (2008), a gem that surprises both through its modernity and unbridled inventiveness. Not completely the CATHEDRAL that used to be, nor a pale imitation of KING CRIMSON (Even though the influences of its present incarnation are sensible), nor one more revival testimony of Seventies Progressive rock, this opus opens up new horizons, with exciting enthusiasm and ardour. Needless to say that the whole range of vintage sounds is there, starting with Mellotron, acoustic guitar ala Steve HACKETT ("Kitharia Interludium"), some nice electric cavalcades on the six-stringed instrument, and a noteworthy huge bass sound. Although this is not a true concept album, the various tracks are linked by a peal that doesn't quite sound merrily. Who's that death knell for ? Maybe the answer lies within the beautiful epic "Hollins" and its memorable guitar solo: a voyage through a dark and frightening forest, directly from the childhood memories of Tom DONCOURT... Enough to make your blood freeze !

29/11/2014

Rush: "Spirit of the Airwaves" Live 1980 (Radio Broadcast) 2014



Xanadu


O álbum "Spirit of the Airwaves" é um excelente registro a partir de uma gravação de programa de rádio que transmitiu ao vivo o show do Rush em 1980. A banda tocou três noites consecutivas no Kiel Auditorium, em St. Louis, Missouri entre 11 a 13 de fevereiro, durante a sua turnê "Permanent Waves".   

Não é um lançamento do Rush, trata-se de um bootleg, mas com qualidade bem próxima de um. oficial, basta dizer que na Europa tornou-se disponível em vinil, bem como o formato de CD, semelhante ao álbum "Rush ABC: Live from Cleveland's Agora Ballroom 1974" ocorrido alguns anos atrás. É oriundo de um conjunto (04 Lps) em vinil, fornecido às estações de rádio para a transmissão, como por exemplo vimos a partir da BBC, os melhores registros do Pink Floyd.

Um grande show do Rush, durante sua extensa turnê "Permanent Waves", quando a banda estava promovendo o álbum lançado dia 01 de janeiro daquele ano. A turnê começou no dia 12 de janeiro em Michigan, tendo o último show nos EUA ocorrido em Nova York no dia 23 de maio, antes deles se dirigirem para a Europa onde realizaram mais 18 apresentações no Reino Unido durante o mês de junho.

"Working Man" está em sua melhor forma nesta noite, bem como o "Medley" do primeiro e do segundo álbuns. Xanadu magistralmente executada é a soberana, enquanto o resplandecente La Villa Strangiato, um dos melhores instrumentais do rock progressivo é o bis, e encerra este show com chave de ouro.

A banda vivia um excelente momento em sua longa carreira. Desde sua formação, Rush havia lançado sete álbuns e a esta altura era aclamado no mundo inteiro.

Alex Lifeson, o baterista John Rutsey, e o baixista e vocalista Jeff Jones, (substituído por Geddy Lee algumas semanas depois), formaram o Rush em 1968, no bairro de Willowdale em Toronto, Ontário. Sua formação definitiva ocorreria em julho de 1974, duas semanas antes da primeira turnê nos Estados Unidos, devido a problemas de saúde de John Rutsey, com a entrada do exímio baterista Neil Peart.

O virtuoso Peart trouxe uma nova roupagem para o som da banda, casando perfeitamente com o instrumental muito bem elaborado de Geddy Lee e Alex Lifeson, iniciando uma evolução gradativa que levaria o trio a ser um dos mais aclamados expoentes do rock progressivo. Inclusive é o próprio baterista que escreve as canções do Rush, provando ser também um grande compositor, letras complexas, repletas de fantasia e sensibilidade. Três músicos virtuosos, compondo canções que fogem do lugar comum, sem dúvida deram origem a uma das legiões de fãs mais fiéis da história do rock. Rush é o terceiro colocado nas estatísticas de vendas de álbuns consecutivos de ouro ou platina por uma banda de rock, atrás apenas dos Beatles e dos Rolling Stones. Nada, porém, parece ser maior que a fidelidade entre si, a cumplicidade e união do trio. Boa audição!



Rush
"Spirit of the Airwaves" 
Live 1980 (Radio Broadcast) 
Released: March 10th, 2014

Track Listing

1. 2112: Overture 4:36
2. The Temples of Syrinx 2:16
3. Discovery 0:30
4. Presentation 2:35
5. Soliloquy 2:25
6. Grand Finale 2:29
7. By-Tor and the Snow Dog 5:14
8. Xanadu 12:17
9. The Spirit of Radio 5:19
10. Natural Science 8:24
11. Beneath, Between, Behind 2:29
12. Working Man 3:30
13. Finding My Way Intro 0:23
14. Anthem 1:40
15. Bastille Day 1:28
16. In the Mood 2:39
17. Drum Solo 5:11

18. La Villa Strangiato



La Villa Strangiato


FLAC
mega.co.nz  - (499,80 MB)



Spirit of the Airwaves (Full Album)

31/10/2014

Shylock - Ile De Fièvre 1978 (Musea 1996)




Pérola do progressivo sinfônico francês "Ile de Fevre" de 1978, é o segundo e último álbum da banda Shylock. Músicos virtuosos produzem um disco singular, que mescla o prog sinfônico com jazz-rock, e algumas passagens muito experimentais e psicodélicas, principalmente o épico. 

Frequentemente comparado ao "King Crimson", Shylock continua sendo um dos principais representantes de bandas prog sinfônicas francesas. Linhas melódicas e passagens obscuras, quase uma tradição na escola do progressivo francês, como Pulsar, Ange, Arachnoid, dentre outras. O nível de excelência do gênero na França já proporcionou muitas obras primas. Sua influência pode ser percebida em bandas como Xaal, Minimum Vital, Tiemko, e até mesmo no consagrado Änglagård. 

Este segundo álbum do Shylock foi gravado sob condições muito melhores, eles tiveram uma grande gravadora que lhes permitiu gravar nos melhores estúdios da Suíça

'Ile de Fievre' é o segundo trabalho do Shylock, definitivamente a sua realização suprema, e também uma das obras do prog mais importantes oriunda da França. Agora, como um quarteto com a inclusão do baixista Serge Summa, a banda consegue reciclar sua herança crimsoniana do primeiro álbum, adotando uma abordagem mais pessoal, uma experiência sonora vivida e incisiva no prog sinfônico com boa dose de jazz rock.

As composições são igualmente brilhantes nesta obra. A faixa título é seguramente uma das mais belas composições do gênero, enquanto a elegante Le sang des capucines marca a influência ainda evidente do King Crimson, assim como Laocksetal, embora esta última  mais na veia do jazz-rock, o fato é que tudo acontece em alto nível

Shylock oferece um álbum que une sofisticação e psicodelia com extrema felicidade. Boa audição!


Le sang des capucines


Shylock
Ile de Fievre: 1978
Musea-FGBG 4177.AR-Fra-1996


Tracks:

01. Ile de fievre
02. Le sang des capucines
03. Choral
04. Himogene
05. Lierre d'aujourd'hui
06. Laocksetal
07. Le dernier

Lineup:

Andre Fisichella: Drums and percussion
Frederic l'Epee: Guitars
Didier Lustig: Elka Rhapsody 610, Hammond B3, mini-moog, mellotron, Yahama electric grand piano, Hohner clavinet D6
Serge Summa:  Bass



Laocksetal

Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mega.co.nz - (120.90 MB)
FLAC
mediafire.CD1 - (172,76 MB)
mediafire.CD2 - (137,17 MB)

23/03/2014

Alan Parsons se apresenta no Brasil


Alan_01_corrigido

Noite sob medida para os amantes de rock progressivo. A banda britânica liderada pelo festejado Alan Parsons (músico, produtor e engenheiro de som responsável por  "The Dark Side of the Moon", do "Pink Floyd", Abbey Road, e Let it be, dos Beatles), chega ao país para duas únicas apresentações no Brasil: a primeira, na próxima sexta, 28/03, no HSBC Brasil, em São Paulo, e no domingo, dia 30/03, no Vivo Rio, no Rio de Janeiro.

Com 11 indicações ao Grammy, Alan Parsons promete emocionar o público com um apanhado da estrada solo, que começou oficialmente em 1975 ao lado do companheiro Eric Woolfson com o lançamento de Tales of Mystery and Imagination, um disco conceitual baseado na obra do grande Edgar Allan Poe.

Letras densas, arranjos bem feitos e toques orquestrais fazem de Time, Eye in the Sky, Inside Looking Out, Lucifer, Old and Wise, Psychobabble, Prime Time, Don´t answer me, The Traveller e I Robot clássicos definitivos. Estas e outras surpresas estarão no set list.

Confira locais e datas:



SÃO PAULO – HSBC BRASIL
Dia: 28 de março de 2014 - Horário: 22h00
Abertura da casa: 2h00 antes do início do espetáculo
Local: HSBC Brasil - Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antonio
INGRESSOS (Compras na bilheteria, pelo telefone 4003-1212 ou pela internet www.ingressorapido.com.br)

RIO DE JANEIRO – VIVO RIO
Endereço: Vivo RIO Rua Infante Dom Henrique, 85
Dia 30 de março de 2014, Horário de início do show: 20h00
Horário de abertura da casa: 18h00



No vídeo um show realizado durante sua tour em dezembro de 2013, e mais abaixo, um registro desta apresentação. Boa audição!




Alan Parsons Live Projekt & Band
Saarbrücker Saarlandhalle (18.12.2013)

Tracks:

01 I Robot
02 Damned If I Do
03 Don't Answer Me
04 Breakdown - The Raven
05 Time
06 I Wouldn't Want To Be Like You
The Turn Of A Friendly Card
07 The Turn Of A Friendly Card (Part One)
08 Snake Eyes
09 The Ace Of Swords
10 Nothing Left To Lose
11 The Turn Of A Friendly Card (Part Two)
12 What Goes Up
13 Fragile
14 Don't Let It Show
15 Prime Time
16 Band Introduction
17 Sirius - Eye In The Sky
18 Encore Break 1
19 Old & Wise
20 Games People Play
21 Encore Break 2
22 Doctor Tarr And Professor Fether



FLAC
rapidgator - 245.36 MB

09/11/2013

Wolf Way's Darryl - Canis Lupus (1973) 2008 Japan Edition





McDonald's Lament

Excelente álbum de estréia de um grupo um pouco obscuro, "Wolf Way's Darryl", idealizado pelo ex-violinista do lendário Curved Air, Darryl Way, em parceria com talentoso baixista canadense Dek Messecar, (que no futuro iria ingressar no Caravan), ao lado do excelente guitarrista John Etheridge (Deep Purple-Soft Machine- Stéphane Grappelli), e do baterista Ian Mosley (Trace, Steve Hackett, e Marillion, mais de uma década depois). Um elenco qualificado, costumeiramente chamado de super-banda. 

Com brilhantes riffs de violino, a obra "Canis Lupus" de 1973, expressa sentimentos de rara beleza mantendo a orientação estilística do Curved Air, reunindo diferentes escolas musicais, sobretudo a clássica, produzindo um som progressivo encorpado com elementos de folk etéreo na veia fusion, e com uma interação instrumental surpreendente deste eclético quarteto, (destacando-se ainda muito mais pelas apresentações ao vivo da banda), que conta ainda com a ilustre presença do mestre "Ian McDonald" (King Crimson), ele inclusive produz o álbum.

Parece focar uma ideia simples, (a qualidade faz parecer simples), envolver a imaginação em sonhos, conduzindo a mente á um plano de luz e beleza. Os destaques são muitos, por exemplo a energia de "Candeza", mas em minha opinião, "McDonald's Lament", (muito provavelmente uma belíssima homenagem do grupo para "Ian"), sintetiza toda a virtuose expressa neste trabalho, e mostra Way em seu melhor. Boa audição!


Chanson Sans Paroles


Wolf Way's Darryl
Canis-Lupus (1973)
Decca Music - UICY-93826 (2008)
Japan Edition SHM-CD
Universal Music Japan


Tracks:

1. The Void 4:36
2. Isolation Waltz 4:40
3. Go Down 4:44
4. Wolf 4:10
5. Cadenza 4:51
6. Chanson Sans Paroles 6:29
7. McDonald's Lament 7:10
Bonus tracks:
8. Spring Fever 3:30
9. Wolf (single version) 4:01


Cadenza


FLAC
mediafire.pt1 - (189,26 MB)
mediafire.pt2 - (143,28 MB)

Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (107,96 MB)

Isolation Waltz

19/07/2013

Live - Live (1974) Garden Of Delights - 2006



Dreaming

A banda Live é outra daquelas preciosidades obscuras do rock progressivo, cujo instrumental excepcional surpreende, e encanta na primeira audição. Longos, pesados e melódicos desenvolvimentos de Hammond, uma base consistente, belíssimos solos de guitarra e também de flauta. Art-rock harmonioso, como a nata do Krautrock preceitua.

Foi fundada em 1971, em Unna, Alemanha, por Norbert Aufmhof. O guitarrista Knaden Martin, esteve com a banda até 1972, indo para o conceituado grupo Curly Curve. Gerd Klein (até então com o lendário baixista de jazz Arnold Fishkin), entra em seu lugar. A alta qualidade técnica quarteto foi logo reconhecida, e Live, que se apresentava inicialmente em clubes, passou a participar de importantes festivais.  Em 1974, eles lançaram um single, e gravaram em um estúdio em Wedesbüttel cinco músicas em um LP que, no entanto, não saiu na época. Só em 1995, foi finalmente lançado, e em uma edição de apenas 500 LPs extremamente raros.

Norbert Aufmhof tem com o seu arsenal de teclados e sua flauta do melhor prog sinfônico, o lado mais melódico, e perfeitamente sincronizado com Gerd Klein e sua guitarra jazzy, tornado o processo uma refrescante e harmoniosa troca, ou solos. O baixista Gerd Schmidt também altamente melódico e tecnicamente impressionante é excelente, enquanto Jürgen se não é o mais talentoso baterista, é capaz de tocar ritmos complexos dando conta tranquilamente da tarefa. 

A banda começa com uma interpretação instrumental da suíte Peer Gynt, de Grieg. Uma leitura muito gratificante do clássico de Grieg, dominado pelas melodias e reprodução virtuosa do Hammond de Aufmhof. O resto do álbum é na mesma veia musical e alguns vocais despretensiosos, ainda assim o som das vozes é melódico, e se encaixam bem com a musicalidade da banda. 

A faixa bônus denominada "Jazz" ao vivo no Vestlandhalle Recklinghausen em 1971, é algo como um jazz-rock seminal. A canção foi gravada ainda com Martin Knaden como guitarrista.

A banda teve idéias muito boas. As músicas são de alta qualidade, um verdadeiro achado. Boa audição!


Peer Gynt



Live
Live (1974)
Garden Of Delights (CD 124)
Krautrock
2006

Tracks


1 Peer Gynt 7:07
2 Carol 5:17
3 Fly Like A Bird 5:29
4 It Was Nice 5:06
5 Dreaming 7:54
6 Land Of The Blind 7:15
7 Unknown Soldier 7:31
- Bonus-Track:
8 Jazz 14:37


Live is:

Norbert Aufmhof - organ, flute
Gerd Klein - guitar, vocals
Gerd Schmidt - bass
Klaus-Jürgen Schimmel - drums





Jazz

mediafire (177,31 MB)
FLAC
mediafire.pt1 - (183,66 MB)
mediafire.pt2 - (138,48 MB)

12/05/2013

Prosper - Broken Door (1975) Garden Of Delights 2003




  Dance of an Angel

Outra obra de alto nível que a gravadora Garden Of Delights traz à tona, das raízes do glorioso progressivo alemão dos anos 70. "Prosper" surgiu em Bottrop, uma cidade situada na região noroeste de Ruhrgebiet (Vale do Ruhr), a região metropolitana mais populosa da Alemanha e também a maior região industrial da Europa. A história da banda começou em 1973 como Prosper I. O tecladista Jürgen Pluta, foi seu co-fundador, mas logo iria para o grupo Wallenstein. Evert Brettschneider (guitarra) e Matthias Geisen (baixo) foram os primeiros membros efetivos, e reduziram o nome da banda  para "Prosper". Na sequência ingressaram Friedhelm Misiejuk (bateria, percussão), Fritz A. Frey (guitarra, vocais) e Ernst Müller (teclados). Com este line-up produziram o álbum inaugural (produção própria com 500 cópias),  "Broken Door", em 1975. 

Pela natureza de sua origem, a música é vista como uma fusão de Krautrock e Jazz-Rock, mas é muito mais complexa. Creio que Progressivo Eclético lhe confere a dimensão mais apropriada. Ingredientes de rock psicodélico, espacial e sinfônico, mesmo em alguns momentos da cena de Canterbury, (principalmente o "Egg", em algumas passagens nos teclados), fazem parte do seu repertório. Este álbum apresenta texturas escuras, riffs pesados ​​e progressões instrumentais como por exemplo "King Crimson" do mesmo período, bem como um jazz fusion inebriante soando semelhante ao "Mahavishnu Orchestra" em alguns trabalhos excelentes de guitarra. "Lembrando", por vezes, "John McLaughlin". 

As comparações refletem apenas parte da música, no entanto, como em sua música existem outros estilos, "Prosper" destilou seu som de maneira distinta, criando sua própria identidade. Cada música varia de estilo de forma harmoniosa tornando o álbum homogêneo, uma estrutura versátil, as oito canções contêm muitas peças instrumentais entremeadas por piano, mellotron, moog ou um bom trabalho de guitarras gêmeas. Do inebriante ao mais obscuro, as músicas sempre mantêm instrumentais mais progressistas. Ainda assim, intercaladas por belas sessões melódicas. Ao meu ver, todas as músicas são excelentes, e talvez as menos expressivas sejam "Birds of Passage" e "Your Country", embora ainda boas. 

Um trabalho recheado de grandes melodias e ótima orquestração, variedade de estilos e humor; mais um capítulo de um único álbum, uma obra singular, outra joia preciosa das profundezas do fascinante universo do rock progressivo. Além de muito boa qualidade na masterização da obra, a Garden Of Delights, elaborou um livreto especial, repleto de imagens e material abordando toda a trajetória da banda. Boa audição!


Where the Sun touches the Water



Prosper
Studio Album, released in 1975
LP Self Production (1975)
CD Garden Of Delights CD 085 (2003)


Songs / Tracks Listing


1. Beginning (7:19)
2. Burning in the Sun (2:04)
3. Broken Door (3:24)
4. Dance of an Angel (6:56)
5. Your Country (5:40)
6. Birds of Passage (4:56)
7. Master's inspiration (1:32)
8. Where the Sun touches the Water (7:54)


Total Time: 39:45


Line-up / Musicians



Evert Brettschneider / guitars
Fritz A. Fey / guitars, vocals
Ernst Müller / keyboards
Mathias Geisen / bass
Friedhelm Misiejuk / drums, percussion





Beginning

Flac
mediafire.part1 - (180,24 MB)
mediafire.part2 - (67,36 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - 87,64 MB

15/02/2012

Fruupp - The Prince Of Heaven’s Eyes (1974), Japan Edition - 2006



The Perfect Wish 

Este álbum é regido por Stephen Houston tecladista e compositor que proporciona um ingresso no mundo da fantasia, através de belas melodias de mellotron e piano acústico, e dos acordes atmosféricos de McCusker, além do competente trabalho de base de Farrelly, ótimos vocais e do excelente baterista Martin Foye. Todas estas qualidades juntas compreendem o som único de Fruupp, a exemplo dos outros dois registros "Future Legends (1973)" e "Modern Masquerade (1975)", abordados anteriormente no blog, a banda oferece um repertório magistral com características e estilo singulares. 

Dentro de um prisma de profunda inocência, é um álbum conceitual que narra a estória de um sujeito chamado Mud Flanagan, um cara bastante ingênuo disposto em uma aventura para encontrar o pote de ouro no fim do seu arco-íris. No processo, ele aprende um pouco sobre a vida e a humanidade, e, presumivelmente, sobre si mesmo. Quando descobri o trabalho desta banda e quis saber mais a respeito, pude perceber também que certos "críticos" os vêem em suas fantasias como demasiadamente infantis, ao invés de se aterem a qualidade musical do "Fruupp", isso talvez por ser sua competência indiscutível.

Fantasia, segundo Caldas Aulete é: "A capacidade de criar pela imaginação; imaginação criadora" 

Ainda bem que Walt Disney e Antoine Saint Exuperry tiveram suas próprias idéias, senão nunca iríamos conhecer o Mickey ou o Pequeno Príncipe.  

Disse o genial escritor Herman Hesse: "O simples fato da música existir e de poder um ser humano ficar, por vêzes, comovido até o âmago por uns poucos compassos e inundado por harmonias, sempre significou para mim um profundo consôlo e uma justificação de vida. O correr das águas, a passagem das nuvens, o brincar das crianças, o sangue nas veias. Esta é a música de Deus" 

Stephen Houston deixaria Fruupp depois deste álbum para se tornar um monge franciscano... "A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais." - Arthur Schopenhauer

Provavelmente o clímax deste álbum encontra-se na bela composição "The Perfect Wish". Pinceladas de teclados, pouco a pouco dão moldes à um épico de clássica beleza, graças a imensa capacidade que Houston possui em sua natureza erudita, de exprimir sentimentos através da música. Em sua riqueza ornamental a canção mescla ritmos de jazz encantadoramente orientados à base clássica de piano, baixo e bateria afinadíssimos,  combinados aos solos espaciais do excelente McCusker ganhando contornos que só o progressivo sinfônico executado em alto nível consegue compreender. Esta música pode facilmente figurar em qualquer retrospectiva do melhor rock sinfônico dos anos 70 sem fazer alarde. Flauta, oboé, piano, vocais, guitarra, baixo e percussão criam neste álbum uma aura de eclética originalidade progressiva. Boa audição!


Crystal Brook / Seaward Sunset 


Fruupp
The Prince Of Heaven’s Eyes (2 CD)
1974 (2006)


Tracklist :


CD 1 :

  1. It's All Up Now 
  2. Prince Of Darkness 
  3. Jaunting Car 
  4. Annie Austere 
  5. Knowing You 
  6. Crystal Brook 
  7. Seaward Sunset 
  8. The Perfect Wish 
  9. Prince Of Heaven

CD 2 (single) :

  1. Prince Of Heaven
  2. The Jaunting Car



Line-up / Musicians

  • Peter Farrelly / bass, flute, vocals 
  • Martin Foye / drums, percussion 
  • Stephen Houston / keyboards, oboe, vocals 
  • Vincent McCusker / acoustic & electric guitars, vocals


Prince Of Heaven


Mp3 - 320 kbps
depositfiles (108.26 MB)
FLAC
unibytes  (357,00 MB)
uploading (357,00 MB)
depositfiles (295.51 MB)

22/10/2011

Automatic Fine Tuning - A.F.T. 1976


A.F.T. 1976

The Great Panjandrum Wheel .1

Outra pérola extraída das mais obscuras profundezas do autêntico rock progressivo instrumental dos anos 70', (excessão de Queen of the Night c/vocal), e quem o faz evidente não seria outro senão "Charisma Records", benemérito túnel de passagem de tantos talentos, que neste caso infelizmente sucumbiu já a partir do seu álbum de estréia. "AFT" 1976, (Sintonia Fina Automática), sintonia fina mesmo, que se reflete de maneira brilhante e com muita autenticidade em sua concepção; tendo Trevor Darks, claro e perfeito no baixo (marca Rickenbacker, bastante difundido na época no gênero), Dave Ball que responde pela bateria e sendo conduzido pelos excepcionais guitarristas Paul MacDonnell e Cross Robert, é um álbum muito valorizado, pela raridade, período, mas principalmente por sua qualidade sonora - a obra como um todo é pura hegemonia progressiva em alto nível técnico, bastante peculiar às bandas britânicas do período. Boa audição!

Tracks:

1. The Great Panjandrum Wheel (Pt. One) (14:25)
Wolvereine (Pt. One)
Horizons
Wolvereine (Pt. Two)
Maneater
2. Gladioli (4:41)
3. The Great Panjandrum Wheel (Pt. Two) (15:45)
Panjandrum
Epic
Terminal C
City Business
Dragon Fly
4. Queen Of The Night

Band:
Paul A. MacDonnell - guitar
Robert Cross - guitar
Trevor Darks - bass
Dave Ball - drums, vocals


The Great Panjandrum Wheel


mega.nz - 269,2 MB





18/08/2011

Raw Material - Time is... (1971)



 Insolent Lady

O segundo álbum de Raw Material é definitivamente um álbum mais consistente do que o de a sua estréia,."Time is..." é um bom exemplo da cena prog britânico em sua origem. A matéria-prima têm suas raízes blusey e muitas vezes solos no melhor hard-rock, mas que se ramificam em direções interessantes, a entrada do guitarrista Cliff Harewood justamente veio conferir maior consistência e equilíbrio tornando esta obra homogenia.

As três primeiras faixas são todas prog, bem interessantes envolvendo um bom trabalho de sax e flauta e a melodia vocal quase gótica na abertura da faixa "Ice Queen" evocam o espírito de King Crimson, enquanto a segunda faixa "Empty Houses" é principalmente uma hardrocker progressiva, além disso contém uma seção mais amena através de um solo de sax.

"Insolent Lady" e "Sun God" são as mais longas (9-11 minutos), divididas três partes compostas de momentos folk acústicos e hard rock prog, em seções subsequentes, com ênfase principalmente nos teclados (órgão e piano), o que sugere o sinfônico nascendo do som do rock desta época. Sun God com muitas mudanças rítimicas e atmosfera Floydiana, gera sobre si todas as hastes, como se flutuando ao sabor de mais variadas tendências Certamente de interesse para aqueles que desejam explorar o desenvolvimento do gênero.




Sun God


Track Listings:

1. Ice Queen (6:42)
2. Empty Houses (7:32)
3. Insolent Lady (8:53)
a) Bye The Way
b) Small Thief
c) Insolent Lady
4. Miracle Worker (4:47)
5. Religion (4:27)
6. Sun God (11:14)
a) Awakening
b) Realization
c) Worship


Total time (43:36)


Ice Queen

Line-up/Musicians:


- Colin Catt / lead vocals, keyboards
- Mike Fletcher / saxophone, flute, vocals
- Dave Green / guitar
- Phil Gunn / bass
- Cliff harewood / lead guitar
- Paul Young / drums, percussion

rapidshare (89.16 MB / 256 Kbps)
narod.ru (100.52 МB / 320 Kbps)

30/06/2011

Agents of Mercy - Dramarama 2010



Agents of Mercy

Carregando Foto ... Visualizar
Outro Album Prog Sólido Da Suécia: 
Photo Preview Depois de lançar seu álbum de estréia no ano passado, Agents of Mercy, supergrupo sueco faz um follow-up bem forte com Dramarama . Embora este seja um álbum  mais veteranos prog sinfônico têm essencialmente ouvido antes, este ainda é mais um lançamento de alta qualidade a partir de Roine Stolt e companhia. Se você gostou do primeiro álbum de Agents of Mercy, esta deve ser uma surpresa agradável para você
 Não há dúvida não faltam musicalidade e composições de qualidade no que irá encontrar aqui. Com isso dito, eu ainda não posso ajudar, mas sinto-me um pouco desapontado quando se compara Dramarama à algumas das obras-primas em que tem participado Stolt no "The Flower Kings" ou no "Transatlantic".

Quando comparado a obras de gênio como "Adam & Eve" , "Bridge Across Forever" , ou "The Sum of No Evil". Ainda assim, se você está procurando um confiável e de alta qualidade álbum de rock progressivo, vale a pena uma aquisição. As seções melódicas com harmonias vocais e simplicidade instrumental da à Dramarama uma distinta influência dos Beatles. Como um todo, se  fosse para descrever este álbum, eu diria que é uma mistura de The Beatles, Yes, Genesis, e alguma influência de outros projetos de Roine Stolt do (Kaipa, The Flower Kings, Transatlantic, The Tangent, etc) também.
Gratitude
DPRP - Dutch Progressive Rock Page: "Dramarama" Acho que apenas estou  morto e fui para o céu, as fases impressionante que foram criadas aqui pela interação de tal luminescência, apenas inacreditável." "A beleza toda do álbum é que ele é um produtor, quanto mais tempo você destina, mais rica é a recompensa, não consigo encontrar uma coisa negativa à dizer sobre este álbum;. É um candidato muito próximo de álbum do ano" dprp.net
Cmo você pode imaginar dos gostos de Roine Stolt, Reingold, Jonas, Larsson Lalle e Wahlgren Walle, o nível de musicalidade é muito alto. Esses caras são alguns dos músicos mais talentosos prog da Suécia, e agora temos um segundo lançamento brilhante para desfrutar chamado "DramaRama".  

A produção é ótima. Ela mostra as amenidades modernas na produção, mantendo um som 70' vintage. Este é o som perfeito para o álbum. O vocalista Sylvan soa como um cruzamento entre Gabriel e Fish, ele certamente tem um estilo único de voz agradável  que parece se encaixar muito bem com o ambiente atmosférico fornecido por Stolt e companhia." "Eu tenho ouvido este álbum inúmeras vezes e não me canso nem um pouco do que ele tem para oferecer, e há sempre algo que parece estar chamando à minha orelha ou me toca em um nível emocional  distinto da audição anterior, o tempo causa um giro de pensamento. Isso é suposto que prog rock deve fazer, prender a sua imaginação, criar imagens em sua mente e desafiar a sua psique.
NewEARS Art Rock Series 2011: Agents of Mercy teve  seu show de estréia no festival Loreley da Alemanha em julho de 2009. A banda logo se juntou com Karmakanic, para o pacote turístico denominado "The Power Of Two" um duo que excursionou pela Europa e depois EUA em outubro 2009.
O resultado foi um recorde fabuloso ao vivo do "The Power Of Two" Live nos EUA, onde os convidados Nick D'Virgilio (Spocks Beard, Tears For Fears, e Circe de Solieil) brilha com bateria em sons arrojados e intrincados.
Em 2010 o guitar-guru Roine Stolt, participa da tour com o Transatlantic que se encerra  no Victoria Park de Londres em julho, com o guitarrista Steve Hackett, Genesis


Meet Johnnie Walker


Style: Neo Progressive Rock 
Format: mp3 | CBR320kbps 
Country: Sweden 
Size: 164Mb

The band consists of:

Nad Sylvan (Unifaun) - VOCAL & KEYBOARDS
Roine Stolt (Transatlantic, Flowerkings) - GUITARS
Jonas Reingold (Flowerkings, Karmakanic) - BASS
Lalle Larsson ( Weaveworld, Karmakanic) - KEYBOARD
Walle Wahlgren - DRUMS

Tracklist:


01. The Duke of Sadness (9:17)
02. Last Few Grains of Hope (6:48)
03. Peace United (5:44)
04. Journey (7:39)
05. Gratitude (6:27)
06. Meet Johnnie Walker (5:28)
07. Cinnamon Tree (3:15)
08. The Ballad of Mary Chilton (4:28)
09. Roger the Tailor (4:35)
10. Conspiracy (4:05)
11. We Have Been Freed (8:37)
12. Time (5:00)



Roger the Tailor 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

David Gilmour


Por gentileza informe links quebrados - Please report broken links

Nome

E-mail *

Mensagem *