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20/04/2020

Roger Waters: Vídeo raríssimo, “The Child Will Fly” é recheado de estrelas




Roger Waters partilhou um vídeo raríssimo. Planejado para ser transmitido em 2012 em campanha beneficente, nunca estreou oficialmente. 

“The Child Will Fly” além de Roger Waters têm a participação de outros músicos de primeiríssima grandeza como Eric Clapton, Steve Gadd, Gustavo Cerati (amplamente considerado um dos músicos mais influentes e renomados do rock hispano-americano e uma lenda do rock latino-americano), e Pedro Aznar (Pat Metheny Group).


Originalmente, este vídeo foi produzido para acompanhar a “Early Learning”, uma obra de caridade na América do Sul, em 2021. Mas o resultado final jamais foi apresentado ao público. Com 13 minutos de duração, “The Child Will Fly” mostra uma fusão da grandiosidade do Pink Floyd, ópera e música folk sul-americana. As filmagens tiveram lugar em Buenos Aires, na Argentina, e mostram uma banda estelar.

Watch New ROGER WATERS Video for "The Child Will Fly" - Prog Sphere

Nas vozes, além de Waters, estão Gustavo Cerati, Pedro Aznar, Shakira e o tenor Alek Shrader. Nas guitarras surgem Eric Clapton, Gerry Leonard (David Bowie), e David Mansfield. Na bateria está o lendário Steve Gadd e na percussão Caro Baptista (Deborah Resto), Doris Eugenio e Sophia Ramos (coros), Lorraine Cohen (trompete), Emily Hope Price (violoncelo) e Hagai Izraeli . que toca o assombrosamente belo búzio em Ré Maior, na introdução", revelou Waters.

Roger Waters

O visionário músico, em publicação nas redes sociais, pede informação sobre os indivíduos que surgem no vídeo, a maioria deles crianças argentinas com carências, para os contactar. "Só Deus sabe o que aconteceu a estas crianças, fizemos isto em 2012".

Roger Waters y Cerati - The Child Will Fly (Backstage 2012)



07/05/2014

Pink Floyd - London - WNEW FM (1971) LPP 2012




Este registro é o mais recente desta ocasião contendo a transmissão da sessão na BBC em 1971 pela emissora WNEW-FM de Nova York, do "Pink Floyd". É uma descoberta interessante e única. Isso porque de tudo o que se tinha notícia até então, as fitas contendo gravações oriundas da WNEW-FM, traziam apenas as duas músicas que são exclusivas desta transmissão: versões em estéreo de "Embryo" e "Blues". Aqui temos a transmissão em sua íntegra via WNEW-FM estéreo, com excelente qualidade.

Sem dúvida, os destaques são as faixas de "Embryo" e "Blues", as demais faixas são provenientes do vinil da BBC amplamente difundido. Este episódio conta com locução da famosa DJ Alison Steele, (popular: "The Nightbird"), que na ocasião também se utiliza do disco de transcrição da BBC de Londres, porém a qualidade é superior nesta transmissão. Cabe destacar que esta emissora transmitia exclusivamente nos EUA.

Dois momentos revelam a gravação da WNEW-FM. O primeiro é uma identificação da estação que aparece no 8:20 min de "Embryo" e o segundo é um breve comentário da DJ, após o término da execução de "Echoes". 

Alguns colecionadores acreditam que a WNEW-FM foi ao ar durante o show em 1971, enquanto outros aventam a hipótese  de ter ocorrido onze anos mais tarde, e tanto por isso a oferta de melhor qualidade.

Por que a BBC teria enviado as faixas "Embryo" e "Blues" para a WNEW-FM é um mistério. Possivelmente uma ação de marketing em prol da banda, dando exclusividade aos  EUA. 

Foi no 19 de setembro de 1971 que o lendário John Peel recebeu a banda no Paris Cinema, em Londres. Este show também foi realizado diante de uma platéia ao vivo, (As estreias de "One Of These Days" e "Echoes" na BBC), e mais tarde foi transmitido no programa de Peel "In Concert" no dia 12 de outubro de 1971 (BBC Radio 1).

Peel in Concert teve apenas 55 minutos de duração. "Embryo" e "Blues" nunca foram transmitidas no Reino Unido. De fato, só foram ao ar na WNEW-FM de Nova York. Boa audição!




Pink Floyd
London - Broadcast WNEW-FM (1971-09-30)
Paris Cinema, London
Neonknight Tape Transfer
Little Pieces Production (LPP)
June 2012


Tracks:

01 Embryo
02 Blues
03 Fat Old Sun
04 One Of These Days
05 Echoes



FLAC
mediafire.pt1 - (154,80 MB)
mediafire.pt2 - (157,09 MB)
mediafire.pt3 - (79,97 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (129,53 MB)

06/08/2013

Pink Floyd - Another Lapse In Japan (1988) G.R.823/824 - 2012



Money / Another Brick In The Wall Part 2

Em 1986, aconteceu o que para muitos parecia ser improvável. "David Gilmour" e "Nick Mason" reviveram o "Pink Floyd", fizeram planos para gravar um novo álbum e sairiam em turnê ... só que desta vez sem o líder de fato, "Roger Waters". Para ajustar as coisas aos olhos de todos os fãs, eles trouxeram de volta "Richard Wright", e além deste, um elenco de milhares de pessoas para ajudar a criar uma obra digna do legado da banda. 

O álbum resultante "A Momentary Lapse of Reason", (finalmente lançado em 1987), foi um enorme sucesso global. Em setembro de 1987, "Pink Floyd" então reconstituído estava de volta na estrada, tocando para estádios lotados. O tour encorpado por um contingente expressivo de músicos de apoio, foi tão bem sucedido que por diversas vezes seria prorrogado se estendendo até julho de 1989, deslocando-se por vários continentes e, eventualmente nos EUA, arrecadando 135 milhões de dólares.

Na etapa japonesa turnê com oito apresentações em 1988, "Pink Floyd" era uma máquina perfeitamente ajustada. Os primeiros set lists de 1987 contavam com uma versão agradável de "Echoes", mas permaneceu por apenas onze shows. Neste ano, a primeira parte de cada concerto destacava principalmente material novo da banda, para em seguida, reviver seus grandes sucessos. "On The Run" foi excluída nesta etapa, e "The Great Gig in the Sky" foi tocada em seu lugar.

Um dos mais recentes lançamentos da gravadora Godfather (GR 823/824), traz um conjunto de dois CDs contendo uma gravação soberba da primeira de duas noites no Budokan Grand Hall em Tóquio. Inclui também um encarte (elaborado por Alex "the Gnome", uma espécie de Storm Thorgerson não oficial), com fotos contemporâneas, retratos banda e cartazes turísticos, juntamente com um mini poster de dupla face. É essa atenção aos detalhes (ao lado de uma excelente qualidade de som), que faz dos lançamentos deste selo, algo especial para os colecionadores. 

A gravação é estéreo, muito clara, capturando perfeitamente a atmosfera do espetáculo. Públicos japoneses são famosos por serem calmos e atentos, e isso prova ser o caso aqui. Pouquíssimo ruído, exceto ocasionalmente um ou outro grito entusiasmado, mas até contribuindo para conferir a energia positiva do evento. Na verdade, é facilmente uma das melhores gravações de audiência de que se têm registro.

Os padrões de performances nesta turnê foram sempre muito bons, ainda que a natureza coreografada dos shows não deixava muito espaço para a improvisação. Mas os arranjos de clássicos do "Pink Floyd" em "Another Lapse in Japan" são realmente muito agradáveis. Aqueles de nós que assistimos shows na turnê 1988 irão atestar a ressurreição de Rick Wright, cujo desempenho brilhante foi um destaque. Aliás como em outros tempos, sempre faço questão de enfatizar, afora o próprio carisma, sem dúvida a sensibilidade, mas acima de tudo a beleza lírica de seu estilo melódico é sempre genial. Em suma, "Gilmour", "Mason", "Wright" & Cia, através do seu então novo material e números mais famosos, proporcionaram momentos inesquecíveis para seus fãs japoneses. Entre os destaques deste concerto, uma bela "The Great Gig in the Sky", com cada cantora de apoio tentando corresponder ao original, e estratosférico sucesso da vocal Clare Torry, e uma versão bluesy estendida de "Money". Boa audição!


The Great Gig In The Sky



Pink Floyd
"Another Lapse In Japan" 
Live At Budokan Grand Hall, 
Tokyo, Japan - 02 March 1988
Godfatherecords G.R.823/824 (2012) 
Live At Budokan Grand Hall, 
Tokyo, Japan - 02 March 1988


Disc 1:

1. Shine On You Crazy Diamond (Parts 1-5) 11:33
2. Signs Of Life 4:10
3. Learning To Fly 5:43
4. Yet Another Movie 7:00
5. A New Machine (Part 1) 1:28
6. Terminal Frost 6:07
7. A New Machine (Part 2) 0:41
8. Sorrow 9:37
9. The Dogs Of War 7:55
10. On The Turning Away 9:45
11. One Of These Days 7:45
12. Time 5:45

Total Time: 72:29

Disc 2:

1. The Great Gig In The Sky 5:04
2. Wish You Were Here 4:42
3. Welcome To The Machine 8:29
4. Us And Them 7:02
5. Money 11:00
6. Another Brick In The Wall Part 2 5:57
7. Comfortably Numb 10:17
8. One Slip 6:33
9. Run Like Hell 8:52

Total Time: 48:56


Welcome To The Machine


FLAC
4shared.CD1.pt1 - (186,69 MB)
4shared.CD1.pt2 - (187,67 MB)
4shared.CD1.pt3 - (112,98 MB)
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4shared.CD2.pt3 - (058,06 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 - (154,14 MB)
mediafire.CD2 - (137,13 MB)

16/06/2013

PFM con Ian Anderson - Live In Roma (2010) 2012




La Carozza Di Hanz

O PFM ao vivo em Roma acompanhado pelo flautista mágico do Jethro Tull - Um mergulho em um passado inesquecível

Premiata Forneria Marconi (PFM) é o pioneiro de grupos progressistas italianos. Um dos líderes da década de 1970 deste movimento na Itália. A banda desenvolveu um estilo único, sempre em conexão com o resto do mundo. PFM consegue como poucos ser romântico, delicado, e sofisticado. Instrumentalmente rico e melódico, com composições e arranjos suntuosos quase perfeitos. Às vezes, comparado com "King Crimson", o grupo foi capaz de manter sua própria personalidade musical. E ainda hoje fiel às suas raízes o PFM se mantêm como uma forte referência mundial, um dos monstros sagrados do rock progressivo.

Sobre Roma:

"Foi a festa dos progressistas, quarenta anos de sólida paixão. Uma noite fantástica com o melhor da cena progressiva italiana e alguns convidados importantes da cena britânica. Tocamos com Ian Anderson que parecia ter tocado sempre conosco. Até a sua versão de "La Carozza Di Hanz" foi super e a flauta foi verdadeiramente mágica."  Franz Di Giocco (baterista e cantor da lendária PFM)


Abaixo a reportagem de uma revista de rock italiana sobre este acontecimento fantástico que se tornou uma lenda desde o dia em que aconteceu:


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LIVE REPORT: Roma Prog Exhibition Festival - Roma, Teatro Tendastrisce, 5 e 6 novembre 2010

Nel 1970, anno di grandi fermenti musicali internazionali, mentre sull’Isola di Wight si contendevano (letteralmente, come rivelano gli aneddoti narrati dagli stessi musicisti) il palco Hendrix, Jethro Tull, Miles Davis, i neo-costituiti Emerson Lake and Palmere tanti altri grandi, in Italia, a Roma, per la precisione, si avvicendava sul palco di Caracalla tutta la crème di quel movimento che all’epoca fu semplicemente battezzato ‘nuovo pop italiano’ e che negli anni conquistò una planetaria popolarità, dal Giappone al Sud America, con il nome diItalian Progressive Rock.

Venerdì 5 e sabato 6 novembre 2010, le Edizioni Musicali Aereostella di Iaia De Capitanihanno voluto commemorare il quarantennale di quello straordinario evento con una due-giorni di progressive rock presso il Teatro Tendastrisce di Roma, laRoma ProgExhibition Festival. Tra il foltissimo pubblico accorso, anche delegazioni, con bandiere e striscioni, dagli USA, dal Messico, dalla Costarica, dal Giappone e da quasi tutte le nazioni europee.

5 Novembre

L’arduo compito di rompere il ghiaccio è affidato ai Synesthesia, in rappresentanza di quel recente filone che fonde certe atmosfere del prog con la violenza del power-metal. Il connubio esalta i più giovani tra i presenti ma fa un po’ storcere il naso ai vecchi puristi.

Dopo di loro salgono sul palco i genovesi La Maschera di Cera, band nata all’inizio di questo decennio ma con l’intento di riproporre in maniera fedele nelle proprie originali composizioni le sonorità (e persino la grafica e il packaging) dei grandi concept album prog dell’epoca. La loro performance è potente e grintosa, in particolar modo da parte del front-manAlessandro Corvaglia, che si scatena con grande teatralità, ma purtroppo la band è in assoluto quella più penalizzata in termini di suoni. Soprattutto le tastiere diAgostino Macor, sempre molto attento nel ricreare timbriche vintage, sono soffocate quando invece meriterebbero di emergere con vigore.

Iniziano le band storiche: i primi sono The Trip, che propongono materiale dai due loro album più famosi, cioè “Caronte” e “Atlantide”. Sul palco ritroviamo il tastierista Joe Vescovi, il cantante (e originariamente bassista, ma oggi purtroppo vittima di problemi articolari) Wegg Andersen e il drummer Furio Chirico (anche degli Arti & Mestieri), oltre a due giovani comprimari alla chitarra e al basso, rispettivamente Fabrizio Chiarelli e Angelo Perini. 

L’esibizione, seppur penalizzata da qualche inconveniente tecnico iniziale (inevitabile nei festival, quando molte band devono condividere una stessa strumentazione sul palco), è talmente emozionante da far sgorgare più di una lacrima tra chi, nel pubblico, li aveva amati in gioventù e da lasciare a bocca aperta i più giovani. Serpeggia, però, un po’ di delusione, per non aver visto chiamare sul palco dalla band, neanche per un saluto, il primo drummer Pino Sinnone, che pure era presente tra il pubblico.

Dopo i Trip salgono sul palco Tony Pagliuca (tastiere), Aldo Tagliapietra (voce, basso, chitarra 12 corde) e Tolo Marton (chitarra) che, pur essendo tutti membristorici de Le Orme, non possono esibirsi con questo nome per una questione di diritti (probabilmente dovuta a qualche attrito con il batterista Michi Dei Rossi, che detiene il nome e lo utilizza con un’altra line-up). Anche in questo caso il materiale eseguito è quello degli album più amati ma, soprattutto, più progressivi nelle sonorità, come “Collage” e“Felona & Sorona". Proprio nei momenti finali di Felona & Soronai musicisti vengono affiancati sul palco da David Cross, violinista elettrico dei King Crimson, che dà un ulteriore valore aggiunto in termini di sonorità magiche a una già ottima esibizione. 

"Le Orme" (concedeteci di chiamarle così), dal canto loro, ricambiano il favore eseguendo Exiles insieme a Cross. La calda, corposa voce di Tagliapietra, assai simile a tratti a quella dei vari cantanti avvicendatisi nella band guidata da Robert Fripp, è davvero assai a suo agio nel repertorio crimsoniano, ed il risultato non lascia adito a perplessità.

Chiude la prima serata la Premiata Forneria Marconi. All’inizio i musicisti sono visibilmente indispettiti da alcuni inconvenienti tecnici, in particolare all’ampli del basso, ma come abbiamo già detto in un festival fa tutto parte del gioco. 

Di Cioccio salta e corre su e giù per il palco come un ragazzino ma,diversamente a molti show recenti, siede più spesso alla batteria (che condivide con l’ottimo Pietro Monterisi) e lascia a Franco Mussida la maggior parte delle parti cantate, riservandosi piccoli e delicati momenti intimisti comeHarlequin, Out of the Roudaboute la blueseggiante Maestro della Voce, dedicata al compiantoDemetrio Stratos che, nell’intro affidata al basso, viene anche ricordato da Patrick Djivas con una citazione da Luglio Agosto Settembre (nero).

Ma il momento sicuramente più emozionante per i fans, che si alzano in una standing ovation, é quando la PFM divide il palco conIan Anderson, dei Jethro Tull. Il flautista/cantante/chitarrista inglese fa il suo tradizionale ingresso sul palco in posa da fauno (con la gamba destra alzata e appoggiata al ginocchio sinistro) e manda in visibilio la platea. Tutti sono emozionati, a cominciare dallo stesso Mussida che, con voce rotta dalla commozione, ricorda:“Avevo 22 anni quando saltai sulla sedia esattamente come voi, vedendoli per la prima volta dal vivo. Immaginate come mi sento in questo istante”. Con Ian la PFM esegue una irrinunciabile Bourée, poi My God (dall’album“Aqualung”) ma, soprattutto, una spettacolare versione della Carrozza di Hansnella quale Anderson al flauto non si risparmia. Un momento indimenticabile per tutto il pubblico presente.

6 Novembre

L’apertura è affidata ai Periferia del Mondo, band molto giovane ma che può già vantare collaborazioni illustri (da Mauro Pagani a Rodolfo Maltese, e molti altri) nei propri album. Il loro sound è una riuscita contaminazione tra prog-rock dalle forti aperture romantiche, jazz-rock e influenze etniche arabeggianti e mediorientali, con in primo piano i molti fiati (sax alto, tenore e soprano, clarinetto, flauto) del cantante Alessandro Papotto. Il pubblico mostra di apprezzare la solida e rodata band come merita.

Dopo di loro, salgono sul palco gli Abash, che danno una ulteriore sterzata al sound della serata verso atmosfere multietniche, con forti influenze anche della musica popolare del Sud Italia. Purtroppo anche nel loro caso tante finezze a livello di sonorità, come certi piccoli tocchi di percussioni sapientemente posti a colorare qua e là, si perdono un po’ nell’impasto generale dei suoni, ma il loro show è comunque trascinante e coinvolgente.

È la volta di una band che nel 1972 lasciò una traccia tangibile, con l’album “Per un mondo di cristallo”, nella scena prog romana: la (Nuova) Raccomandata con Ricevuta di Ritorno. La voce del cantante nonché ‘pittore volante’ (come recita il titolo del nuovo album) Luciano Regoli è ancora più potente, alta, brillante e versatile che negli anni ’70, frutto di un lungo periodo di studio e di esercizio. Con lui sul palco, della vecchia formazione, troviamoNanni Civitenga, che all’epoca del primo album era il chitarrista e oggi è invece un bassista dalle quotazioni molto elevate (ha lavorato, tra gli altri, con Ennio Morricone). 

Il loro ospite sul palco è Thijs Van Leer, flautista e organista dei Focus, con il quale eseguono The house of the King, di certo il brano più famoso della band olandese (fu usato anche dalla Rai come sigla) e Palco di Marionette, dall’album dei RRR “Per un mondo di cristallo”. Ma oltre a Van Leer un altro ospite, totalmente a sorpresa e ingiustamente non citato sui manifesti, divide il palco con la Raccomandata: è Claudio Simonetti, dei Goblin, che delizia il pubblico con un’introduzione pianistica d’alta scuola, in cui cita anche alcuni dei suoi temi più famosi (Profondo Rosso su tutti), prima di porsi totalmente al servizio della band con risultati notevoli, anche nelle interazioni con il mattacchione Van Leer, che intervalla le sue performances ad alto livello tecnico con bizzarre gag ironiche.

Salgono sul palco gli Osanna e, senza nulla voler togliere a nessuna delle straordinare band avvicendatesi nel corso del festival, sono forse il miglior live-act di prog-rock italiano di sempre: potenti, trascinanti, travolgenti, energici come un fiume in piena, precisi e perfetti come una macchina, un ben oliato macchinario in cui ogni suono è al suo posto e non può essere che lì. 


Gli Osanna, poi, hanno un ulteriore valore aggiunto: i due straordinari ospiti che li affiancano sul palco,David Jackson dei Van Der Graaf Generator (sax sopranino, soprano, alto, tenore, flauto e tin whistle) e Gianni Leone delBalletto di Bronzo (all’organo Hammond) non sono due star di passaggio che si sono preparati un paio di pezzi, sono ormai da parecchio tempo due membri effettivi della band e sanno interagire con gli altri musicisti in ogni dettaglio. E il pubblico dà prova di apprezzare tutto ciò con un’ovazione tra le più esplosive di questi due giorni.

Chiude la rassegna il Banco del Mutuo Soccorso, con la formazione rinforzata daPapotto, dei Periferia del Mondo,che integra perfettamente le sue parti di fiati con gli arrangiamenti storici della band. Il Banco, però, come è spesso nello stile di questa formazione dal vivo, sceglie di chiudere il festival con una punta di malinconia, che traspare dagli amari monologhi di Di Giacomo e di Nocenzi sul tema Come eravamo, chisiamo, cosa saremo.

Francesco ‘Big’ Di Giacomodenuncia apertamente alcuni problemi vocali, ma ciononostante la sua performance è egregia. Il repertorio, come da tradizione, è soprattutto quello dei primi tre album, con poche incursioni leggermente più recenti, come Il Ragno (dall’Lp “Come in un’ultima cena”), mentre in generale è “Darwin” l’album più saccheggiato. 

L’ospite speciale del Banco è John Wetton, bassista-cantante che ha militato in alcune tra le più grandi formazioni degli anni ’70: King Crimson, Family, Uriah Heep, Uk, Roxy Music, Asia e collaborazioni con diversi artisti, da Phil Manzanera, a Martin Orford, a Peter Banks, e non solo. Con Wetton il BMS esegue Leave me alone (edizione inglese della famosa Non mi rompete, dall’album "Io sono nato libero”) e Starless dei King Crimson.

Conclusioni

Non una semplice rassegna di concerti, ma un evento con qualcosa di unico che resterà nel cuore di ogni vero amante del rock progressivo italiano e mondiale. Meravigliosa l’atmosfera che si respirava non soltanto sul palco, ma anche prima e dopo le due serate, grazie anche alla straordinaria disponibilità verso i fan dimostrata dalla maggior parte degli artisti italiani e internazionali coinvolti.

Ottima, infine, l’idea di alleviare i tempi morti del cambio palco con interviste e presentazioni di libri, condotte dal giornalista Donato Zoppo o dalla stessa Iaia De Capitani. Molte e interessanti le opere letterarie citate, tra cui il bel giallo “Com’era nero il vinile"di Glauco Cartocci, il volume antologico a molteplici firme “Prog 40”, dedicato ai quarant’anni di storia di questo genere musicale in ogni sua accezione e sfumatura, e un’autobiografia di Bill Brudford. 


Alberto Sgarlato


Bourée


PFM con Ian Anderson 
Live In Rome (2010) 2012


Songs / Tracks Listing

CD 1

1. La luna nuova (7:51)
2. Il banchetto (5:01)
3. Harlequin (7:40)
4. La terra dell'acqua (8:28)
5. Intro Bach (1:30)
6. Bourée (4:22)
7. My God (8:58)


CD 2

1. Out Of The Roundabout (9:47)
2. Maestro della voce / Luglio, agosto, settembre nero (8:32)
3. Cyber alpha 3.1 (5:03)
4. Impressioni di settembre (5:29)
5. La carrozza di Hans (6:56)
6. É festa (3:57)
7. Se le brescion (2:27)
8. La tentazione (2:00)




mediafire.CD1 - (100,03 MB)  
mediafire.CD2 - (101,18 MB)

11/04/2013

Ranking do Ecad: Roger Waters, aparece na 2ª posição em arrecadação com shows no Brasil.


Roger Waters se apresentou no Brasil em 2012 Foto: Edson Lopes Jr. / Terra
Roger Waters no Brasil em 2012

Em lista divulgada pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), "Roger Waters" aparece na segunda posição no ranking de arrecadação com shows em 2012, seguido por Roberto Carlos, Victor Chaves e Thiaguinho. O músico britânico Paul McCartney aparece em décimo, atrás de Chico Buarque, Erasmo Carlos e Paula Fernandes.

O sertanejo Sorocaba, da dupla Fernando e Sorocaba, é o artista que mais arrecadou com direitos autorais no Brasil no ano de 2012, considerando todos os segmentos de execução pública.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o sertanejo Sorocaba, "Roger Waters", que se apresentou no Brasil em 2012, Roberto Carlos, Thiaguinho, Chico Buarque e Victor Chaves, da dupla sertaneja Victor e Leo, foram os compositores que mais receberam dinheiro do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) pela execução de suas músicas em shows no ano passado.

 O Ecad distribuiu R$ 470 milhões em direitos autorais para 106 mil músicos em 2012.

Pink Floyd - The Unprocessed Chicago (1972) Sigma 85 - 2012



Time

Pink Floyd, 28 de abril de 1972. Esse show tem sido amplamente distribuído e comercializado em vários níveis de qualidade. Já em 2001, um novo arquivo foi encontrado e a gravação foi digitalizada pela primeira vez na forma de CD. Entretanto, somente a partir de 2004 com o lançamento nº 32 da Sirene, "Chicago 1972", o registro foi evidenciado. Para quem já tem esse show, deve ser um upgrade. Não há equalização ou remasterização. A qualidade é tão impressionante que a coisa mais sábia a fazer, foi mantê-lo como ele havia sido gravado naquela noite em 1972. E por isso o registro é chamado "The Unprocessed Chicago".

Em 1972, "Pink Floyd" estreou não apenas uma música (como em turnês anteriores), mas um álbum inteiro antes do seu lançamento. O título original era "Eclipse", para então "Dark Side of the Moon - (A Piece for Assorted Lunatics)", quando em fevereiro de 1972 fez sua estréia à imprensa no Rainbow Theatre de Londres. O título tornou a mudar para "Eclipse (A Piece for Assorted Lunatics)" entre os meses de abril e maio, durante a primeira etapa da turnê pelos EUA, depois reverteu-se em "Dark Side of the Moon - (A Piece for Assorted Lunatics) em setembro, cumprindo a segunda etapa da turnê nos EUA, e finalmente lançado em 1973 sob o título de "The Dark Side of the Moon". 

O álbum começa com os batimentos cardíacos e os aplausos do público, juntamente com os efeitos de sintetizador, um prenúncio à "Breathe" soando muito próximo da versão final. "Travel Sequence" ("On The Run") vêm em seguida, a seção é a excelente jam que "Wright" e "Gilmour" iriam apresentar ao longo do ano. Alguns fãs e colecionadores mais assíduos argumentam que esta variante se encaixa à atmosfera da suite muito melhor do a versão oficial de  "On The Run". Em "Time" ainda está faltando o efeito dos relógios como frenesi de um despertar alucinante, que se tornaria sua principal referência.

Algumas canções ainda são bastante distintas. Em "The Mortality Sequence",  Wright executa progressões de acordes similares ao tema de "Celestial Voices" do álbum "A Saucerful of Secrets". Mesmo as moedas têm anida sons diferentes no início de "Money". É perceptível também a busca do sincronismo adequado. 

"Us & Them" é particularmente lenta e majestosa nesta gravação. Também uma ótima oportunidade em poder curtir "Mr. Wright" em seu solo nos teclados durante toda a extensão da canção ao invés do sax. "Dick Parry", que é excelente, mas o Hammond do mestre dá uma dimensão mais psicodélica à música e uma beleza lírica ímpar. Penso que "Brain Damage" neste show, têm sua melhor interpretação da turnê dentre os shows que ouvi, e é perceptível a reação do público de maneira positiva.  

"Any Colour You Like" era na época mais conhecida como "Dave's Scat Section", e nas versões ao vivo você pode ouvir "David" cantarolando junto aos acordes de sua guitarra, uma improvisação vocal que em inglês é denominada "scat singing", (sílabas sem significado, pronunciadas no ritmo da melodia, ex: la la la...). A canção é na verdade uma jam espetacular, aqui com 6:20 minutos, onde bateria, guitarra, e sintetizador, fluem num clima espacial promovendo um verdadeiro deleite aos nossos ouvidos. Esta é a única música lançada em um álbum de estúdio durante a época com "Roger Waters" na banda, que é creditada a todos os membros da banda, exceto ao próprio "Waters". Aqui podemos perceber como seria "Pink Floyd"  mais focado no instrumental, que era o desejo principalmente de "Mason", e também a essência da banda até então; interpretações longas e um repertório fantástico de improvisações. Embora sendo curta, esta jam ainda resgata momentos preciosos daquele período.

Com as velhas canções já há muito conhecidas, a segunda parte do show incendiou o público, e a eterna predileta "Echoes" foi mais uma vez a estrela da noite. A primeira música desta etapa é uma das versões mais pesadas de "One Of These Days" já realizadas. Esta quase derruba o telhado. Boa audição!



Brain Damage






Pink Floyd 

The Unprocessed Chicago
April 28, 1972. 
The Auditorium Theater, 
Chicago, Illinois
Sigma 85 - 2012



Disc 1

1. Speak To Me 
2. Breathe (In The Air)
3. On The Run
4. Time
5. Breathe (Reprise)
6. The Mortality Sequence
7. Money
8. Us And Them
9. Any Colour You Like
10. Brain Damage
11. Eclipse 


1. One Of These Days
2. Careful With The Axe, Eugene
3. Echoes
4. Set The Controls For The Heart Of The Sun



Breathe (reprise)


Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 - (99,14 MB)
mediafire.CD2 - (118,67 MB)

31/03/2013

Pink Floyd - Saint Ouen 1972 (Sigma 72)


09/12

Este show realizado no dia 01 de dezembro de 1972, Centre Sportif de l’Ile des Vannes, Saint Ouen, na França, foi transmitido ao vivo pela rádio RTL. No entanto,  ela foi uma estação em AM e a transmissão era em mono. Existem algumas oscilações e flutuações no volume, nada que comprometa. No todo é um bom registro, a gravação teve um trabalho muito bom, proporcionando-lhe um efeito pseudo-stereo eficiente. Em especial, "Childhood’s End", que têm neste episódio, uma de suas melhores gravações. Creio no entanto, que a melhor seja a de Zurich em 09.12.72.

Em 1972, a RTL era a estação de rádio mais popular da Europa. Apesar de ter seu estúdio na França (público-alvo), ela teve um transmissor extremamente poderoso em Luxemburgo visando suplantar a legislação francesa que proibia a radiodifusão privada na época. Consequentemente, ela podia ser ouvida por toda a Europa Ocidental, mesmo na Escócia, durante dias mais claros. Na época, o Pink Floyd era muito popular na França. Sabedores do seu prestígio, a banda fez várias turnês por lá.

É curioso a banda ter concordado em transmitir um de seus shows ao vivo pela RTL, porque nesta época "Pink Floyd" tinha fortes laços com a BBC. Mas a RTL estava patrocinando nove de seus concertos na Europa em língua francesa nesta etapa, e não é tão surpreendente, talvez parte do negócio. O show aqui é o segundo a partir dessas nove datas. Esta foi sua última transmissão ao vivo em qualquer mídia até o ano de 1989. Em verdade TV de Veneza gravou um show, (gravado em novembro de 1974, mas foi editado antes de ser transmitido. e isto se deu muitos meses mais tarde). Dai sua importância histórica ser tão relevante.

A primeira metade de "Dark Side" seria o mais próximo que eles iriam atingir da versão final antes do lançamento do álbum oficial, no início de 1973. "On The Run" ainda seria reformulado, mas "The Great Gig In The Sky" apresenta a mesma melodia de piano por Richard Wright, faltando ainda os vocais. 

Também o sax ainda não se faz presente, que desempenha um papel importante nesta peça, bem como em "Money" e "Us and Them".  Entretanto a falta do saxofone é compensada pelos teclados de "Wright". Eles são muito mais proeminentes nestes arranjos do que viria ser no ano seguinte. Particularmente, prefiro muito mais os teclados. 

Além disso, a banda oferece um desempenho fantástico, sincronizado, confiante e entusiasmado da sua nova obra-prima . Outro detalhe curioso, o microfone de "Roger Waters" não está funcionando, e ninguém percebe até que chegue a hora de "Brain Damage" e "Eclipse", músicas que só acontecem com seus vocais. 

Dada esta ser é a primeira apresentação do novo álbum em Paris, o público lhes dá uma resposta entusiástica. Mas as coisas esquentam ainda mais na segunda parte, quando a banda toca as antigas e mais conhecidas canções, começando com um grande desempenho em "One Of These Days".

Apenas também à título de curiosidade, antes de "Careful With That Axe Eugene", o locutor RTL fala um pouco, mas nada que possa ser inconveniente. Ele diz: “Le deuxième titre que nous allons entendre de Pink Floyd, je vous rappelle que vous écoutez RTL et que c’est la deuxième partie du concert que Pink Floyd a donné à Paris Vendredi dernier, le deuxième morceau que nous allons entendre c’est ‘Careful with that Axe, Eugene’ …hmm, je ne sais pas très bien si ‘Axe’ s’écrit en tant que ‘Hache’ ou en tant que ‘Axe’. Vous savez que les membres de Pink Floyd sont tous d’anciens étudiants en architecture et ils aiment bien jouer un petit peu sur les ‘Careful with that Axe, Eugene’… Floyd Pink.”

Algo como "o segundo título que vamos ouvir de "Pink Floyd", lembro-lhe que você ouve a RTL e que esta é a segunda parte do concerto que "Pink Floyd" deu em Paris sexta-feira, a segunda música que nós vamos ouvir é " ... hmm, eu não sei muito bem se Axe é escrito como Axe ou como eixo. Você sabia que os membros do "Pink Floyd" são todos antigos alunos de arquitetura e que eles gostam de tocar um pouco mais quando é "Careful With That Axe Eugene"? ... com vocês, "Pink Floyd".

O show prossegue com a maestria de sempre. Até que então chega a vez de "Childhood’s End", que seria o encore no resto da turnê europeia até o início da turnê nos EUA em março, depois não mais. Confesso que este é o principal motivo deste post. Eu adoro está canção, e principalmente ao vivo a melodia é cativante, o mestre "Richard Wright" com excepcional desempenho em seu Hammond promove uma sensação essencialmente progressiva. O instrumental em seu todo é muito legal, tanto pelo baixo de "Waters" num ritmo bastante agradável, quanto "Gilmour" com belíssimos acordes, repleto de improvisos. Saint Ouen 1972 é um lançamento da Sigma muito interessante. O show é raro, e a qualidade do som é boa o suficiente para ser um importante complemento à  coleção. Boa audição!





Pink Floyd
Centre Sportif de l’Ile des Vannes, 
Saint Ouen, France
December 1st, 1972
Sigma 72 (2012)


Disc 1 (47:17):

01. Speak To Me
02. Breathe
03. On The Run
04.Time
05.Breathe (Reprise)
06. The Great Gig In The Sky
07. Money
08. Us And Them
09. Any Colour You Like
10. Brain Damage
11. Eclipse

Disc 2 (55:24):

01. One Of These Days
02. Careful With That Axe Eugene
03. Blues
04. Echoes
05. Childhood’s End



O vídeo diz respeito a tour de 72, mas outra ocasião (Amsterdan). As imagens não são muito boas, mas é raro algum registro até mesmo com alguma coerência entre áudio e imagens, e infelizmente, bootlegs desta data são muitos ruins em termos de som. Achei interessante a oportunidade para quem possa desconhece-lo.


Live for the Amsterdan Rock Circus
Olympic Stadium, Amsterdam, Netherlands - May 22, 1972

FLAC
CD1:
mediafire.part1  - (166,48 MB)
mediafire.part2  - (119,29 MB)
CD2:
mediafire.part1 - (171,60 MB)
mediafire.part2 - (111,84 MB)

Mp3- 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 - (91,00 MB)
mediafire.CD2 - (103,00 MB)

15/03/2013

The Cure - London - National Ballroom (1992) 2012


Soundboard


Open

Em 1992 quando foi lançado, o álbum "Wish", guardava em si a responsabilidade de poder superar o cultuado "Disintegration", o oitavo álbum de estúdio da banda "The Cure", lançado em 1989. Considerado por críticos e fãs do grupo um dos melhores discos da década de 1980, aos mais apaixonados entre os melhores de todos os tempos. O álbum reflete uma fase transição e amadurecimento de "Robert Smith", (à época chegando aos seus trinta anos, apercebendo-se de que o passado não têm volta), transferindo todo a melancolia de um processo angustiante, para as suas letras e música. Teoricamente uma atmosfera sombria e deprimente, em se tratando de "Robert Smith"  pelo ser genial, é um disco fantástico,  estas circunstâncias com menor ou maior intensidade caracterizam suas obras, (sempre soube se traduzir por meio de composições e com muita competência), de onde afloram seus mais profundos sentimentos, criando momentos de inenarrável beleza, tornando impossível ouvir e ser indiferente às emoções que exprime. "A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível". Leonardo da Vinci.

"Wish" aconteceu após um hiato de três anos, período que por diversas ocasiões "Smith" comentava o provável fim da banda, e o álbum atinge o topo da parada britânica (2º da Billboard, nos EUA), mostrando a banda no ápice de sua forma instrumental. A guitarra dissonante e polifônica guiando as faixas. E se refletia no próprio comportamento do astro que usava uma camiseta de "Hendrix" nos shows dessa tour. É difícil, mesmo para os fãs que adotaram-no, como parte de suas vidas, (uma característica quase singular dentro do universo da música, é esta entrega impressionante dos seus fãs), lidar com as múltiplas facetas de um gênio inconstante e criativo, mesmo em suas apresentações as mesmas canções soam completamente diferentes sempre e a cada turnê, aos mais atentos, a cada show. No álbum anterior, suas letras eram desenhadas numa mescla de raiva e depressão, expressando o quão difícil era suportar a própria existência, num mundo caótico. "Wish", embora contenha seu grau de melancolia, porque parece ser um eterno dever de casa de "Robert Smith" mostrar uma face sombria, o álbum apresenta um mundo vibrante e alegre, com o amor e a felicidade manifestos em baladas românticas, guitarras com fraseados contagiantes e virtuosos, melodias caprichosamente elaboradas, ritmos envolventes. Vários são os exemplos de sucesso,  hits como "Friday I'm In Love", "A Letter To Elise", "High" e músicas como "From The Edge Of Deep Green Sea" permanecem até hoje cativas no set list das turnês da banda. Os "B-Sides" estão unanimemente entre os mais belos da discografia da banda. Com este álbum, alcançaram a sua fase de maior vendagem e execução, (Paris, Show, Play Out, MTV Unplugged, por exemplo). 

O fato de ter sido elaborado após "Disintegration", a aclamada obra prima da banda, torna este álbum mais emblemático. Ser ainda possível fazer algo grandioso, diferente, senão melhor, mas provendo uma identidade àquela fase da banda. "Wish" atendeu a demanda, e foi mundialmente um sucesso até então sem precedentes. Em 03 de maio de 1992 no Kilburn National Ballroom, em Londres, Inglaterra, o concerto foi transmitido ao vivo pela rádio (XFM), sendo filmado também. Segundo "Robert Smith" comentou, "a canção 'M' foi dedicada às pessoas que foram nos seguindo de ônibus a cada noite". Um momento curioso da noite foi a ausência primeiro verso de "Three Imaginary Boys" - "Robert" esqueceu completamente as palavras e só cantou a primeira linha. A gravação em vídeo foi mais curta, enquanto o álbum contêm o show completo. Esta é uma excelente remasterização realizada ano passado, celebrando os 20 anos da "Wish Tour" (1992/2012). Boa audição!



Apart


The Cure
Kilburn National Ballroom, 
London, England -1992 05 03
Londres SBD (2012)


Setlist:

1. Open
2. High
3. Pictures Of You
4. Lullaby
5. Doing The Unstuck
6. Just Like Heaven
7. Apart
8. A Night Like This
9. Wendy Time
10. The Walk
11. Let's Go To Bed
12. Friday I'm In Love
13. Inbetween Days
14. From The Edge Of The Deep Green Sea
15. Fascination Street
16. Never Enough
17. Cut
18. End

Encore 1:

19. In Your House
20. M
21. Three Imaginary Boys
22. Boys Don't Cry 

Encore 2:

23. Charlotte Sometimes
24. Primary
25. A Strange Day

26. A Forest

Line-up:

Robert Smith
Simon Gallup 
Porl Thompson 
Boris Williams 
Perry Bamonte






Doing The Unstuck

FLAC
CD1
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ou
CD1
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Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
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22/01/2013

David Gilmour Interview 2012 (high50)


24:47

Localizei o texto da entrevista em sua integra, mas traduzido com google translator. 







Entrevista completa:

DG: A coisa mais importante para mim era o espaço que tinha na capa para ter belas peças de arte e informação. Cartas que foram grandes o suficiente para ler. A coisa toda miniaturizado [em CD] tirou o brinquedo para mim.

O som no início do CD não era o que tornou-se. Deu-se uma reputação muito ruim por causa da maneira como eles entraram na coisa toda com muito primitivo análogo aos conversores digitais. Houve uma corrida para conseguir as coisas no CD como se fosse uma coisa nova e todo mundo queria CDs, e eles queriam muito rapidamente.

Então, eles tem pessoas dominando a copiar a fita para fora para digital para CDs sem qualquer cuidado ou atenção, porque eles tinham um grande volume de coisas que queria colocar para fora, e ao longo dos anos desde o início do CD da qualidade de os conversores melhorou enormemente. E a qualidade dos conversores de volta novamente. Você vê, no seu leitor há um conversor para converter digital de volta para analógico que você ouve.

TW: Oh, não é mesmo?

DG: Sim. Digital é um código, você tem que ter equipamentos de alta qualidade para converter o som em dígitos e, em seguida, você precisa de material de alta qualidade para converter dígitos novamente em som.

TW: Como o som é uma onda?

DG: A qualidade de todos os equipamentos que não era bom. Agora, é estratosfericamente maior. A qualidade original de alta, que é de 44,1 khrtz, de um CD ainda é o mesmo ... Então, que não aumentou, mas isso é enormemente maior do que a nossa gama de audição. Nós não podemos ouvir mais - bem, isso varia de pessoas, dependendo de como você está velho, quanto dano que você fez a sua audição ao longo dos anos - mas freqüências entre 10 e 20 kilociclos, e isso tem que ninguém podia possivelmente ouvir. Assim, mesmo no início, a capacidade do sistema foi muito bom.

Estamos agora a gravar música em uma coisa que é 192 kilociclos, que é quatro vezes e um pouco a qualidade que um CD é. É bastante inaudível, essa diferença, mas você quer começar com a mais alta qualidade que você puder.

TW: Por você, eu acho que você estava buscando sempre a perfeição em som para o CD deve ser uma bênção para você?

DG: Para mim, é. Sim. Com as melhorias que passaram em seu interior. Porque, com fita analógica, o mestre de, por exemplo, Dark Side of The Moon, há apenas um. Não é um mestre, agora é mais de 40 anos, ou apenas cerca de 40 anos, é um pedaço de fita magnética que roda a 15 polegadas por segundo. Cada crosssfade que acontece entre as faixas, o que é bem conhecida, que é uma cópia do fim de uma música eo início de outra música, com outras coisas colocado sobre para ele. E então você cortar a peça para fora, e editá-lo no final da primeira música e no início da próxima música e em um ponto conveniente invisível, onde você não pode ouvi-lo. E esse é o seu crossfade. E depois há todo um lado um e todo um lado dois, como era, naqueles dias maravilhosos de vinil. Mas a fita é uma massa de pequenos pedaços de fita de edição. É como Sellotape, mas muito fina, muito fina.

Se você vê-lo jogar, toneladas de pequenos pontos brancos manter a atravessar, em que a fita original, um e ao longo dos anos com algumas qualidades da fita magnética a cola que une o que é, basicamente, as limalhas de ferro - de fita magnética é muito, muito microscópico partículas de metal, coladas a um pedaço de fita plástica - e, se a cola não é particularmente longa duração que podem ter que caindo. E também a cola na fita adesiva que você usou para se juntar pedaços juntos na edição pode começar a falhar e caindo aos pedaços. E você se encontrar tendo que, por um lado, com lotes de fitas antigas, há uma série especial de fitas a partir de um determinado momento, que você tem que assar no forno.

Você tem que levar a fita inteira, um rolo enorme da fita, e colocá-lo em um forno e cozê-lo a uma determinada temperatura durante um determinado período de tempo, para selar a cola. E também você tem que tomar algumas das edições separadas, e re-juntá-las com fita nova edição. Então é uma coisa muito, muito frágil, o mestre original, razão pela qual a maioria das pessoas, a maioria das gravadoras, quero trabalhar em um meio diferente.

Nos dias de fita que significava fazer mestres e mestres de produção de cópia. É difícil explicar a diferença. Fitas seriam enviados por todo o mundo, que eram cópias ou mestres de produção, para fazer os carimbos que fazem os discos reais com, e há tantos lugares dentro desse procedimento, onde algo pode dar errado. Se a sala que você está fazendo a sua mãe ou seu mestre em stamper tem poeira no ar, você pode obter um grão de poeira em um sulco e você vai ter um clique que dura, em que o registro para sempre. Assim, cada stamper única tem de ser analisado e ouviu atentamente todo o caminho para se certificar de que não há erros minúsculos sobre ela.

TW: Eu lembro que no passado você disse, ao falar sobre arte islâmica, por exemplo, a ideia da pequena imperfeição que faz a beleza suprema ... esse tipo de coisa

DG: Sim. Há muitos erros islâmicos na gravação da música sem ter que precisa deles para estar no objeto físico real que é jogado.

TW: E quanto a esse tipo de coisa quase nostálgica dos cliques eo silvo, é que não fazem parte da atmosfera do disco?

DG: Há pessoas que colocaram silvo artificiais para fazer as coisas de som lo-fi. Isso é o que o movimento lo-fi é de cerca de suponho.

TW: O que eles realmente colocar silvo artificiais?

DG: hiss fita original era o diabo nos velhos tempos. Tentamos o nosso muito, muito melhor para eliminar o chiado de fita e, para isso você tem que gravar o mais alto sobre a fita, como você pode para que o ruído básica inerente da fita é mantida ao mínimo. Chama-se a relação sinal-ruído. A unidade de Dolby foi feito para codificar a música em banda de tal maneira que ele é utilizado o máximo de fita todo o caminho através de modo que tinha o mínimo de assobio de fita e, portanto, uma melhor relação sinal-ruído.

TW: É muito engraçado, na verdade, o movimento do vinil, porque você está dizendo que em todos os cem anos de gravação de música que venho tentando aperfeiçoá-lo e agora há um movimento dizendo: "Bem, nós gostamos do jeito que era '.

DG: Sim, eu aprecio a nostalgia das pessoas para essas coisas, mas em minha mente a moderna tecnologia digital é melhor ou tão bom quanto o vinil pode ser e é muito mais confiável em termos de ver o seu material para fora em mais elevada qualidade que pode ser longo o mundo.

TW: Diga-me, embora, obviamente, como você estava dizendo antes, isso depende do sistema para que coisas como amplificadores usando válvulas em vez de transistores ...

DG: Bem, eu não sei o suficiente sobre isso para lhe dar uma resposta adequada, mas escusado será dizer que usar amplificadores de válvulas e na indústria é praticamente todos os amplificadores de válvulas no topo tipo de estúdios.

TW: Por que que criam um som melhor?

DG: Eu não sei. Eu não tenho nenhuma idéia real. Eu acho que é bastante provável que ele não faz mais nada e eu sou apenas um pouco velho me moda e não foram mantendo-se com a tecnologia. Transistores, sem dúvida, ou qualquer outra coisa são estes dias têm melhorado muito ao longo dos anos e, talvez, eles são tão bons estes dias. Eu não sei.

TW: Eu suponho que há uma coisa com o CD, e eu acho isso com a internet nos dias de hoje: por um lado é ótimo, nada está nunca terminado e você sempre pode voltar a ele. (Eu estou falando sobre a rede agora). Por outro lado, é terrível, porque nunca nada está terminado e você sempre pode voltar a ele. Com o digital, que você já tem faixas bônus, você pode voltar e re-mestre o tempo todo, presumivelmente entre prensadas, por isso deixa o trabalho nunca completamente terminado. Você concorda?

DG: Para mim, eu fiz o meu último álbum On An Island, e havia um ponto onde ele estava acabado. E isso foi muito bonito o final do mesmo. O que acontece então sobre a colocação de outros pedaços em vários pacotes diferentes na forma como tudo é feito nos dias de hoje tem uma espécie de moveu-se ligeiramente fora de minhas mãos. O que acontece é que as pessoas vêm até mim com sugestões e eu digo sim ou não, mas meu trabalho é para obter o registro realmente terminar - e como você diz que pode irritar um pouco com ele para sempre e sempre, mudando pequenas coisas, corrigir imperfeições como você vê-los ou criar pequenas imperfeições deliberadamente até que esteja terminado.

TW: E quanto não tanto o artefato, mas o trabalho? Quer dizer, alguns álbuns são coleções de músicas. Alguns álbuns provavelmente vem de uma perspectiva unificada para começar e alguns reunir unidade em torno deles. Então, era um Dark Side ... álbum conceitual parece que o nome errado, mas eu não sei se ele nunca foi chamado assim.

DG: Eu não acho que já chamou um álbum conceitual. Ela tem seus sentimentos negativos um pouco esses dias, mas, quero dizer, é uma descrição perfeitamente bom. Eu não me preocuparia muito sobre isso. Há uma história deliberadamente coesa nesse álbum, que está dando vista Roger sobre vários aspectos da vida condensadas em uma coisa de 45 minutos de duração. Como você diz, outros álbuns podem vir ao longo da qual, por causa do humor que você está em no momento em que você está fazendo isso, são um instantâneo de um momento de uma pessoa ou a vida da banda por isso há muitas vezes vai ser uma consistência de humor sobre eles que se você, quando você está fazendo isso, reconhecer e enfatizar um pouco mais. Você pode obter algo que você não pode ser o que você chamaria de um álbum conceitual, mas ele tem uma espécie de coerência ...

TW: ... assim pode-se dizer que cerca de On An Island, dizer que está tudo vindo de um lugar e humor.

DG: Mas isso é claramente um monte de músicas, mas ao mesmo tempo, para mim, tem um humor diferente e é um instantâneo do momento -

TW: Mas quase leva digamos, um álbum dos Beatles, um um início como A Hard Day, isso é uma coleção de canções, não é, essencialmente?

DG: Bem, essa é uma trilha sonora do filme.

TW: OK, OK, vamos tentar outra, With The Beatles ...

DG: Mas, novamente, que não é um álbum conceitual, mas tem um som muito diferente ea forma como eles estavam fazendo, o que estava indo direto para o estúdio e colocar os microfones para o kit e tudo, e gravar a canção. Você sabe, o primeiro álbum dos Beatles foi feito em 17 horas, não foi?

TW: O que têm uma influência sobre a unidade de um álbum, quanto tempo de estúdio que você reservar? Claro que não em seu palco, porque você tem seu próprio estúdio.

DG: Mmmm, não. Eu realmente não penso assim.

TW: Então você não disser, eu tenho reservado para dois meses e vamos fazer um álbum lá e que produz unidade, se você ver o que eu quero dizer.

DG: Bem, isso acontece, o tempo todo, com todos os tipos de pessoas. Há, obviamente, limites para a quantidade de tempo, que é muito caro, o tempo de estúdio.

TW: E assim por diante Dark Side, embora, ele começou como Eclipse?

DG: Sim, eu acho. Seu primeiro nome como uma peça completa foi Eclipse. Ele ainda estava sendo chamado Eclipse Eu acho que quando nós primeiro executou no arco-íris em 1972.

TW: E você, Roger e os caras dizem isso? Vocês todos sabem que foi concebido como uma obra de arte?

DG: Sim, sim, ficou claro praticamente desde o início que Roger teve uma série de idéias que ele queria explorar.

TW: Não teria sido Meddle no meio, mas você tinha saído com essa coisa de orquestra, não tinha você, também?

DG: Bem, nós tínhamos saído de um período, na minha opinião, de pouco se debatendo por um bom tempo durante Ummagumma e Atom Heart Mother e de ser experimental para tentar encontrar os nossos pés, na verdade, para encontrar onde estávamos indo para, que eu acho que nós encontramos, por Meddle. Meddle tem momentos realmente muito bom e mostra muito claramente o caminho a seguir, com Echoes, particularmente.

TW: Mas você sabia que todos estavam trabalhando em uma peça.

DG: Sim, sim. Em um álbum de canções que poderiam ser interligadas fisicamente e mentalmente.

TW: Assim como sobre a ordem - havia uma lógica de letra?

DG: Bem, no final há uma lógica, sim, o começo eo fim, tanto a ter uma lógica, do tempo decorrido. Suponho que uma ou duas das peças no meio poderiam ser trocadas, se você quisesse.

TW: Então você tinha essas músicas e você praticamente sabia a ordem em que eles iriam correr de qualquer maneira.

DG: Mais ou menos.

TW: Mais uma vez ... obviamente eu posso dizer que você vá alto, macio, lento, rápido ... você está tentando lançá-la para torná-lo uma experiência.

DG: Eu não acho que nunca fez nada disso com Dark Side of The Moon. Eu não acho que houvesse qualquer preocupação com o alto, macio, lento, rápido. Eu acho que as músicas só teve suas próprias formas. Para ser honesto, eu realmente não consigo lembrar de como a ordem final foi alcançado em, como digo, no meio da coisa. Você poderia ter trocado dinheiro e Us And Them se você quiser, em termos de lógica de toda a peça. Roger pode dizer que é besteira. Eu não sei.

TW: Isso é interessante porque eu simplesmente presumi que, mesmo se tivesse essa unidade de idéia, então você entrou, um pouco como um DJ, e criou um clima de trazer as pessoas para cima, levar as pessoas para baixo ...

DG: Bem, houve momentos em que você tentar fazer isso no seqüenciamento de álbuns, você faz um pouco disso. Você decide o que vai ser a melhor música para encerrar, a melhor canção para abrir com ... e que podem não ter nada a ver com o conteúdo lírico. Mas com Dark Side of The Moon e os nossos outros álbuns [como] Wish You Were Here, que não era realmente uma consideração.

TW: Eu estou supondo que em em uma ilha que era uma consideração, sim, ter um conjunto de canções que carregá-lo através de um para o outro?

DG: Sim, muito tempo é gasto considerando a seqüência essas músicas vão correr dentro

TW: Agora há uma desvantagem do CD, com certeza: é muito fácil ignorar -

DG: Ah, ainda em vinil, é fácil ignorar - em detrimento de seus álbuns, se você não tiver muito cuidado!

TW: Eu não tinha percebido que, porque eu só, pelo que eu li e assim por diante, eu supor que há pontas soltas no início e no final de qualquer álbum e eu estava dizendo que a coisa sobre cães que começou por Desejo You Were Here, não foi, ou por volta dessa época, e na verdade acabou em outro álbum?

DG: Sim, o que tornou os cães, que foi originalmente chamado Você precisa ser louco, e que se tornou Shine On You Crazy diamante foram escritas ao mesmo tempo em uma sala de ensaio em Kings Cross.

TW: Eu suponho que é preciso compreender bem que há uma produção orgânica para essas coisas. Você não vai lá dizer isso vai ser esta canção sobre isso, tudo vem junto muito lentamente e é parte do processo criativo, suponho eu.

DG: Sim, os cães, ou você vai ficar louco na época, deveria ter sido na Wish You Were Here álbum. E Roger e eu tive alguma discussão acalorada sobre o assunto ea decisão foi para não colocá-lo nesse álbum, mas para utilizá-lo para algo mais tarde, e fazer Shine On ser o início eo fim do Wish You Were Here álbum com outras coisas dentro em que foram mais relevantes para a mesma. Ele era totalmente certa, eu estava totalmente errado. Não é a primeira vez.

TW: E quanto a isso? Se temos um álbum como Dark Side of The Moon, em oposição a uma coleção de canções, os méritos e as recompensas de ouvi-la do começo ao fim.

DG: Foi assim que ele foi concebido, mas que era também muito mais o tipo de coisa que era a forma geral um fez. Alguém poderia sentar com alguns amigos em uma sala com tão alta qualidade de um sistema que você pode e você deve se unir em compartilhar essa experiência entre si e que era o que se destina. Mas isso foi a maneira que tende a ser. Agora, é claro, todo mundo está ouvindo individualmente com fones de ouvido pequenos para coisas diferentes para todos os outros e é uma pena perder essa experiência se juntou, a experiência comum.

TW: O comprimento da experiência, porque na Grã-Bretanha que só fez um único, não é, além de singles Syd, considerou-se que a faixa de três minutos ou cinco minutos não teve muito mérito.

DG: Bem, passou-se a um mundo um pouco diferente, que tinha dúvidas sobre se queríamos entrar e tivemos uma ideia bastante clara da maneira que queríamos para operar como um grupo musical e que era ir e fazer uma experiência que envolvia você por duas horas ou o que quer e os registros eram a mesma coisa. Era algo que exige uma maior concentração para um período de tempo. E nós queríamos, não forçar, mas para incentivar as pessoas a tomar o tempo para desfrutar de toda a experiência, para ouvir a coisa inteira, para ouvir a sua coesão, como uma coisa se mudou para outra coisa, como as idéias nas letras relacionado para trás e encaminha todo. Foi uma grandiosa idéia de música popular, se você gosta e descaradamente assim.

TW: Você acha que está tudo desaparecido?

DG: Não desapareceu, tenho certeza que as pessoas ainda estão tentando fazê-lo. Intenções dos músicos eu não acho que tenha desaparecido completamente, mas eu não sei como ou onde as pessoas realmente fazem a mesma coisa de realmente sentado em uma sala durante uma hora inteira, ou seja o que for e ouvir um corpo de trabalho. Quero dizer, para mim não apenas nunca parece haver tempo.

TW: Embora você disse que fez isso sozinho com On An Island e com Polly cerca de um mês atrás ...

DG: Sim.

TW: Esse foi o aniversário?

DG: Sim, deve ter sido o aniversário. Mas nós apenas sentimos que era sobre o momento certo para ter um ouvi-la. Não poderia ter gostado mais. Lembro-me, ao mesmo tempo, quando nós terminamos e ela teve que a coesão a ele, ou nós tinha tentado fazer isso tem que a coesão, e nós nos sentamos e escutou-o aqui nesta sala, e ele fez, para mim.

TW: Como que é a outra coisa, como estávamos dizendo, você tem essas referências líricas e musicais entre as faixas que você não, que se destinam a manter estas coisas em conjunto e que se retirados quando você ouvir individualmente e assim, presumivelmente, diminuir a experiência.

DG: Diminuir, sim, ou deixá-lo ... Diminuir é uma maneira de dizer isso ou você poderia dizer que o deixa aquém do máximo que você pode sair dela.

TW: Eu suponho que não é apenas tecnologia, mas é um milhão de coisas e da sociedade fraturada, mas parece que temos coisas menos comuns que fazemos juntos.

DG: É isso mesmo. Eu escutei Brain Damage no outro dia e estava pensando o quão brilhante as letras eram para isso. Concentrando-se em uma faixa só porque ele passou a vir em algum lugar. É uma grande peça de trabalho.

TW: Quando foi a última vez que você ouviu Dark Side of The Moon?

DG: Deus. Quero dizer de algum tempo, nos últimos anos, temos feito um remix quad de Dark Side of The Moon e temos que colocar para fora várias re-mestres de várias coisas. E cada vez que tiver um desses, é o meu trabalho para se sentar e ouvi-la muito cuidadosamente com uma orelha profissional, que por vezes pode tirar da experiência emocional, mas eu acho que no último ano ou assim que eu tenho escutado la.

TW: Porque na verdade, agora você manter remasterização, é realmente melhor do que era na sua opinião? Existem coisas que você trouxe para fora que não estavam no original?

DG: Bem, o mestre original, o re-mestre está trabalhando desde que a fita master original e não há um limite para o que você pode fazer em re-masterização. Basicamente, você pode alterar os níveis um pouco para que se há bits mais silenciosos que pretende levantar um pouco você pode fazer isso e você pode mudar a equalização, os agudos e os graves ... Os agudos e os graves em um estúdio há algumas centenas triplas, uma centenas de vãos, uma baixos centenas, e você está escolhendo individuais freqüências pequenas, subtraindo alguns e acrescentando algumas, por minúsculos, pequenos pedaços para torná-lo soar tão bom quanto ele puder. E, claro, usando o mais recente equipamento digital para torná-lo tão bom quanto ela pode ser, se você está fazendo isso digitalmente.

TW: Então é claro que ainda depende do equipamento de transmissão, não é?

DG: O elo mais fraco é o elo mais fraco.

TW: Eu me lembro que o meu final, bem, não era uma questão, mais de um tópico ... é. Você não eram os únicos, mas certamente a primeira, provavelmente na Grã-Bretanha, o primeiro a tirá-lo de uma atmosfera intelectual - música concreta e usando sons encontrados - e este é o lugar onde realmente veio à tona, não isso? E eu acho que seria uma razão pela qual você está olhando para a perfeição o tempo todo?

DG: Olhando para a perfeição ... mas isso é tudo para criar uma atmosfera, para enganar os sentidos em pensar que você está em algum lugar você não é. Você está tentando criar um mundo diferente e convencer o ouvinte de que eles estão em um mundo diferente. E você usa todos os sons encontrados - os bits do canto dos pássaros, você sabe, tratores, motores industriais, qualquer coisa para tentar criar um lugar onde você pode tirar as pessoas do momento em que estão e colocá-los em um lugar diferente, da mesma forma acontece quando você lê um livro. A coisa em Wish You Were Here com o elevador era uma peça muito cuidadosamente criado de colagem de som para fazê-la soar como se alguém estivesse entrando em um elevador, subindo no elevador e saindo em uma festa, todos inteiramente criado com máquinas que era material sintetizado. Mas está muito bem feito. Que em algum tipo de escala foi a maneira que nós estávamos pensando o tempo todo através desses álbuns.

TW: Eu me lembro da primeira vez que ouvi isso, ele só parecia extraordinário para mim, que você conseguiu trazer o mundo exterior, não apenas os instrumentos, mas o mundo inteiro em uma coisa e dá-lo novamente.

DG: Sim, bem, isso é parte da alegria de ouvi-la. A fechar os olhos e ser transportado para um lugar diferente, razão pela qual outras coisas ter ajudado!

TW: E você sabia que estavam sentados neste trabalho enorme?

DG: Bem, todos nós sabíamos que estávamos ... este foi um ápice estávamos indo em direção. Obviamente, você nunca tem qualquer idéia real, quero dizer que ninguém jamais vai pensar - ou talvez todos não pensam, mas eu suspeito que todo mundo não pensa - que vai ser o maior álbum nas paradas de sempre, que não seja esse tipo de coisas do tipo grande prêmio.

TW: Colocá-lo desta maneira, você sabia que era grande, obviamente. Você sabia o quão grande ele ia ser?

DG: Não, muito importante para nós teria sido um álbum número um de qualquer espécie, desaparecendo sem deixar rasto, depois de três meses.

TW: Estou certo que a popularidade deste álbum veio da América pela primeira vez?

DG: Eu não tenho certeza, para ser honesto. Ele foi enorme nos Estados Unidos e saímos em turnê nos Estados Unidos imediatamente após o seu lançamento bastante. Na Inglaterra você joga um par de lugares, talvez dois ou três lugares, não me lembro, mas me senti maior da América. Ele fez muito bem também.

TW: Mesmo que você estava fazendo muito bem como uma banda, você diria que esta foi apenas uma mudança enorme mar de agora em diante?

DG: Sim, sim.

TW: Foi apenas um mundo diferente?

DG: Foi, obviamente.

TW: E era um mundo diferente sonora, bem como, não foi? Você mudou o que as pessoas poderiam aspirar?

DG: Nós fizemos o nosso melhor, Tim.




TW: Bem, isso é brilhante. Obrigado, David.
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David Gilmour


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