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04/11/2016

Pink Floyd ‎– Wish You Were Here / Animals Outtakes: The Original Cassette Tapes Transfer (Sigma 165)



A gravadora japonesa Sigma nesta edição traz as gravações originais, a fita mestre sem nenhum processo de masterização com a melhor qualidade possível na obtenção dos CDs. O material em fitas demo surgiu a questão de dois anos surpreendendo a todos, principalmente nós que somos fãs, e foi divulgado na época aqui no blog com maiores detalhes. Boa audição!





Pink Floyd
Wish You Were Here / Animals Outtakes: The Original Cassette Tapes Transfer (Sigma 165) 
Unissued Alternate Studio Recordings 1975 - 1976: Raw & Unprocessed Versions [Stereo soundboard]


Disc 1 (44:10)
Wish You Were Here

1. Have A Cigar (partial) 
2. Have A Cigar 
3. Welcome To The Machine
4. Shine On You Crazy Diamond (Parts 1-8) 
5. Welcome To The Machine

Disc 2 (48:23)
Animals

1. Dogs (Part 1) 
2. Synth/Click/Space 
3. Dogs (Part 2) 
4. Sheep Sound Effects, Synth/Click/Space
5. Sheep (Raving And Drooling) 
6. Pigs (Three Different Ones)




FLAC
uloz.to.CD1 - (280 MB)
 uloz.to.CD2 - (277 MB)




Abaixo resenha original Sigma:

“WISH YOU WERE HERE” and “ANIMALS”, what was happening in the studio sessions of the two albums. Witness to the scene, is the emergence of direct sucked master cassette the air. This time, Omoto cassette of the kind that had been used in the field of studio work was brought in its own route. This work, not remain entirely 1 sound it’s the two sets of studio album was transferred to CD.

A few years ago, it has appeared this two studio demo / outtakes collection, also still fresh in memory of shocked the world. Although there had been constructed and tightly aware of the finished product album, this work is completely different. Studio work is recorded vividly in, there is also a recording and repetition of things that do not form the body of the song, not even trimmed in order to those people is heard again. It was just “studio-recording leave the sound of”.

In, and say whether the idea phrases are arranged as in the memo, nor is why. Unfinished while also, the mix has been, from each song is said to be seen firmly …, also appear take that was very similar to its outstanding demonstration. The relationship between the current brought the master and its outstanding demo I do not know, but perhaps what this time of the cassette will be thought that it is the wound have been kind in the studio. Despite its outstanding demonstration and take of ghosting can not affirm, work stage, sound, there is a track the performance was similar too. On top of that, there is also plenty to sound or “between” not in its outstanding demonstration. Even more than its outstanding demo, do not see things that do not have enough. This also there is no excuse, but completely speculation, extracting only the part close to someone finished product album from this cassette, heart deprived up to solve it Tour of extended the lead or not was the world out as a demo by ……… such a mystery one of you be irretrievably.

In addition, also from the natural sound too vividly, “This is what source, the starting point” can be convinced. Demo title of until now is editing marks and equalizing marks were found, not like in this work. Very extremely You have caused a faint enter era feeling of 40 years ago to hiss, series of flow is too non-editing more than anything. Unlike its outstanding demonstration that had to resemble the official album, in Sonomanma the song order also had been sealed in the actual cassette, or vacant between Omoikkiri, the same part is also or repeated. The is trial and error in the studio is entirely reproduced. If one example, of the disk 2 “Dogs”. When played in was approaching the middle part is finished, while caught fragments and clicking sound of synth sound, become silent. In this “fragment” or “between” to speculation or hesitation, such as “Let’s either put something in here,” even stand the smell. It was best if there until the conversation of the members, but even if not, the phrase one one, one one of the sound, but rather the even silence me tell breathing feeling in the studio.

And I said honestly, this film is not a musical perfection of about demo / out TAKES until now. Rather, cassette happened the air in the studio on the scene, it is a maniac 2 Disc was revived from a cassette that would have also touched Roger and Gilmore. Masterpiece “WISH YOU WERE HERE” and what is happening in the studio the “ANIMALS” went birth, whether the member was wondering what. ‘re Stuck in this work, as originally not allowed be touch only to human beings, who was involved in the production “sound”, “breath”, “smell”.

People who devote a lifetime to Floyd research, of course, ancient documents I would like also to experience for those who want to peep the “that the studio”. To behind closed doors in London, to the site of that name record us, two sets to sneak softly. This weekend, we will deliver to you your hand.

08/02/2014

Pink Floyd - The Extraction Tapes (1975/76) 2014




Dois lançamentos contendo excelentes demos do "Pink Floyd" que recentemente vieram à tona, nos dão a grata oportunidade de avaliar o processo em pleno desenvolvimento de "Animals" em sessões de estúdio. Muita coisa realmente interessante, como por exemplo, a versão de "Wish You Were Here" com a glamourosa participação do genial Stéphane Grapelli, "Pigs On The Wing" e "Shine On You Crazy Diamond", estendidas (ambas com as duas partes), e "Raving and Drooling" pela primeira vez em estúdio, tudo excepcional e raro.

Em 1975, depois que o álbum "Wish You Were Here" foi lançado, seu contrato com a EMI utilizando o estúdio Abbey Road em troca de uma percentagem reduzida nas vendas havia expirado. Ocasião em que a banda comprou um edifício de três andares localizado na rua Britannia Row 35, Islington, em Londres, (originalmente parte da igreja St. Mary).


O estúdio foi rapidamente construído no andar térreo, enquanto o resto do edifício seria usado para acomodar a administração, todo o equipamento de iluminação, e o enorme sistema de amplificação que "Pink Floyd" usou em suas turnês.

Eles passaram a usar o estúdio para gravar aquele que seria seu próximo álbum, "Animals", O álbum foi lançado em 23 de janeiro de 1977,  sendo o primeiro e único álbum do "Pink Floyd" gravado em seu próprio estúdio.  

Nick Mason, posteriormente, assumiu a propriedade do estúdio, mas no início dos anos 90, decidiu vende-lo para o seu atual proprietário e diretor, Kate Koumi (Polydor Records), contratado por Nick Mason à gerir desde meados de 1980.

Este período é lembrado por Nick Mason, em seu livro "Inside Out: A Personal History of Pink Floyd" (capítulo oito, veja o link abaixo), onde ele fornece uma leitura muito agradável, com detalhes sobre a construção do estúdio, a gravação de 'Animals' , as ambições de negócios, e tensões internas da banda, inclusive a história de como ele veio a ser o produtor improvável de uma banda punk.

O Google Books tem uma prévia deste capítulo, que contém também fotos do estúdio na época: Chapter 8, The Baloon goes Up (Nick Mason).

Logo conclamado o mais raro de "Animals", este conjunto de outtakes em estúdio é sem dúvida precioso, inestimável aos fãs, e com ótima qualidade sonora. Boa Audição!


Raving and Drooling



Pink Floyd

Wish You Were Here:

01 Shine On You Crazy Diamond (Parts 1-9 In 1 Track)
02 Welcome To The Machine (Studio Demo)
03 Have A Cigar (Studio Demo)
04 Wish You Were Here (Studio 1975, with Stéphane Grapelli)

Animals:

01 Pigs On The Wing (Extended Version)
02 Dogs
03 Raving and Drooling
04 Pigs (Three Different Ones)
05 Blues
06 Message from the Sheep




Dogs

Animals (Extraction Tapes)
FLAC
mediafire.pt1 - (148,42 MB)
mediafire.pt2 - (194,69 MB)
mediafire.pt3 - (121,88 MB)
Mp3 - 320Kbps - 48 kHz
mediafire - (112,42 MB)

Wish You Were Here
FLAC
mega.co.nz - (274,60 MB)
ou
ulozto - (287,90 MB)
Mp3 - 320Kbps - 48 kHz
mega.co.nz - (103,10MB)


Pigs (Three Different Ones)



27/11/2013

Kedama – Live At Sunrise Studios (1976) 1999


Finale

Ótima banda suíça, Kedama foi formada em 1971 por Christian Linder (guitarra, teclados) e Richard Rothenberger (teclados), enquanto o baterista Peter Suter ingressou em 1972. Em 1973 Kedama ganhou um concurso de rock, e a oportunidade de gravação em estúdio. Este seu álbum de estréia foi lançado em 1976, denominado "Live At Sunrise Studios" (Moon Records).

O trio tocou números instrumentais que podem ser vistos como longas jam sessions, todo o trabalho em alto nível, onde esbanjam qualidade e energia, muito rico em improvisações e mudanças de ritmo, lembrando em alguns momentos o "Gentle Giant", "King Crimson", ou mesmo "ELP", embora mais na veia do krautrock com eventuais passagens de eletrônica.

As 4 primeiras faixas deste conjunto provêm do vinil original, sendo mais ecléticas no estilo jazz-rock, enquanto as faixas bônus um tanto mais progressivas, com destaque ao meu ver para "Two Souls In The Space". Algo comum naqueles tempos, Kedama não emplacou de imediato, acumulando dívidas. Depois de um concerto em 1978 obtendo pouca audiência, a banda decidiu dar um tempo.

Após vários anos o seu primeiro álbum ganhou uma reedição em 1999. A popularidade deste segundo lançamento do álbum motivou-os à uma reunião, seus fundadores, Linder e Rothenberger gravaram material novo, lançando o auto-intitulado "Kedama" em 2002. Boa audição!


Our Power


Kedama
Live At Sunrise Studios
Genre: Krautrock/ Instrumental Progressive Rock
Switzerland 1976 (1999)

Tracklist:

Live At Sunrise Studios (1976)
1 Ouverture 7:28
2 Finale 12:03
3 Our Power 3:59
4 Zugabe 9:27
Bonus Tracks (Unreleased) (1977)
5 Chinese Dragon 9:14
6 Hwrklnzg 3:39
7 Honey Moon 5:43
8 Improvisations 3:06
9 Intermezzo 6:24
From Sampler "Perspectives" (1975)
10 Two Souls In The Space 7:14
11 Feelings Without Name 3:56

Total Time: 72:13



Kedama picture






Line-up / Musicians:
Christian Linder / guitars, keyboards
Richard Rothenberger / keyboards
Peter Suter / drums, percussion


Zugabe

Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (147,04 MB)
ou
narod.ru (99.62 МB/192 Kbps)


Ouverture



All Music review (by Stanton Swihart):

Kedama's sole album, originally released in 1976, was recorded with only the use of an Artificial Head microphone, an odd state-of-the-art-for-the-times instrument made of artificial material and fashioned in the shape of the human head with microphones placed in the position of anatomically correct ears so that the music would exactly mimic human hearing. This technique, however, also forced the band to record live and move from instrument to instrument without making a sound, or else the recording would have been compromised. You can just envision in songs such as "Finale," when the music burns to a low-pulsed hush, that one or more members are tip-toeing to a different instrument to add yet another bit of just the right tonal color to the song. That alone would make Live at Sunrise Studios some kind of musical anomaly, yet the music itself is of such a consistently high level -- perhaps because the trio had to find creative ways to make their inspired sounds -- that it makes the album a wholly accomplished and unique venture. The starting point forKedama was progressive rock, but their album veers excitingly away from the stylistic dead ends offered by that music at the time. Familiar instruments such as Moog synthesizer, and Mellotron were employed as per prog rock law, but in the hands of the Kedama members, and with the unorthodox recording environment in which they worked, the band created a dense instrumental framework full of surprises. Perhaps the boldest thing about the recording is its array of textures. The music is resonant and bright, and cracks out of the speakers with vigor and richness. The four original tracks from Live at Sunrise Studios take twists into uncharted territory, including free jazz and ambient music, and, although the guitar is a central part of Kedama's sound, rhythmically foreshadows some of the impending electronic music to come as well, but it is always brought back to a proper conclusion. A wealth of bonus tracks are included on this reissue, most from 1976, but with a couple dating all the way back to 1973. They are generally a bit more entrenched in progressive rock but are often as, if not more, scintillating as the songs on the proper album, full of strange and alien sounds and instrumental virtuosity.

09/10/2013

Absolute Elsewhere - In Search Of Ancient Gods (1976) Japan Edition 2006




Miracles Of The Gods

"Absolute Elsewhere" é basicamente um projeto de Paul Fishman, mais conhecido entre produtores e músicos, (que já tocou com Mike Rutherford, Stewart Copeland, Sting, etc.), com diversos projetos como músico de estúdio, envolvendo sua capacidade criativa nos teclados, o que talvez explique o envolvimento de Bruford. Neste álbum ele escreveu tudo, fez os arranjos, e tocou vários instrumentos, (sintetizadores, sequenciadores, flautas, pianos, mellotron). Belíssimas passagens  lembram de alguns dos momentos mais pastorais do "Camel" e do "King Crimson".

Realizou este álbum inspirado na história de Eric von Däniken, autor suíço conhecido por suas declarações sobre as influências extraterrestres na presença dos primeiros humanos na terra, embora questionado por cientistas e acadêmicos, se cabe acreditar ou não,  no mínimo suas teorias são interessantes por sua mente aguçada e imaginação bastante criativa

Psychedelic Prog na veia do Space Rock, Fishman em seus teclados cria a atmosfera melódica espacial, e a guitarra faz a sinergia de todo o poder de "Bill Bruford", que como se é de imaginar, adiciona um ritmo especial para este álbum, pois sobra em qualidade técnica. É um álbum para quem gosta da música melódica progressiva da década de 70. 

Minha única ressalva são os trechos seminais do new wave onde a música ganha contornos do gênero eletrônico, (trechos solo de Paul), mas é apenas questão de gosto. Em contra-partida quando todos estão participando podemos usufruir de momentos muito bons, o que justifica o álbum sem sombra de dúvidas. 

Phillippe Saatchi, virtuoso na guitarra têm sua formação no jazz, Jon Astrop (Gang of Four), é o mais conhecido do grupo, depois de "Bruford", sua banda é vista como um dos maiores expoentes do jazz-rock ideológico, com letras contundentes. Deixo as faixas aqui no post para sua avaliação. Boa audição!


Earthbound


Absolute Elsewhere
In Search Of Ancient Gods (1976)
Japan Edition: 08 Dec 2006
Label: Arcàngelo – ARC-7175,
Series: European Rock Collection
Format: CD, Album, Reissue, Papersleeve



Tracks:

1 Earthbound 9:16
2 Moon City 4:53
3a Miracles Of The Gods 11:49
3b (Part 2) El Enladrillado
3c (Part 3) The Legend Of Santa Cruz
3d (Part 4) Pyramids Of Teotihuacan
3e (Part 5) Temple Of The Inscriptions
4 The Gold Of The Gods 2:38
5 Toktela 1:38
6 Chariots Of The Gods 9:34
7 Return To The Stars 10:50

Personnel: 

Bass Guitar – Jon Astrop
Guitar – Philip Saatchi
Drums & Percussion – Bill Bruford
Composed By, Arranged By, Programmed By, Synthesizer [Synthesizers, Sequencers], Flute, Electric Piano, Piano [Acoustic], Mellotron, Synthesizer [String Synthesizers] – Paul Fishman
Producer – Jack Fishman, Paul Fishman
Painting [Book Cover] – Ian Sugar


Chariots Of The Gods Pt2


Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (113,54 MB)
FLAC
mediafire.pt1 - (177,71 MB)
mediafire.pt2 - (63,02 MB)
Toktela

19/05/2013

Supertramp - Alien - Santa Monica, 1976 (Vinyl Rip)





It comes directly from the vinyl LP
“Alien”

Patrocinado pelo milionário holandês Stanley August Miesegaes, o vocalista, pianista e ex-baterista Rick Davies pôs um anúncio no jornal Melody Maker em busca de integrantes para a formação do grupo, em agosto de 1969. Rick Davies então juntou-se aos músicos Roger Hodgson (vocal, guitarra e teclados), Richard Palmer (guitarra, balalaika e vocais) e Robert Millar (percussão e harmônica). 

A banda inicialmente chamava-se Daddy, tendo o nome posteriormente alterado para Supertramp, que ao pé da letra quer dizer “super andarilho”, inspirado num livro de W.H. Davies, “The Autobiography of a Super-Tramp”. O recém-batizado Supertramp foi um dos primeiros grupos de rock a assinar com A&M Records inglesa, e o primeiro álbum foi lançado em julho de 1970. 

Apesar das boas críticas, foi um fracasso comercial – tanto que só saiu oficialmente nos Estados Unidos em 1977. Richard Palmer, desgostoso, resolveu sair seis meses depois do lançamento do primeiro LP, e Robert Millar teve uma crise nervosa logo em seguida. Foram substituídos por Frank Farrell (baixo), Kevin Currie (bateria) e Dave Winthrop (flauta e saxofone). O álbum com esta formação, Indelibly Stamped, enfim trazia as marcas registradas da banda: as harmonias vocais entre Davies e Hodgson, e solos de saxofone. Mas também foi um fracasso de vendas, o que fez com que Miesegaes retirasse o patrocínio. Novamente o grupo debandou, restando apenas Hodgson e Davies. 

No final de 1972, convocaram o baixista Dougie Thomson, o baterista Bob Siebenberg (que era um americano vivendo ilegalmente na Inglaterra, daí seu pseudônimo “Bob C. Benberg”) e o homem que deu o toque final ao som do grupo, John Helliwell (saxofone e sopros em geral, vocais).

Essa formação lançou Crime of The Century em 1974 e finalmente fez sucesso com “Dreamer”, “School”, “Bloody Well Right”, entre outros hits. O disco seguinte, Crisis? What Crisis?, de 1975, não foi tão bem nas vendas, mas Even in the Quietest Moments, de 1977, recolocou o Supertramp no topo das paradas musicais com “Give a Little Bit” e “Fool’s Overture”. Breakfast in America, de 1979, trouxe mais sucessos (“The Logical Song”, “Take the Long Way Home”, “Goodbye Stranger”, “Breakfast in America”) e vendeu 18 milhões de cópias.

O ano de 1982 não foi bom para o grupo. Após tantos anos de sucesso, Roger Hodgson resolveu abandonar a banda depois da turnê de "Famous Last Words". Existem várias especulações sobre sua saída, e nenhuma delas convenceu na época. Alguns diziam que Hodgson se sentia musicalmente limitado (o que não se sustenta, já que seus discos solo são bem parecidos com o material habitual do Supertramp); até que, em uma entrevista, Hodgson revelou que deixou a banda porque sua esposa na época não se dava bem com a esposa de Rick Davies resolveu manter o Supertramp na ativa com o álbum Brother Where You Bound, iniciado pelo single “Cannonball”.


A faixa título do álbum, de 16 minutos de duração, conta com a participação especial de "David Gilmour". Em 1997, Davies reformou o Supertramp com Helliwell, Siebenberg e Hart, mais alguns músicos de estúdio. 

Essa formação seguiu gravando até 2002, com o álbum Slow Motion. Desde então o grupo está inativo, a despeito de uma nova e igualmente fracassada tentativa de voltar à ativa com Hodgson em 2005. O último lançamento oficial do Supertramp foi a coletânea dupla Retrospectable – The Supertramp Anthology, com 32 faixas remasterizadas e dispostas em ordem cronológica de 1970 a 2002.


Supertramp
Alien - 20.03.1976
Santa Monica Civic Center,
Santa Monica, CA

(vinyl rip - true lossless)
Liberated bootleg “Alien”,
Saturated Recordworks

Tracks:

01-School
02-Bloody Well Right
03-Sister Moonshine
04-Ain't Nobody But Me
05-Dreamer
06-Rudy
07-A Soap Box Opera
08-Lady

Mesmo Vídeo



FLAC (16bits - 48kHz)
mediafire.part1 - (194,70 MB)
mediafire.part2 - (76,45 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (93,60 MB)






Notes:
VG+/EX sound on this. Sounds like soundboard to me. Nothing was done to edit, equalize, or else tamper with this sound. It comes directly from the vinyl LP “Alien”. Some clicks and surface vinyl noise remain. The cover says “recorded on the 1976 tour of the United States”, but I did some searching and found the above date listed for this bootleg and I assume it’s correct.

Regarding the date, March 20 ’76 is usually quoted, even on the breakfastinspain Supertramp aficionados website, however, I believe that this date is wrong and I present exhibit A:


Either March 31 or April 1 1976 seems to be the correct date. This is not from a KBFH broadcast.


16/04/2013

Mirthrandir - For You the (1976) 1992 Reissue



 
For Four

Considerada uma obra-prima do progressivo eclético da década de 1970, "For You the" possui arranjos complexos, melodias encantadoras, desempenho brilhante, paixão, e beleza lírica. "Mirthrandir" mescla influências de vários gêneros em seu som, assim como o faz com muita competência o grande "Gentle Giant" (assemelham-se principalmente os instrumentos de sopro e peças complexas), bem como o "Yes" dos primeiros anos, (trabalho de baixo, órgão e harmonias vocais). A banda por este trabalho, merece um lugar especial nas fileiras da música progressiva, (infelizmente, apenas um álbum). 

"Mirthrandir" surgiu em meados de 73, em Nova Jersey. O baterista Robert Arace, o tecladista Simon Gannett, além do baixista James Miller, e o guitarrista Alexandre Romanelli reuniram-se para ao longo dos próximos dois anos realizarem diversos shows, desde então houveram mudanças em seu line-up, o ingresso do guitarrista Richard Excellente e do cantor/trompetista John Vislocky III, e a banda passou a ter seis componentes.


Em 1975, num caso bastante raro para a época, (poucas bandas tinham seus próprios recursos), a banda optou por ser independente criando a seu próprio selo, também chamado Mirthrandir. Após extensas sessões durante cinco semanas de ensaios, o grupo inciou a gravação do álbum no Vantone Sound Studios em West Orange, New Jersey, lançado em 1976. Apenas 1.000 cópias do LP foram prensadas, e embora a banda tenha desenvolvido um público fiel, o álbum fracassou comercialmente, provavelmente em decorrência de divulgação insuficiente, ao contrário do que acontece quando uma gravadora é responsável pela publicidade, difusão nas rádios, etc. Em 1977, eles encerraram suas atividades. 

O álbum original foi reeditado pela Syn-Phonic em 1992, desta feita sendo bem sucedido. Em 2006, Arace, Gannett, Miller e Vislocky decidiram se reunir para uma série de apresentações em festivais, mas sem os guitarristas Excellente e Romanelli. Eles foram substituídos por Alan Benjamin e John Callahan.

Apesar do pouco tempo de atuação, é reconhecidamente uma forte influência em bandas de um período mais recente, como "Echolyn" e "Flower Kings",  e também um documento histórico ratificando que música  progressiva complexa e inteligente estava sendo produzida nos EUA na década de 70, (assim como "Happy The Man", "Kansas", e "Yezda Erfa"). O álbum original em vinil é almejado entre os colecionadores, tanto pela qualidade quanto por sua raridade. Se você não conhece este trabalho, ouça, com certeza vale mais que mil palavras. Meus comentários tão somente reportam uma obra que admiro, e esta é especial. Boa audição!


Conversation With Personality Giver



Mirthrandir

For You the
LP 2276 (1976) USA
CD Syn-Phonic SYNCD 6 (1992) USA


Tracks Listing

1. For You The Old Women (8:13)
2. Conversation With Personality Giver (5:36)
3. Light Of The Candle (4:22)
4. Number Six (5:04)
5. For Four (14:45)

Total Time: 38:00





Robert Arace / drums
Richard Excellente / guitar
Simon Gannett / keyboards
James Miller / bass, flute
Alexander Romanelli / guitar
John Vislocky III / vocals, trumpet




Light Of The Candle / Number Six 
 
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
4shared - (81,70 MB)
mediafire - (79,78 MB)
FLAC
mediafire.part1 - (151,41 MB)
mediafire.part2 - (95,63 MB)

Light Of The Candle (2006) México

12/03/2012

Troya - Point Of Eruption (1976) Garden Of Delights

Troya Ponto de capa do álbum Erupção 


Sinclair 

"Troya" surgiu em Dortmund, em 1971, e começou a fazer escola como banda de covers, até conseguir desenvolver o seu próprio repertório, gravando e produzindo um LP em 1976. Competente progressivo sinfônico que prima por belas melodias, alguma semelhança à exemplo de "Sinclair", (minha preferida), aos grupos "Camel" ou Eloy", até mesmo por serem adeptos ao mesmo estilo de progressivo.

"Point Of Eruption", é um álbum dosado com mellotron e flauta bastante atmosférico, excelente nos teclados e uma guitarra que responde com qualidade dentro dos temas, mantendo muito bom nível em todo o conteúdo deste álbum. Elmar Wegmann além de proporcionar o equilíbrio, ainda é mentor de alguns solos de alto nível. A banda demonstra que a principal característica deste registro é o seu foco no bom desempenho de seus instrumentos, 3 das 6 faixas são instrumentais e ao meu ver, "Choke" retrata este fato em sua melhor expressão. Outra faixa que merece destaque é "Chromatik", também instrumental.

Em seu livro "Cosmic dreams at play" (Glasgow, 1996), o norueguês Dag Erik Asbjørnsen, lista "Point Of Eruption" entre os dez melhores LPs Krautrock de todos os tempos. Somente sua duração deixa a desejar, menos de 33 minutos, pela qualidade poderia ser mais extenso. 

Esforço do próprio grupo, sua edição foi extremamente reduzida (apenas 200 cópias), um vinil muito cobiçado entre os colecionadores.  O selo que mais contribui ao longo dos tempos visando resgatar as memórias perdidas de obras tão valiosas "Garden Of Delights", relançou este tesouro perdido em CD em 2007. Boa audição!



Chromatik 



Troya 
Point Of Eruption - 1976 
Garden Of Delights



Tracklist:

  1. She (5:46)
  2. Battle Rock (7:58)
  3. Chromatik (4:06)
  4. Festival (3:48)
  5. Sinclair (4:58)
  6. Choke (5:58)


Line-up / Musicians:

  • Elmar Wegmann / guitar, flute, vocals
  • Klaus Pannewig / drums, glocken, vocals
  • Wilhelm Weischer / bass
  • Peter Savelsberg / organ, mellotron, and e-piano





Mp3 / 320 kbps
narod.ru (79.80 МB)
mediafire (73.5 MB)

14/02/2012

Finch - Beyond Expression (1976)




A Passion Condensed

Finch foi uma banda holandesa formada em 1973 e que permaneceu em atividade até 1977, conforme já comentado no blog com referência ao álbum "Glory of Inner Force (1975)". 

"Beyond the Expression", é segundo trabalho do grupo. Possui três faixas longas onde a banda retorna a demonstrar todo seu potencial técnico.  Pouco mais de 43 minutos muito bem aproveitados em razão de sua competência criativa e natureza experimental, mesclando o progressivo e ritmos de jazz numa "fusion" muito bem temperada. A textura de suas obras caracteriza-se pela fluidez através de melódicas introduções, contrapontos cadenciados aos acordes de guitarra e teclados que gradativamente evoluem à passagens dinâmicas variadas ora  riffs ao melhor estilo do rock clássico ou diálogos de teclados ajustados nos solos de puro virtuosismo de Joop, para então retomar interlúdios singelos de belas melodias, como num processo de exercícios vigorosos, acontecem para recuperar o folego. Os solos se alternam com a mesma categoria, "Determeijer" é um mago dos teclados. Então democraticamente, ambos exibem-se a seu tempo, enriquecendo os temas com muita propriedade. Harmônico ao longo das interpretações destas belas composições de Joop, este processo de ritmos intensos combinados a lindas melodias, proporciona uma atmosfera bem balanceada que sempre funciona

O grupo deve ter em seu conterrâneo "Jan Akkerman", um ídolo e um exemplo para ser seguido, é possível também associar sua estética melódica ás obras do Camel, tudo muito salutar e bastante agradável de se ouvir. "Finch", ao longo desse álbum, deixa patente um profundo conhecimento e pleno domínio de diversas técnicas. Pode trazer seu trabalho à semelhança de grandes ícones do gênero, entretanto exibem personalidade e consistência suficientes à sua própria identidade como referência de qualidade, sobretudo a nobre arte da qual são ilustres  representantes, pérolas do universo extremamente laboral e criativo do rock progressivo. Boa audição!


Finch
Beyond Expression (1976)
Tracks:

  1. A Passion Condensed - 20:08
  2. Scars On The Ego - 8:53
  3. Beyond The Bizarre - 14:24


Personnel:

  • Cleem Determeijer - keyboards
  • Joop van Nimwegen - guitars
  • Peter Vink - bass
  • Beer Klaasse - drums

Beyond The Bizarre

Mp3 - 320 Kbps
narod.ru (101.43 МB)
rapidshare (102,44 MB)
ou
FLAC 
password: onlyforlisten 
depositfiles (250.26 МB)
ifolder.ru (250.26 МB)

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David Gilmour


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