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10/06/2017

Pink Floyd - The Final Cut (1983) TOCP-71144 Japan Edition 2011 - FLAC




 The Final Cut


Roger Waters produziu uma obra conceitual que segue os passos do Pink Floyd, principalmente a partir de "The Dark Side of the Moon" onde se manifesta através de suas letras com o propósito de chamar a atenção sobre situações conflitantes que diariamente convivemos, expostos às organizações de toda sorte que não medem esforços para orquestrar os ditames da humanidade,  o que a consciência e a razão dizem que deve ser. É atemporal como todas as obras que sucedeu. Dotado de um teor crítico contundente, o álbum revê os vários temas discutidos em "The Wall, a partir do repúdio de Waters pela participação da Inglaterra na Guerra das Malvinas, expondo a culpa dos líderes políticos ("The Fletcher Memorial Home") e o sacrifício de várias vidas sem sentido algum, a não ser dos interesses escusos, implícitos nas conquistas destes governantes que buscam cultuar suas próprias imagens através do poder, trazendo sofrimento àqueles que governam e o consequente desvio da atenção aos problemas mais urgentes como melhor qualidade de vida e justiça social. Se olharmos para a constante devastação da natureza, a flagrante diferença dos tantos na pobreza, os poucos que manipulam ambas as situações degradantes através do poder e da riqueza, a opressão, guerras civis, o álbum parece ter sido concebido hoje em dia.

As pequenas faixas de tecido colorido da capa, tratam-se de condecorações de guerra. As distinções são quatro. A maior, branca com listras roxas inclinadas é ganha por atos de coragem e valor em combatentes aéreos. A dourada (com listras preta, vermelha e azul) bem como a verde (com listras preta e vermelha) são ganhas por tempo de serviço. A outra dourada (com listras vermelha, azul e preta) é ganha por serviços prestados na África. São todas medalhas da Segunda Guerra Mundial. No verso, um general com uma faca nas costas, intuí-se que embora condecorados, o destino daqueles que arriscaram suas vidas é o do abandono a própria sorte.

The Gunner’s Dream

Para Roger Waters, a entrada da Inglaterra em um novo conflito era uma punhalada, uma traição que ele via de forma bastante pessoal. Afinal, era o fim do "post war dream" (mencionado na faixa homônima), o sonho de que a ilha não se envolveria em um novo conflito bélico após o final da Segunda Grande Guerra. Um sonho que para "Waters" era bastante caro, uma vez que seu pai "Eric Fletcher Waters", segundo-tenente faleceu nas colinas de Anzio, na Itália, em 1944. É o Fletcher de "Eric Waters" que dá nome a "Fletcher Memorial Home", também do álbum "The Final Cut", onde mais uma vez cita "Maggie", Brejnev, Begin, entre outros, como polidores de medalhas, afiadores de sorrisos e jogadores de jogos de guerra. "Bum, Bum, Bang, Bang, deite-se, você morreu".

A Guerra das Malvinas é retratada em quase todas as suas canções, A tragédia da guerra é vista no disco sob a ótica inglesa de "Waters", mas não apoia um lado ou outro. Muito pelo contrário, retrata o descontentamento dos ingleses com a primeira ministra na época, Margareth Tatcher, chamada "carinhosamente" de Maggie, que estava com a popularidade seriamente debilitada devido a suas duras medidas econômicas. Galtieri, o outro personagem principal da guerra, um ditador bêbado e facista, é citado nominalmente, junto a outros líderes beligerantes, na música "Get Your Filthy Hands Off My Desert":
"Begin (nota: primeiro ministro israelense) tomou Beirute.
Brejnev (nota: presidente russo) tomou o Afeganistão.
Galtieri tomou a bandeira do Reino Unido.
E Maggie, na hora do almoço, um dia, pegou um cruzador, aparentemente para fazê-lo devolvê-la".
Gravado em vários estúdios ingleses entre julho e dezembro de 1982, o LP foi editado no Reino Unido em 21 de março de 1983 e nos Estados Unidos em 2 de abril. "The Final Cut", ainda em 83 chegou ao 1º lugar no Reino Unido, 6º nos Estados Unidos, conquistou disco de ouro e platina, e em 31 de janeiro de 1997 dupla platina, foi dedicado ao pai de "Roger Waters" (Eric Fletcher Waters).

The Final Cut
21º entre os melhores 
álbuns conceituais de sempre

Apesar de tecnicamente ser um álbum do Pink Floyd, o nome da banda não aparece escrito no encarte do LP, trás no verso a menção: "The Final Cut - Um réquiem para o sonho do pós-guerra por "Roger Waters", com performance do Pink Floyd. "Waters" disse que sugeriu lançar o álbum como um álbum solo, mas o resto da banda rejeitou a ideia. No entanto, no seu livro "Inside Out", "Nick Mason" diz que isso nunca aconteceu. "Gilmour" ainda declarou que pediu a "Roger" para adiar o lançamento do álbum, para que então pudesse escrever material suficiente para contribuir, mas esse pedido foi negado. O fato é que neste período "David Gilmour" estava focado em seu trabalho solo. Boa audição!







Pink Floyd
The Final Cut
1983 (2011)
Japan Edition (EMI)

Tracklist :

01. The Post War Dream
02. Your Possible Pasts
03. One Of The Few
04. When The Tigers Broke Free
05. The Hero’s Return
06. The Gunner’s Dream
07. Paranoid Eyes
08. Get Your Filthy Hands Off My Desert
09. The Fletcher Memorial Home
10. Southampton Dock
11. The Final Cut
12. Not Now John
13. Two Suns In The Sunset



FLAC
mega.nz - (377.30 MB)




04/07/2015

Pink Floyd ‎- Animals - 1977 (EMI ‎- TOCP-65741 - Japan Edition)







Eleito pela Rolling Stone entre os 50 melhores álbuns (13º) de rock progressivo de todos os tempos, (50 Greatest Prog Rock Albums of All Time), "Animals" é o terceiro álbum conceitual consecutivo do Pink Floyd, Roger Waters substituí a crítica de Orwell ao stalinismo, por uma acusação contundente contra a opressão capitalista durante o mandato de Margaret Thatcher como primeira-ministra da Inglaterra. 

Talvez para muitos fãs, uma resposta da banda aos punks que a exemplo do Sex Pistols tentavam através da mídia ou shows na época ridicularizá-los publicamente, chamando-os de "dinossauros" do rock... A resposta veio com alguns dos solos mais geniais de David Gilmour, brincando em meio a panoramas sombrios num contexto visceral de valores morais corrompidos.

Gravado no estúdio da banda, Britannia Row, em Londres, foi o décimo álbum do Pink Floyd, lançado em janeiro de 1977.

Confira parte de uma matéria da BLITZ (Portugal), que aborda este álbum: 

"Na ressaca do sucesso à escala universal, Pink Floyd já não era aquela banda experimental à procura de uma identidade, fugindo da sombra de Barrett. Agora eram colossos desconfortáveis na sua nova pele de rock stars e editavam um disco seco e cru chamado "Animals". 

É tido como o primeiro sinal evidente da plena ditadura 'Wateriana' e assenta numa novela 'Orwelliana' da pena do Roger Waters, na qual a Sociedade é dividida em Porcos, Cães e Ovelhas. É uma obra conceitual, mas muito diferente daquelas que fizeram a era de ouro do Prog Rock. Esta é direta ao assunto, sem floreados. Densa, lúcida e visceral, ao ponto de eu estar quase certo de que os Punks que cuspiam palavras de ordem na altura viram-se na obrigação de gostar desse disco de temas longos e "fora de moda", em segredo.

O que ouvimos em 'Animals' já andava a ser experimentado em palco muito antes. Na verdade, avaliando pelos Bootlegs da era 'Wish You...' é curioso como duas das três peças do disco, inéditas, foram adquirindo forma em palco, perante uma audiência que as desconhecia, à boa maneira bizarra do funcionamento da máquina Pink Floyd. Numa fase inicial, chamaram-se 'You Gotta Be Crazy' e 'Raving And Drooling'. Mais tarde, 'Dogs" e "Sheep'. 

Contrariando a 'luminosidade' e o simbolismo nostálgico da brilhante sequência dos discos anteriores (e ainda hoje os mais reverenciados), 'Animals' contrastou pela sua frieza. A crítica especializada que, tal como acontece hoje, voltara as costas à banda quando esta começou a ter sucesso, ficou boquiaberta e desfez-se em vênias. 

O disco era composto por três peças, intercaladas por dois pequenos e suaves interlúdios, chamados 'Pigs on the Wing'. Os Porcos, dominadores e corruptos ('Pigs (Three different ones)') foram musicados por uma melodia Rock ilusoriamente fácil, as Ovelhas, cegas e obedientes ("Sheep"), servidas com um dinâmico exercício a recordar um certo Space Rock e os Cães, aprendendo a sobreviver entre opressores e seguidores ("Dogs") a merecerem uma das mais magistrais e dinâmicas peças dos Floyd, dominando toda a face A do LP. Gilmour brilha especialmente ao longo dos cerca de dezoito minutos de duração. Este tema pode considerar-se a trave mestra da obra.

Waters domina como compositor, mas a marca de Gilmour é de excelência, pela sua voz característica e pela sua guitarra, enveredando por dinâmicas que não lhe eram habituais, abandonando por vezes o solar melódico (próprio de um cantor que por acaso é guitarrista, segundo o próprio) e optando por passagens bem mais ousadas. De resto, a performance do conjunto é excelsa e mais focada, distante dos experimentos dos tempos de 'Ummagumma'".

Boa audição!





Pink Floyd  
Animals  1977
(EMI ‎- TOCP-65741 - Japan Edition)
Toshiba EMI Ltd
Recorded At – Britannia Row Studios




Tracklist

1 Pigs On The Wing 1 1:25
2 Dogs 17:08
3 Pigs (Three Different Ones) 11:28
4 Sheep 10:20
5 Pigs On The Wing 2 1:24




FLAC
ulozto - (349 MB)

09/11/2013

Wolf Way's Darryl - Canis Lupus (1973) 2008 Japan Edition





McDonald's Lament

Excelente álbum de estréia de um grupo um pouco obscuro, "Wolf Way's Darryl", idealizado pelo ex-violinista do lendário Curved Air, Darryl Way, em parceria com talentoso baixista canadense Dek Messecar, (que no futuro iria ingressar no Caravan), ao lado do excelente guitarrista John Etheridge (Deep Purple-Soft Machine- Stéphane Grappelli), e do baterista Ian Mosley (Trace, Steve Hackett, e Marillion, mais de uma década depois). Um elenco qualificado, costumeiramente chamado de super-banda. 

Com brilhantes riffs de violino, a obra "Canis Lupus" de 1973, expressa sentimentos de rara beleza mantendo a orientação estilística do Curved Air, reunindo diferentes escolas musicais, sobretudo a clássica, produzindo um som progressivo encorpado com elementos de folk etéreo na veia fusion, e com uma interação instrumental surpreendente deste eclético quarteto, (destacando-se ainda muito mais pelas apresentações ao vivo da banda), que conta ainda com a ilustre presença do mestre "Ian McDonald" (King Crimson), ele inclusive produz o álbum.

Parece focar uma ideia simples, (a qualidade faz parecer simples), envolver a imaginação em sonhos, conduzindo a mente á um plano de luz e beleza. Os destaques são muitos, por exemplo a energia de "Candeza", mas em minha opinião, "McDonald's Lament", (muito provavelmente uma belíssima homenagem do grupo para "Ian"), sintetiza toda a virtuose expressa neste trabalho, e mostra Way em seu melhor. Boa audição!


Chanson Sans Paroles


Wolf Way's Darryl
Canis-Lupus (1973)
Decca Music - UICY-93826 (2008)
Japan Edition SHM-CD
Universal Music Japan


Tracks:

1. The Void 4:36
2. Isolation Waltz 4:40
3. Go Down 4:44
4. Wolf 4:10
5. Cadenza 4:51
6. Chanson Sans Paroles 6:29
7. McDonald's Lament 7:10
Bonus tracks:
8. Spring Fever 3:30
9. Wolf (single version) 4:01


Cadenza


FLAC
mediafire.pt1 - (189,26 MB)
mediafire.pt2 - (143,28 MB)

Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (107,96 MB)

Isolation Waltz

09/10/2013

Absolute Elsewhere - In Search Of Ancient Gods (1976) Japan Edition 2006




Miracles Of The Gods

"Absolute Elsewhere" é basicamente um projeto de Paul Fishman, mais conhecido entre produtores e músicos, (que já tocou com Mike Rutherford, Stewart Copeland, Sting, etc.), com diversos projetos como músico de estúdio, envolvendo sua capacidade criativa nos teclados, o que talvez explique o envolvimento de Bruford. Neste álbum ele escreveu tudo, fez os arranjos, e tocou vários instrumentos, (sintetizadores, sequenciadores, flautas, pianos, mellotron). Belíssimas passagens  lembram de alguns dos momentos mais pastorais do "Camel" e do "King Crimson".

Realizou este álbum inspirado na história de Eric von Däniken, autor suíço conhecido por suas declarações sobre as influências extraterrestres na presença dos primeiros humanos na terra, embora questionado por cientistas e acadêmicos, se cabe acreditar ou não,  no mínimo suas teorias são interessantes por sua mente aguçada e imaginação bastante criativa

Psychedelic Prog na veia do Space Rock, Fishman em seus teclados cria a atmosfera melódica espacial, e a guitarra faz a sinergia de todo o poder de "Bill Bruford", que como se é de imaginar, adiciona um ritmo especial para este álbum, pois sobra em qualidade técnica. É um álbum para quem gosta da música melódica progressiva da década de 70. 

Minha única ressalva são os trechos seminais do new wave onde a música ganha contornos do gênero eletrônico, (trechos solo de Paul), mas é apenas questão de gosto. Em contra-partida quando todos estão participando podemos usufruir de momentos muito bons, o que justifica o álbum sem sombra de dúvidas. 

Phillippe Saatchi, virtuoso na guitarra têm sua formação no jazz, Jon Astrop (Gang of Four), é o mais conhecido do grupo, depois de "Bruford", sua banda é vista como um dos maiores expoentes do jazz-rock ideológico, com letras contundentes. Deixo as faixas aqui no post para sua avaliação. Boa audição!


Earthbound


Absolute Elsewhere
In Search Of Ancient Gods (1976)
Japan Edition: 08 Dec 2006
Label: Arcàngelo – ARC-7175,
Series: European Rock Collection
Format: CD, Album, Reissue, Papersleeve



Tracks:

1 Earthbound 9:16
2 Moon City 4:53
3a Miracles Of The Gods 11:49
3b (Part 2) El Enladrillado
3c (Part 3) The Legend Of Santa Cruz
3d (Part 4) Pyramids Of Teotihuacan
3e (Part 5) Temple Of The Inscriptions
4 The Gold Of The Gods 2:38
5 Toktela 1:38
6 Chariots Of The Gods 9:34
7 Return To The Stars 10:50

Personnel: 

Bass Guitar – Jon Astrop
Guitar – Philip Saatchi
Drums & Percussion – Bill Bruford
Composed By, Arranged By, Programmed By, Synthesizer [Synthesizers, Sequencers], Flute, Electric Piano, Piano [Acoustic], Mellotron, Synthesizer [String Synthesizers] – Paul Fishman
Producer – Jack Fishman, Paul Fishman
Painting [Book Cover] – Ian Sugar


Chariots Of The Gods Pt2


Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (113,54 MB)
FLAC
mediafire.pt1 - (177,71 MB)
mediafire.pt2 - (63,02 MB)
Toktela

09/09/2013

Solaris - Marsbeli Kronikak (1984) Japan Edition 2010



Solaris

O álbum de estréia da banda húngara Solaris é amplamente reconhecido como uma das obras mais importantes no cenário do prog sinfônico dos anos 80, e certamente de qualquer época. Marsbeli Kronikak é uma obra prima aclamada em todo o mundo mas somente a partir da década de 90, durante a segunda fase da carreira deste grupo húngaro excepcional. A proposta musical da banda é inteligente, criando um mix progressivo muito dinâmico e atraente de música clássica e rock. Seu repertório dá espaço à uma variedade de melodias que servem até mesmo para rejuvenescer a ideologia do prog sinfônico de uma forma peculiar. A partir de poderosos riffs de guitarra, teclados de bom gosto, uma flauta magnífica, repleto de mudanças de clima, quebras surpreendentes, e muita dinâmica em seu desenvolvimento a banda nunca perde o folego. 

Solaris foi fundada por alguns amigos de escola em 1980. O nome da banda é derivado do título de um livro do escritor SF Stanislaw Lem. Depois de terem causado uma boa impressão em um concurso de talentos no The Budai Park para um grande público, a banda obteve a oportunidade de gravar seu primeiro single, intitulado "Rock Hullám" em 1980. O line-up inicial era Ferenc Raus (drums), Gabor Kisszabop (bass), Csaba Bogdan (guitars),além de outros colegas de escola, Istvan Cziglan (guitars), Attila Kollar (flute) and Robert Erdesz (keyboards). Eles lançaram o segundo single "Eden/Counterpoint" em 81. E finalmente em 1984 o álbum em questão, que vendeu cerca de 40.000 cópias. O prog rock é muito popular na Hungria: OMEGA fazia shows para multidões de 100.000 espectadores. O line-up clássico da Solaris se deu entre '83 e '85 com Attila Kollar, Istvan Cziglan, Robert Erdesz e os recém-chegados Laszlo Gomor (bateria) e Tamas Pocs (baixo). A partir de 90, a gravadora húngara Gong então reeditou suas obras. Em 1995 a banda foi convidada como o "headliner" do Progfest Festival em Los Angeles por Greg Walker, cérebro por trás da Syn-Phonic, nos EUA. A banda foi aplaudida de pé um seleto grupo de críticos "symphomaniacs" das principais revistas da época. No ano seguinte Solaris esteve aqui no Brasil participando do Rio Art Rock Festival, organizado por Leonardo Nahoum. Confira o vídeo abaixo:


De fato um trabalho em equipe com ênfase para as performances, e arranjos das idéias musicais, no entanto, é justo salientar o trabalho relevante de Erdesz Róbert em suas orquestrações de teclado como suporte harmônico para a banda, e de Kollár Attila impecável tocando flauta, muitas vezes o foco principal do som da banda. Um tesouro por muito tempo obscuro, que revitalizou o legado do prog sinfônico dos anos 80. Boa audição!


A sárga kör 

Solaris 
Marsbeli kronikak
Studio Album, released in 1984
Belle Antique / BELLE 101711 / SHM-CD
25 Jun 2010


Songs / Tracks Listing

1. Marsbéli krónikák I. (3:34)
2. Marsbéli krónikák II.-III. (6:32)
3. Marsbéli krónikák IV.-VI. (13:15)
4. M'ars poetica (6:39)
5. Ha felszáll a köd (3:58)
6. Apokalipszis (3:44)
7. E-moll elõjáték (0:29)
8. Legyõzhetetlen (2:46)
9. Solaris (4:53)
10. Orchideák bolygója (3:17)
11. A sárga kör (4:54)

Total Time: 54:01


Line-up / Musicians
Solaris picture
- Istvan Czigman / electric & acoustic guitar, synthesizer, keyboard efect, percussion
- Robert Erdesz / piano, organ, synthesizer, keyboard efect
- Laszlo Gomor / drums, percussion, synthesizer
- Attila Kollar / flute, recorder, synthesizer, keyboard efect, percussion, vocals
- Tamas Pocs / bass

GUESTS:
- Casaba Bogdan / guitar
- Gabor Kisszabo / bass
- Ferenc Raus / drums, percussion
- Vilmos Toth / percussion




Marsbéli krónikák Part I - II - III

Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (110,27 MB)
FLAC
mediafire.pt1 - (197,29 MB)
mediafire.pt2 - (127,42 MB)

16/08/2013

Gentle Giant - Gentle Giant (1970) Japan SHM-CD 2010



Este excelente álbum de estréia do Gentle Giant é marcante, original e de longe o mais acessível disco dentre os clássicos da banda. A história do Gentle Giant começa com uma banda chamada de "Simon Dupree and the Big Sound" formada em 1966 por 3 irmãos: Phil, Derek e Ray Shulman, o pai também era músico e faziam muitos ensaios juntos, chegando inclusive a gravar um álbum, "Presentin Simon Dupree and the Big Sound" editado pela Capitol Records. A formação era: Derek nos vocais, Ray na guitarra, Phil no saxofone, além de Tony Ransley nas baterias e Pete O´Flaherty no baixo.

Pelo final de 1969, os Shulmans terminaram a Simon Dupree e lançaram seus olhares sobre o crescente fascínio do meio musical por uma música mais criativa, inteligente e complexa que viria a ser chamada de rock progressivo. Surgia então em 1970 o "Gentle Giant" junto com Martin Smith, Kerry Minnear, e Gary Green, para se tornar uma das maiores bandas no gênero. 

O novo grupo começou a fazer um som mais experimental e instigante, reservado à um seleto grupo músicos inovadores, tais como "Pink Floyd", "King Crimson", "Van der Graaf Generator", "Le Orme", "ELP", etc., e distinto da maioria do que se conhecia em termos de música. Dentre as características marcantes do grupo incluíam, vocais múltiplos e dessincronizados, (As estruturas internas criadas para cada uma das vozes, contribuíam separadamente, para a estrutura polifônica), rápidas mudanças de tempo, compassos de alta complexidade diversificados dentro duma mesma canção, melodias extensivamente elaboradas, e com harmonias frequentemente contrastando devido à dissonância. 

O vasto uso de instrumentos musicais não convencionais, como instrumentos medievais e renascentistas (Clavicórdio, Cravo, Alaúde, Harpa...) e até mesmo criados pelos próprios membros (como o "Shulberry", inventado por Derek Shulman), foi outro componente distintivo à maioria de sua época. Estruturas musicais contrapontísticas tipicamente associadas à música erudita clássica, como fugas e madrigais, e música erudita contemporânea atonal do começo do século XX.

Letras complexas, recheadas de conteúdo altamente conotativo, de difícil interpretação e compreensão, por vezes fantásticas, muitas delas fazendo referências a livros, como os do autor francês François Rabelais (escritor prestigiado por alguns membros da banda). Muitos críticos comparam a inovação do "Gentle Giant" para o rock progressivo com a que os "Beatles" representaram para o rock na década anterior.

"Gentle Giant" é conhecida como a banda de rock progressivo paradigmático, uma referência do segmento. Com uma musicalidade incomparável, eles foram tão longe como nunca ninguém o fez dentro do gênero no âmbito experimental, navegando sobre a música clássica de câmara, medieval, symphonic prog, jazz, rock e blues. A capacidade destes músicos multi-instrumentistas deu um caráter tão dinâmico à sua música, que estabeleceu parâmetros para várias gerações chegando até os dias de hoje. Eles exploraram moogs, Mellotrons e Fender Rhodes como poucos. Já para não falar de outros instrumentos como oboés, violinos, violoncelos, harpas, entre outros. A banda foi capaz de vivenciar a gloriosa década de 70, estabelecendo novos níveis ao rock progressivo de excelência com obras-primas como "Three Friends", "Octopus", "In A Glass House", "The Power And The Glory" e "Free Hand",  evoluindo o seu estilo ao longo dos anos e mantendo a qualidade como poucas bandas conseguiram fazer.  

Foi o único álbum da banda na lista da Billboard 200, ocupando o 48º lugar. Dentre os destaques, há criações da mais pura beleza e refinamento, como a introdução de “Funny Ways“, um dos maiores clássicos da banda e um trabalho simplesmente estupendo no arranjo de cordas, e a belíssima "Nothing At All". Boa audição!



Full Album


Gentle Giant
1970 Gentle Giant 
Universal Music Japan SHM-CD 2010
Catalog No. UICY-20126
Vertigo / Mercury / Universal Records
Ⓟ 1970 & 2010 © Mercury Records Ltd.
(UK) Universal International
A Universal Music Company
Made in Japan


Tracks Listing:

1. Giant (6:22)
2. Funny Ways (4:21)
3. Alucard (6:00)
4. Isn't It Quiet And Cold? (3:51)
5. Nothing At All (9:08)
6. Why Not (5:31)
7. The Queen (1:40)


Total Time: 36:57


Line-up / Musicians

- Gary Green / lead guitar, 12 string guitar
- Kerry Minnear / keyboard, some bass, cello, lead vocals, backing vocals, some tuned percussion
- Derek Shulman / lead vocals, backing vocals, some bass
- Phil Shulman / sax, trumpet, recorder, lead vocals, backing vocals
- Ray Shulman / most bass, violin, some guitar, percussion, backing vocals
- Martin Smith / drums, percussion




FLAC
hotfile.pt1 (201,20 MB)
hotfile.pt2 (195,50 MB)
ou
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Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
uploading - (109,41 MB)
ou
uloz.to - (114,73 MB)


Gentle Giant biography
Formed on the late 60's by the Shulmman brothers, Gentle Giant is known as the paradigmatic progressive rock band. With an uncomparable musicianship, they went as far as no one ever did into unexplored grounds in the progressive music, navigating over dissonant 20th-century classical chamber music, medieval vocal music, jazz and rock. The multi-instrumentation capabilities of the musicians gave such dynamic to their music, which set parameters to a whole coming generation up to these very days. They explored Moogs, Mellotrons and Fender Rhodes usage with such majesty! Not to mention other instruments like oboes, violins, cellos and horns among others.

25/04/2013

Atoll - L'araignee-Mal (1975) Japan Edition 2009



Imaginez le temps (1/4)

Uma das melhores bandas do progressivo francês de todos tempos, mesclando todos os elementos do progressivo sinfônico em perfeito equilíbrio. A música de "Atool" é complexa e muito elaborada, ao mesmo tempo que bela e delicada. Os arranjos são sofisticados melódicos e profundos. Sua música trás alguma relação com o "Yes" e o "Genesis", contundo permanecendo caracteristicamente o estilo francês e sobretudo sendo bastante original. "L'Araignee-Mal" é uma obra-prima, e ao meu ver superior ao seu álbum de estréia "Musiciens Mágicos". Eclética, experimental, compreende elementos do "jazz fusion" com muita competência. O álbum como preconiza a natureza do progressivo sinfônico se destaca com um exuberante trabalho nos teclados e conta ainda com a adição de violino, que soa muito bem em conjunto com a guitarra, baixo e bateria, interação perfeita (a exemplo de "David Cross" no "King Crimson"). O lado B (vinil) do álbum é constituído do épico L'Araignée-Mal, (homônimo ao título do álbum), que é verdadeiramente um clássico maravilhoso. A execução da excelente Cazotte No.1, (cujo riff lembra Frankenstein de Edgar Winter), nesta versão ao vivo, apesar da qualidade do áudio ser um pouco inferior, é espetacular. Boa audição!


Cazotte No.1 - Live



Atoll
L'Araignée-Mal (1975)
Arcàngelo ‎- ARC-7330
Japan Edition 2009



Tracks Listing

1. Le Photographe Exorciste (9:10)
2. Cazotte No.1 (6:00)
3. Le Voleur d'Extase (7:30)
4. L'Araignée-Mal i) Imaginez le temps (6:40)
5. L'Araignée-Mal ii) L'Araignée-Mal (5:05)
6. L'Araignée-Mal iii) Les robots débiles (3:35)
7. L'Araignée-Mal iv) Le cimetière de plastique (6:00)
Bonus track on remastered CD:
8. Cazotte No.1 (Live - Festival des Solstices at Sierck-Les-Brains - Jun, 75) (11:57)

Total time: 55:58

Line-up / Musicians

Richard Aubert / violin
Andre Balzer / lead vocals, percussion
Christian Beya / guitar
Alain Gozzo / drums
Michel Taillet / keyboards
Jean Luc Thillot / bass




L'Araignée-Mal  (2/4)

FLAC
mediafire.part1 - (196,53 MB)
mediafire.part2 - (199,31 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (118 MB)

08/04/2013

PFM - Photos Of Ghosts (1973) 2011 - JVC Victor Japan




River Of Life

"Photos of Ghosts" foi o primeiro álbum em inglês do grupo italiano de rock progressivo, "Premiata Forneria Marconi", que também é conhecido como "PFM". Lançado nos EUA em outubro de 1973, foi também o primeiro álbum de um grupo italiano de rock progressivo a aparecer nas paradas americanas. O álbum alcançou a 180 posição no ranking dos mais vendidos da Billboard 200, em novembro de 1973.

O PFM foi descoberto por "Greg Lake", quando "Emerson, Lake & Palmer" fazia sua turnê na Itália . Já na ocasião a banda assinou com a Manticore Records, um selo criado pelo próprio "ELP", sendo administrado por "Lake". 

Desde a saudosa época do "King Crimson", "Greg Lake" e "Peter Sinfield", tornaram-se grandes amigos. Um grande exemplo da identidade musical e amizade entre os dois, foi a participação de "Sinfield" no álbum "Brain Salad Surgery" a convite de Lake, e assim se deu o envolvimento de "Peter Sinfield" com o "PFM". Apresentado pelo amigo, "Sinfield" se apaixonou pela ideia de produzir o álbum e envolveu-se por inteiro, compondo, gravando e mixando. Em muitos momentos do álbum é facilmente perceptível a sua participação nesta obra-prima.

A banda de rock progressivo italiano, "Premiata Forneria Marconi", foi o primeiro (e um dos únicos) grupos de rock italianos a ter sucesso no exterior, excursionando extensivamente tanto pelo Reino Unido como nos EUA e a receber uma difusão considerável nas rádios americanas e britânicas de rock. Eles também foram inovadores, uma das primeiras bandas italianas a usar o sintetizador bem como introduzir o clássico e a música folclórica italiana em suas melodias. 

Na verdade, trata-se de uma reformulação da versão do álbum italiano "Per Un Amico". Cinco das sete músicas neste álbum ganharam letras novas, (e não traduções), escritas pelo excelente "Peter Sinfield". As letras muitas vezes surreais, parecem uma extensão de alguns de seus melhores trabalhos no "King Crimson", os imortais álbuns "Lizard" e "Island". A segunda faixa, "Celebration", foi a que obteve a maior divulgação nas estações FM de rock dos EUA e do Canadá. A música é uma regravação exclusiva para este álbum. Foi gravada originalmente em 1971 como "È festa" no álbum de estréia do "PFM", "Storia di un minuto". Também, trás uma nova e linda instrumental intitulada "Old Rain". Nesta edição incluem-se faixas bônus significativas, consistindo principalmente de misturas iniciais e faixas que sofreriam modificações até o álbum definitivo - e revelam uma riqueza de detalhes e texturas de contexto instrumental que foram processados de outra forma no álbum.


"Sinfield" responsável pela gravação e mixagem, realizou o trabalho com a banda no ADVision Studios. Lendário estúdio independente situado em Londres, um dos mais famosos da década de 60 em toda a Europa, período em que a cidade era considerada a capital cultural do mundo. Na década de 1970, o foco mudou para rock progressivo, e o estúdio começou a produzir músicas para bandas como "Yes", "Gentle Giant", e próprio "Emerson, Lake & Palmer".

Lançada em 14 de outubro de 2011, esta edição remasterizada da JVC japonesa, selo Victor, proporciona um altíssimo nível em qualidade sonora. Apenas a título de curiosidade, o encarte anexo ao arquivo contêm uma demonstração gráfica detalhando todo o processo deste trabalho com tecnologia de ponta, e embora escrito em japonês é fácil perceber a importância em demonstrar o resultado obtido. Muito legal. Boa audição!



Photos Of Ghosts



Premiata Forneria Marconi
Photos Of Ghosts  (1973)
Victor Japan Mini LP HQCD 2011
JVC - VICP-75012



Tracklist:


01. River Of Life 06:59
02. Celebration 03:51
03. Photos Of Ghosts 05:21
04. Old Rain 03:41
05. Il Banchetto 08:34
06. Mr. 9 'Till 5 04:09
07. Promenade The Puzzle 07:30
08. Photos Of Ghosts (Instrumental Mix) 05:22
09. River Of Life (First Mix) 07:07
10. Old Rain (First Mix) 03:40
11. Il Banchetto (First Mix) 08:35
12. Mr. 9 'Til 5 (Instrumental) 03:54
13. Celebration (Unreleased Single Edit) 02:13
14. Mr. 9 'Til 5 (Single Edit) 02:52

Total: 01:13:54

Members:

Bass Guitar – Giorgio Piazza
Drums, Vocals – Franz Di Cioccio
Guitar, Vocals – Franco Mussida
Keyboards, Vocals – Flavio Premoli
Lyrics By – Pete Sinfield* (tracks: 1 to 3, 6, 7)
Producer [English Vocals], Remix [English Vocals] – Pete Sinfield*
Producer, Engineer – Pete Sinfield* (tracks: 2, 4)
Violin, Woodwind – Mauro Pagani





 Promenade The Puzzle

Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
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FLAC
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04/04/2013

National Health ‎– Of Queues And Cures (1978) Victor - Japan Edition 2009



Binoculars

Cultuado no meio artístico, como um dos maiores tecladistas de todos os tempos, além de excepcional compositor e arranjador, Dave Stewart foi responsável pela criação de grupos seminais, como Uriel e Egg. Ele é uma das principais referências do Canterbury Prog, senão a própria veia desta vertente como percursor do estilo.

A carreira de Stewart começou na banda Uriel, com Mont Campbell (baixo, vocal), Steve Hillage (guitarra) e Clive Brooks (bateria). Depois que Hillage saiu, os três remanescentes formaram o impressionante Egg, o quarteto voltou a se reunir gravando o lendário álbum intitulado Arzachel. Em 1972, Stewart participou de outro excelente álbum, Space Shanty, da banda formada por Hillage, Khan.

Em 1973, Stewart se uniu ao Hatfield and the North. Ele saiu em 1975 e, depois de fazer uma turnê com o Gong, fundou então o National Health com o tecladista Alan Gowen (Gilgamesh). O primeiro baterista do National Health foi genial Bill Bruford. Amigo de Stewart, quis prestigiar o projeto. David por sua vez, colaborou com Bruford em seu primeiro álbum solo, Feels Good to Me (1977).

A banda ainda incluía dois guitarristas, o virtuoso Phil Miller; Phil Lee; o lendário baixista Mont Campbell (ao lado de Stewart, desde o início de carreira), e o fenomenal baterista Pip Pyle, (Hatfield and the North), convidado para o lugar de Bruford. Campbell, entendo ter chegado a hora de desenvolver sua carreira solo, deu lugar primeiro para Neil Murray, e em definitivo à John Greaves (Henry Cow), no baixo.

O disco de 1978 "Of Queues and Cures", para se ter noção de sua importância histórica no rock progressivo, é considerado como o terceiro melhor álbum de todos os tempos (entre 53 mil candidatos) segundo a Gnosis. 

Todos os integrantes participam nas composições, oferecendo um trabalho primoroso e único, música feita e interpretada com alma. Jazzy ou progressivo, ritmado ou intenso, varia suas características do início ao fim, mantendo o ouvinte absorto, realmente prestando atenção à música.

É o Canterbury Prog no seu melhor, complexas composições com toda a sua riqueza musical. Principalmente, todo o álbum é focado no instrumental. Uma daquelas bandas que realmente criaram um estilo por si mesmos, sem serem influenciados por ninguém. O álbum também nos oportuna com uma das melhores composição de Dave Stewart, "The Bryden" 1&2, claramente uma evolução à tudo o que foi feito em "National Health", o primeiro álbum. Um verdadeiro espetáculo de órgão, piano elétrico e acústico, tendo Phil Miller na guitarra simplesmente fantástico. Uma banda de curta duração, que marcou o fim do estilo clássico da cena de Canterbury. Uma obra-prima irretocável. Boa audição!


The Bryden 2-Step



National Health
Of Queues And Cures
Label: Victor ‎– VICP-70086
Victor Entertainment, Inc., Reissue
Country: Japan
Released: 25 Mar 2009


Tracklist

1. The Bryden Two-Step (For Amphibians), Pt. 1" (Dave Stewart)
2. The Collapso" (Stewart)
3. Squarer for Maud" (John Greaves)
4. Dreams Wide Awake" (Phil Miller)
5. Binoculars" (Pip Pyle)
6. Phlakaton" (Pyle)
7. The Bryden Two-Step (For Amphibians), Pt. 2" (Stewart)

Personnel:
John Greaves / bass, piano innards (3), crooning (5)
Phil Miller / guitar
Pip Pyle / drums, percussion / hand claps (3)
Dave Stewart / acoustic & electric pianos,
organ, Mini-Moog (3-4)
Also:
Selwyn Baptiste / steel drums (2)
Rick Biddulph / bass on organ solo (4)
Peter Blegvad / voice (3)
Georgie Born / cellos (1-3-7)
Jimmy Hastings / clarinets (3-5), flute (5)
Phil Minton / trumpets (1-5-7)
Paul Nieman / trombones (1-5-7)
Keith Thompson / oboe (3-5)



Squarer For Maud


FLAC (level 8):
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Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz:
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30/03/2013

Starcastle - Fountains of Light (1977) Japan Edition 2011



Fountains

"Fountains of Light" não raro é visto como o auge das obras de "Starcastle". O grupo têm o estilo frequentemente comparado ao "Yes" muito em função da voz de "Luttrell", que às vezes é indistinguível da de "Jon Anderson", e dos arranjos dada alguma semelhança com álbuns como "Time and a Word", e "Fragile". Também suas letras abordam os temas favoritos de Anderson, evocando a admiração pela natureza, o alto astral e a fantasia. O grupo considera no entanto, a influência de outros estilos, nomeadamente grupos norte-americanos como Kansas, Boston e REO Speedwagon. E de fato, eles conseguem atender toda esta demanda com qualidade, produzindo um ótimo álbum de rock progressivo.

O grupo foi fundado em 1969, intitulado "St. James". Em 1974 adotou o nome "Starcastle", e em 1976 lançou seu primeiro álbum, homônimo. Embora os críticos apontem o "Starcastle" como réplica do "Yes", o álbum foi reconhecidamente um sucesso, principalmente no Estados Unidos e no Canadá. Sua gravadora, a Epic, decidiu então confiar o grupo para Roy Thomas Baker, (multi-premiado produtor musical),  responsável por descobrir o "Queen", com quem produziu seus 5 primeiros álbuns.

E com Baker, "Starcastle" produziu "Fountains of Light" (1977), considerado sua obra-prima. O álbum não reeditou o mesmo sucesso comercial de seu antecessor, ainda assim vendeu muito bem. Os argumentos na época foram de considerar a primeira obra mais acessível, enquanto este com linhas mais complexas terminou por reciclar seu público de ouvintes.

A década chegou ao fim e o rock progressivo sofreu uma queda brusca nas estimativas comerciais. A Epic colocou pressão sobre o grupo, para que eles se encaixassem  nos novos cânones, com peças mais curtas e cativantes, e até que parcialmente, o terceiro álbum Citadel (1977), procurou ser produzido dentro desta estrutura, no entanto, manteve-se fiel ao espírito do progressivo tradicional. Então no próximo álbum, Real To Reel (1978), a gravadora rejeitou todo o material de natureza progressiva proposta pelo grupo. Embora este álbum ainda contenha algumas canções consideradas entre as melhores do "Starcastle" ("Song for Alaya" e "When the Sun Shines at Midnight"), o grupo estava decepcionado com o álbum e sua relação com a gravadora. Logo, os principais membros (o tecladista Herbert Schildt e cantor Terry Luttrel) deixaram o grupo, e o contrato com a Epic foi dissolvido. Só esta atitude, digna somente daqueles que realmente amam o rock progressivo, já é prova de que a banda merece respeito e admiração. Contudo na qualidade de ouvinte, este álbum por si, é uma grande obra do progressivo que vale a pena conferir. Boa audição!

Portraits



Starcastle
Fountains of Light

Studio Album, released in 1977
Airmail Records (2011)
Japan Edition - AIRAC 1638

Songs / Tracks Listing

1. Fountains (10:22)
2. Dawning of the Day (3:43)
3. Silver Winds (4:54)
4. True to the Light (6:25)
5. Portraits (5:02)
6. Diamond Song (Deep is the Light) (5:35)

Total Time: 36:01


Line-up / Musicians

Terry Luttrell / lead vocals
Gary Strater / bass guitars, moog pedals, vocals
Stephen Tassler / drums, percussion, vocals
Herb Schildt / synthesizers, organ, piano
Matthew Stewart / guitars, vocals
Stephen Hagler / guitars, vocals



Diamond Song

FLAC
uloz.to - (271,91 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire (82,22 MB)

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David Gilmour


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