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13/09/2022

David Gilmour "New Game" 1984 - Berkeley



De sua turnê do álbum solo About Face, destaque para Money do Dark Side, que recebe novos arranjos, com um leve toque da característica musical dos anos 1980, um solo de guitarra mais esticado e um inédito solo de piano, caracterizando uma versão peculiar, e ainda Gilmour com uma voz em seu auge, proporcionando um espetáculo inesquecível. 

A ótima qualidade do áudio também vale ressaltar. É mais provável que seja uma transmissão de rádio FM, no entanto, parece uma gravação de mesa de som. Os aplausos do público são extremamente silenciosos.

O show é encerrado com uma boa performance de Comfortably Numb. Mas é quase uma obrigação destacar a maravilhosa "Near The End", ênfase para o solo nesta apresentação de tirar o folego. Ótimo para a coleção de um Floydiano que curte a carreira solo do David Gilmour! 


NEW GAME

Near The End



David Gilmour: Guitars, Vocals
Mick Ralphs: Guitars, Vocals
Chris Slade: Drums
Raphael Ravenscroft: Saxophone
Michey Feat: Bass, Vocals
Gregg Dechart: Keyboards
Sue Addams: Percussion, Vocals


Disc 1:

01. Until We Sleep
02. All Lovers Are Deranged
03. Love On The Air
04. Mihalis
05. Cruise
06. Short And Sweet
07. Money
08. Out Of The Blue

Disc 2:

01. You Know I'm Right
02. Run Like Hell
03. Blue Light
04. Murder
05. Near The End
06. Comfortably Numb




* Erroneamente rotulado no passado como 1984-06-29 Berkeley. Este registro de fato ocorreu no Teatro Kabuki, San Francisco, Califórnia, em 1984-06-26.


mediafire - 645,2 MB
ou
mega.nz  - 645,2 MB



30/09/2013

Roger Waters - Live In Zurich (1984)



If

"The Pros And Cons Of Hitch Hiking" foi a primeira turnê de solo de "Roger Waters". O álbum é uma narrativa dos fatos em tempo real, do sonho do protagonista. Em suas caminhadas ele vivencia o adultério, a solidão (os contras), a reflexão, e a ressocialização (os prós). Assim como em sua obra "The Wall", consiste na construção de imagens, e o personagem fica em “segundo plano”. Com peculiar genialidade, Waters foca a mente. Em todas as suas obras, ele é conceitual. Formador de opinião acerca de algo conflitante. O juízo que se faz de alguém ou de alguma coisa socialmente estabelecido, ele questiona. Nesta obra os tijolos são pesadelos, continuando a construir e desconstruir seu um muro imaginário. Aqui a ressocialização do personagem se dá no momento em que finda o sonho ruim. Em "The Wall" no momento em que o muro é derrubado. Em ambas as situações ocorre o despertar. Penso que as duas obras são na verdade uma única obra ou o mesmo ideal. A questão moral é similar, embora abordadas de modo diferente. Como se sabe as duas obras foram apresentadas ao Pink Floyd em 1977, e o grupo escolheu "The Wall". 


"Aqueles que desenvolvem a ideia conceitual ultrapassam a fronteira da imaginação, e transportam para o outro mundo, o mundo dos sonhos."

Com o início do processo judicial movido por "Waters", impedindo que os outros membros usassem o nome "Pink Floyd" na sua ausência, as atividades da banda ficaram suspensas e cada integrante investiu em sua carreira solo. Nesse momento, julgou oportuno desengavetar o projeto não escolhido pela banda em 77. E para esse álbum, contou com as ilustres presenças de "Eric Clapton" na guitarra e "Mel Collins" no sax, além de "Michael Kamen" nos teclados, que no mesmo ano participou também das gravações do álbum solo do "David Gilmour", Andy Newmark na bateria, (havia tocado em  "Two Suns In The Sunset" no álbum "The Final Cut"), Tim Renwick (baixo), Chris Stainton (teclados), Doreen Chanter e Katie Kissoon (backing vocals), formando então sua banda de apoio a qual denominou "The Bleeding Heart Band". 

Apesar de "Waters" ter lançado "The Pros And Cons Of Hitch Hiking" em 1984, ele fez esta etapa de turnê como artista solo, promovendo o álbum com a banda de apoio contratada. Ele ainda era um membro do "Pink Floyd", e não deixou o grupo até o final 1985.

 Zurich foi o oitavo show da turnê de "Roger Waters", a primeira parte do show apresenta clássicos do "Pink Floyd", com direito a algumas re-interpretações dignas de seu talento. "Set The Controls For The Heart Of The Sun" é desprovida de sua conotação "space rock", soando mais jazzy com ênfase no sax, guitarra, e as vocalistas carregando a melodia. "Money" inclui "Mel Collins" tocando um solo de sax, (um show a parte), seguido por "Clapton", (dispensa comentários), que implementa um extenso e fabuloso solo à canção. As versões originais, ao meu ver são definitivas e irretocáveis. Mas acho interessante poder ouvir algo diferente, sendo de bom gosto. Stainton e Kamen a seguir, tocando órgão Hammond e um coquetel de teclados elétricos constituem uma outra expansão da narrativa conceitual da peça impressionante.

A belíssima "If", uma canção tocada apenas uma vez ao vivo pelo "Pink Floyd" na BBC,  ganha uma visão otimizada nos vocais e um solo de "Eric Clapton" simplesmente maravilhoso, de deixar sem palavras.

Waters canta "Have A Cigar" com muito mais confiança do que na década de setenta e, em vez do efeito de transmissão de rádio, há uma linda melodia de piano que faz a passagem  para "Wish You Were Here", que continua com a peça, subjacente às letras em um belo arranjo. "In The Flesh" e "Hey You" são interpretadas próximas as versões de estúdio, exceto a última ter "Collins" no solo de saxofone no lugar do solo de guitarra.

A segunda parte do show é a ópera rock elaboradamente encenada. Como muitos dos projetos de Waters, o visual desempenha um papel tão importante quanto a música, e é útil para compreender o estágio em que o show como obra progride ao longo dos seus quase 50 minutos. Neste caso começa a partir da introdução gravada para "04:30 (Apparently They Were Travelling Abroad)."

Algumas das canções são expandidas com letras adicionais não encontrados na versão de estúdio, "Eric Clapton" vive um dos seus melhores momentos durante a "04:41 (Revolução Sexual) ", com um grande solo contagiando o público que aplaude intensamente. E para finalizar com chave de ouro "Brain Damage" e "Eclipse", duas das mais expressivas obras-primas do "Pink Floyd".

Assim como em "The Wall", o genial Gerald Scarfe contribuiu com sua arte no cenário da turnê, e não só ilustrando a obra, como criou desenhos dos próprios músicos. A qualidade do áudio é excelente. Boa audição!


4:41 AM (Sexual Revolution)



Roger Waters
"Live In Zurich" 
July 3rd, 1984 
Hallenstadion, Zurich, Switzerland.


Disc 1:

1. Set The Controls For The Heart Of The Sun (7:52)
2. Money (8:40)
3. If (4:13)
4. Welcome To The Machine (7:19)
5. Have A Cigar (6:46)
6. Wish You Were Here (6:39)
7. Pigs On The Wing – part 1 (1:25)
8. In The Flesh (4:35)
9. Nobody Home (4:37)
10. Hey You (4:43)
11. The Gunners Dream (7:22)


Disc 2:

1. 4:30 AM (Apparently They Were Travelling Abroad) (3:16)
2. 4:33 AM (Running Shoes) (5:25)
3. 4:37 AM (Arabs With Knives And West German Skies) (2:20)
4. 4:39 AM (For The First Time Today – part 2) (3:38)
5. 4:41 AM (Sexual Revolution) (5:32)
6. 4:47 AM (The Remains Of Our Love) (3:34)
7. 4:50 AM (Go Fishing) (6:52)
8. 4:56 AM (For The First Time Today – part 1) (2:04)

9. 4:58 AM (Dunroamin, Duncarin, Dunlivin) (2:55)
10. 5:01 AM (The Pros And Cons Of Hitch Hiking) (6:17)
11. 5:06 AM (Every Stranger's Eyes) (4:59)
12. 5:11 AM (The Moment Of Clarity) (2:55)
Encore:
13. Brain Damage (3:53)
14. Eclipse (1:49)


Total time: 119:40

Money


The band:

Roger Waters: lead vocal, bass & guitar
Eric Clapton: lead guitar
Andy Newmark: drums
Chris Stainton: keyboards & bass
Michael Kamen: keyboards
Mel Collins: saxophone
Tim Renwick: guitar & bass
Doreen Chanter: vocals
Kate Kisson: vocals




Running Shoes

mediafire.CD1 - (130,69 MB)
mediafire.CD2 - (114,44 MB)
FLAC
mediafire.CD1.pt1 - (195,76 MB)
mediafire.CD1.pt2 - (184,10 MB)
mediafire.CD1.pt3 - (45,41 MB)
mediafire.CD2.pt1 - (197,97 MB)
mediafire.CD2.pt2 - (168,02 MB)

  Go Fishing



Notes:

A part of European leg of 1984 "The Pros And Cons Of Hitch Hiking" world tour.
With Eric Clapton on the guitar in all the songs.
Amazing recording. The best sounding show from whole 1984 tour.
Artwork: Wojtek
Quality: EX+

09/09/2013

Solaris - Marsbeli Kronikak (1984) Japan Edition 2010



Solaris

O álbum de estréia da banda húngara Solaris é amplamente reconhecido como uma das obras mais importantes no cenário do prog sinfônico dos anos 80, e certamente de qualquer época. Marsbeli Kronikak é uma obra prima aclamada em todo o mundo mas somente a partir da década de 90, durante a segunda fase da carreira deste grupo húngaro excepcional. A proposta musical da banda é inteligente, criando um mix progressivo muito dinâmico e atraente de música clássica e rock. Seu repertório dá espaço à uma variedade de melodias que servem até mesmo para rejuvenescer a ideologia do prog sinfônico de uma forma peculiar. A partir de poderosos riffs de guitarra, teclados de bom gosto, uma flauta magnífica, repleto de mudanças de clima, quebras surpreendentes, e muita dinâmica em seu desenvolvimento a banda nunca perde o folego. 

Solaris foi fundada por alguns amigos de escola em 1980. O nome da banda é derivado do título de um livro do escritor SF Stanislaw Lem. Depois de terem causado uma boa impressão em um concurso de talentos no The Budai Park para um grande público, a banda obteve a oportunidade de gravar seu primeiro single, intitulado "Rock Hullám" em 1980. O line-up inicial era Ferenc Raus (drums), Gabor Kisszabop (bass), Csaba Bogdan (guitars),além de outros colegas de escola, Istvan Cziglan (guitars), Attila Kollar (flute) and Robert Erdesz (keyboards). Eles lançaram o segundo single "Eden/Counterpoint" em 81. E finalmente em 1984 o álbum em questão, que vendeu cerca de 40.000 cópias. O prog rock é muito popular na Hungria: OMEGA fazia shows para multidões de 100.000 espectadores. O line-up clássico da Solaris se deu entre '83 e '85 com Attila Kollar, Istvan Cziglan, Robert Erdesz e os recém-chegados Laszlo Gomor (bateria) e Tamas Pocs (baixo). A partir de 90, a gravadora húngara Gong então reeditou suas obras. Em 1995 a banda foi convidada como o "headliner" do Progfest Festival em Los Angeles por Greg Walker, cérebro por trás da Syn-Phonic, nos EUA. A banda foi aplaudida de pé um seleto grupo de críticos "symphomaniacs" das principais revistas da época. No ano seguinte Solaris esteve aqui no Brasil participando do Rio Art Rock Festival, organizado por Leonardo Nahoum. Confira o vídeo abaixo:


De fato um trabalho em equipe com ênfase para as performances, e arranjos das idéias musicais, no entanto, é justo salientar o trabalho relevante de Erdesz Róbert em suas orquestrações de teclado como suporte harmônico para a banda, e de Kollár Attila impecável tocando flauta, muitas vezes o foco principal do som da banda. Um tesouro por muito tempo obscuro, que revitalizou o legado do prog sinfônico dos anos 80. Boa audição!


A sárga kör 

Solaris 
Marsbeli kronikak
Studio Album, released in 1984
Belle Antique / BELLE 101711 / SHM-CD
25 Jun 2010


Songs / Tracks Listing

1. Marsbéli krónikák I. (3:34)
2. Marsbéli krónikák II.-III. (6:32)
3. Marsbéli krónikák IV.-VI. (13:15)
4. M'ars poetica (6:39)
5. Ha felszáll a köd (3:58)
6. Apokalipszis (3:44)
7. E-moll elõjáték (0:29)
8. Legyõzhetetlen (2:46)
9. Solaris (4:53)
10. Orchideák bolygója (3:17)
11. A sárga kör (4:54)

Total Time: 54:01


Line-up / Musicians
Solaris picture
- Istvan Czigman / electric & acoustic guitar, synthesizer, keyboard efect, percussion
- Robert Erdesz / piano, organ, synthesizer, keyboard efect
- Laszlo Gomor / drums, percussion, synthesizer
- Attila Kollar / flute, recorder, synthesizer, keyboard efect, percussion, vocals
- Tamas Pocs / bass

GUESTS:
- Casaba Bogdan / guitar
- Gabor Kisszabo / bass
- Ferenc Raus / drums, percussion
- Vilmos Toth / percussion




Marsbéli krónikák Part I - II - III

Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire - (110,27 MB)
FLAC
mediafire.pt1 - (197,29 MB)
mediafire.pt2 - (127,42 MB)

20/07/2012

David Gilmour - Beacon Theatre, NYC, NY (1984)


1:02:53


O show faz parte da turnê de "David Gilmour", em suporte ao álbum “About Face”, que durou de março a julho de 1984, cobrindo a Europa e a América do Norte.

Alegadamente, algumas das músicas do "About Face", estavam sendo compostas por "Gilmour" por ocasião da produção do álbum do "Pink Floyd", "The Final Cut". "Roger Waters" diz ter recusado o pedido de "Gilmour", que necessitava de mais tempo para completar o seu material. As canções que se diz serem do período pré-"Final Cut" são: "Murder", "Out of the Blue", "Near the End", e a orquestração musical de "Love on the Air" e " All Lovers Are Deranged".

Ao vivo as canções ficam mais encorpadas, ganham peso em desempenho e improvisações, de fato cada faixa do álbum em sua origem é boa, e justamente as canções que mais se destacam são "Murder", "Near The End" e "Out Of The Blue", que são excelentes, bem como a instrumental "Let's Get Metaphysical".

Embora suas habilidades líricas não sejam tão enfatizadas, (pois nada se compara ao seu desempenho com a guitarra), destacam-se as letras de canções como a própria "Murder", (alcançando 11º nas paradas), quando manifesta sua indignação sobre o assassinato sem sentido de John Lennon , um colega de longa data na cena musical e uma inspiração para ele. Excelente destaque, "Pino Palladino" embelezou a música com um solo de Baixo Fretless, (que tem um som distinto, pela ausência de trastes onde a corda deve ser pressionada diretamente sobre a madeira do fingerboard, e tem um timbre parecido com o do acústico.), adicionando energia para o início acústico da música, principalmente ao vivo, levando à uma ponte instrumental. Bem como "Out of the Blue", onde "Gilmour" manifesta sua desaprovação com a proliferação nuclear, que à sua maneira, compõem os ideais do "Pink Floyd" nos moldes de "Roger Waters", almejando transmitir conceitos de uma sociedade melhor, do mundo mais fraterno e menos egoísta.

No entanto, como não poderia deixar de ser, a melhor característica desta "About Face Tour" é a música em si, particularmente os solos de Gilmour sempre emocionantes, de dentro d'alma. Até mesmo porque, também ao longo das apresentações, estiveram ao seu lado músicos excepcionais que proporcionaram encontros memoráveis. Alguns exemplos de altíssimo nível, você pode conferir abaixo, bem como identificar outros mais no vídeo acima. Embora não sendo tão bom quanto o 1º solo de "Gilmour", (ao meu ver, um clássico negligenciado), e nem tão progressivo como "Pink Floyd", "About Face" é ainda um álbum que oferece qualidade, fluindo entre bons arranjos e melodias, proporcionando belíssimos momentos durante suas apresentações ao vivo. Anos mais tarde quando entrevistado num programa de rádio, "In the Studio with Redbeard", no Texas durante a turnê de 2006 "On an Island", David Gilmour" comentou sobre "About Face", dizendo: "Looking back on it, it has some great moments on there but the whole flavour of it is too '80s for my current tastes." Boa audição!


Beacon Theatre



David Gilmour
The Lostbrook Tape Series - Vol. 33
May 22, 1984
Beacon Theater
New York, NY
USA


Tracks:

01 Until We Sleep
02 All Lovers Are Deranged
03 Love On The Air
04 Mihalis
05 Cruise
06 Short And Sweet
07 Run Like Hell
08 Out Of The Blue
09 Let's Get Metaphysical
10 You Know I'm Right
11 Money
12 Blue Light
13 Murder
14 Near The End
15 Comfortably Numb


Animação: Ferenc Rófusz - "Ceasefire"
Out Of The Blue


With:
  • Mick Ralphs: Guitars, vocals
  • Mickey Feats: Bass Guitar
  • Cris Slade: Drums, Percurssion
  • Raff Ravenscroft: Sax, Keyboards, Percurssion
  • Gregg Decharts: Keyboards, vocals
  • Jody Linscott: Percurssion


Performance excepcional, onde Gilmour executa um 
solo digno de qualquer evento do próprio Pink Floyd

crocko (258.90 MB / 320 Kbps x 48 kHz)



Recording Equipment: Internal Mic - Sanyo tape deck - Alesis TapeLinkUSB - Audacity - WAV
Artwork by 'jaraslesny'

Tapers Story:


I first became enchanted by live performances after talking my way into the taping of Dick Cavett’s Woodstock Show on August 18, 1969 at WABC studios in New York. This was quite an accomplishment for an eleven-year-old without a ticket. My first major concert was The Rolling Stones at Madison Square Garden on July 25, 1972. I was so impressed with the enormity of that event that I jumped at the chance to acquire some of the vinyl bootlegs from the Exiles on Main Street tour. These recordings surely planted a seed in my mind, but unfortunately, I waited over 25 concerts before attempting my first recording in late 1975. Over the next ten years, I recorded approximately 125 concerts in the New York City area. In 1985, I moved to Virginia and recorded sporadically, accumulating a few dozen shows in the Washington DC area over the next 15 years.

My motive for taping has always been selfish. I simply wanted to enjoy the performances over and over again. I didn’t realize that I was recording both musical and personal history or that I was witnessing the high-water mark of progressive music. I thought it would last forever, but in the back of my mind, I must have known that I had something special. With one or two exceptions that I later regretted, I refused to trade tapes. Very few friends were ever given copies. I have never considered selling them – I have too much respect for the artists. I protected my tapes for decades, never knowing what to do with them as they sat dormant on a shelf. In 2010, I found the time to make digital transfers of my tapes and rediscovered the amazing moments I had recorded. I also found an answer: I needed to get these tapes to my friends that were with me, whose history I had also captured, and to others who would appreciate this collection.

My equipment was low-tech but yielded surprisingly good results. Almost all of my recordings prior to 1989 were made with the built-in condenser mic on a Sanyo desktop cassette recorder (model unknown). When the unit began to fail in 1977, I replaced it with what I thought was a better recorder, but the tapes were distorted. I quickly purchased a new Sanyo that was identical to my first and never again attempted an upgrade. In 1989, I bought a smaller, Walkman-type unit – a Panasonic RX-SR29, which performed nicely with its condenser mic. I was never interested in producing soundboard-quality tapes, and was almost always happy with my “souvenirs.” I used TDK tapes initially, then Maxell.

Recording a concert was always an adventure. Through trial and error, I arrived at the following procedure: To get past the ticket-takers, I wore loose pants and stuffed the recorder down the front where the odds of being frisked were minimal. I wore a loose t-shirt or sweatshirt to cover the “bulge” and held my breath. The dead batteries and cheap tape I kept in the recorder were occasionally confiscated, but my friends were already inside with the real supplies. Once inside, I would meet my friends and exchange the batteries and tape. We had excellent seats for many concerts, but that put us in close proximity to ushers and stage security. We needed to be in a constant state of vigilance, and we were also busy with the timing of the tape-flips. I would occasionally take photographs with a cheap camera, which gave me additional equipment to juggle. Without fail, someone in my row would be in the wrong seat, and an usher would have to sort it out. It was all I could do to keep the recorder hidden without covering the microphone. It was always chaotic, but the reward was great as we listened to the concert again on the way home.

I’m indebted to all those who assisted and inspired me along the way: Gary, Steve, and Paul/Rich, Rob, and Paul/John, Sue, Al, and Rich/Jody, Laurie, Danny, and Martha/Geri and Allison/Howie and Linda/Kathryn. Thanks to Mike for all of his efforts. Most of all, thanks to my family – K, M, E, and B – for their support and patience.

You are cordially invited to enjoy these time capsules. There is always room for one more in our row, but if we are loud or talkative, please don’t judge us too harshly. We were swept away by the magic of the moment, and we hope you will be too.

Lost Brook

January 2011

15/12/2011

David Gilmour - Mihalis - Stockholm (1984) SBD




Mihalis


  • People Magazine 1984, artigo sobre o álbum solo de David Gilmour: "About Face"


"Não mais contra a parede, 'Gilmour' é o primeiro membro do 'Floyd' a pegar a estrada sozinho."

Rapidamente agora, qual o grupo ou cantor pop que teve o maior período nas paradas de álbuns da Billboard? Elvis? Os Beatles? Bing Crosby?

Antes de desistir, algumas dicas úteis. Embora esta banda tenha feito turnês e gravações por 16 anos com apenas uma mudança importante em sua formação, você provavelmente nunca ouviu falar da intimidade de um único membro, no passado ou presente, os membros da banda criaram uma aura de escuridão e mistério sobre si mesmos. Muitos fãs de rock teriam problemas para nomear qualquer das suas canções. Eles não permitirão que suas imagens apareçam nas capas de seus álbuns, eles quase nunca concedem entrevistas, e eles preferem ser vivissectados do que fazer um vídeo para a MTV. Imediatamente, você sabe que nós não estamos falando sobre os Rolling Stones.

Okay. "Perdedor Trivial", tente "Pink Floyd". Nunca houve nada semelhante à abordagem do fenômeno de 1973, "Dark Side Of The Moon", e provavelmente nunca haverá outra vez.

Quando o álbum saiu,  Floyd tornou-se um grupo britânico com um hit e um culto a ser seguido. O lado escuro, sombrio e gótico, estendeu a mão e tocou alguns... cidadãos em nosso planeta. Em 10 de março irá se tornar Top 200 da Billboard por 510 semanas consecutivas. Quinhentas e dez. Em 19 de maio deve tornar-se o único álbum gráfico eleito como a melhor concepção por interruptos 10 anos .

Para colocar este feito em perspectiva, considere que "Dark Side" superou o ex-campeão (Greatest Hits Johnny Mathis ') há cinco meses. O álbum seguinte, de maior duração da música pop original (Tapestry, Carol King) pulou para fora após 320 semanas. Thriller de Michael Jackson ( 64 semanas até agora), pouco vale a pena mencionar.

Como você pode entender isso?

Como todo mundo, "David Gilmour" não tem uma pista. "Isto sempre confundiu-me, e ainda me deixa perplexo", diz o homem cujo os licks de guitarra espacial estão mais estreitamente identificados com o inconfundível som do Pink Floyd. "Quero dizer, quando nós fizemos isso, sabíamos que era o melhor que tínhamos feito. Mas nós ainda não tínhamos experimentado nada parecido  antes disso."

Agora que ele decidiu agir por conta própria com um álbum solo, "About Face", e uma turnê americana em maio e junho, "Gilmour", 37 anos, é relax na proibição habitual contra falar à imprensa sobre "Pink Floyd". Em sua suíte de hotel com vista para o Central Park de Manhattan, em um sofá, traje simples, jeans, camisa  e sapatos esporte, ele liga para a esposa "Ginger", que está na Inglaterra, para conversar com suas filhas Alice, 7, Clare, 3, e Sarah, 2.

"Pete Seeger" é uma das minhas pessoas favoritas", diz "Gilmour", "é o rei da acid-music, com quem aprendi a tocar banjo-picking folkie."

"Gilmour" juntou-se ao "Pink Floyd" no início de 1968 para fazer backups - e eventualmente substituir - o visionário fundador da banda , "Syd Barrett". Barrett tinha se inspirado a nomear a banda depois assistir a dois bluesmen do sul, Floyd Council e Pink Anderson. Infelizmente, o blues fluiu para a psicodelia, e Barrett, depois de inúmeras viagens de ácido, tornou-se "muito estranho", lembra Gilmour, e foi convidado a sair da banda. Coube ao Gilmour, o baixista "Roger Waters", o baterista "Nick Mason" e o tecladista "Rick Wright" para continuar. Gilmour, um estudante de línguas,  foi inspirado pelo primeiro álbum de Bob Dylan a abandonar tudo por um  tempo, isso aos 18 anos, para tocar rock. Em 1964, antes de a que maioria das bandas tinham ouvido falar da droga, ele já havia passado por sua fase de LSD.

"Nenhum de nós jamais foi um grande apaixonado das drogas", diz Gilmour, apesar das lendas - e  da realidade pessoal de Barrett incapacitado permanentemente - ao contrário. "Nós dissemos isso, mas as pessoas não ouvem coisas que eles não querem ouvir. Muita gente pensa que está no seu comprimento de onda, quando na verdade você não é aquilo. Recebemos e-mails de pessoas nos dizendo que estavam enviando-nos mensagens individuais que elas estavam se correspondendo. Muito, muito estranho. "Essa foi outra razão, diz ele, por isso que a banda manteve um perfil distante: "Os fãs poderia ter obtido muita informação sobre nós, sentados em casa assistindo televisão e bebendo cerveja."

O segundo LP solo de Gilmour  contém duas músicas anti-mísseis, uma é Cruise, um canto fúnebre que tem de ser destinado ao escritor de homicidios, Jack Henry Abbott, - e não há canções de amor... Ainda assim, o estado de espírito de Gilmour demonstra toda a inspiração em um instrumental intitulado "Let's Get Metaphysical". Há também momentos de beleza estranha deste veterano do rock cadenciado, letras progressivas sobre estar brilhando,  flutuando dentro e fora do azul, do céu azul. (Out Of the Blue)

"Eu acho que você pode escrever letras fatalistas", diz, "que pode estar a vontade para discutir o mórbido ou terminará infeliz. Estes temas podem ser edificantes e alegres ao mesmo tempo. Existe beleza na melancolia." - Gilmour, 1984. Por: Chet Flippo - (Rolling Stone, People Magazine)

Ouvindo este show, além do fato de ser uma gravação "soundboard", (para alguns amigos que possam desconhecer, é a referência dada quando os mics de gravação estão muito próximos do palco, dos instrumentos e dos vocais, tudo alto e claro, e se a qualidade também é boa, torna-se o melhor resultado que um bootleg poderia oferecer), trata-se de uma ótima apresentação da banda, e acredito que será interessante à todos que apreciam este período inicial da carreira solo de "David Gilmour". "Let's Get Metaphysical" que por si só, em minha opinião já justifica o ingresso em sua coleção, aqui é espetacular. Além de toda a beleza da guitarra, nesta incrível peça, o trabalho de sax e teclados é realmente inspirado, elevam a performance ao nível das melhores edições do próprio "Pink Floyd". Boa audição!



David Gilmour

"Mihalis" (Wow ‎– 240-484) Vinyl, LP

April 24th, 1984 – Live in Isstadion, Stockholm, Sweden


Side One:
  1. Until We Sleep 6:30
  2. All Lovers Are Deranged 4:30
  3. No Way Out 6:35
  4. Love On the Air 6:08
23:43

Side Two:
  1. Mihalis 9:40
  2. Cruise 6:20
  3. Short and Sweet 6:50
  4. Run Like Hell 6:36
29:26

Side Three:
  1. Out Of the Blue 4:00
  2. Let's Get Metaphysical 7:20
  3. You Know I'm Right 7:30
  4. Blue Light 9:40
28:30

Side Four:
  1. Murder 6:40
  2. Near the End 10:30
  3. Comfortably Numb 9:00
26:10

Band:
  • David Gilmour
  • Gregg Dechart (keyboards)
  • Micky Feat (bass)
  • Jody Linscott (percussion)
  • Mick Ralphs (guitar)
  • Raphael Ravenscroft (saxophone)
  • Chris Slade (drums)

Participações especiais: 
  • Steve Winwood / piano, órgão
  • Anne Dudley / sintetizador
  • Bob Ezrin / teclados
  • Louis Jardine / percussão
  • Ray Cooper / percussão
  • Jon Lord / sintetizador
  • Roddy Lorimer, Barbara Snow, Tim Sanders, Simon Clerk / The Kick Horns
  • Vicki & Sam Brown, Mickey Feat, Roy Harper / vocais
  • Steve Rance / Fairlight programming
  • The National philharmonic Orchestra arranged by Micheal Kamen com Bob Ezrin


Format: 2 LPs (vinyl)
Produced: Made in England 
FLAC
mega.co.nz.Pt1 - (306,90 MB)
mega.co.nz.Pt2 - (310,30 MB)
ou
uloz.to.Pt1 - (321,82 MB)
uloz.to.Pt2 - (325,37 MB)

Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.Pt1 - (160,50 MB)
mediafire.Pt2  - (61,88 MB)

21/09/2011

David Gilmour - Live At Hammersmith Odeon (1984)





Em março de 1984, David Gilmour, lançou seu segundo disco solo, "About Face". Logo em seguida, Gilmour saiu por três meses em uma turnê através da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos. Este concerto foi capturado ao vivo no Hammersmith Odeon, em Londres e apresenta nove faixas de sua carreira solo. Em minha opinião Murder têm sua melhor versão neste show, 8:32 min de primazia. Boa audiência!

30 April 1984, Hammersmith Odeon, 
London, UK. 

Tracks

Until We Sleep
All Lovers Are Deranged
There's No Way Out Of Here
Short And Sweet
Run Like Hell
Out Of The Blue
Blue Light
Murder
Comfortably Numb (with Nick Mason)

Bonus

"Love On The Air"

Duration: 01:09:01


Personnel
  • David Gilmour: Guitars, vocals.
  • Mick Ralphs: Guitars, vocals.
  • Mickey Feat: Bass Guitar, vocals.
  • Raff Ravenscroft: Saxophones, keyboards, percussion.
  • Gregg Dechart: Keyboards, vocals.
  • Chris Slade: Drums, Percussion.
  • Jody Linscott: Percussion.
  • Roy Harper: Vocals on "Short and Sweet" and percussion on "Comfortably Numb".
  • Nick Mason: Drums on "Comfortably Numb".



alldrives.ge/main 
(156.1mb/320kbps)



DAVID GILMOUR - LIVE AT THE HAMMERSMITH ODEON(POTW)
Live At The Hammersmith Odeon

Categoria/Kind: concerto/concert
Duração/Lenght: 101 min.
Filmagem/Recording: profissional/professional
Qualidade de imagem/Image quality: ótima/great
Qualidade de áudio/Audio quality: ótima/great (MP3; 128Kbps)
Ano/Year: 1984
Formato de vídeo/File: AVI (xvid)
Servidor/Host: MediaFire





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11/07/2011

1984 . Stationary Traveller - Camel





É o décimo álbum do grupo de rock progressivo Camel publicado em 1984. "Stationary Traveller" é um álbum conceitual baseado na história de um jovem casal, que estavam apaixonados e tem que separar as suas vidas por motivos políticos, (refugiados da Alemanha Oriental que tentaram cruzar o Muro de Berlim em Berlim Ocidental), daquela época. Como  não poderia ser diferente, o maior destaque nesse álbum é o trabalho de guitarra fantástico de Andrew Latimer, belíssimos acordes, e toda qualidade dos teclados de Ton Scherpenzeel. Para mim a instrumental Stationary Traveller, figura entre as mais belas melodias de guitarra que existe.

Long Goodbays
Camel (band)

Track listings

All songs written by Susan Hoover and Andy Latimer, except "After Words"

Original Release (1984)

Side One

  1. "Pressure Points (instrumental)" (Latimer) – 2:10
  2. "Refugee" – 3:47
  3. "Vopos" – 5:32
  4. "Cloak and Dagger Man" – 3:55
  5. "Stationary Traveller (instrumental)" (Latimer) – 5:34

Side Two

  1. "West Berlin" – 5:10
  2. "Fingertips" – 4:29
  3. "Missing (instrumental)" (Latimer) – 4:22
  4. "After Words (instrumental)" (Ton Scherpenzeel) – 2:01
  5. "Long Goodbyes" – 5:14

Camel Productions Digital Remaster (2004)

  1. "In the Arms of Waltzing Frauleins"
  2. "Refugee"
  3. "Vopos"
  4. "Cloak and Dagger Man"
  5. "Stationary Traveller"
  6. "West Berlin"
  7. "Fingertips"
  8. "Missing"
  9. "After Words"
  10. "Long Goodbyes"
  11. "Pressure Points (bonus track, extended mix)"

Personnel

  • Andy Latimer – electricacoustic & 12 string guitars, basspianodrum synthesiserflute, lead vocals
  • Ton Scherpenzeel – organgrand pianoProphet synthesizerYamaha CS80Juno 60KorgPPgaccordion
  • Paul Burgess – drums
  • David Paton – bass (A 3, 4), fretless bass (B 2, 5), back vocals
  • Chris Rainbow – lead vocals (A 4, B 5)
  • Mel Collins – sax (B 2)
  • Haydn Bendall – Fairlight synthesizer (A 1, 3), PPg synthesizer (B 3)

West Berlin
megaupload 38.89 MB
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David Gilmour


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