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08/04/2023

Mel Collins falou da turnê KAOS com Roger (Best of Roger Waters live at Colisee de Quebec - 1987 FLAC) entrevista Rolling Stone





Roger Waters Wembley FM Capital Radio Broadcast - Wembley Arena, London  November 21th 1987

1-Who Needs Information
2-Me or Him
3-Powers That Be
4-Sunset Strip

Radio K.A.O.S. Tour 1987 :
Roger Waters accoustic guitar, bass guitar, vocals
Andy Fairweather-Low bass guitar
Jay Stapley guitar
Paul Carrack keyboards, vocals
Mel Collins saxophone
Graham Broad drums
Katie Kissoon backing vocals
Doreen Chanter backing vocals
Jim Ladd radio DJ
* Claire Tory guest vocals on Great Gig In The Sky



Homenageado, Mel Collins em entrevista com a Rolling Stone:

Em outubro, dia 26, em 2021, uma longa entrevista do saxofonista Mel Collins intitulada "Mel Collins em seus anos com King Crimson, Rolling Stones e Roger Waters" foi publicada no site da Rolling Stone, que homenageou suas inúmeras estações musicais e carreira. 

De particular interesse para nós foram suas declarações e memórias de Roger Waters, com quem ele tratou na década de 1980. Collins fez uma turnê com Waters em 1984, 1985 e 1987. Ele participa do álbum Radio Kaos e da trilha sonora When The Wind Blows. (Werner, Pulse & Spirit)

Rolling Stone

Conte-me sobre ser contratado para a turnê Prós e Contras de Hitch Hiking com Roger Waters.

MEL COLLINS: Eu conhecia a esposa de Roger naquela época, Carolyn [Anne Christie]. Ela veio para a estrada como gerente de turnê do King Crimson anos antes, quando eu estava na banda. Eu a conhecia muito bem. Acho que ela disse a Roger: “Eu conheço esse cara, Mel Collins. Poderíamos usá-lo na banda.

Então fui questionado por Roger. É irônico desde quando eu estava no Kokomo, o gerente, Steve O'Rourke, foi informado em termos inequívocos que ou ele gerenciava o Pink Floyd ou gerenciava o Kokomo. E assim ficamos sem gerente. Tenho a sensação de que Roger teve algo a ver com isso. É irônico que acabei trabalhando para ele. Não sei se ele percebe isso. Nós nunca conversamos sobre isso.

Eu briguei com o Roger. Ele é outro que pode ser difícil. Curiosamente, na última turnê que fizemos na América com o King Crimson, estávamos no Sunset Marquis em Los Angeles e Roger estava lá. Ele fez o show na arena no dia anterior. Fomos ver o Roger e depois voltamos para o hotel, e o Roger estava lá no bar. Ele me convidou.

Lá estava eu ​​na mesa principal com Roger Waters. Ele basicamente me disse o quanto me ama, e nos tornamos melhores amigos depois daqueles momentos difíceis em que eu estava em turnê com ele. Eu bebia muito naquela época, então tenho certeza que foi minha culpa.

Não sabia que a então esposa de Waters, Carolyn, trabalhava como gerente de turnê do King Crimson. Carolyn então colocou os dois em contato. Interessante isso vem de Steve O'Rourke, que gerenciou a banda Kokomo, por um curto período de tempo (Eles lançaram três álbuns, e o segundo Rise & Shine foi descrito como "o melhor álbum de funk britânico da década de 1970). A colaboração entre Collins e Waters terminou em apuros.

Eu sei que Roger é muito particular sobre como ele quer que tudo soe no palco. Ele quer que todos os shows sejam idênticos.

MEL COLLINS: Sim. Acho que David Sanborn estava no disco, assim como Eric Clapton. Naquela época, Eric não estava realmente fazendo muito. Roger pediu que ele viesse conosco na turnê Estávamos fazendo um set que era em torno do álbum The Pros and Cons of Hitch Hiking, que era basicamente uma música longa. Isso caiu bem. Mas na segunda parte do set tocávamos os números do Pink Floyd. Isso geralmente funcionava. Essa é a natureza da besta, como dizem.

Era uma boa banda. Foi uma ótima escalação. Acho que Eric teve um problema com Roger e não gostou muito. Foi, como você disse, praticamente cobrindo as partes do disco. Tive que copiar David Sanborn na maior parte da apresentação. Ele é um músico fantástico. Eu não estou reclamando.

As músicas mais populares do Floyd foram tocadas no primeiro set e não no segundo, como lembra Collins. Legal de Waters por saber lidar com isso naquela época.

Eu falei com algumas pessoas de sua banda que disseram que chamavam Roger de “General Waters” já que ele era como um general do exército.

MEL COLLINS: Em sua defesa, devo dizer que ele estava fazendo sua primeira turnê solo. Seguimos em frente e formamos outra formação para outra turnê. Durante aquela turnê, o Floyd estava na estrada ao mesmo tempo. Eles estavam cerca de três semanas atrás de nós. Para Roger, foi muita pressão ter isso nas costas.

Ele estava tentando desesperadamente … Você sabe aquela coisa sobre fora do Pink Floyd ser anônimo? As pessoas realmente não os conheciam. E então quando estávamos na América as pessoas dizem: “Quem é Roger Waters?” As pessoas não o conheciam tão bem além dos fãs, então ele teve que construir isso até onde está agora. Claro, todo mundo sabe quem ele é agora.

"General Waters" diz algo sobre o estilo de liderança de Waters.

Não consigo imaginar a frustração quando o Pink Floyd está tocando em um estádio de futebol lotado e eles estão tocando principalmente suas músicas. Enquanto isso, ele está em uma arena meio vazia.

MEL COLLINS: Foi muito difícil. Eles tiveram que reagendar alguns dos shows, pois não estavam vendendo ingressos suficientes. Naqueles dias, era difícil. Havia tanta pressão sobre ele. Não foi fácil.

Deve ter sido uma experiência incrível para Waters em 1987. Ele teve que reconhecer que, além dos fãs, ninguém realmente sabia quem ele era, que não importava que ele estivesse em arenas menores enquanto seus ex-colegas do Pink Floyd tocavam duas ou três vezes seguidas em um mesmo estádio, lotando todos os dias, em cidade.

Conte-me sobre a criação de Radio KAOS

MEL COLLINS: Eu estava praticamente na banda na época. Estávamos tentando coisas diferentes. Eu estaria no estúdio com ele e ele tocaria a faixa. Mais uma vez, eu ouvia e via qual instrumento funcionaria melhor, o contralto ou o tenor ou às vezes o barítono. Fizemos assim, tentativa e erro.

Eventualmente nós levávamos isso para a turnê. Foi quando eu meio que briguei um pouco com Roger. Ele disse recentemente que adoraria contar comigo de novo, então talvez eu volte algum dia.







Live radio broadcast. Best of Roger Waters live at Colisee de Quebec, Quebec City, QC, Canada, November 7, 1987



ROGER WATERS
November 21, 1987
"Soundboard KAOS"
Label: Ayanami 058
Source: SILVER>FLAC
Quality: EX+

Roger Waters (vocals, bass, guitar)
Graham Broad (drums, percussion)
Paul Carrack (keyboards, vocals)
Mel Collins (saxophones)
Andy Fairweather Low (guitars, bass)
Jay Stapley (guitar)
Katie Kissoon (backing vocals)
Doreen Chanter (backing vocals)

01. Radio Waves (5:12)
02. Welcome To The Machine (8:36)
03. Who Needs Information? (6:5
04. Me Or Him? (5:1
05. The Powers That Be (4:04)
06. Sunset Strip (4:27)
07. If (3:47)
08. Every Stranger's Eyes (5:01)
09. Nobody Home (4:26)
10. Home (6:40) 11. Four Minutes (5:16)
12. The Tide Is Turning (6:41)





09/09/2019

Pink Floyd divulga cenas inéditas de bastidores da capa de "A Momentary Lapse Of Reason", confira




O post a seguir, feito na conta oficial do twitter do Pink Floyd, mostra os bastidores da produção do que viria a ser a icônica imagem da capa do álbum "A Momentary Lapse Of Reason", realizado em Saunton Sands, North Devon, Inglaterra, em julho de 1987.

O álbum, primeiro da banda sem a participação de Roger Waters, foi lançado no dia 8 de setembro de 1987. E a imagem, como explicado no post, foi inspirada na letra de uma das músicas do disco, "Yet Another Movie". Além disto, o vídeo traz o logotipo do "The Later Years", box set com 16 discos trazendo material registrado deste ano em diante, época em que a banda contava com David Gilmour, Nick Mason e Richard Wright, além de músicos contratados






Whiplash 
Por Bruce William, Fonte: Pink Floyd @ twitter

21/08/2019

Review: Pink Floyd – A Momentary Lapse of Reason (1987) c/vídeo



Uma análise de todo o contexto que gerou A Momentary Lapse of Reason, álbum que o PINK FLOYD lançou em 1987 e que veio ao mundo em meio a uma batalha judicial entre David Gilmour e Roger Waters pelos direitos sobre o nome da banda.


Por Collectors Room
Agosto 19, 2019



Décimo-terceiro álbum do Pink Floyd, A Momentary Lapse of Reason marca o início da fase em que David Gilmour assumiu o controle criativo total da lendária banda inglesa e é também o primeiro disco do grupo a não contar com Roger Waters. Mas, antes de falarmos sobre o álbum é preciso contextualizar tudo que envolveu o Pink Floyd na primeira metade dos anos 1980.

Ao longo dos anos, Roger Waters foi gradativamente assumindo cada vez mais o protagonismo dentro do grupo. Isso se refletiu em um controle sobre o direcionamento criativo da banda, levando a uma obra-prima como The Wall (1979) – onde ele compôs praticamente todo o material, dividindo a parceria com Gilmour em apenas três músicas: “Young Lust”, “Comfortably Numb” e “Run Like Hell” – e a um trabalho para alguns não tão bem sucedido assim, o controverso The Final Cut (1983). Controverso porque, na verdade, The Final Cut foi concebido como um álbum solo de Waters, tanto que traz no encarte a frase “A requiem for the post war dream by Roger Waters, performed by Pink Floyd”. O disco é inspirado na história do pai de Waters, que lutou na Segunda Guerra Mundial, e é dedicado a todos que perderam a vida no conflito.  

O conflito entre Waters e Gilmour então se intensificou e a banda entrou em uma pausa, com o baixista e o guitarrista lançando novos álbuns solos. Em 5 de março de 1984 chegou às lojas o segundo disco de David Gilmour, About Face, e em 30 de abril foi a vez de Roger Waters lançar The Pros and Cons of Hitch Hiking. As turnês que promoveram ambos os discos tiveram baixa venda de ingressos, e a gravadora da banda, a CBS, sugeriu que os músicos se reunissem e gravassem um novo álbum do Pink Floyd, o que o baixista não aceitou. Em dezembro de 1985 Roger anunciou oficialmente a sua saída da banda, que ele definiu como “uma força criativamente já gasta”. A CBS se uniu então com Gilmour e Nick Mason e tentou forçar Waters a gravar um novo trabalho com o grupo, ameaçando-o de processo se ele não fizesse isso. Logicamente o baixista não aceitou a pressão, e então foi confrontado por David: “Eu disse para Waters antes de ele sair: cara, se você sair, nós vamos seguir em frente. Não faça nada sobre isso, porque nós iremos continuar com a banda”. A resposta do baixista foi um categórico “você nunca faria isso”. Paralelamente a todos esses fatos, Roger Waters também dispensou os serviços do então manager do Pink Floyd, Steve O’Rourke, e assinou um contrato com Peter Rudge, que passou a gerenciar a sua carreira. Isso foi visto por Gilmour e Mason como um sinal de que eles estavam livres para seguir em frente com o nome da banda.



Como a batalha pelos direitos de uso do nome Pink Floyd foram parar em uma disputa legal, David Gilmour começou a trabalhar em músicas que pretendia utilizar em seu terceiro disco solo. O produtor Bob Ezrin e o tecladista Jon Carin ajudaram nesse processo, e “Learning to Fly” surgiu de uma jam entre Gilmour e Carin. A CBS soube que o guitarrista estava trabalhando em novas músicas junto com Ezrin e enviou o executivo Stephen Ralbovsky para tentar convencer Gilmour a lançar o material não como um álbum solo, mas sim como um novo disco do Pink Floyd. Ralbovsky se encontrou com Gilmour e Ezrin em novembro de 1986 para ouvir as novas músicas e afirmou para ambos, sem meias palavras, que “elas não parecem em nada com o Pink Floyd”. Mais tarde, o próprio David Gilmour admitiu que o processo de composição foi especialmente trabalhoso porque ele não conseguiu encontrar novos parceiros com quem tivesse uma afinidade tão profunda quanto a que tinha com Waters.

A Momentary Lapse of Reason foi gravado em diversos estúdios, sendo o principal o Astoria, estúdio que o guitarrista montou dentro de um barco e utiliza até hoje. Os bateristas Jim Keltner e Carmine Appice foram contratados, já que Nick Mason não se sentia à vontade para gravar devido ao longo período que estava sem praticar o instrumento. A bateria eletrônica também foi bastante utilizada no disco. O tecladista Richard Wright, que havia deixado o Pink Floyd em 1979 devido a desentendimentos com Waters, também participa do disco, além de uma seleção de instrumentistas excepcionais onde se destaca o baixista Tony Levin, do King Crimson.

As gravações foram interrompidas devido à intensa batalha jurídica entre Waters e Gilmour pelo direito de uso do nome Pink Floyd. Waters visitou duas vezes as sessões de gravação no Astoria, já que ainda era acionista da Pink Floyd Music, e conseguiu bloquear os trabalhos. A banda então foi para Los Angeles e retomou a gravação no A&M Studios. O longo conflito entre David Gilmour e Roger Waters só foi enfim resolvido no final de 1987, fora dos tribunais. O guitarrista ficou com o direito do nome Pink Floyd e o baixista ficou com a propriedade de The Wall e do icônico porco da banda.



A Momentary Lapse of Reason foi lançado em 7 de setembro de 1987, antes da conclusão da disputa entre os músicos, em uma jogada arriscada da gravadora CBS. A capa foi criada por Storm Thorgerson, que possuía longa associação com a banda e é o autor das capas icônicas de clássicos como The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975) e Animals (1977). A imagem traz 700 camas de hospital dispostas em uma praia de Los Angeles, mesma locação das cenas de guerra presentes na adaptação cinematográfica de The Wall lançada em 1982 e dirigida por Alan Parker, e custou cerca de 500 mil dólares para ser produzida, transformando-se em uma das imagens mais icônicos da banda.

O disco traz onze músicas e possui uma produção bastante carregada, com timbres típicos daquela metade da década de 1980. Entre as faixas há bons momentos como o single “Learning to Fly”, a climática “The Dogs of War”, e cabe destacar a obra prima “On the Turning Away”, enorme sucesso, o excelente trabalho de guitarra em "Yet Another Movie", e “Sorrow” uma bela mensagem de conscientização, que fecha o álbum. O  trabalho de composição abaixo do que a banda sempre fez, foi em parte percebido pela crítica, que recebeu o LP com avaliações medianas. Mesmo assim é um disco que reserva bons momentos, como as faixas citadas acima. O público, no entanto, estava sedento por material inédito do Pink Floyd e conduziu A Momentary Lapse of Reason para o terceiro posto nos Estados Unidos e na Inglaterra, com o disco vendendo mais de 5 milhões de cópias em todo o planeta. 



A turnê gerou o duplo Delicate Sound of Thunder, primeiro álbum totalmente ao vivo do Pink Floyd – Ummagumma, de 1969, possui apenas um de seus dois LPs com gravações ao vivo. Lançado em 22 de novembro de 1988, se tornou um sucesso de vendas e audição obrigatória nos toca-discos da época, com performances primorosas de David Gilmour, Nick Mason, Richard Wright e a banda ao vivo.

A Momentary Lapse of Reason foi remasterizado em 2011 e incluído no box Discovery, além de poder ser adquirido separadamente. Com ele, o Pink Floyd teve a sua terceira troca de comando. Os tempos sob o crivo de Syd Barrett ficarem distantes, a epopeia criativa de Roger Waters transformou a banda em uma lenda e a condução de David Gilmour manteve essa lenda viva e pulsante para uma nova geração de ouvintes.

08/10/2013

Pink Floyd - Would You Buy A Ticket To This Show? (1987) CD & DVD


Pink Floyd - Would You Buy A Ticket To This Show? (1987) (2xDVD5) RE-UP

Comfortably Numb

"Would you buy a Ticket for this Show?" é o nome deste ótimo pro-shot do show do "Pink Floyd", gravado no Omni Coliseum , em Atlanta, durante a turnê de 1987, denominada "A Momentary Lapse of Reason".

O título do show faz uma pergunta, e a resposta a essa pergunta é um empático sim . Como eu gostaria de estar lá! Pode não ser tão pomposo e brilhante como PULSE, nem tão esotérico quanto o foi em Pompéia, mas é um show bem gravado, têm boas atuações, e é superior ao VHS lançado oficialmente "Delicate Sound of Thunder".

"Pink Floyd" gravou e filmou sua série de shows no Omni Coliseum, em Atlanta, Georgia em novembro de 1987 para filme que iria ganhar  um registro oficial do concerto. No entanto, a banda não aprovou o resultado. Consequentemente, o material desses shows que compõem vídeos e áudios da turnê foram arquivados e, posteriormente, esses shows foram lançados não oficialmente: "The Calhoun Tapes" e Would You Buy a Ticket to This Show?" Então, em agosto de 1988, a banda foi para o Nassau Coliseum, filmando e gravando seu espetáculo de cinco noites, o famoso álbum duplo "Delicate Sound of Thunder", editado em CD, e em vídeo cassete em 1988, incluindo 6 faixas de "A Momentary Lapse of Reason", e mais 9 clássicos da banda.

Pode-se dizer que esta gravação é um bom testemunho do "Momentary Lapse Tour". Quase todas as músicas tornam-se vibrantes e poderosas. 

O segundo conjunto é uma compilação dos maiores sucessos. "Comfortably Numb" pode ser mais épico do que nunca , incluindo a versão futura em "Pulse". Para a felicidade do público em geral,  esta interpretação é o grande destaque do evento. 

Como dito por aqui anteriormente, pouco pode se acrescentar sobre esta turnê, em toda a sua extensão foi bastante metódica, pouco ou nada se viu à nível de improvisações que pudesse caracterizar esta ou outra apresentação. Talvez o peso e a responsabilidade em trazer a banda de volta aos palcos, a obsessão de "David Gilmour" em busca da perfeição, providenciaram a turnê o espírito de uma gravação em estúdio. A criatividade e o bom gosto tão característicos do "Pink Floyd" em suas brilhantes improvisações, suas jam sessions memoráveis, sacrificadas em prol da garantia de uma turnê impecável. Entretanto muitos preferem a exatidão dos álbuns oficiais, e sem dúvida a turnê foi um sucesso absoluto. Boa audição!


Shine On You Crazy Diamond pts I-IV



Pink Floyd
Would You Buy A Ticket To This Show? (1987)
CD & DVD
Soundboard


CD1:

01 Shine On You Crazy Diamond pts I-IV
02 Signs Of Life
03 Learning To Fly
04 Yet Another Movie/Round and Around
05 A New Machine pt I
06 Terminal Frost
07 A New Machine pt II
08 Sorrow
09 The Dogs of War
10 On the Turning Away

CD2:

01 One of these Days
02 Time
03 On the Run
04 Wish you were Here
05 Us and Them
06 Comfortably Numb
07 One Slip
08 Run Like Hell

Band:

David Gilmore guitar, lead vocals
Nock Mason drums, percussion
Richard Wright keyboards, vocals
Tim Renwick guitars
Gary Wallie percussion
Jon Carin  keyboards, vocals
Gary Pratt bass, vocals
Scott Page saxes, guitar
Rachel Fury backing vocals
Derge McBroom backing vocals
Lorellel McBroom backing vocals


CD
mediafire.CD1.pt1 - (199,03 MB)
mediafire.CD1.pt2 - (146,32 MB)
mediafire.CD2.pt1 - (190,54 MB)
mediafire.CD2.pt2 -( 90,12 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 - (132,22 MB)
mediafire.CD2 - (102,87 MB)

DVD
DVD Parte 1 (9 pts) 
ou
DVD Parte 2 (8 pts) 
ou



Notes:

For the first time in the history of all that is Pink Floyd, HHO is proud to present the most complete version of the Atlanta Omni footage. This video contains the complete performance of the A Momentary Lapse of Reason album and all of the classic Floyd songs performed except Welcome To The Machine, Another Brick in the Wall part 2, and Money. The the source for the dvd is from a VHS tape, the video is near broadcast quality.

13/11/2011

Pink Floyd - Miami Soundboard (1987)




04. A New Machine Pt.1, 
Terminal Frost, 
A New Machine Pt.2

"Miami Soundboard", faz parte da turnê com as músicas gravadas no primeiro álbum de estudio, “A Momentary Lapse of Reason” já sob a regência de David Gilmour mostrando Pink Floyd em perfeito equilíbrio, renovado, com vontade mostrar serviço e contando uma legião de fãs que mantinham-se solidários, ansiosos por um novo trabalho.

Além do excelente nível dos mais recentes colaboradores da banda, os fãs vislumbravam  a possibilidade de um horizonte ainda mais profícuo, pois Roger Waters se viu obrigado a rever suas estratégias, e é óbvio que a altura de sua genialidade, apenas ajustou o nível de seu impeto musical afim de proporcionar aos diversos padrões de entendimento, o alcance correto do que ele estava expondo, pois uma coisa é certa, uma guerra silenciosa estava declarada e aberta, afinal a banda estava prosperando sem ele.

Sem dúvida um momento histórico, tendo em vista que nele o prenuncio de uma nova era dentro da banda estava sendo decretado e muitas boas surpresas ainda seriam reveladas com o passar do tempo.

  • Boa audição!

Title: Miami Soundboard.
Label: Not On Label.
Venue/City: the Orange Bowl Miami 11/4/87.
Recording: Soundboard. Fantastic sound quality and performance.

Disc 1

01. Intro
02. Shine On You Crazy Diamond
03. Signs Of Life
04. Learning To Fly
05. Yet Another Movie / Round And Around
06. A New Machine (Part 1) / Terminal Frost / A New Machine (Part 2)
07. Sorrow
08. The Dogs Of War
09. On The Turning Away

Disc 2

01. One Of These Days
02. Time
03. On The Run
04. Wish You Were Here
05. Welcome To The Machine
06. Us And Them
07. Money
08. Another Brick In The Wall (Part 2)
09. Comfortably Numb
Encores:
10. One Slip
11. Run Like Hell (Fades Out)

03. Yet Another Movie', Round And Round

http://lix.in/-a19d95  (264.61 MB)
ou
Pink Floyd: Live in Miami (1987) | iGalerie
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rapidshare2 (95.77 MB)
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David Gilmour


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