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23/01/2020

Pink Floyd - The Last Few Bricks - London (1981) Siréne-074



Comfortably Numb

A última semana em Earls Court no Verão de 1981, nesta ocasião, em 17 de junho, com o intuito de obter imagens da banda para o projeto "The Wall", o filme que viria se tornar um clássico, ocorreram as primeiras tomadas. Porém apenas como parte desta história, as gravações nunca foram usadas para "The Wall", permaneceram somente como acervo da banda, (apesar de Roger Waters dar a entender há alguns anos, um lançamento oficial). Contudo, esta etapa também é muito importante, porque é o tempo derradeiro do "Pink Floyd" integral, dai pra frente só tocariam juntos novamente no Live 8, em 2005, e, apenas uma vez. Sob todos os aspectos, os últimos "Bricks", é o último show do verão. 

Esta nova versão (fita master) utilizada pela gravadora japonesa Siréne vêm de *Nigel Bradder (outro dos heróis da época que eternizaram grandes momentos do "Pink Floyd" com suas gravações de audiência). Trata-se de uma excelente gravação estéreo de platéia, a fita proporciona realmente a sensação da experiência ao vivo em termos acústicos, a única falha são eventuais comentários em algumas canções. Realmente não é muito intrusivo, mas é perceptível. O desempenho da banda é excelente, dominando cada desempenho há esta altura com perfeição, um final digno de uma era. É estruturado como toda a turnê "The Wall" se mostrou, por isso não há surpresas.

Antes de "Young Lust" "Waters" anuncia: "Thank you! Boa noite! Bem-vindos! Bem, pelo menos Neil Diamond não está aqui esta noite. Parte de algo não é? Isso é chamado de "Young Lust" ... Desculpe Neil, só estou brincando! Antes de  Run Like Hell ", diz ele, "Bem-vindos! Vamos ter um bom tempo? Alguém aqui come porcos? Isto é para todas as pessoas fracas na platéia. Existe alguém aqui que é fraco? Isto é para você, é chamado de "Run Like Hell". Vamos todos aplaudir! ...

Este é mais um título digno da japonesa Siréne, (hoje Sigma), ao meu ver, uma referência em boas gravações do "Pink Floyd", pela dedicação na busca de capturas com qualidade, e ou raridades, além de todo o processo de masterização em que se empenham. Boa audição!




Pink Floyd
The Last Few Bricks
Live at Earls Court Exhibition Hall,
London, England (June 17, 1981)
Siréne-074 (2005)


Disc 1:

1. MC: Atmos 2:28
2. In The Flesh? 3:13
3. The Thin Ice 2:33
4. Another Brick In The Wall - part 1 4:24
5. The Happiest Days Of Our Lives 1:47
6. Another Brick In The Wall - part 2 6:23
7. Mother 8:13
8. Goodbye Blue Sky 3:43
9. Empty Spaces 2:38
10. What Shall We Do Now 2:14
11. Young Lust 5:07
12. One Of My Turns 4:02
13. DonÂ't Leave Me Now 4:10
14. Another Brick In The Wall - part 3 1:15
15. The Last Few Bricks 3:20
16. Goodbye Cruel World 2:23

Total Time: 57:53


Disc 2:

1. Hey You 4:49
2. Is There Anybody Out There 3:09
3. Nobody Home 4:17
4. Vera 1:14
5. Bring The Boys Back Home 1:12
6. Comfortably Numb 7:24
7. The Show Must Go On 2:39
8. MC: Atmos 4:09
9. In The Flesh 4:43
10. Run Like Hell 7:26
11. Waiting For The Worms 4:26
12. Stop 0:33
13. The Trial 6:23
14. Outside The Wall 3:04

Total Time: 55:28



FLAC
mediafire.CD1.pt1 - (193,95 MB)
mediafire.CD1.pt2 - (148,99 MB)
CD2
mediafire.CD2.pt1 - (196,37 MB)
mediafire.CD2.pt2 - (160,20 MB)

MP3 - 320 Kbps - 48 Khz
mediafire.CD1 - (119,39 MB)
mediafire.CD2 - (127,56 MB)




*Taper: Nigel Bradder
Recording made from Block 22, Row S seat 111 (Upfront central position)
Equipment Used: Technics Single Point Stereo Microphone->Sony TC-153SD Cassette Deck->Sony BHF90 cassettes (2 off used).

"This is an excellent quality recording in stereo and I believe it is the best audience recording of this night." Steven Carr - 2nd January 2008

"I was front row centre at this one...in front of Roger's Pink doll which sat on the front of the stage facing the crowd. Still get the explosions in the mind..." Nigel Bradder

09/12/2019

Como Bob Geldof reuniu o Pink Floyd em 2005?





FLASHBACK: Como Bob Geldof reuniu o Pink Floyd em 2005?

Após a famosa polêmica dos anos 1980, Roger Waters e David Gilmour concordaram em se apresentar no Live 8 "para combater a pobreza"

Em 1985, o Pink Floyd entrou em declínio quando o baixista e vocalista Roger Waters abandonou a banda e processou o trio remanescente - David Gilmour, Richard Wright e Nick Mason - por continuar usando o nome que eles haviam construído juntos. Quando ele perdeu a batalha legal, contudo, a hostilidade permaneceu.

Em 2005, o ex-vocalista e líder do The Boomtown Rats, Bob Geldof, decidiu que queria o Pink Floyd como headliner do Live 8 - uma série de shows beneficentes para combater a pobreza mundial.

Durante uma entrevista para o portal Louder Sound em 2015, os companheiros de banda explicaram como Geldof os convenceu a se apresentar no Hyde Park, em Londres, em julho de 2005.

O guitarrista e vocalista do Pink Floyd, David Gilmour, revelou: "Geldof me ligou e não mencionou Roger, só perguntou se eu toparia fazer o Live 8 com o Pink Floyd."

"E eu disse que não, pois estava no meio do meu álbum solo", ele continuou. "Geldof dizia: 'Vou visitar vocês', e entrou no trem. Eu pensava 'Não, não, não'. Quando eu liguei para o celular dele, ele estava em East Croydon. Eu disse: 'Bob, não faz sentido, saia do trem.' E ele disse: 'Eu estou indo mesmo assim'."

Enquanto isso, Geldof tentou convencer os outros membros da banda, e o baterista Nick Mason imediatamente respondeu que seria uma "ótima ideia".

Waters, a figura mais controversa do Pink Floyd, também concordou com a ideia e prontamente ligou para Gilmour - uma virada surpreendente do destino após a famosa polêmica dos anos 1980.

Os dois se entenderam e, depois de bastante insistência, Gilmour se juntou à banda para uma reunião. Assim, ele telefonou para Tim Renwick e lhe contou o que estava acontecendo.

"Eu fiquei completamente chocado, como nunca antes", disse Renwick. "Eu sempre pensei que Roger estava errado ao sair da banda e que eles nunca mais tocariam juntos."

Segundo Gilmour, a causa positiva por trás do show o fez abraçar a ideia de Geldof, pois ele tentaria de "tudo para convencer os líderes do G-8 a assumirem compromissos para o alívio da pobreza."

"Quaisquer brigas que tenhamos tido no passado são irrelevantes neste contexto", ele acrescentou. "Se chamarmos a atenção para o movimento, então terá valido a pena."

Durante os ensaios, Roger Waters foi um pouco perturbante, se atrasando todos os dias e "fazendo sugestões loucas sobre reorganizar as coisas", contou Renwick.

No palco, contudo, o músico fez um anúncio positivo e entusiasmado, dando a entender que as disputas haviam sido deixadas para trás: “É realmente muito emocionante ficar de pé aqui com esses caras depois de tantos anos."

Ao fim do Live 8, Gilmour concluiu: "O ódio e a amargura são sentimentos muito negativos. Foi muito bom colocar tudo em perspectiva e encerrar as coisas bem. E é isso - o Live 8 foi ótimo, mas foi um encerramento. Como dormir com uma ex-esposa. Não há futuro para o Pink Floyd."




16/06/2013

King Crimson - Live in Warsaw (2000) CLUB28 2005



Larks' Tongues In Aspic: Part IV

Em 2000, "King Crimson" cumpria sua turnê européia visando promover o álbum de estúdio "The ConstruKction of Light". Os membros da banda na época da turnê foram "Robert Fripp", "Adrian Belew", "Trey Gunn", e "Pat Mastelotto". "Bill Bruford" já havia deixado o grupo, e "Tony Levin" devido a compromissos anteriores em sua carreira solo, também está ausente. 

Esta edição da DGM (KCCC) registra a apresentação de 11 junho de 2000, o segundo de dois shows da banda em Varsóvia, na Polônia durante a etapa na Europa Ocidental. Além do material do álbum recém-lançado, algumas faixas do álbum "Three of a Perfect Pair", décimo álbum de estúdio da banda, lançado em 1984.

"Larks' Tongues In Aspic: Part IV" e "Deception of the Thrush" (ProjeKct Four) têm excelentes performances, e em minha opinião "Improv: Warsaw" é o momento mais inspirado da noite. Há outros bons momentos, por exemplo uma assombrosa e hipnotizante interpretação de "One Time". Eles fecham com um cover de David Bowie "Heroes", que não é tão surpreendente quanto possa parecer inicialmente porque na verdade "Fripp" havia contribuído com a faixa desenvolvendo o trabalho de guitarra em estúdio quando da gravação original em 1977. 

Via de regra, toda obra bem sucedida que ganha uma extensão, mesmo quando possuindo qualidade satisfatória, acaba sendo ofuscada pelo original.

Existem exceções, mas penso que raramente isso acontece. "Larks' Tongues In Aspic: Part IV", talvez possa ser considerada uma exceção, embora trazendo consigo a referência de uma das maiores obras primas do rock progressivo, ela sobrevive e de forma brilhante.

Ironicamente com o álbum "The ConstruKction of Light", se dá o contrário, o 12 º álbum de estúdio da banda, se mostrou incapaz de suportar o peso de sua história tantas vezes brilhante, e seus momentos mais promissores terminam sufocados. Apesar de "progressista", é um álbum auto-referencial totalmente voltado para o passado, uma extensão que se perde pelo próprio sucesso da banda. A mudança mais notável em ConstruKction é substituir a bateria acústica pela bateria eletrônica em "V" (cortesia de Pat Mastelotto), que obtêm bons resultados, (prefiro a acústica), graças ao alto nível do baterista. Em geral, a musicalidade é excelente como de costume, mas é quase como se alta tecnologia e uma linha despojada, pudessem compensar a escassez de novas idéias. Contudo, quem é rei..., cada apresentação é majestosa por excelência, a primazia técnica de sempre. A qualidade desta gravação da DGM é realmente excelente. Boa audição!


The Deception Of The Thrush



King Crimson
Live in Warsaw (2000) 
The King Crimson Collectors' Club
CLUB28 - 2005
Recorded June 11, 2000 at Roma, 
Warsaw, Poland.



Tracks:

CD1
1.01 ProzaKc Blues 6:09
1.02 The ConstruKction Of Light 8:43
1.03 The World's My Oyster Soup Kitchen Floor Wax Museum 7:42
1.04 Improv: Warsaw 12:35
1.05 Dinosaur 5:27
1.06 One Time 5:52
1.07 VROOOM 4:46
1.08 Cage 5:27 


CD2
2.01 Into The Frying Pan 6:40
2.02 Larks' Tongues In Aspic: Part IV 13:55
2.03 Three Of A Perfect Pair 4:01
2.04 The Deception Of The Thrush 10:18
2.05 Sex, Sleep, Eat, Drink, Dream 7:12
2.06 Heroes
Written-By – Eno*, Bowie* 7:17


Credits

Artwork By [Design] – Hugh O'Donnell
Edited By [Digital Editing] – Alex R. Mundy
Electronic Drums – Pat Mastelotto
Engineer [Foh Sound Engineer] – George Glossop
Guitar – Robert Fripp
Guitar [Touch], Bass [Ashbory], Voice [Talker], Other [Liner Notes] – Trey Gunn
Music By – King Crimson
Photography – Bill Munyon
Producer – Alex R. Mundy, David Singleton





Improv: Warsaw

Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 - (113,83 MB)
mediafire.CD2 - (107,20 MB)
FLAC
mediafire.cd1.part1 - (199,70 MB)
mediafire.cd1.part2 - 134,56 MB)
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mediafire.cd2.part2 - (84,31 MB)

16/03/2013

Colosseum II - Strange New Flesh (75/76) Expanded Edition - Japan Remaster (2005)




Dark Side Of The Moog

Este é o álbum de estréia de uma banda de rock progressivo repleto de estrelas. A música é eclética mesclando classic-rock, jazz-rock, e todos os elementos prog com muita personalidade. A qualidade vocal de "Mike Starrs" com um estilo mais jazzístico, encontra nos melódicos acordes do irlandês "Gary Moore"(Thin Lizzy), conceituado guitarrista com raízes no blues, um equilíbrio de tendências impressionante. Don Airey no outro extremo, têm sua origem na música clássica, ingressou na Universidade de Nottingham, depois na Faculdade de Royal Northern College of Music, e formou-se um músico extremamente versátil, (Cozzy Powel, Black Sabbath, Rainbow, Jethro Tull, Iron Maiden, etc...), atualmente no Deep Purple, são parte de seu extenso e brilhante currículo. O baixista Neil Murray (Brian May, Whitesnacke, Black Sabbath) também é excelente. 

O grande mentor desta, e de todas as obras de ambas as gerações do "Colosseum", se chama "Jon Hiseman",  baterista  que a partir da década de 60, esteve ao lado de Arthur Brown, Ginger Baker e John Mayall & Bluesbreakrs, e em 1968 fundou este grupo seminal do jazz-rock e rock progressivo, o lendário "Colosseum". Hiseman além de músico, é engenheiro de som, produtor musical, e editor. Durante a fase inicial deste projeto, ainda participou com Jack Bruce na criação de três álbuns entre 68 e 71. Entre tantos sucessos, ele já gravou 32 álbuns oficiais, destacando-se as passagens com o Tempest (com Allan Holdsworth), e a genial United Jazz + Rock Ensemble desde 77 até 2002.

O fato é que cada integrante desta banda têm um currículo tão extenso e especial que seria necessária uma abordagem individual específica, que fizesse jus às suas realizações. 

Este registro é uma obra-prima, um lendário álbum de rock progressivo que dispensa comentários, mas apenas para ilustrar, esta encarnação da banda têm uma abordagem mais progressiva com resultados fantásticos. O ritmo é conduzido em alta velocidade, intercalado de belíssimas baladas. Cada música é cheia de intrincadas mudanças de tempo, solos matadores e vocais grandiosos. Além disso, as "sessions" da BBC, fechando com chave de ouro esta edição espetacular. Boa audição!





Colosseum II 
Strange New Flesh (75/76)
Expanded Edition
Japan Remaster (2005)
Arcàngelo Records


Disc 1: (67:16)

1. Dark Side Of The Moog (6:17)
2. Down To You (9:05)
3. Gemini And Leo (4:48)
4. Secret Places (3:59)
5. On Second Thoughts (7:30)
6. Winds (10:23)
7. Castles Version 1. (previously unreleased demo 1975)(11:09)
8. Gary's Lament (previously unreleased demo 1975) (7:00)
9. Walking The Park (previously unreleased demo 1975) (7:05)


Disc 2: (79:01)

1. Night Creeper (previously unreleased demo 1976) (3:46)
2. The Awakening (previously unreleased demo 1976) (11:43)
3. Siren Song (previously unreleased demo 1976) (6:55)
4. Castles Version 2. (previously unreleased demo 1976) (5:00)
5. The Scorch (previously unreleased demo 1976) (4:39)
6. Rivers (previously unreleased demo 1976) (4:27)
7. Interplanetary Slut (previously unreleased demo 1976) (5:32)
8. Dark Side Of The Moog (BBC session, In Concert, June 1976) (9:00)
9. Siren Song (BBC session, In Concert, June 1976) (12:13)
10. The Awakening (BBC session, In Concert, June 1976) (15:46)


Total Time: 146:17

Line-up / Musicians
Colosseum II picture
Don Airey - keyboards, synthesizers
Jon Hiseman - drums, tympani, gongs
Gary Moore - guitars, vocals
Neil Murray - bass
Mike Starrs - lead vocals





FLAC
mediafire.CD1.part1 (181,78 MB)
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Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
uploading.CD1 (141,10 MB)
uploading.CD2 (162,00 MB)

11/03/2013

Maxophone - From Cocoon To Butterfly (73/76) 2005




"From Cocoon To Butterfly" é um conjunto especial de luxo, incluindo um CD com 10 faixas antigas recuperadas de outtakes, e material alternativo entre os anos de 1973-1976, além de originalmente incluir também um DVD com imagens ao vivo de um concerto de 1976 visto anteriormente aqui no blog, realizado nos estúdios da TV RAI de Turim. O livreto (incluso), é muito bem produzido, farto em imagens antigas da banda, uma biografia completa e informações detalhadas sobre o conteúdo do CD e DVD (em Italiano e Inglês).

Todas as gravações do CD foram cuidadosamente remasterizadas, e apesar das fontes serem demos ou gravações com poucos recursos, o resultado é muito bom. Além disso contam aqui quatro faixas inéditas. Duas faixas são as estrelas deste lançamento "Kaleidophonia" e "Dadaida", ambas foram escritas para um segundo álbum que nunca chegou a acontecer. "L'isola" e "Il lago delle Ninfee" por sua vez, foram sacrificadas na época da edição do primeiro e único álbum da banda apenas em virtude da capacidade do vinil, sendo que as outras seis faixas inéditas são versões alternativas do material originalmente lançado em 1975. Os áudios em destaque constam do post. Incluí também outros dois vídeos, de uma apresentação da banda ao vivo em 2011, no Veruno Festival Prog, simplesmente sensacional. Boa audição!



Dadaidà


Maxophone
From Cocoon To Butterfly (2005)


Songs / Tracks Listing

CD
1. Kaleidophonia (9:55)
2. Mercanti di pazzie (3:44)
3. Elzeviro (6:08)
4. L'isola (5:01)
5. C'è un paese al mondo (4:56)
6. Fischio del vapore (4:51)
7. Antiche conclusioni negre (6:36)
8. Il lago delle ninfee (2:01)
9. Dadaidà (8:01)
10. Al mancato compleanno di una farfalla (5:50)


Total time: 57:19

Line-up / Musicians

- Maurizio Bianchini / French horn, trumpet, vibraphone
- Roberto Giuliani / guitars
- Sergio Lattuada / keyboards
- Alessandro Lorenzetti / drums
- Alberto Ravasini / lead vocals, bass, guitars
- Leonardo Schiavone / clarinet, flute, saxophone
- Marco Carbone / bass on "Mercanti di pazzie" instrumental version 2005




Kaleidophonia





Vinho da melhor casta





Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire (135,61 MB)
ou
uploading (135,61 MB)
FLAC
mediafire.part1 (182,28 MB)
mediafire.part2 (150,20 MB)


01/07/2012

Roger Waters - Amused To Death (1992) Japan Edition, 2005




Amused to Death


Com participação ilustre de "Jeff Beck", "Amused to Death" é um álbum de composições de "Roger Waters", o que por si só denota primor, pois é indiscutível tratar-se de um dos maiores compositores de todos os tempos. A obra é considerada polêmica pelo teor de sua abordagem, reforçando sua visão pessoal. Focado no comportamento humano, enfatiza a alienação, a rotina massacrante e a brutalização do homem provocada pelas doses de violência que lhe são despejadas rotineiramente na TV entre outras mídias.

Belíssimas performances de "Jeff Beck", a exemplo de "The Ballad of Bill Hubbard", bem como "What god wants parts 1, 2 & 3", são um excepcional destaque, também outro convidado, "Don Henley" do "Eagles" que fez um dueto com Waters em "Watching TV", merece respeito. O elenco contou ainda com os excelentes "Jeff Porcaro" ("Tommy Bolin", "David Gilmour", "Toto", etc.) na bateria, o guitarrista "Steve Lukather" ("G3", "Ed Van Halen", "Toto", etc.) e o baixista "Randy Jackson" (Jean-Luc Ponty, Billy Cobham, Blue Öyster Cult) entre outras feras de alto nível. A grata surpresa, pelo menos para mim, ficou por conta do tecladista "Patrick Leonard" (Madona), que produz aqui texturas brilhantes, competente, cativante e muito atmosférico.

"Waters" sempre demonstrou fascínio pela tecnologia de ponta em suas produções, e neste projeto utiliza o processador multicanal Qsound, (Q3D, processamento tridimensional que cria efeitos de áudio 3D de múltiplas fontes monofônicas), que oferece uma audição que distingui os instrumentos com maior clareza. Posteriormente, "Pink Floyd" viria utilizar o mesmo recurso de mixagem em "Pulse" (1995).

Após o seu lançamento, o álbum obteve pouca repercussão pela maior parte da crítica musical americana, porém adorado pelo público, principalmente àqueles que acompanham "Waters" desde o "Pink Floyd". Sendo considerado como um dos melhores álbuns conceituais já realizado. Acredito que se fosse hoje em dia, a mesma crítica estaria referendando seu trabalho com todo louvor, face seu estrondoso sucesso da turnê atual. Boa audição!


What God Wants/The Ballad Of Bill Hubbard




ROGER WATERS 
Amused To Death
Label: SONY Music



Songs / Tracks Listing

1. The Ballad of Bill Hubbard (4:19)
2. What God Wants, Pt. 1 (6:00)
3. Perfect Sense, Pt. 1 (4:16)
4. Perfect Sense, Pt. 2 (2:50)
5. The Bravery of Being Out of Range (4:50)
6. Late Home Tonight, Pt. 1 (4:01)
7. Late Home Tonight, Pt. 2 (2:13)
8. Too Much Rope (5:47)
9. What God Wants, Pt. 2 (3:41)
10. What God Wants, Pt. 3 (4:08)
11. Watching TV (6:07)
12. Three Wishes (6:50)
13. It's a Miracle (8:30)
14. Amused to Death (9:07)

Total Time: 72:31


Line-up / Musicians

Roger Waters / vocals, bass, synths, 12-string guitar, acoustic guitar

With:
Jeff Beck / guitar
Luis Conte / percussion
Geoff Whitehorn / guitars
Andy Fairweather Low / acoustic, electric, & 12-string guitars, vocals
Tim Pierce, guitars / John Pierce, bass
Randy Jackson / bass
Graham Broad / drums
Patrick Leonard / Hammond, synths, keyboards
B.J. Cole / pedal steel
Steve Lukather / guitars
Rick DiFonso / guitars
Bruce Gaitson / guitars
James Johnson / bass
Brian Macleod / percussion
Denny Fongheiser / drums
Steve Sidwell / cornet
Randy Jackson / bass
John Patitucci / upright & electric basses
Guo Yi & the Peking Brothers / dulcimer, lute, zhen, oboe, bass
John Brundrick / Hammond
Jeff Porcaro / drums
Alf Razzell, Katie Kissoon, Doreen Chanter, N'Dea Davenport, Natalie Jacson, Lynn Fiddmont-Linsey, Jessica Leonard, Jordan Leonard, Jon Joyce, Stan Laurel, Jim Haas / various background vocals
The National Philharmonic Orchestra Limited & The London Welsh Chorale


mediafire (163.33 MB 320 Kbps - 48 kHz)
crocko (163.33 MB 320 Kbps - 48 kHz)

23/01/2012

Gentle Giant - In a Glass House (1973) 35th anniversary (2005)




Way Of Life

Este foi o 5º álbum do "Gentle Giant", e foi também, o catalizador de sua carreira. Antes de tudo, "In a Glass House", é um ritual de conhecimento da magia de uma banda cuja musicalidade é inconfundível  e prodigiosa, (como só as grandes bandas são susceptíveis de produzir). Em nenhum outro registro da banda, eles exercem seu arsenal criativo de maneira tão abrangente e eficaz.  

Complexo amálgama de sons modernos e medievais, instigam o ouvinte por via de músicas que justapõem-se por lindas melodias e sons dissonantes num controverso viés da genialidade que lhes é peculiar. Desde a abertura, "Runaway", evoluem com interpretações cheias de alma e grandiosa força de expressão por meio de seus instrumentos, tênue atmosfera que mescla leveza, energia e vibração. Uma sutil arte de obter nuances sonoro dinâmicas, servindo-se de todas as possibilidades que um instrumento musical oferece.

Este foi o mais perto que esta banda chegou à interseção com King Crimson há mesma época, e nesta edição remasterizada é possível admirar com a máxima clareza, a pura elegância do seu desempenho, mesmo sobre os números de hard rock progressivo, como "Way of Life", (lembrando vagamente "Larks' Tongues in Aspic" ou "Starless e Bible Black") até quase o final, quando o grupo de repente torna seu som neo-medieval que lhes é característico.

Tudo funciona, Gary Green e Kerry Minnear, guitarra e teclado, respectivamente, desempenhos combinando finais que se constroem a partir de sons medievais consumados em rock progressivo de alto nível, incluindo-se violino elétrico (amplificado), amparados por Ray Shulman num baixo energético. A edição de aniversário inclui uma faixa bônus de valor inestimável, uma versão de dez minutos ao vivo de "Experience" de três anos depois, em uma turnê pela Alemanha, é impressionante ouvi-los no palco ratificando toda sua potencia sonora a nível de estúdio. A exemplo das apresentações ao vivo  que o "Genesis" (fase de Peter Gabriel em encarnações teatrais nos palcos) realizava, Weathers caracterizando um "Gigante Gentil" desempenhava no palco em meio a ornamentos sob efeitos visuais, um papel cuja coreografia buscava maior interação com a platéia, mas infelizmente a ideia não perdurou e nunca mais foi utilizada.

“O ano de 73 teve vários acontecimentos para o "Gentle Giant". O lançamento do album "Octopus", a inclusão do baterista John Weathers ("The Eyes of Blue", "Buzzy Linhart", "Ancient Grease"), no grupo até o fim das atividades da banda em 1.980, em substituição a Malcolm Mortimore (grave acidente de moto).

A turnê do album o "Gentle Giant", inicialmente seis componentes, passou a se tornar quinteto com a saída de um de Phil Shulman, responsável por boa parte dos instrumentos de sopro, que mais tarde iria se tornar professor de música. Phil saiu no início de 1.973 após apresentações na Itália, devido a distúrbios de relacionamento no grupo. Chegaram a cogitar a hipótese de que o grupo se extinguiria após a turnê de "Octopus". Continuaram a turnê se apresentando pela primeira vez tanto como um quinteto desta feita nos EUA abrindo os shows para o "Jethro Tull".

Desde novembro de 1.972 as gravações de "In a Glass House", já vinham se estendendo, especula-se à demora pelos desentendimentos de Phil na banda, interrompendo o ciclo natural dos acontecimentos. Outro agravante, a gravadora do qual eles haviam sido contratados em "Three friends" (1.972), a Columbia Records (CBS), devido ao pouco interesse que o conjunto despertou nos Estados Unidos, após a realização de "Octopus" argumentou repentinamente, sofrer uma crise interna financeira e que não conseguiria cobrir os custos que estariam por vir no album seguinte, "In a glass house".

Também especula-se isto também foi usado como desculpa para a mesma não creditar a banda,  o grupo não tinha intenção de se tornar meramente comercial. Outra polêmica justificava a saída de Phil Shulman do conjunto que estaria de acordo com a Columbia Records...

A banda conseguiu fazer a gravação com a WWA (World Wide Artists) Label, e na Alemanha a produção coube a Vertigo Records (que vinha com eles desde o album de estréia "Gentle Giant" (1.970)). Consequentemente, nos Estados Unidos somente importando "In a Glass House",  porque o álbum nunca foi comercializado por lá. Quando produzido, ocorreu a importação de cerca de 150.000 cópias, e até hoje sendo um dos eleitos pelo público americano.

A contribuição de Weathers foi determinante também para o trabalho do grupo, trazendo um som mais sólido, conciso e que compensaria a perda do outro integrante e também fundador, Phill Shulman. A formação a partir deste album como um quinteto ficou da seguinte maneira: John Weathers na bateria, percussão e vocais de apoio; Gary Green nas guitarras, violões, percussão e vocais de apoio; Kerry Minnear nos teclados, percussão e vocais, Derek Shulman nos instrumentos de sopro e vocais e Ray Shulman no baixo, violão, violino, percussão e vocais.

Em “In a Glass” as letras são inteligentes e reflexivas. Todos os membros tem a oportunidade de se apresentar nos momentos solo. Inspirado 1.972 o filme "The Glass House", baseado na história de Truman Capote a respeito das horríveis condições dentro de uma prisão de segurança máxima, este é um álbum conceitual  sobre a vida e pensamentos de um condenado. O propósito em si, já merece atenção sobre aspectos humanitários, sob tutela a este nível, transformou-se numa obra prima do progressivo. Boa audição!


In A Glass House

Gentle Giant



Members:


  • Gary Green - 6, 12 String Guitars, Mandolin, Percussion, Alto Recorder
  • Kerry Minnear - Keyboards, Tuned Percussion, Recorder, Vocals
  • Derek Shulman - Vocals, Alto Sax, Soprano Sax, Recorder
  • Ray Shulman - Bass, Violin, Acoustic Guitar, Percussion, Backing Vocals
  • John Weathers - Drums, Percussion
All songs by Derek Shulman, Ray Shulman and Kerry Minnear.


Tracks:

  1. The Runaway - 7:15
  2. An Inmate's Lullaby - 4:40
  3. Way Of Life - 7:52
  4. Experience - 7:50
  5. A Reunion - 2:11
  6. In A Glass House - 8:26
  7. The Runaway/Experience (Bonus Track Live In Dusseldorf, Sept/23/76) - 10:01


The Runaway

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06/12/2011

Panzerballett (2005) Panzerballett

Panzerballett - 2005 - Panzerballett


Iron Maiden Voyage

Panzerballett é um quinteto de Munique, liderado pelo genial guitarrista, compositor e arranjador, Jan Zehrfeld, cujo estilo musical pode ser considerado como indefinido. Simplesmente, por que seu idealizador criou um novo estilo. Jan é comemorado pela crítica especializada em seu país de origem, principalmente no gênero progressivo como um fenômeno da música contemporânea que compreende sobretudo o experimentalismo, aquele que ocorre quando do nascimento de novas tendências artísticas. Quando questionado, Zehrfeld costuma falar que seu som é algo de jazz metal progressivo experimental.

Após vários anos de buscas, o guitarrista e compositor Jan Zehrfeld vêm estudando percussão desde 2004 junto a alguns músicos com quem sua idéia de que a palavra "Jazz" de natureza incerta, na verdade "inventada" por si já sugere total liberdade de expressão e em sua própria origem de inspiração poderia implementar, música complexa: "Estou sempre com raiva de alguma coisa. Em 2004 fundei a razão "Panzerballett". Nessa banda eu componho peças ao longo das linhas de "Por simples é que é difícil?" Ao mesmo tempo eu posso gerar um canal de agressão"

Em 2005, o  projeto foi batizado Panzerballett. Nos meses seguintes, a banda tocou em uma série de concertos, a maioria na região de Munique, mas também incluindo em âmbito  nacional 15  festivais de jazz em Leipzig e no famoso castelo-Festival-Herzberg, (Burg Herzberg Festival). Panzerballett também produziu o DVD ao vivo "Live at Munich 2006 Backstage".

Panzerballett além de executar composições originais de Zehrfeld, o guitarrista compões arranjos de músicas famosas do rock (como Smoke On The Water - Deep Purple ), e jazz (por exemplo, Birdland -Weather Report ) abrangendo trilhas sonoras (por exemplo, Theme from Simpsons ). 

Uma característica importante da música de Panzerballett é o virtuosismo de seu desempenho - Zehrfeld, formou consigo um elenco com alguns músicos formados em universidades alemãs e premiados no domínio seus instrumentos em  alto nível técnico, podendo corresponder as composições e arranjos altamente complexos e  polirrítmicos da estrutura de suas músicas.

Como suas principais influências musicais ou modelos, como são chamados por Jan Zehrfeld, cita a banda Meshuggah (que ele mesmo escreveu sua dissertação), Tribal Tech , Planeta X e Mats Morgan . Boa audição!


Meschugge


Panzerballett


Line-up/Musicians:


  • Jan Zehrfeld - guitar
  • Gregor Bürger - tenor saxophone
  • Flo Schmidt - bass
  • Max Bucher - drums


Tracklistings:


  1. Zehrfunk (5:16)
  2. Reload (5:00)
  3. Aspirin Smoke (6:51)
  4. Schmitz Kadtse (6:16)
  5. Iron Maiden Voyage (7:22)
  6. Abkrassen (7:41)
  7. Meschugge (6:36)
  8. Zickenterror (4:23)
  9. untitled (0:53)

Total Playing Time: 50:18


Reload

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28/06/2011

The Future Kings Of England


 O grupo se diz influenciado por Pink Floyd até o presente. Ian Fitch, guitarrista da banda admite inspirar-se no trabalho de Floyd dos anos 70.   
A banda demonstra um som polido com boas melodias, talvez o mais belo de todos os trabalhos do grupo. Inteiramente instrumental


 Go...

New Royal Freaks: Bruxas e demônios executam um motim através das letras e vapores instrumentais das seis faixas perfiladas em "The Fate of Old Mother Orbis (2007)", The Future Kings of England. A banda mistura audaciosamente o gênero britânico chamado de "art rock and freak folk", sendo também abundante em outros espectros - com ênfase, *Floyd pastoral, '72 Genesis, a psicodelia echosoup de Amon Düül II - estampadas com um ardor que soa como o ontem e o amanhã de uma só vez .- Rolling Stone 

Mustard Men, 2º album

Os futuros reis de Inglaterra
The Future Kings of England têm como objetivo criar atmosferas. BBC RADIO SUFFOLK

O baterista Simon Green acrescentou: "Estamos provavelmente influenciados pelos primeiros Pink Floyd, Hawkwind, e talvez um pouquinho de King Crimson. Mas também pouco de post-rock, como Mogwai ou Sigur Ros

Psychedelic - Space Rock
The Future Kings Of England - The Viewing Point - 2009
From in UK 

Time Flies Like An Arrow

Tracks.
01. Go... (7:36) 
02. Sea Saw (7:17)
03. The Cold Hard Truth (1:37)
04. Time Flies Like An Arrow (13:16)
05. Rain Later, Good (2:48)
06. The Viewing Point (12:19)


Members.
- Ian Fitch / guitars
- Karl Mallet / bass
- Steve Mann / keyboards

Sea Saw

The Viewing Point (2009)

The Fate of Old Mother Orbis (2007)
mediafire.com

The Future Kings of England (2005)
mediafire.com

*Grantchester Meadows e o Floyd Pastoral
Grantchester Meadows, destaque no Álbum Ummagumma . Canção têm suas raízes que remontam o período provincial. Desenhado de seu repertório de temas rurais / pastoral / marinho. Apesar de não serem hippies, por qualquer meio, há elementos da terra em muitas canções Floyd e essas faixas, registros de viagens pelas estradas de infância. "Grantchester Meadows" é uma canção do experimental álbum Ummagumma do Pink Floyd. Ela foi escrita e apresentada inteiramente por Roger Waters. A canção apresenta as letras de Waters acompanhada por um violão, enquanto um loop de um barulho de mosca fica de fundo durante o resto da música. No final da música, aparece um som de algo que aparentemente persegue e ataca essa mosca. As letras descrevem um cena pastoral e sonhada no Grantchester meadows do condado de Cambridge, Inglaterra. Ali foi onde o companheiro de banda David Gilmour cresceu e onde Syd Barrett morou. Esse tipo de balada pastoral era comum nas composições de Roger Watersno final dos anos 60 e começo dos 70. Foi um estilo que ele continuou no seu primeiro álbum solo - Music From "The Body" e "If" do álbum Atom Heart Mother.


30/05/2011

IAN ANDERSON - Plays the Orchestral Jethro Tull



Simplesmente encantador 
"Ian Anderson Plays the Orchestral Jethro Tull (2005)", álbum e também  DVD,  produzido pelo líder do Jethro Tull, Ian Anderson, apresentando-se com a orsquestra Neue Philharmonie Frankfurt , conduzida por John O'Hara. O DVD foi gravado no Rosengarten em Mannheim em 08 dezembro de 2004.
O show foi parte de uma série de mesmo nome, quando Anderson, O'Hara, e orquestra excursionaram pela Europa e Estados Unidos, durante os anos de 2004 à 2006.
O vocalista Ian Anderson  aborda clássicos da banda em arranjos orquestrados com desempenho ímpar. Absolutamente distinto do que podemos qualificar como  modismo, "grupos de rock relançando seus sucessos em versões orquestradas", modalidade que invadiu o mercado na virada do século.
Este foi um exercício de amor visando ressaltar o poder da música "Tull", visto em um ambiente clássico e criterioso de modo a preservar o alto nível oriundo dos originais, não havendo nenhum comprometimento destas composições. 
Cada músico escolhido à participar, foi baseado em sua compreensão do complexo funcionamento das composições do JethroTull. Assim, essas performances estão entre as mais honestas e sensíveis, espelhando- se no que sempre norteou o trabalho deste grupo. Os músicos, todos de formação clássica, originários da Neue Philharmonic Frankfurt Orchestra, são regidos por John O'hara. Junto com James Duncanna na bateria, Goodier David no baixo e glockenspiel, e o próprio O'hara responde pelos teclados e acordeão e Florian Opahle, guitarra acústica e elétrica ... Anderson, sua flauta tradicional e vocal.

Aqualung


Disc one
01.Eurology – 3:30
02.Calliandra Shade (The Cappuccino Song) – 5:42
03.Skating Away on the Thin Ice of the New Day – 4:03
04.Up the Pool – 3:22
05.We Five Kings – 3:32
06.Life Is a Long Song – 3:34
07.In the Grip of Stronger Stuff – 3:02
08.Wond'ring Aloud – 2:11
09.Griminelli's Lament – 3:10
10.Cheap Day Return – 1:27
11.Mother Goose – 5:46
12.Bourée – 5:17
13.Boris Dancing – 3:31
14.Living in the Past – 4:48
Disc two 
01.Pavane – 4:37
02.Aqualung – 10:24
03.God Rest Ye Merry Gentlemen – 4:58
04.My God – 8:52
05.Budapest – 14:04
06.Locomotive Breath – 6:42

Locomotive Breath
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David Gilmour


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