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04/03/2020

A última vez em que David Gilmour, Nick Mason e Richard Wright tocaram juntos será lançado em vinil



Uma gravação histórica do Pink Floyd será lançada oficialmente no Record Store Day deste ano, evento anual criado para “celebrar a cultura da loja de discos de propriedade independente”. O dia reúne fãs, artistas e milhares de lojas de discos independentes em todo o mundo.

A última apresentação de “Arnold Layne”, single de estreia da banda em 1967, será vendido em um vinil de 7 polegadas. A performance aconteceu no dia 10 de maio de 2007, a última vez em que David Gilmour, Nick Mason e Richard Wright tocaram juntos.

Durante o show, que aconteceu em um tributo a Syd Barrett, os músicos Jon Carin e Andy Bell também tocaram.

Rupert Truman e Peter Curzon, fotógrafo e designer que trabalham com o grupo há anos, são os responsáveis pela arte da capa abaixo.


Single virá em vinil de 7 polegadas no dia 18 de abril.


15/12/2012

Camel - The Paris Collection (2001) Japan Edition 2007



Sahara


Um excelente registro, este álbum ao vivo do "Camel" no teatro Le Bataclan em Paris, 30 de outubro de 2000. Embora gravado durante o "Rajaz Tour", apenas um número é oriundo deste álbum, "Sahara", e em minha opinião, ótimo destaque. Além deste, "Chord Change" e "Lady Fantasy" também têm excelentes desempenhos. "Fingertips" ("Stationary Traveller"), é tratada com uma abordagem mais acústica que se encaixa muito bem, assim como "Ice" ("I can See Your House From Here"), uma das mais belas do progressivo, sendo a faixa de abertura.

Outro fato merece destaque; o show foi gravado sem os vocais de "Andrew Latimer", que não podia cantar naquela noite por razões de saúde. "Guy Leblanc" e "Colin Bass", o representam com brilho, proporcionando algo exclusivo no desempenho da banda dentro da turnê. Canções como "Ice", "Sahara", e "Lady Fantasy", por assim se dizer, ganharam excelentes interpretações. "Slow Yourself Down" (uma versão de estúdio de "Latimer" e "Leblanc"), vêm como interessante faixa bônus tendo "Latimer" nos vocais e violão acústico. Boa audição!








 Camel


Recorded live at the Bataclan, 
Paris - France, Oct. 30th, 2000
The Paris Collection
Label: WHD Entertainment, Inc.
Camel Productions Paper Sleeve Collection – 7
Japan Edition: 19 Dec 2007


Songs / Tracks Listing

1. Ice (8:47)
2. Chord Change (8:52)
3. Fingertips (6:40)
4. Slow Yourself Down (4:30)
5. Sahara (6:51)
6. Mother Road (6:07)
7. Little Rivers and Little Rose (1:55)
8. Hopeless Anger (5:43)
9. Lady Fantasy (16:04)
10. Slow Yourself Down (5:34) bonus

Total Time: 71:03

Members:





Bass Guitar, Acoustic Guitar, Vocals – Colin Bass
Drums, Percussion – Denis Clement
Keyboards, Vocals – Guy LeBlanc
Mastered By – Ken Lee
Mixed By [Live Mix], Guitar, Producer – Andrew Latimer*


Fingertips

FLAC
uloz.to (476, 16 MB)
multiupload (454,09 MB)
Mp3
 4shared (158,57 MB / 320 Kbps x 48 kHz)
multiupload (154,86 MB / 320 Kbps x 48 kHz)

12/03/2012

Uriel - Arzachel (1969) - 2007 Edition


(Steve Hillage project)



Garden Of Earthly Delights 

Progressivo psicodélico-espacial por "Steve Hillage" e "Dave Stewart", hoje lendas de um período iluminado da história do rock britânico. Nas crônicas de sua história, a cena Canterbury tem sido amplamente definida por grupos como o "Caravan", "Gong", "Hatfield And The North", "National Health" e "Soft Machine. Mas "Uriel" e seu sucessor, "Egg", são considerados precursores seminais.

A trajetória de Hillage e seu amigo Dave foi comentada recentemente aqui no blog, em respeito ao álbum "Khan - Space Shanty", obra-prima de ambos, realizada em 1972. Em verdade tudo o que a dupla desenvolveu, foi sempre rico de alternativas. Enquanto "Hillage" inclinava-se para o blues rock, inspirado por "Hendrix" e "Eric Clapton", "Campbell" tornava-se cada vez mais interessado em formatos longos e escrita mais complexa. "Hillage" iria continuar a evoluir a sua mistura pessoal de rock-psicodelía consolidada no "Gong". Campbell, junto com Stewart e Brooks caminharia sob o prisma de "Uriel", que seria renomeado "Egg". 

A natureza extremamente diversificada pode ser medida pela comparação da prog. clássica "Garden Of Earthly Delights", de "Campbell", e também "Azazoth" por "Campbell" e "Stewart", com a bluesy de "Hillage", "Clean Innocent Fun". O contraste pode ser ouvido também nos vocais, com "Campbell" de voz mais escolarizada, e "Hillage" mais visceral.

Enquanto a banda original nunca teve oportunidade de gravar, Egg assina contrato com a Decca, mas eis que neste interregno são abordados pela Evolution, selo de menor expressão, para produzir um álbum psicodélico. Então, não querendo criar problemas com a Decca, "Stewart", "Campbell" e "Brooks" decidem convidar "Hillage", e sob os pseudônimos, Simeão Sasparella (Hillage), Njerogi Gategaka (Campbell), Basil Dowling (Brooks) e Sam Lee-Uff ( Stewart) desenvolvem o projeto "Arzachel".

Esta reedição conhecida como "Arzachel Collector's Edition", foi realizada por alguns dos membros remanescentes num esforço conjunto, destinada aos fãs. Além das músicas do álbum de 1969, traz também seis faixas bônus, e finalmente creditada ao "Uriel".

A qualidade de gravação das faixas de bônus varia de média à bootleg, mas principalmente aos fãs, uma luz dos primeiros passos do que seria Uriel e um antecedente ao próprio estilo do "Egg". Uma gravação de audiência de Freddie King, "The Stumble" pode ser breve, mas é uma ocasião rara para ouvir Stewart, Campbell e Brooks numa formação inesperadamente fina de blues debaixo de  de um solo escaldante de "Hillage".

As 3 demos oriundas da transição de 68/69, mostram "Uriel", historicamente como um trio, e são as mais reveladoras. Enquanto a psicodelía ainda está no ar, há o início das tendências progressivas que tornariam o voo mais alto do "Egg". Hoje em dia o álbum de 69, é tido como uma obra prima completa e "Garden Of Earthly Delights" um dos maiores expoentes de toda a cena. Boa audição!


Soul Thing 


Uriel
Arzachel - 1969
(2007 - Collectors Edition)


Tracklist:
  1. Garden Of Earthly Delights
  2. Azathoth
  3. Soul Thing (Queen Street Gang Theme)
  4. Leg
  5. Clean Innocent Fun
  6. Metempsychosis
  7. Introducing The Bass Guitarist
  8. Egoman
  9. Swooping Bill
  10. The Salesman Song
  11. Saturn The Bringer Of Old Age
  12. The Stumble


Line-up/Musicians:
  • Dave Stewart / organ, piano
  • Mont Campbell / bass, vocals, French horn, tuba
  • Clive Brooks / drums
  • Steve Hillage / guitar, vocals

Azathoth 

FLAC (pass: xara)
depositefiles1 (204.1 MB)
depositefiles2 (202.7 MB)
hotfile1 (204.1 MB)
hotfile2 (202.7 MB)
ou 
 
Mp3 /192 Kbps
crocko (108.5 MB)
e 
Mp3 /320 Kbps (pass: xara)
hotfile1 (107.4 MB)
hotfile2 (104.8 MB)

14/12/2011

Oblivion Sun - Oblivion Sun (2007)



Catwalk

Este projeto "Oblivion Sun", é fruto da imaginação de Frank Wyatt e Stanley Whitaker, dois membros da lendária "The Happy Man", grupo progressivo dos anos 70. No ano passado, Frank e Stan reconheceram a dificuldade em se reunir para trabalhar em músicas novas do HTM devido a agendas pessoais. Eles haviam acumulado uma grande quantidade de material e temiam que nunca seriam registrados. Foi a partir desta realidade que eles começaram a gravar um projeto duo, denominado "PGA", e os músicos convidados Chris Mack e Pete Princiotto, o que tornou-se a semente para uma nova banda ...

"Oblivion Sun". Tendo como bússola a liberdade criativa, funde-se aos muitos gêneros, a todo tempo sustentado por suas raízes progressivas. Seu principal combustível é a improvisação. O guitarrista Stan e o tecladista  e saxofonista Wyatt, produzem música complexa com tons jazzísticos, fluindo pela virtuose do prog *eclético. Bill Plummer, exímio tecladista, já comparado com Jan Hammer e Tony Banks nos sintetizadores Moog, denota por diferentes estilos toda a sua versatilidade. Dos vocais à exemplo de "Catwalk", gera um sentimento nostálgico dos melhores momentos do verdadeiro "Genesis" de "Peter Gabriel", excepcional, torna-se outra fusão de alto nível. 

As habilidades de composição e desempenho de quatro músicos que estão à vontade com complexas estruturas musicais, bem como improvisações freqüentes, criam um som potente e dinâmico, uma mistura fina de symphonic prog e jazz rock fusion, muitas vezes com melodias peculiares, como um precursor na evolução contínua da música progressiva. 

 O álbum é sobretudo instrumental, com apenas duas faixas contendo vocais. A banda simplesmente ignora os limites que a indústria musical convencional utiliza para estreitar o espírito criativo. Esta liberdade é evidente em cada performance. Boa audição!


Noodlepoint



Track Listing:

  1. Fanfare
  2. Chapter 7.1
  3. Noodlepoint
  4. Catwalk
  5. No Surprises
  6. RE: Bootsy
  7. The Ride
  8. Tales of Young Whales
  9. Golden Feast

ArtistList:
  • Stanley Whitaker / vocais, guitarras
  • Frank Wyatt / teclados, saxofones
  • Bill Plummer / teclados, sintetizador Moog
  • Chris Mack / bateria
 


Noodlepoint

ifolder.ru1 (61,04 MB)
ifolder.ru2 (48,64 MB)



* "O termo ‘eclético’ dentro do contexto do Rock Progressivo descreve uma série de elementos de várias fontes musicais, e as influências das bandas que se utilizam de uma grande variedade de gêneros ou estilos. Enquanto a música Progressiva pode ser, em um sentido maior, eclético, o sub-gênero ‘Eclético’ destina-se especialmente às bandas que ultrapassam essas barreiras dentro do Rock Progressivo. O Prog Eclético combina híbridos de estilo e diversidade de temas, promovendo muitos elementos de fontes diferentes. As características básicas estão além da variedade da música, influências ricas, tendências artísticas e elementos de Rock Progressivo clássicos. Progshine

27/09/2011

Mystery - Beneath The Veil Of Winter's Face (2007)




Beneath the Veil of Winter's Face

Mystery foi formada em 1986, por Michel St-Pere na região de Montreal. O grupo canadense firma-se como uma referência para o prog. sinfônico no Canadá. 

Somente em 1990 a banda  composta por Michel St-Pere na guitarra, Raymond Savoie nos vocais, Stephane Perreault na bateria e Benoit Dupuis nos teclados, consolida suas atividades, simultaneamente o Illusion Studio é criado, um estúdio de gravação de propriedade do próprio St-pere e um amigo de longa data, Serge Gangloff. 

Em 1991, Mistery dispõem de um acervo de 25 músicas originais e em 1992 lançam de forma independente parte do material, gerando interesse de muitas gravadoras. 

Uma doença causa a paralisia permanente do baterista do grupo, Stéphane Perreault, e Mistery é forçada a fazer uma pausa e cada membro usa este tempo para trabalhar em projetos independentes. Neste ínterim, Michel St-Père e Gary Savoie trabalham durante todo o verão de 1993 gravando mais 20 músicas originais no Illusion Studio.  Perreault por sua forte  determinação e  paixão pela música continua na bateria, e se torna um dos primeiros bateristas a tocar a partir de uma cadeira de rodas, sem a ajuda de qualquer aparato eletrônico pré-programado. No verão de 1994, Mistery se apresenta em diversos locais em toda a província, trazendo sua música para o crescente número de fãs. Começa então a gravação do primeiro CD produzido inteiramente no Illusion Studio intitulado, "Theatre of the Mind". Benoît Dupuis e Michel Painchaud saem da banda, que conta com o ingresso de Bourque Patrick no baixo e de Painchaud Michel no sax e guitarra. E em1995, Michel St-Pere cria o selo Unicorn Records, finalizando a mixagem do álbum.

Pela primeira vez a música do Mistery seria ouvida fora do Canadá e com isso veio uma primeira revisão de uma revista canadense e, em seguida, mais e mais estavam chegando de todo o mundo. Programas de rádio de rock progressivo começariam a tocar as músicas do Theatre of the Mind e algumas produtoras começavam a vender seus CDs em países como França, Noruega, EUA e Canadá. Em 1997, começam a trabalhar o terceiro álbum, quando, Stéphane Perreault, após 7 anos deixa a banda, para se concentrar em sua carreira gráfica. Como as sessões de gravação já haviam se iniciado, foi apresentado Steve Gagné para a banda como novo baterista. "Mais uma vez, a providência esteve do nosso lado", e as gravações poderiam continuar, diria St-Père. 


É lançado em maio de 1998, um novo CD "Destiny?" que recebe críticas muito boas de todo o mundo e revela-se o álbum da banda mais vendido até agora. Ao mesmo tempo, a reedição de Theatre of the Mind seria lançada com uma nova capa, concebida desta vez pelo ex-baterista Stéphane Perreault.
"10th anniversary edition"



O nome de Mistery está em todas as revistas de rock progressivo do mundo. O novo álbum que foi planejado para 1999 não tinha sido iniciado ainda e a banda teria que encontrar um outro cantor para substituir Gary Savoie após sete anos como parte integrante da banda.

Este novo vocalista teria uma grande responsabilidade em substituí-lo, uma vez que Gary Savoie era na época já considerado um dos melhores cantores de rock progressivo do mundo. Michel St-Pere sabia exatamente quem poderia fazer o trabalho, Benoit David, que Michel havia conhecido dois anos antes da partida Gary, depois de um concerto em homenagem ao Yes. O desempenho de Benoit (Que começou sua carreira em 1994 como vocalista da banda Close to the Edge, tributo ao Yes), foi surpreendente e Michel sabia que se alguma vez fosse necessário um novo vocalista, iria convidá-lo. Benoit, se tornou mundialmente conhecido por integrar a banda inglesa Yes, em 2008 quando substituiu o vocalista Jon Anderson, na época afastado por problemas de saúde.

Steve Gagné conhecia alguém que sabia do paradeiro de Benoît que depois de alguns telefonemas chegou ao Illusion Studio. Benoit fez um grande trabalho e se juntou à banda de imediato. Esta fita de audição seria posteriormente mixada e lançado no CD de compilações Progressive DisDURPance Vol. 3 - Best Advanced Rock & Metal‎, na Alemanha.

Uma a coletânea intitulada, "At The Dawn of a New Millenium" com canções dos três primeiros CDs foi lançada pela Unicorn Records. O rótulo criado por Michel St-Pere estava agora evoluindo com outros artistas . Este CD de compilações foi para marcar o encerramento do primeiro capítulo na carreira do Mistery e anunciar um novo começo, assim como uma homenagem à bonita voz de Gary Savoie e a contribuições de muitos músicos que ajudaram a fazer do Mistery, o que é hoje. Em 2007, Unicorn Records, agora Unicorn Digital Inc., finalmente lança o novo album de Mistery em Mirabel, Quebec, "Beneath The Veil Of Winters Face". O encarte é primoroso, com fotos tiradas em Quebec, Canadá. O baixo de algumas músicas foi gravado em Londres, Inglaterra. Boa audiência!

Snowhite

  • David Benoit - Vocal
  • Michel St-Pere - Guitarras, teclados, vocais Voltar
  • Steve Gagne - Drums, Vocals Voltar
  • Dupuis Benoit - Teclados, Voltar Vocals
  • Dean Baldwin - Guitarras, teclados, vocais Voltar
  • François Fournier - Bass, guitarras, teclados, Pedal Taurus, Back Vocal
Músicos convidados: 
  • Daryl Stuermer (Genesis /Phil Collins)
  • Oliver Wakeman (Yes, The Strawbs)
  • John Jowitt (Frost, IQ, Arena)
  • Antoine Fafard (Spaced Out)
  • Claire Vezina
  • Richard Lanthier
Songs / Tracks Listing

1. As I Am (5:41)
2. Beneath the Veil of Winter's Face (5:58)
3. Snowhite (4:07)
4. Travel to the Night (8:38)
5. The Scarlet Eye (5:35)
6. The Third Dream (6:11)
7. Voyage to the Other Side (6:24)
8. The Sailor and the Mermaid (5:23)
9. The Awakening (11:12)
10. The Preacher's Fall (3:30)

Total Time: 62:42

The Scarlet Eye


rapidshare (100.81MB)

05/09/2011

The Piper Gates of Dawn 40th Anniversary Edition (2007)

Pink Floyd - The Piper Gates of Dawn 40th Anniversary Edition (2007) [FLAC]

The Piper at the Gates of Dawn - Part Two - In Mono

A edição de dois discos, 40 º aniversário foi lançada em 4 de setembro de 2007, e um conjunto de três discos foi lançado em 11 de setembro de 2007. A embalagem projetada por Storm Thorgerson, vêm no formato de um livro luxuoso, juntamente com uma reprodução de doze páginas de um caderno de Syd Barrett. Os discos 1 e 2, contêm as músicas do álbum 'Piper', inclusive o mix mono original (disco 1), bem como a versão estéreo alternativa (disco 2). Ambas foram remasterizadas por James Guthrie .

O terceiro disco inclui vários Piper outtakes dos arquivos de Abbey Road, juntamente com os 3 primeiros singles "mono" da banda. Material inédito também incluido, uma versão alternativa de "Interstellar Overdrive", que se pensava estar perdida até então, a mistura pré-overdubbed abreviada de "Interstellar Overdrive", anteriormente disponível apenas em um EP na França, e um mix alternativo de "Matilda Mother", como ele apareceu no início nas sessões, e também o mix stereo 1967 de "Apples and Oranges", que apresenta materiais extras no início e fim.


Tracklist:

Disc One:
01 - "Astronomy Domine (Mono)" [4:17]
02 - "Lucifer Sam (Mono)" [3:09]
03 - "Matilda Mother (Mono)" [3:05]
04 - "Flaming (Mono)" [2:46]
05 - "Pow R. Toc H. (Mono)" [4:24]
06 - "Take Up Thy Stethoscope and Walk (Mono)" [3:07]
07 - "Interstellar Overdrive (Mono)" [9:41]
08 - "The Gnome (Mono)" [2:14]
09 - "Chapter 24 (Mono)" [3:53]
10 - "Scarecrow (Mono)" [2:10]
11 - "Bike (Mono)" [3:27]


Disc Two:
01 - "Astronomy Domine (Mono)" [4:17]
02 - "Lucifer Sam (Stereo)" [3:09]
03 - "Matilda Mother (Stereo)" [3:05]
04 - "Flaming (Stereo)" [2:46]
05 - "Pow R. Toc H. (Stereo)" [4:24]
06 - "Take Up Thy Stethoscope and Walk (Stereo)" [3:07]
07 - "Interstellar Overdrive (Stereo)" [9:41]
08 - "The Gnome (Stereo)" [2:14]
09 - "Chapter 24 (Stereo)" [3:53]
10 - "Scarecrow (Stereo)" [2:10]
11 - "Bike (Stereo)" [3:27]


Disc Three: Bônus
01 - "Arnold Layne" [2:57]
02 - "Candy and a Currant Bun" [2:45]
03 - "See Emily Play" [2:54]
04 - "Apples and Oranges" [3:05]
05 - "Paintbox" [3:45]
06 - "Interstellar Overdrive (Take 2) (French Edit)" [5:15]
07 - "Apples and Oranges (Stereo Version)" [3:11]
08 - "Matilda Mother (Alternative Version)" [3:09]
09 - "Interstellar Overdrive (Take 6)" [5:03]



The Piper Gates of Dawn 40th Anniversary Edition (2007)
Release: 2007 | Track: EAC Rip | Format: FLAC (Track) 
+.Cue +Log +Covers | Size: 693 MB | Label: EMI

Filesonic
wupload:
Fileserve:


26/07/2011

Retrospective - Spectrum of the Green Morning (2007)


Retrospective, é uma banda que foi fundada em Leszno (POL) em 2005, composta de cinco caras e uma mulher. Primeiro eles começaram usando apelido Hollow, nome em que eles gravaram sua primeira demo (chamada simplesmente de "Demo 2006") . Depois o nome foi mudado para "Retrospective" e começaram a escrever novas canções e gravando neste registro de seis faixa chamado "Spectrum of the Green Morning".

Stupid Joke

A banda é influenciada por prog lendas como King Crimson, Dream Theater, Pink Floyd e por último mas não menos importante, Riverside, que, naturalmente, oriundo também da Polónia. Se o caro amigo gosta de Riverside esta banda Retrospective têm uma grande semelhança. As seis músicas que estão nesta gravação auto-financiada e auto-produzido, realmente chega ao nível de Riverside notadamente seu primeiro álbum (o melhor) Qualidade pura e musicalidade muito agradável. A produção soa tão profissional que você quase não acredita que é uma demo.

Regret and Frightened Child

O conjunto abre com um coração batendo forte e "Enemy World Vision" começa a fluir na sequência... A música é muito bonita. Em exatos 7:39 minutos, Retrospective deixa perfeitamente claro o que é capaz de realizar. Assim como bandas polonesas que os antecederam, esta banda é capaz de misturar habilidades técnicas com alegria exercida em desempenho peculiar as suas origens, gerando atmosférica sonoridade sinfônica com perfeição. Licks de guitarra fluindo, padrões de bateria jazzy, bombeando bass-loops, obscuros vocais melancólicos em harmonia com teclados bem dosados.

Some Kind of Hope

Para fechar o quadro, Jakub Roszak é um cantor com uma voz muito semelhante ao Mariusz Duda do Riverside, dotada de um certo grau melancólico mas com o potencial necessário à atender as variantes de graves e agudos que possam ser exigidas. A segunda canção "Some Kind of Hope" começa com piano de melodias suaves, guitarra agradável e licks progressivos. Jakub têm bom desempenho vocal e os refrões são assimilados quase que instantaneamente em seu cérebro.

Pink Elephant Missed

"Pink Elephant Missed" contém os mesmos elementos ritmado com pequenas acelerações no trabalho de guitarra tornando a sua sonoridade mais pesada, na linha o vocal. A canção, por vezes, tem uma abordagem muito ao estilo "The Doors" o que se traduz em tons mais escuros. A longa (8:13) instrumental "Waking up in the Zoo" é mais uma prova das qualidades desta banda. Densa, desenvolve-se permeada de acordes graves e pesados com intensa variação em grau e intensidade. Dueto agradável entre piano e guitarras mais pesadas e flui sutil dissolve-se entre passagens. "Regret and Frightened Child" é outro desempenho semelhante ao Riverside (novamente) belo tanto quanto uma música melancólica podeser é construída muito forte e hipnotizante. A última canção "Have in Mind" é um dueto perfeitamente executado entre o piano de Beata Lagoda e os vocais de Jakub, em que algumas partes de piano dão-mesmo um sentimento deprimente, o som de um monitor cardíaco bipando passa a impressão de feedback uma vez que é também o primeiro som ouvido em princípio

.
Enemy World Vision

Musicians:

Jakub Roszak (voc.)
Beata Łagoda (key.)
Maciej Klimek (guit.)
Łukasz Marszałek (bass guit.)
Robert Kusik (drums)
Alan Szczepaniak (guit.)
Tracklisting:

1. Enemy World Vision
2. Some Kind Of Hope
3. Pink Elephant Missed
4. Waking Up In The Zoo
5. Regret And Frightened Child
6. Have In Mind

Running time: 34:35

01/07/2011

Satelite: Into the Night

Satélite fez sua estréia em 2003 com o álbum "A Street Between Sunrise and Sunset" A banda é liderada por Wojtek Szadkowski oriundo da lendária "Collage". Este grupo é composto por Wojtek na bateria e a voz de Robert Amirian, Kubeisi Sarhan, guitarra, Palczewski Krzysiek nos teclados e no baixo Jarek Michalski . 
SatelliteAo ouvir a faixa-título de abertura no último álbum do grupo Satellite, Into the Night , terceiro lançamento de uma trilogia que começou com "A Street Between Sunrise and Sunset" em 2003 e seguiu até 2005 com "Evening Games",  você só pode perguntar por que é tão difícil para as bandas de muitos veteranos, (Marillion vem à mente), chegar a um novo material que é mesmo remotamente convincente como este. 
Heaven Can Wait
Melodias belíssimas, fácil de recordar, instrumentação agradável, está tudo aqui, além de um conter algumas particularidades dos grandes anos 70'. Este grupo polonês também abraça seu lado mais agressivo prog épico em "Dreams (partes 1-3)", que lembra um pouco do "Arena" ou "Marillion" em início de carreira, com o seu trabalho de guitarra rudimentar, teclados cauterizadores, e os vocais fortes de Robert Amirian. 
 Into The Night
"Downtown Skyline" tem uma raiz estranha, quase Porcupine, com linhas de guitarra cadenciadas, claves espacias e percussão tribal, acabam dando lugar para alguns riffs de guitarra estrondosa. 
O solo de guitarra de Sarhan Kubeisi é impressionante em "Don't Go Away In Silence", um verdadeiro número de montanha-russa emocional que prospera em muitas passagens musicais deslumbrantes e melodias belíssimas. 
A banda soa um pouco sinfônica em "Heaven Can Wait", uma jóia de 9 minutos com alguns teclados em fúria e licks de guitarra rippling, atmospheric & poppy,  "Forgiven And Forgotten" trás um tom mais maduro ao CD , com Amirian quase um calmante, vocais flutuando sobre Mellotron, linhas de guitarra melódicas e bateria eletrônica.
Don't Go Away In Silence 

Track Listing:

1. Into The Night (6:54)
2. Dreams (parts 1-3) (13:30)
3. Downtown Skyline (6:20)
4. Lights (2:14)
5. Don't Go Away In Silence (7:35)
6. Heaven Can Wait (9:04)
7. Forgiven And Forgotten (6:05)
8. Time Stands Still-bonus track (8:07) 
9. Around the World -bonus track (3:40)

28/06/2011

The Future Kings Of England


 O grupo se diz influenciado por Pink Floyd até o presente. Ian Fitch, guitarrista da banda admite inspirar-se no trabalho de Floyd dos anos 70.   
A banda demonstra um som polido com boas melodias, talvez o mais belo de todos os trabalhos do grupo. Inteiramente instrumental


 Go...

New Royal Freaks: Bruxas e demônios executam um motim através das letras e vapores instrumentais das seis faixas perfiladas em "The Fate of Old Mother Orbis (2007)", The Future Kings of England. A banda mistura audaciosamente o gênero britânico chamado de "art rock and freak folk", sendo também abundante em outros espectros - com ênfase, *Floyd pastoral, '72 Genesis, a psicodelia echosoup de Amon Düül II - estampadas com um ardor que soa como o ontem e o amanhã de uma só vez .- Rolling Stone 

Mustard Men, 2º album

Os futuros reis de Inglaterra
The Future Kings of England têm como objetivo criar atmosferas. BBC RADIO SUFFOLK

O baterista Simon Green acrescentou: "Estamos provavelmente influenciados pelos primeiros Pink Floyd, Hawkwind, e talvez um pouquinho de King Crimson. Mas também pouco de post-rock, como Mogwai ou Sigur Ros

Psychedelic - Space Rock
The Future Kings Of England - The Viewing Point - 2009
From in UK 

Time Flies Like An Arrow

Tracks.
01. Go... (7:36) 
02. Sea Saw (7:17)
03. The Cold Hard Truth (1:37)
04. Time Flies Like An Arrow (13:16)
05. Rain Later, Good (2:48)
06. The Viewing Point (12:19)


Members.
- Ian Fitch / guitars
- Karl Mallet / bass
- Steve Mann / keyboards

Sea Saw

The Viewing Point (2009)

The Fate of Old Mother Orbis (2007)
mediafire.com

The Future Kings of England (2005)
mediafire.com

*Grantchester Meadows e o Floyd Pastoral
Grantchester Meadows, destaque no Álbum Ummagumma . Canção têm suas raízes que remontam o período provincial. Desenhado de seu repertório de temas rurais / pastoral / marinho. Apesar de não serem hippies, por qualquer meio, há elementos da terra em muitas canções Floyd e essas faixas, registros de viagens pelas estradas de infância. "Grantchester Meadows" é uma canção do experimental álbum Ummagumma do Pink Floyd. Ela foi escrita e apresentada inteiramente por Roger Waters. A canção apresenta as letras de Waters acompanhada por um violão, enquanto um loop de um barulho de mosca fica de fundo durante o resto da música. No final da música, aparece um som de algo que aparentemente persegue e ataca essa mosca. As letras descrevem um cena pastoral e sonhada no Grantchester meadows do condado de Cambridge, Inglaterra. Ali foi onde o companheiro de banda David Gilmour cresceu e onde Syd Barrett morou. Esse tipo de balada pastoral era comum nas composições de Roger Watersno final dos anos 60 e começo dos 70. Foi um estilo que ele continuou no seu primeiro álbum solo - Music From "The Body" e "If" do álbum Atom Heart Mother.


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David Gilmour


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