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13/09/2012

Maxophone - Maxophone (1975)






"Maxophone", (1975), lançado pela gravadora Associati Produttori, é um álbum maravilhoso e atemporal, cheio de atmosferas oníricas, com boas peças vocais em estilo semelhante ao do "Genesis". A banda foi fundada em Milão, em 1973 por Roberto Giuliani (voz, piano e guitarra), Alberto Ravasini (voz solista, baixo, violão e flauta) e Sandro Lorenzetti (bateria), conhecido no meio jazzístico da Lombardia. A eles se uniram Sergio Lattuada (órgão Hammond e teclados), Maurizio Bianchini (trompa, vibrafone, percussão e voz) e Leonardo Schiavone (clarineta, flauta e saxofone). Todos os membros do grupo têm formação clássica oriundos do conservatório G. Verdi de Milão. 

Depois de alguns anos de exibições ao vivo, em 1975, a banda decide criar o primeiro 45 rotações com o título "C'è un paese al mondo/Al mancato compleanno di una farfalla". No início de 1976 foi publicado o álbum de estréia, distribuído também em língua inglesa para o mercado norte americano e alemão. "Maxophone" elaborou sua música de forma eclética, tem características típicas do melhor rock sinfônico, incluindo um nível muito alto de habilidades musicais, mudando compassos e arranjos altamente complexos inspirados tanto no clássico, quanto no jazz e no folk, criando um registro rico de idéias consistentes. Sua música tem uma grande variedade de texturas, muitas vezes na mesma canção. Trompa e flauta são igualmente equilibrados com piano, órgãos, sintetizadores e guitarras elétricas e acústicas. Eles também incluem arranjos com corais e instrumentos raramente ouvidos no gênero, como clarinete , vibrafone e até mesmo harpa .

Nos meses sucessivos o grupo foi convocado pela RAI para um concerto televisivo, transmitido dos estúdios de Turim para o programa Un'ora per voi. A exibição veio a ser publicada em DVD como um anexo do álbum "From Cocoon to Butterfly", em 2006. A banda também se exibiu na décima edição do Festival de Montreux.


C'è Un Paese Al Mondo

Em 1977,  "Maxophone" publicou um segundo 45 rotações de sucesso intitulado "Il fischio del vapore/Conodi gelato". Posteriormente vieram algumas exibições ao vivo conclusivas até o desaparecimento do grupo. Hoje em dia este álbum é reconhecido como obra-prima, um dos mais lendários registros do prog italiano. Boa audição!


 Life Can Be Like Music



Maxophone

Maxophone 1975
Mellow Records 
MMP 179 (1993) Italy



Tracklist:

01. C'è Un Paese Al Mondo (6:39)
02. Fase (7:04)
03. Al Mancato Compleanno Di Una Farfalla (5:52)
04. Elzeviro (6:47)
05. Mercanti Di Pazzie (5:21)
06. Antiche Conclusioni Nerge (8:54)
07. Il Fischio Del Vapore (4:52)
08. Cono Di Gelato (4:40)

Total Time: 50:11


Tracklist:

01. Life Can Be Like Music
02. Six Against One
03. When We Were Young
04. Fase
05. I Heard a Butterfly
06. Live Together or Die
07. Il Fischio Del Vapore
08. Cono Di Gelato

Total Time: 50:11


Members:

Maurizio Bianchini / horn, trumpet, percussion,
vibraphone, backing vocals
Roberto Giuliani / electric guitars, piano, backing vocals
Sergio Lattuada / keyboards, backing vocals
Sandro Lorenzetti / drums
Alberto Ravasini / lead vocals, bass, acoustic guitar
Leonardo Schiavone / clarinet, flute, alto & tenor saxes



I Heard a Butterfly


mediafire.(Italy) (106.39 MB/320 Kbps)

mediafire.(USA) (116 MB/320 Kbps)




Maxophone biography

Although less popular than other mainstream Italian prog rock groups, MAXOPHONE achieved a late cult status among prog rock fan because of their well crafted music, solid musical expertise and precisely cut arrangements. A well coordinated six piece ensemble, MAXOPHONE sits in the prog rock arena covering the gap between the clattering edge of groups like KING CRIMSON, the folky roots of JETHRO TULL and the more elaborated Canterbury sound. MAXOPHONE had a twin-fold soul: half of the members had classic music background while the other half had a solid rock background. This weird combination appears clearly in some songs were very non-rock instruments, such as horn, clarinet, trumpet and vibraphone are used in very balanced way together with Fripp-esque guitars and electrical piano. After one year rehearsal work, in 1975, MAXOPHONE issued their only LP record, the homonymous MAXOPHONE, which aged pretty well, sounding fresh today as 30 year ago. 

Although MAXOPHONE may sometime blink an eye to melodic rock, they never forget to surprise the listener, nicely standing repeated listening. Their music shows surfacing influences from Greg LAKE, Robert FRIPP, ELP, KING CRIMSON, GENTLE GIANT, NATIONAL HEALTH, PFM, BANCO and Yes among the others. Their most renown feature is to change the music mood from pastoral to rock to classical within the same song without losing listening momentum. After the publication of the homonymous LP, they recorded a pop pier single, whose side A and B songs are both included as bonus tracks in the CD version of MAXOPHONE. 

A clear must for all Italian prog rock lovers. 

Ludovico Vecchione, ITALY 

28/06/2011

The Future Kings Of England


 O grupo se diz influenciado por Pink Floyd até o presente. Ian Fitch, guitarrista da banda admite inspirar-se no trabalho de Floyd dos anos 70.   
A banda demonstra um som polido com boas melodias, talvez o mais belo de todos os trabalhos do grupo. Inteiramente instrumental


 Go...

New Royal Freaks: Bruxas e demônios executam um motim através das letras e vapores instrumentais das seis faixas perfiladas em "The Fate of Old Mother Orbis (2007)", The Future Kings of England. A banda mistura audaciosamente o gênero britânico chamado de "art rock and freak folk", sendo também abundante em outros espectros - com ênfase, *Floyd pastoral, '72 Genesis, a psicodelia echosoup de Amon Düül II - estampadas com um ardor que soa como o ontem e o amanhã de uma só vez .- Rolling Stone 

Mustard Men, 2º album

Os futuros reis de Inglaterra
The Future Kings of England têm como objetivo criar atmosferas. BBC RADIO SUFFOLK

O baterista Simon Green acrescentou: "Estamos provavelmente influenciados pelos primeiros Pink Floyd, Hawkwind, e talvez um pouquinho de King Crimson. Mas também pouco de post-rock, como Mogwai ou Sigur Ros

Psychedelic - Space Rock
The Future Kings Of England - The Viewing Point - 2009
From in UK 

Time Flies Like An Arrow

Tracks.
01. Go... (7:36) 
02. Sea Saw (7:17)
03. The Cold Hard Truth (1:37)
04. Time Flies Like An Arrow (13:16)
05. Rain Later, Good (2:48)
06. The Viewing Point (12:19)


Members.
- Ian Fitch / guitars
- Karl Mallet / bass
- Steve Mann / keyboards

Sea Saw

The Viewing Point (2009)

The Fate of Old Mother Orbis (2007)
mediafire.com

The Future Kings of England (2005)
mediafire.com

*Grantchester Meadows e o Floyd Pastoral
Grantchester Meadows, destaque no Álbum Ummagumma . Canção têm suas raízes que remontam o período provincial. Desenhado de seu repertório de temas rurais / pastoral / marinho. Apesar de não serem hippies, por qualquer meio, há elementos da terra em muitas canções Floyd e essas faixas, registros de viagens pelas estradas de infância. "Grantchester Meadows" é uma canção do experimental álbum Ummagumma do Pink Floyd. Ela foi escrita e apresentada inteiramente por Roger Waters. A canção apresenta as letras de Waters acompanhada por um violão, enquanto um loop de um barulho de mosca fica de fundo durante o resto da música. No final da música, aparece um som de algo que aparentemente persegue e ataca essa mosca. As letras descrevem um cena pastoral e sonhada no Grantchester meadows do condado de Cambridge, Inglaterra. Ali foi onde o companheiro de banda David Gilmour cresceu e onde Syd Barrett morou. Esse tipo de balada pastoral era comum nas composições de Roger Watersno final dos anos 60 e começo dos 70. Foi um estilo que ele continuou no seu primeiro álbum solo - Music From "The Body" e "If" do álbum Atom Heart Mother.


21/06/2011

Eloy - Time to turn - 1982

O início dos anos 80 exigiu severas adaptações dos grupos que já estavam no cenário internacional desde o início da década de 70. O rock progressivo havia perdido definitivamente o espaço que possuia-

Mantém a veia progressiva mas já detona novas tendências, sem contudo perder a qualidade que lhe é peculiar, e reedita o extremo bom gosto e criatividade na concepção da capa,
Com Fritz Randow na bateria lançaram “Planets” e em 1982 é editado Time to Turn na , dois álbuns conceituais sobre ficção-científica, criados originalmente para tornarem-se um só disco duplo, mas como dito no post anterior, por pressão da gravadora foram lançados separadamente.
Chama a atenção a guitarra mais "virulenta" que nos albuns anteriores, o baixo contundente, melódico, os tapetões de sintetizadores Oberheim e a simplicidade da guitarra acústica que fechao disco com a bela Say, It's Realy True;

  
The Flash

Cosmic Space Rock singular, Eloy contribui para elevar o nível rock progressivo de 82 com este álbum excepcional. "Time to Turn", onde Frank Bornemann, que esbanjando criatividade, é sem dúvidas um ícone do gênero, demonstrando ao longo de sua brilhante carreira como poucos, incrível versatilidade abrangendo todos os aspectos desde a concepção do álbum a conformação da banda, sempre na busca da sua perfeição musical e é claro está sempre muito bem acompanhado de exímios músicos que o auxiliam a manter a qualidade em cada álbum que produz. .  
Na época de seu lançamento, o formato de mídia mais habitual eram os LP's, portanto temos um álbum, curto (o que é uma lástima), que para atender interesses comerciais de gravadoras não foi lançado como um álbum duplo, pois música suficiente para completar a mídia, Frank Bornemann teria em quantidade e qualidade suficiente, porém temos que nos contentar e aproveitar e muito, mais esta demonstração de inspiração e talento.
Behind The Walls Of Imgination


Musicians:
Hannes Arkona / guitars, keyboards, percussion
Frank Bornemann / vocals, guitars
Hannes Folberth / keyboards
Klaus-Peter Matziol / bass, pedals
Fritz Randow / drums
Amy, Anna & Sabine / vocals

Tracks:
1. Through A Somber Galaxy
2. Behind The Walls Of Imgination
3. Time To Turn
4. Magic Mirrors
5. End Of An Odyssey
6. The Flash
7. Say, Is It Really True
8. Wings Of Vision
9. Carried By Cosmic Winds

10/06/2011

Eloy "Floating" 1974. 3º álbum de estúdio

Madhouse

Eloy é uma banda alemã de rock progressivo, cujos estilos musicais incluem rock sinfônico e space rock, este último principalmente presente nos álbuns mais recentes. O nome da banda foi inspirado em Eloi, uma raça do futuro na novela A Máquina do Tempo, de H.G. Wells.  
Apesar da nacionalidade, a banda não é considerada participante do movimento Krautrock, devido ao seu som parecer mais com bandas britânicas do início da década de 1970 como o Hawkwind e o Pink Floyd, caracterizadas pelas suas passagens instrumentais longas dominadas por sintetizadores, usos experimentais de guitarra e letras com temas de ficção científica. 
"Floating" como o próprio nome sugere, flutua entre o psicodelismo e o rock espacial, característico do rock progressivo. Vocais esparsos, muito rico em melodias cativantes,  temperado com guitarra enérgica. Existem momentos em que teclados nos conduzem ao glorioso John Lord, Deep Purple, os solos de Manfred Wieczorke demonstram semelhanças também á Rick, Pink Floyd, mas, ganha identidade própria naturalmente, característico estilo alemão,  canções cantadas com alma incorporam a personalidade musical da banda. Além disso, a flutuação é muito consistente, o ouvinte nunca perde a sua atenção na música. O disco abre com a canção-título, um piloto de verdade, balada para o espaço. A música é muito poderosa, vocais trippy. Esta é uma excelente introdução que permite a você espera mais ...
Eloy "Floating" 1974.

Faixas
Floating - 3:59
The Light From Deep Darkness - 14:35
Castle in the Air - 7:13
Plastic Girl - 9:07
Madhouse (letras por Gordon Bennit) - 5:15


Frank Bornemann - vocal e guitarra
Manfred Wieczorke - órgão e guitarra
Luitjen Jansen - baixo
Fritz Randow - bateria

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David Gilmour


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