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14/03/2019

David Gilmour revela que ajudou a mixar o som de Jimi Hendrix no Festival Isle of Wight em 1970



David Gilmour fez uma curiosa revelação publicada na edição mais recente da Prog Magazine, de nº 96, nas bancas neste mês de março de 2019.

"Ajudei a mixar o som de Hendrix na Ilha de Wight em 1970", diz o guitarrista. "Não são muitas as pessoas que sabem disto. Eu estava do lado do palco com o WEM Audiomasters (equipamento de mixagem), junto com Charlie Watkins" (engenheiro de som, um dos criadores do equipamento).

Gilmour prossegue: "Eu tinha ido lá assistir o festival e estava acampado em uma barraca, daí cheguei nos bastidores onde nosso principal roadie, Peter Watts, tentava lidar com todo o caos, junto com Charlie Watkins, e eles estavam muito nervosos, eles tinham que mixar o som do Hendrix. Como eu já tinha feito algumas coisas assim eles me pediram ajuda, então eu fui e fiz".

Ao ser perguntado se ele já havia conhecido Hendrix, Gilmour respondeu: "Não até então. Eu o tinha visto uma vez antes daquilo, mas eu não o conhecia".




Fontes: Prog Magazine, Whiplash, Loudersound,
Por Bruce William, Tradução

17/11/2014

Fläsket Brinner - Swedish Radio Recordings (1970-1975) 2003




Mäster Beautiful

"Fläsket Brinner" nas Swedish Radio Recordings 1970-1975, é um conjunto primoroso. Um exercício de criatividade, bom gosto e muito talento. O grupo só lançou dois LPs durante os anos 70, e por isso esta coletânea é muito bem-vinda.

Quatro discos oriundos de quatro registros em emissoras de rádio em oportunidades distintas, ocorridos na Suécia entre 1970 e 75. Embalado em um formato digibox  longo, com quase 100 fotos da banda à extensão dos anos, e uma história bastante detalhada desde suas origens e porquanto esteve ativa. Reúne três formações clássicas da banda, incluindo participações de Bo Hansson no órgão e uma final com dois membros da Algarnas Tradgard presentes. A música soa como um jazz fusion progressivo em ritmo de jam session, com sax, piano elétrico, flauta e guitarra se revezando em incríveis improvisações de alto nível

O disco 1 foi gravado no Studio 4, Radiohuset em Estocolmo, dia 26 de outubro de 1970. Para se ter uma ideia do clima de total descontração e bom humor, Sten convida o público à "sentir-se livre para tirar a roupa se assim desejar...", isto, antes da música "Master Beautiful" entrar em cena , um número experimental alucinante. Flauta, sax guitarra e órgão fluem na regência do grande Bo Hansson, que atua em perfeita sintonia pois já gravara em outras três oportunidades com a banda.

O disco 2 ocorreu no estúdio de uma rádio sueca, em Gotemburgo, 09 de novembro, 1971. O lineup  também inclui Bo Hansson no órgão Hammond e trás Bobo Stenson no Piano Rhodes, assim como a música "Storstad", que se tornaria mais tarde parte do álbum "Magician's Hat".

O disco 3 é do Studio 4, Radiohuset, Estocolmo, em 13 de dezembro de 1971 com a mesma formação que as últimas sessões ao vivo. Curiosamente eles realizam um cover de "Wild Thing", cadenciado fazendo uso vocais carregados e um tanto irônicos. Samba Martinez 3º parte da suite Storstad, obras de  Bo Hansson bem como "Lothlórien" que é também do seu álbum "Magician's Hat".

O disco 04  no Studio 7, Radiohuset, Estocolmo em outubro 1975, ganha ares mais psicodélicos com a participação dos músicos Jan Ternald e Sebastian Öberg do genial Algarnas Tradgard.  Excêntrico mellotron regado por solos de flauta com nuances orientais, proporcionam um desfecho digno deste brilhante conjunto extremamente rico e diversificado. Boa audição!


Bosses Låt



Fläsket Brinner
Boxset/Compilation, released in 2003
 


Songs / Tracks Listing


CD1:
1. Mäster Beautiful (9:59)
2. Bosses Låt (11:47)
3. Gunnars Dilemma & Tysta Finskan & Virgo2 (15:20)
4. Telegram Från En Bombad By (4:40)
5. Gulan (7:41)

CD2:
1. Jätten Feeling (7:37)
2. Sluttningar (Lek I Nedförsbacke) (7:13)
3. Batum (4:01)
4. Storstad (5:50)
5. Sonic ReEntry (1:17)
6. Turkish Lullaby (11:59)
7. Tamzara (3:17)


Telegram Från En Bombad By


CD3:
1. Jätten Feeling (6:14)
2. Storstad (4:42)
3. Sonik ReEnry (1:10)
4. Wild Thing (5:18)
5. Samba Martinez (8:52)
6. Ball På Bali & Erik Luras (9:55)
7. Bullen & Erik Luras Igen (14:38)
8. Turkish Lullaby (7:13)
9. Lothlorien & Elidor & Bengans Boogie (5:26)
10. Gånglåten (9:36)
11. Red River Rock (3:32)

CD4:
1. Aquarius (9:52)
2. Grasse (9:15)
3. Kinaspel (12:14)
4. Barbarella (3:07)
5. La Resa Dei Conti (5:18)

Total playing time: 207:03



Line-up / Musicians

- Bengt Dahlén / Guitar
- Bill Öhrström / Congas
- Bo Hansson / Organ
- Bobo Stenson / Fender Rhodes piano
- Bosse Skoglund / Drums
- Erik Dahlbäck / Drums
- Gunnar Bergsten / Saxofon
- Jan Ternald / El-piano (Algarnas Tradgard)
- Per Bruun / Bass
- Sebastian Öberg / El-mandolin (Algarnas Tradgard)
- Sten Bergman / Organ





Gunnars Dilemma

mega.co.CD1 - (313,70 MB)

mega.co.CD2 - (192,50 MB)
mega.co.CD3 - (449,00 MB)
mega.co.CD4 - (247,00 MB)

25/10/2014

Pink Floyd: Electric Factory - Philadelphia, 1970 (Siréne-241)




Set The Controls For The Heart Of The Sun

Um excelente concerto realizado na Filadélfia dia 26 de setembro de 1970, no estado da Pensilvânia (não na Califórnia, como consta na arte), foi o primeiro show do Pink Floyd em sua quarta turnê nos EUA, e a segunda apresentação naquele ano. O desempenho é fenomenal, talvez a melhor performance vocal de Gilmour. Alguns dizem que a esta altura sua fase ainda psicodélica era mais espacial, indo além dos arranjos de "Ummagumma", devido à proeminência da guitarra de Gilmour, resultando em um som mais muscular. Há também uma boa dose de experimentalismo nas canções.

O set list é mais curto do que o normal para esta época, já que "Atom Heart Mother" e "Embryo", duas inclusões regulares, não aparecem, (embora o mais provável seja falha de gravação). Um dos destaques, "Cymbaline" soa muito mais pesada do que o seu homólogo em estúdio. Outra que chama a atenção, "A Saucerful Of Secrets" com vinte minutos de duração, é seguramente uma das melhores versões ao vivo disponíveis de que se têm registro, e sua gravação captura com detalhes as sutilezas dinâmicas da peça. Aqui temos uma versão perfeita de "Interstellar Overdrive", seguido por uma gloriosa interpretação da canção "Fat Old Sun" com quinze minutos de puro deleite. De fato, este espetáculo merece ser reconhecido como um grande marco da banda, e vale ressaltar o desempenho do sempre genial Richard Wright, de importância singular para o feito.

Este registro surgiu pela primeira vez em 2000, e tornou-se rapidamente uma das fitas mais populares liberadas em bootleg no período, (para quem desconhece bootleg, é a gravação em áudio ou vídeo de uma performance não foi oficialmente lançada pelo artista, diferente de pirataria, onde uma obra oficial é clonada e vendida no mercado alternativo). Esta fita é oriunda de um gravador de rolo (reel-to-reel), também conhecido como gravador de bobina, ou Open reel (carretel aberto), o qual produziu talvez a melhor fita do Pink Floyd no período. Quem como eu, conheceu este período de fitas cassete, sabe que para a época um gravador de rolo era a melhor ferramenta para alta definição que pessoas normalmente poderiam dispor. Como por exemplo o vinil, que mesmo hoje em dia é a melhor alternativa para dispor de uma gravação de alta fidelidade. 

"Set The Controls For The Heart Of The Sun" é a última música, e termina com Waters agradecendo a platéia antes do término da fita. No geral Electric Factory é uma grande gravação, Sirene que mais tarde tornou-se Sigma, conseguiu contribuir para melhorar ainda mais a gravação, sendo vista como definitiva por enquanto. Boa audição!



Fat Old Sun


Pink Floyd
Electric Factory (Siréne-241)
The Electric Factory, Philadelphia, PA
September 26th, 1970


Disc 1:  

1. Astronomy Domine
2. Cymbaline
3. Saucerful Of Secrets

Disc 2:

1. Interstellar Overdrive
2. Fat Old Sun
3. Green Is The Colour
4. Careful With That Axe Eugene
5. Set The Controls For The Heart Of The Sun





Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 - (78,21 MB)
mediafire.CD2 - (116,52 MB)
FLAC
mega.co.nz.CD1 - (181,10 MB)
mega.co.nz.CD2 - (262,20 MB


27/11/2013

Pink Floyd: Lund Master - Sweden (1970) Sigma 41



Interstellar Overdrive

Desde a Inglaterra, no início de 1970, a banda havia acrescentado mais números em seu repertório, incluindo músicas da trilha sonora de "More", de sua peça "The Man And The Journey", e até mesmo "Sysyphus" do "Ummagumma". Mas quando eles começaram a turnê pela Europa continental a partir de 11 de março em Offenbach, na Alemanha, "Pink Floyd" retornaria ao formato padrão, com os números de seus álbuns até então lançados, além das recentes, "Embryo" e o seu épico "Atom Heart Mother", a esta altura cercadas de enorme expectativa. O show em Lund, na Suécia foi o penúltimo desta tour, concluída na sala de concertos Tivolis Koncertsal em Copenhague, na Dinamarca.

O show teve início com a tradicional "Astronomy Domine", uma canção tão enraizada em seus primeiros dias, que soa quase nostálgica na nova década. Aqui a interpretação está muito próxima da própria versão de estúdio, e acaba por ser a música mais curta da noite. Em seguida, "Careful With That Axe, Eugene" é apresentada por "Waters" como sendo "um passo além de nosso último álbum Ummagumma". É fascinante ouvir o instrumental em seu aprimoramento, a segunda parte da música atinge uma intensidade rara, uma batida quase tribal sob a guitarra, e um teclado melódico. É um desempenho deveras dramático.  

O primeiro set finda com "A Saucerful Of Secrets", naturalmente "Wright" se destaca com um solo de teclados digno dos melhores filmes de mistério. E vêm o segundo set começando com a novata "Embryo" num desempenho interessante pela dinâmica entre as passagens instrumentais e vocais. A consonância nos vocais é tão equilibrada que parece cantada em uníssono. Não há o efeito do bebê nesta, mas das "aves marinhas". "Interstellar Overdrive" começa com uma melodia de teclado atraente e original. No longo improviso "Gilmour" parece um pouco abstrato, até por volta de 11 minutos da canção, quando se torna mais lírico, com uma melodia cativante.

Novamente, "Wright" domina a improvisação, desta feita em "Set The Controls For The Heart Of The Sun", pontuado por "Waters" no baixo. O show termina com seu épico contemporâneo "Atom Heart Mother, ainda conhecido como "The Amazing Pudding" (seria até o final de julho). Com quase 19 minutos, ele está perto de sua forma definitiva, mas ainda realizado sem orquestra.

Gilmour tem um solo de guitarra angular durante a seção "Funky Dung”" antes dos duetos com Wright, que interpreta as melodias mais fascinantes. Ouvir a maneira que dois interagem durante todo o show é uma experiência maravilhosa.

Lund Master (Sigma 41)  é um dos melhores shows desta época, demonstrado não apenas pelo número de lançamentos ao longo dos anos, mas o também cuidado de elaborar e produzir uma edição definitiva, que faz de Sigma uma referência na excelência em aprimorar gravações de audiência. Sem dúvida, um upgrade, e pode ser considerada uma das melhores fitas da curta turnê européia da banda. Pena que em sua grande maioria, os arquivos desta gravadora são muito difíceis de se encontrar.  Boa audição!


Atom Heart Mother




Pink Floyd
Lund Master - Sigma 41 (2009) 
Live at Akademiska Foreningens Stora Sal, 
Lund, Sweden 20th March 1970


CD1:

01. Astronomy Domine 09:23
02. Careful With That Axe Eugene 11:23
03. Cymbaline 10:00
04. A Saucerful Of Secrets 13:09


CD2:

01. Embryo 8:44
02. Interstellar Overdrive 13:26
03. Set Controls For The Heart Of The Sun 11:53
04. Atom Heart Mother 18:29



Set Controls For The Heart Of The Sun

FLAC
mediafire.CD1.pt1 - (170,96 MB)
mediafire.CD1.pt2 - (78,62 MB)
mediafire.CD2.pt1- (156,75 MB) /
mediafire.CD2.pt2 - (154,22 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 - (99,42 MB)
mediafire.CD2 - (112,99 MB)


02/10/2013

Pink Floyd: An Hour With Pink Floyd (1970) Sigma 26





Cymbaline (áudio Sigma 26)

Esta é uma das mais cultuadas gravações do "Pink Floyd", nos anos setenta. Filmada profissionalmente em um dos estúdios da famosa emissora pública KQED, em San Francisco, esta apresentação teve o áudio completamente remasterizado e no caso do vídeo, o tratamento de imagem dentro do possível.

Considerado um momento histórico, principalmente pela excelente qualidade da gravação, (algo raro dentro desse período), a emissora apresentou um programa intitulado "An Hour With Pink Floyd",  gravado em 30 de abril de 1970; quando muito provavelmente as pessoas de um modo geral envolvidas, jamais poderiam imaginar o quão importante e valioso, se tornaria este pequeno documentário da banda.

A maioria das imagens são da banda tocando no estúdio KQED. Vindo de 1970, a qualidade das imagens é obviamente vintage, mas nítidas e claras como seria de esperar de um ambiente controlado por um estúdio de TV, o que resulta na melhor filmagem dessa era do "Pink Floyd", além do filme "Live At Pompeii", 18 meses depois.

"Atom Heart Mother" é uma versão mais curta que o  padrão de banda,  pouco mais de 16 minutos, mas foi impecável. Cada membro da banda têm a mesma atenção do cameraman, permitindo ao espectador muitos close-ups.

Um dos aspectos que mais favorecem o conjunto KQED, é o fato do áudio ter a reverberação natural de um estúdio vazio, uma acústica formidável que juntamente com as unidades Binson Echorec da banda, favorece uma maravilhosa sensação de profundidade. Se há um efeito que realmente definiu o som do Pink Floyd nos anos 70 é o Echorec Binson. Esta unidade de eco tem um som único e ambos "Gilmour" e "Wright" as utilizaram para criar sons que eram bastante inovadores na época. Além dos closes dos músicos, há outra câmera circulando a banda (uma técnica que veríamos depois em "Live At Pompeii"),  permitindo ver ambos com seu próprio *Binson Echorec.

img_5534

Outro destaque é "Grantchester Meadows" abrindo com o característico som de cantos de pássaros e com imagens de árvores e riachos, aumentando a vibração pastoral da canção. Esta é uma das melhores performances da peça, e é realmente muito legal ver Gilmour e Waters sentados lado-a-lado com guitarras acústicas realizando esta ode sentimental em seus primeiros dias em Cambridge.

Ao longo da tour deste período, comummente "Green Is The Color" antecedeu "Careful With That Axe, Eugene", oferecendo uma ambientação perfeita na arte dos contrastes - a justaposição do sublime folk do primeiro contra o baque psicótico do último, e esta abordagem é exatamente o que foi capturado aqui no estúdio da KQED. 

Vaca leilão KQED"Careful With That Axe, Eugene" é outra com performance perfeita. Devido à natureza do programa de TV, o que certamente contribui para ao carácter suave em que se desenvolve, têm sua extensão abaixo de 9 minutos. Existem vários close-ups de Roger Waters demonstrando a técnica de "seus gritos", e o clímax é longo, embora não seja tão intensa e experimental, a banda está bem ajustada.

Sigma 26, na versão CD, contém a transmissão de rádio do programa KQED, em essência, qualidade soa um pouco melhor do que a trilha sonora a partir do vídeo, sem dúvida a melhor versão até então disponível para este concerto em termos de áudio, no que diz respeito as imagens pouco foi possível melhorar. A clareza de detalhes do áudio é surpreendente, facilmente comparável aos soundboards de 1970 ou as BBC Sessions.

Um dos últimos enlaces da era da psicodelia, este é um documento inestimável do "Pink Floyd" em direção ao ápice de sua fase mais progressiva e experimental. Boa audição!


Grantchester Meadows 

Pink Floyd
"An Hour With Pink Floyd"
Label: Sigma 26 - 2008
KQED TV Studios, San Francisco, 
California, USA – April 30th, 1970


CD (radio broadcast):

1. Introduction
2. Atom Heart Mother 
3. Cymbaline
4. Grantchester Meadows 
5. Green Is The Colour
6. Careful With That Axe Eugene
7. Set The Controls For The Heart Of The Sun



"An Hour With Pink Floyd" (Complete, 1970-KQED)
59:04


Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire  - (120,55 MB)
 
"An Hour with Pink Floyd"

*Binson Echorec - Technical stuff

img_5554Produced in Milan, Italy, the Binson’s had its peak in the 60’s. They were unique in their construction, utilizing a specially designed steel/alloy disc or drum, which carried a durable flat metal ‘tape’. The drum was driven by a powerful AC motor, in most cases, via a rubber jockey wheel, which kept the transport very stable. Record and playback heads were arranged around the drum periphery. - from the Binson site

16/08/2013

Gentle Giant - Gentle Giant (1970) Japan SHM-CD 2010



Este excelente álbum de estréia do Gentle Giant é marcante, original e de longe o mais acessível disco dentre os clássicos da banda. A história do Gentle Giant começa com uma banda chamada de "Simon Dupree and the Big Sound" formada em 1966 por 3 irmãos: Phil, Derek e Ray Shulman, o pai também era músico e faziam muitos ensaios juntos, chegando inclusive a gravar um álbum, "Presentin Simon Dupree and the Big Sound" editado pela Capitol Records. A formação era: Derek nos vocais, Ray na guitarra, Phil no saxofone, além de Tony Ransley nas baterias e Pete O´Flaherty no baixo.

Pelo final de 1969, os Shulmans terminaram a Simon Dupree e lançaram seus olhares sobre o crescente fascínio do meio musical por uma música mais criativa, inteligente e complexa que viria a ser chamada de rock progressivo. Surgia então em 1970 o "Gentle Giant" junto com Martin Smith, Kerry Minnear, e Gary Green, para se tornar uma das maiores bandas no gênero. 

O novo grupo começou a fazer um som mais experimental e instigante, reservado à um seleto grupo músicos inovadores, tais como "Pink Floyd", "King Crimson", "Van der Graaf Generator", "Le Orme", "ELP", etc., e distinto da maioria do que se conhecia em termos de música. Dentre as características marcantes do grupo incluíam, vocais múltiplos e dessincronizados, (As estruturas internas criadas para cada uma das vozes, contribuíam separadamente, para a estrutura polifônica), rápidas mudanças de tempo, compassos de alta complexidade diversificados dentro duma mesma canção, melodias extensivamente elaboradas, e com harmonias frequentemente contrastando devido à dissonância. 

O vasto uso de instrumentos musicais não convencionais, como instrumentos medievais e renascentistas (Clavicórdio, Cravo, Alaúde, Harpa...) e até mesmo criados pelos próprios membros (como o "Shulberry", inventado por Derek Shulman), foi outro componente distintivo à maioria de sua época. Estruturas musicais contrapontísticas tipicamente associadas à música erudita clássica, como fugas e madrigais, e música erudita contemporânea atonal do começo do século XX.

Letras complexas, recheadas de conteúdo altamente conotativo, de difícil interpretação e compreensão, por vezes fantásticas, muitas delas fazendo referências a livros, como os do autor francês François Rabelais (escritor prestigiado por alguns membros da banda). Muitos críticos comparam a inovação do "Gentle Giant" para o rock progressivo com a que os "Beatles" representaram para o rock na década anterior.

"Gentle Giant" é conhecida como a banda de rock progressivo paradigmático, uma referência do segmento. Com uma musicalidade incomparável, eles foram tão longe como nunca ninguém o fez dentro do gênero no âmbito experimental, navegando sobre a música clássica de câmara, medieval, symphonic prog, jazz, rock e blues. A capacidade destes músicos multi-instrumentistas deu um caráter tão dinâmico à sua música, que estabeleceu parâmetros para várias gerações chegando até os dias de hoje. Eles exploraram moogs, Mellotrons e Fender Rhodes como poucos. Já para não falar de outros instrumentos como oboés, violinos, violoncelos, harpas, entre outros. A banda foi capaz de vivenciar a gloriosa década de 70, estabelecendo novos níveis ao rock progressivo de excelência com obras-primas como "Three Friends", "Octopus", "In A Glass House", "The Power And The Glory" e "Free Hand",  evoluindo o seu estilo ao longo dos anos e mantendo a qualidade como poucas bandas conseguiram fazer.  

Foi o único álbum da banda na lista da Billboard 200, ocupando o 48º lugar. Dentre os destaques, há criações da mais pura beleza e refinamento, como a introdução de “Funny Ways“, um dos maiores clássicos da banda e um trabalho simplesmente estupendo no arranjo de cordas, e a belíssima "Nothing At All". Boa audição!



Full Album


Gentle Giant
1970 Gentle Giant 
Universal Music Japan SHM-CD 2010
Catalog No. UICY-20126
Vertigo / Mercury / Universal Records
Ⓟ 1970 & 2010 © Mercury Records Ltd.
(UK) Universal International
A Universal Music Company
Made in Japan


Tracks Listing:

1. Giant (6:22)
2. Funny Ways (4:21)
3. Alucard (6:00)
4. Isn't It Quiet And Cold? (3:51)
5. Nothing At All (9:08)
6. Why Not (5:31)
7. The Queen (1:40)


Total Time: 36:57


Line-up / Musicians

- Gary Green / lead guitar, 12 string guitar
- Kerry Minnear / keyboard, some bass, cello, lead vocals, backing vocals, some tuned percussion
- Derek Shulman / lead vocals, backing vocals, some bass
- Phil Shulman / sax, trumpet, recorder, lead vocals, backing vocals
- Ray Shulman / most bass, violin, some guitar, percussion, backing vocals
- Martin Smith / drums, percussion




FLAC
hotfile.pt1 (201,20 MB)
hotfile.pt2 (195,50 MB)
ou
uloz.to.pt1- (198,62 MB)
uloz.to.pt2 - (73,30 MB)
ou
uploading.pt1 - (189,42 MB)
uploading.pt2 - (71,80 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
uploading - (109,41 MB)
ou
uloz.to - (114,73 MB)


Gentle Giant biography
Formed on the late 60's by the Shulmman brothers, Gentle Giant is known as the paradigmatic progressive rock band. With an uncomparable musicianship, they went as far as no one ever did into unexplored grounds in the progressive music, navigating over dissonant 20th-century classical chamber music, medieval vocal music, jazz and rock. The multi-instrumentation capabilities of the musicians gave such dynamic to their music, which set parameters to a whole coming generation up to these very days. They explored Moogs, Mellotrons and Fender Rhodes usage with such majesty! Not to mention other instruments like oboes, violins, cellos and horns among others.

06/06/2013

Pink Floyd - Household Objects In Paris (1970) The Godfatherecords 2013 SBD




The Amazing Pudding (23:12 min)

Em termos de desempenho e qualidade de som, este registro (French Radio Broadcast), como diriam os fãs e colecionadores, é um "must-have". As performances em Paris à exemplo de "Set The Controls For The Heart Of The Sun" e "Cymbaline" figuram entre versões mais eficazes, e atmosféricas de toda a turnê. Talvez não o melhor show da banda, (algo difícil ser categórico), mas sem dúvida interessante, tanto em performance quanto em nitidez. The Godfatherecords conseguiu lapidar o que já era bom e como de costume desenvolvendo um trabalho de arte nas capas bastante caprichado. 

Em 23 de janeiro de 1970 "The Amazing Pudding" - "Atom Heart Mother" como seria então conhecida algumas semanas depois, vive talvez seu momento de maior inspiração antes de atingir sua concepção definitiva, assim foi vista por crítica e público dentro do que pude ler a respeito, um grande destaque na época, e sem dúvida é impressionante a beleza deste desempenho. O excepcional trabalho de guitarra (em todo o show) de "Gilmour" e seus os vocais agudos, são de uma dramaticidade plástica irretocável. De fato, todas as canções se vêem num ótimo momento da banda, e em minha opinião outra faixa que consegue ser destaque pelo desempenho inspirado, e raras vezes ao vivo, é "Main Theme From More". E como 'sempre' "Richard Wright" genial, proporciona uma ambiência psicodélica surreal ao episódio. "Mason" e "Waters" não ficam atrás, a base de um equilíbrio que beira a perfeição. Brindando a isso com rara felicidade, provavelmente é a melhor gravação do período. Boa audição!


Afternoon [a.k.a. Bidind My Time]



Pink Floyd 
"Household Objects In Paris"
Théâtre des Champs-Elysées, 
Paris, France January 23, 1970
Label: The Godfatherecords ‎– G.R.867/868
Made in Europe - 10 Apr 2013

2 CD Trifold - Cardboard Sleeve
Source: Soundboard


CD 1
1. Daybreak pt.1 [a.k.a. Grantchester Meadows]
2. Work
3. Tea Time
4. Afternoon [a.k.a. Bidind My Time]
5. Doing It! [a.k.a. The Grand Vizier’s Garden Party (Entertainment)]
6. Sleep [a.k.a. Quicksilver]
7. Nightmare [a.k.a. Cymbaline]
8. A Saucerful Of Secrets


CD 2
1. Astronomy Domine
2. Green Is The Colour
3. Careful With That Axe, Eugene
4. The Violent Sequence
5. Main Theme From More
6. Set The Controls For The Heart Of The Sun
7. The Amazing Pudding [a.k.a. At om Heart Mother]




Main Theme From More

FLAC
mediafire.CD1.part1 - (079,98 MB)
mediafire.CD1.part2 - (135,81 MB)
mediafire.CD2.part1 - (141,32 MB)
mediafire.CD2.part2 - (125,01 MB)
Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 - (123,86 MB)
mediafire.CD2 - (149,77 MB)


Review:

Household Objects In Paris (The Godfatherecords G.R. 867/868)

Theatre des Champs-Elysées, Paris, France – January 23, 1970

The second release in a short time of the recently circulated tape source for The Pink Floyd’s incredible concert in Paris in January 1970, this time from the folks at Godfather Records. The first was The Man In Paris (Sigma 89), a very nice release that included a third disc that featured two songs in outstanding quality from a radio broadcast.

The main difference comes in the mastering of the show itself, Godfather chose not to increase the volume as much as Sigma so the background noise is not as bad nor are the mic bumps that occur sporadically such as the beginning of both discs as the taper was positioning his equipment. Case in point, take the beginning of the second disc as the band retakes the stage and begins the tune up for what would eventually be “Astronomy Domine”, the mic bumps sound quite jarring on the Sigma while hardly noticeable on Godfathers. They also elected not to increase the speed of the tape as much and filled in some small gaps with the original radio broadcast recording.

I was reading over the description of the show in Hodges and Priston’s superb Embryo: A Pink Floyd Chronology and found an interesting observation from a friend of the Floyd’s who was in attendance. He went on to say that when the band started “The Main Them From More” the audience had a very positive reaction, you can clearly hear it on this new recording.

Godfather also uses the original radio broadcast recording three times for this release, the first is at 11:48 – 11:56 during “A Saucerful Of Secrets” and the last two gaps are both in “Atom Heart Mother”, the first at 8:08 – 8:19 and at 23:33 – 23:45, the slices are excellent with the first two being hard to notice. Anyone who has heard the original tape knows that the volume does fluctuate slightly throughout the entire recording, from what I would guess it is the azimuth coordinator in all its glory. I like that Godfather chose to use the older radio source, it would have been extremely jarring to hear the excellent sounding broadcast tape mixed in.

The packaging is tri gate fold sleeve with pictures from early 1970; the center spread has liner notes written by Alex The Gnome. The photos and graphics are over tattered looking paper giving the feeling of unearthing some long lost document. For those who wish to obtain the show with an excellent quality release at a more affordable price this is certainly a viable opportunity to do so as Godfather has done an excellent job with this release. It’s not often Floyd collectors get such a wonderful treat to tantalize not only one’s ears but also one’s mind.

05/04/2013

Pink Floyd - Too Late... (The Montreux 40th Anniversary Series) HRV 036 - 2010



Too Late For Mind Expanding

O Festival de Montreux, rapidamente se converteu em um dos mais importantes do mundo, seu fundador, Claude Nobs (1936/2013), iniciou o evento com um orçamento de apenas 10 mil francos suíços (8 mil euros hoje), com o apoio dos irmãos Ahmet e Nesuhi Ertegun, da Atlantic Records de Nova York, descobridores de vários talentos musicais.

Inicialmente, era reservado exclusivamente a artistas do jazz, mas a partir dos anos 1970 foi abrindo suas portas a outros estilos e recebeu músicos consagrados como Frank Zappa, Deep Purple, e o "Pink Floyd".

Nobs foi imortalizado como "Funky Claude" na música "Smoke on the Water" da banda Deep Purple, que fala sobre um incêndio que queimou o cassino de Montreux durante o show de Frank Zappa, em 1971.

"Pink Floyd" por sua vez, cerca de um mês após o lançamento do seu quinto LP "Atom Heart Mother", fez dois shows no famoso "Casino Altes em Montreux". Ambos os concertos foram gravados pela EMI e seleções destes dois foram liberadas em acetatos promocionais. Porém, não foram destinados ao lançamento comercial, eles foram usados ​​como material promocional, terminando por adentrar círculos de colecionadores na década de oitenta, inclusive contendo uma entrevista em francês, (no post: Too Early For A Gig) com David Gilmour.

O show, que durou mais de duas horas, foi caracterizado na época como etéreo, dotado de sublimes arranjos musicais. Abaixo um vídeo que contêm a íntegra deste lendário espetáculo, justamente oriundo da gravação à qual este post se reserva. Ao invés de tentar descrever algo em respeito ao desempenho das canções, que como reportado nas manchetes da ocasião, "Pink Floyd" chegou muito perto da perfeição, seguramente sua audição por parte do amigo, é incomparável, e muito mais prazerosa alternativa.

Um exemplo do alinhamento perfeito entre desempenho e qualidade sonora, de um dos mais incríveis documentos do "Pink Floyd" de todos os tempos, onde se pode ouvir e conhecer daquilo que estavam realizando nesta brilhante e inspirada etapa na história da banda de forma límpida e cristalina. E este dos melhores registros do show. Boa audição!



2:13:54




Pink Floyd
The Montreux 40th Anniversary Series
Too Late For Mind Expanding (HRV CDR 036)
Montreux Casino, 21 Nov 70, Switzerland
Mastertape by Victor
Remastering by MOB (2010)
Produced by Harvested Records


Disc One
01. Astronomy Domine
02. Fat Old Sun
03. Cymbaline
04. Atom Heart Mother
05. Embryo

Disc Two
01. Green Is The Colour
02. Careful With That Axe, Eugene
03. Set The Controls For The Heart Of The Sun
04. A Saucerful Of Secrets
05. Just Another Twelve Bar
06. More Blues




Mp3 - 320 Kbps - 48 kHz
mediafire.CD1 - (140,12 MB)
mediafire.CD2 - (139,00 MB)
FLAC = CDs 1 & 2
uploading.CD1.part1 - (212,41 MB)
uploading.CD1.part2 - (176,40 MB)
uploading.CD2.part1 - (200,73 MB)
uploading.CD2part2 - (176,40 MB)
ou
4shared.CD1.part1 - (217,51 MB)
4shared.CD1.part2 - (180,68 MB)
4shared.CD2.part1 - (205,55 MB)
4shared.CD2.part2 - (180,67 MB)





It was 40 years ago today !

This new Harvested release provides the first of the two Montreux 1970 concerts in the most complete form and with the best possible quality. The main source was Victor's raw master transfer already shared last year. The ending part of Green Is The Colour and the following track Careful With That Axe Eugene, not present on Victor's master, were taken from "The Good" recorder that surfaced some years ago on "The Good... The Bad" RoIO ref. FA033.

Victor's raw transfer shared in November 2009 was first thought to be from the second concert, mainly because it matched "The Good... The Bad" RoIO that was labelled from 22Nov70. However, based on Victor's recollections of the two shows and some pictures from his reels, it now appears that the present show with the two "blues" encores is actually from 21Nov70 (this show ended late, forcing the band to finish with a quiet blues). The second concert was added at the last minute for the next afternoon at 2.30pm (Roger sarcastically said "good morning" to the audience) and at this second show the encore was Interstellar Overdrive. But that's for our next release... ;-)

Victor's master is a superb audience recording and a compilation cassette he did in the past from both concerts was copied by someone and ended up on the 1995 "Smoking Blues" bootleg ("Smoking Blues" is therefore at least 1st or 2nd gen, and even with that lineage some people thought it was from soundboard or from some EMI acetates that are most probably pure legend). Embryo, Just Another Twelve Bar and More Blues from "Smoking Blues" are from 21Nov70, but the versions presented here are upgrades, coming directly from the master and with an uncut More Blues (fading out on "Smoking Blues").

Despite its fantastic quality, Victor's master had some flaws that needed to be corrected. The speed was not consistent throughout the show: for some tracks, speed was absolutely perfect, while for others speed gradually slowed down (probably an "end of reel" effect during the play-back). Fat Old Sun, Atom Heart Mother and A Saucerful Of Secrets suffered from that slowing-down phenomenon and speed was corrected for these three songs. There were some channel loss and levels fluctuations, the most obvious being during the first verse of Fat Old Sun. These were repaired. There were also drop-outs here and there, especially during the first 2 minutes of Cymbaline (one drop-out every 862ms, thus 140 drop-outs were manually corrected one by one in order to fully restore these first minutes of Cymbaline). The right channel became slightly weaker during Set The Controls and A Saucerful Of Secrets, where more drop-outs were present on that channel. These flaws were attenuated as much as possible. Last but not least, there were several cuts on the master: the very first chord of Fat old Sun was missing and has been restored, a short cut during Mother Fore (AHM) was carefully patched, and the central part of Celestial Voices (ASOS) that was missing due to a tape flip, was restored from another show in order to save the continuity and progression to the climax of the song.

The end of Green Is The Colour, Careful With That Axe Eugene and the first 30 seconds of Set The Controls were taken from "The Good" source. A lot of work was needed in order to restore that part, because of abrupt speed fluctuations during Careful, and also because "The Good... The Bad" RoIO comes from a "tweaked" tape: the original audio capture is pure mono (there is absolutely no stereo separation between the instruments), but someone found funny to play with the faders during the analog transfer, introducing artificial panning in order to fake stereo effects (these tricks were clearly done during an analog mixing of the recording, not in the digital world). Speed was corrected segment by segment, and levels were carefully adjusted in order to restore the original music as it was on the master, i.e. in the centre of the stereo image, before the artificial panning ruining most parts of "The Good... The Bad".

So there you are. The 21Nov70 Montreux concert in all its glory !
This is a rare case where all the stars were aligned: we have the best audience recording from that era, and at the same time the Floyd performance was really magic that night. All five songs of CD1 were delivered with fire and passion (including the most powerful rendition of Funky Dung ever recorded). And on CD2, the first part of A Saucerful Of Secrets (Something Else) shows the Floyd sounding like King Crimson would sound three years later. Another highlight of CD2 is Just Another Twelve Bar: even if not too interesting from a musical point of view, this song is a true rarity in Pink Floyd live repertoire (even if it's mainly based on the bass riff from Biding My Time).

(Victor's 2009 transfer: 2 x Sennheiser MD-421 >
Uher 4200 reel recorded at 19 ips > Audio CD > EAC > FLAC
"The Good" recorder: unknown gen > Scotch Reel > DAT(0) > WAV@48Khz > Speed & Pitch Correction > FLAC@48Khz)

Enjoy !

MOB (November 21, 2010)
Harvested Records

05/12/2012

The Underground Set, 1970 - The Underground Set (Reissue 2012)


Underground In Blue


Set Underground (Idea Nuova) foi uma banda de heavy prog italiano formada em na década de 60. O idealizador, e também compositor durante a existência da banda, foi Gian Piero Reverberi, que também foi o produtor da conhecida banda "Le Orme".  Sob o apelido de "Ninety" neste registro, Reverbiri e os músicos do Idea, produziram este álbum já na década de 70.

O estilo da banda foi bastante típico muito semelhante ao modelo inglês na época. Órgão e guitarra bastante explorados com muita qualidade, e abundância de elementos do rock psicodélico espacial em todo o seu trabalho. O som era tão típico, que de fato, muitos acreditavam que a banda seria de origem inglesa, e também devido ao fato de que os dois álbuns foram pressionados com relativa freqüência em outros países europeus, onde obtiveram boa aceitação. O álbum em vinil é muito raro, e é considerado uma preciosidade para colecionadores de música prog. obscura. Boa audição!


Motor Road Underground




The Underground Set
(Reissue-2012)








The Underground Set, 1970
Style: Heavy prog / Proto Prog
Country: Italy


Songs / Tracks Listing

01. Arcipelago (03:18)
02. Emisfero (03:00)
03. Atollo (03:07)
04. Longitudine Est (02:10)
05. 36 Degrees Parallelo (02:02)
06. Samba Natalizia (03:11)
07. Underground In Blue (05:22)
08. Shake 26 (02:44)
09. Equatore (02:36)
10. 7 Degrees Meridiano (02:25)
11. Emisfero (03:42)

Bonus tracks:
12. Tanto Per Cambiare (A-side,1970) (03:38)
13. Motor Road Underground (A-side, 1970) (02:46)
14. Slaughter On The Motor Road (B-side, 1970) (04:12)
15. La Filibusta (B-side, 1970) (02:54)

Line-up / Musicians

Musicians from the band *Nuovo Idea:
"Ninety" (Gianfranco Reverberi) Compositions
Marco Zoccheddu : guitar, vocals
Antonello Gabelli : guitar, vocals
Ricky Belloni : guitar, vocals
Claudio Ghiglino : guitar, vocals
Giorgio Usai : keyboards, vocals
Henry Casagni : bass, flute, vocals
Paolo Siani : drums, vocals


La Filibusta

multiupload (107.27 MB / 320 Kbps)
mediafire (107.27 MB / 320 Kbps)


*Por razões contratuais, eles também lançaram alguns registros usando o nomes diferentes, neste caso: "The Underground Set"
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David Gilmour


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