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29/10/2017

Roger Waters deve trazer turnê "US + THEM" para o Brasil em 2018



Atualmente Roger Waters está promovendo a turnê do seu último disco "Is This The Life We Really Want?" nos EUA e Canadá até o final desse ano e já tem shows agendados para 2018 na Austrália, Nova Zelândia e mais 23 países europeus. E tudo indica o Brasil na agenda do músico.

Segundo site Metrópoles, os empresários de Waters teriam feito uma pré-reserva do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, para datas entre os dias 6 e 21 de outubro de 2018. Também fontes ligadas ao iBahia, indicam negociação entre os agentes do artista com a direção da Arena Fonte Nova.

A Secretaria de Turismo do Distrito Federal confirmou a reserva das datas e informou que na próxima semana está agendada uma reunião com os empresários nacionais responsáveis pela turnê de Roger Waters: “Shows desse porte exigem uma complexidade maior nas negociações. Felizmente, conseguimos, ao longo deste ano, programar esses eventos", comentou o secretário Jaime Recena ao site Metrópoles.

Procurado pelo iBahia, o diretor comercial da Arena Fonte Nova, Alexandre Gonzaga, confirmou que há negociação com dois grandes artistas internacionais. "Ainda está em andamento. Não temos nada fechado", afirmou. Alexandre explicou que anunciaria em breve.


Caso confirmado, os shows deverão acontecer no segundo semestre, quando Roger deve desembarcar com a turnê do disco 'Is This The Life We Really Want' no Brasil.  

Além das músicas do novo disco, Roger traz no repertório, claro, clássicos que marcaram sua carreira à frente do Pink Floyd, entre eles sucessos dos discos 'The Dark Side Of The Moon', 'The Wall', 'Animals' e 'Wish You Were Here'.




30/07/2017

Roger Waters: novo álbum resgata um pouco da magia do Pink Floyd (Resenha - CBN)




Fabricio Carareto* – especial para o Combate Rock

Começo metendo a mão em um vespeiro: pode dizer o que quiserem, mas Roger Waters é o herdeiro legítimo do legado Pink Floyd. Ponto final. “Is this the Life We Really Want?” (2017) é prova disto. 
 
O novo álbum mistura “Animals” (1977) com pitadas de “The Final Cut” (1983) – se bem que esse último já é quase um solo de Waters dentro do Pink Floyd. 

Os temas envolvendo política, crítica social e religião são o que o de melhor Waters faz e já fazia nos tempos de Floyd. É só comparar esse trabalho com outros os outros três de inéditas lançados pelos seus ex-companheiros David Gilmour, Nick Mason e Richard Wright sob a marca Pink Floyd: “A Momentary Lapse of Reason” (1987), “The Division Bell” (1994) e “The Endless River” (2015). “Division”, sem dúvida, é o melhor dos três, mas longe de ser comparado musicalmente e liricamente ao Floyd que brilhou nos anos 70. 

Primeira pergunta a se fazer sobre “Is this the Life”: por que Waters ficou tanto tempo sem lançar nada inédito? As músicas são inspiradas, as letras idem, com o velho e bom Roger de volta à antiga forma. E com a mira apontada para a mente e o coração de Donald Trump.

 “When We Were Young” é uma introdução de um minuto e meio, nem dá para ser considerada uma música propriamente – lembra “On the Run”, do “Dark Side of the Moon” (1973). 

A segunda canção é “Déjà Vu”, com uma bela melodia e bons arranjos. Aqui Waters já expõe a crítica religiosa – “If I had been God/With my staff and my rod/If I had been given the nod/I believe I could have done a better job” – e social – “The temple’s in ruins/The bankers get fat/The buffalo’s gone/And the mountain top’s flat/The trout in the streams are all hermaphrodites/You lean to the left but you walk to the right”. (“Se eu tivesse sido Deus/Com a minha equipe e minha vara/Se tivessem me dado a chance/Eu acredito que poderia ter feito um trabalho melhor” – e social – “O templo está em ruínas/Os banqueiros estão gordos/Os búfalos se foram/E os topos das montanhas são planos/A truta nas correntes são todas hermafroditas/Você tende para a esquerda, mas anda para a direita”). A voz de Waters, já envelhecida, não perde o brilho. 

Em seguida, “The Last Refugee”, canção sensível que toca em outro tema caro a Waters: a questão dos refugiados. Nos últimos anos, ele se tornou uma das vozes mais potentes em favor da questão palestina. 

Não é surpresa então sua posição pró-refugiados. Em “The Last Refugee”, Waters destila sua crítica com delicadeza e poesia, lembrando inclusive a imagem comovente de um menino sírio que foi encontrado morto em uma praia da Turquia em 2015 – “And search the horizon/And you’ll find my child/Down by the shore/Digging around for a chain or a boné/Searching the sand for a relic washed up by the sea” (“E procure no horizonte/E você encontrará minha criança/Pela praia/Cavando em busca de uma corrente ou um osso/Procurando na areia por uma relíquia levada pelo mar”). Mas incomoda um pouco o que parece ser uma bateria eletrônica marcando o compasso. Uma sensação que, infelizmente, surge em outras músicas. 

“Picture That” é quase um clone de “Sheep”, música de “Animals” (1977). Tanto na sonoridade quanto na crítica social. Waters puxa o gatilho e dispara para todo lado: “Picture a courthouse with no fucking laws/Picture a cathouse with no fucking whores/Picture a shithouse with no fucking drains/Picture a leader with no fucking brains” ( “Imagine um tribunal sem leis de merda/Imagine uma igreja sem uma prostituta/Imagine um líder sem uma merda de cérebro”.). Musicalmente, muda um pouco o astral que corria melancólico no álbum. 

Voz e violão para “Broken Bones”, outra uma bela canção. Mas não se engane com a melodia assobiável e os celos: Waters não quer falar de romance neste álbum. A música poderia tranquilamente estar em “The Final Cut”, álbum que esculhamba os líderes da Guerra Fria da década de 80: “When World War II was over/Though the slate was never wiped clean/We could have picked over them broken bones/We could have been free/But we chose to adhere to abundance/We chose the American Dream” (“Quando a Segunda Guerra Mundial acabou/Nós poderíamos ter sido livres/Mas nós escolhemos aderir à abundância/Nós escolhemos o sonho americano”). 

E por falar em American Dream… a cereja do bolo é a música que dá título ao álbum “Is this the Life We Really Want?”. Ela começa com um discurso do mais novo inimigo número um de Waters, Donald Trump. O som cadenciado vai crescendo para que o ex-Pink Floyd dispare novamente contra tudo e contra todos, em um ataque à sociedade movida pelo medo, pela falsa sensação de democracia e com menção direta ao atual presidente dos EUA: “And every time a nincompoop becomes the president” (“E cada vez que um idiota se torna o presidente”). Destaque à hilária e perspicaz comparação do ser humano com as formigas: ao mesmo tempo em que estamos presos às realidades virtuais dos realities show na TV, permanecemos indiferentes e silenciosos à miséria dos outros. Um soco na boca do estômago.  

“A Bird in a Gale” é a música mais pesada do álbum. A distorção, aliada aos ecos e à voz gritada de Waters, relembra ainda que vagamente trechos de “Dogs”, também do “Animals” (1977). “The Most Beautiful Girl” volta mais com a linha balada, mas sem romantismo na letra. Músicas ok.  

 “Smell the Roses” tem sonoridade muito semelhante a “Have a Cigar”, do “Wish You Were Here” (1975). Aqui, o tema é também o terrorismo: “This is the room where they make the explosives/Where they put your name on the bomb/Here’s where they bury the buts and the ifs/And scratch out words like right and wrong” (“Este é o quarto onde eles fazem os explosivos/Onde eles colocam seu nome na bomba/Aqui é onde eles enterram os ‘poréns’ e os ‘e se’/E rabiscam palavras como certo e errado”). Outra boa canção, com um raro solo – ainda por cima tímido – de guitarra.  

As três últimas canções – “Wait for Her”, “Oceans Apart” e “Part of Me Died” – são, na verdade, uma só. Novamente Waters investe num tom mais intimista para detonar a indiferença, a cobiça e a belicosidade humanas.  

Waters usa “Is this the life” como um panfleto da sua mensagem política e sua ideologia. Com isso, apesar das belas melodias, o álbum às vezes sofre com a ausência de uma sonoridade um pouco mais profunda em alguns pontos. Faltam guitarras e solos mais vigorosos, que certamente deixariam o álbum melhor. E irrita aquela sensação de que Waters optou por uma bateria eletrônica em várias canções – como na já citada “The Last Refugee”.  

De resto, um excelente álbum que vale ser ouvido e absorvido na íntegra. O Pink Floyd, aquele velho Pink Floyd, ainda pulsa com Roger Waters.  

* Fabricio Carareto é jornalista da CBN Grandes Lagos, de São José do Rio Preto (SP) e guitarrista nas horas vagas.

20/07/2017

Roger Waters, novo clipe: "Wait For Her"




Roger Waters divulgou nesta quarta-feira (19) o clipe inédito para a faixa "Wait For Her"

A música faz parte do disco mais recente "Is This The Life We Really Want?", e intercala cenas de Waters e sua banda em estúdio com uma dançarina de Flamenco, se preparando para uma apresentação. A personagem é interpretada por Azzura, atriz que já havia participado do clipe anterior "The Last Refugee”.

O diretor criativo do clipe, em entrevista à Rolling Stone norte-americana, explica que o vídeo "é um tipo de continuação e, ao mesmo tempo, um prelúdio". “Eles são peças complementares, mas que não precisam habitar um tempo linear. Ambos foram intencionalmente criados dessa maneira para deixar espaço para interpretações diferentes".

17/07/2017

Roger Waters fala da música que tem voz de Donald Trump (Fantástico-Globo) entrevista



O Fantástico entrevista Roger Water sobre seu novo álbum: "Is This the Life We Really Want?" Veja entrevista exclusiva (vídeo acima).

Se tivesse feito só a música "Another Brick in the Wall", o inglês Roger Waters já seria imortal na história do rock. Mas ele foi muito além. Ao lado dos companheiros do Pink Floyd, fez rock como nunca se tinha visto antes e como nunca se viu depois. Na década de 1980, Waters e a banda se separaram. Ele seguiu carreira solo, mas já fazia 25 anos que não lançava disco nenhum. 

Em Nova York, o Fantástico conversou com Roger Waters. Entre outras coisas, ele lembrou que passou os últimos anos tocando músicas do Pink Floyd e contou que, no meio da última turnê, compôs uma canção. Uma das músicas novas começa com a voz de Donald Trump. São trechos de uma entrevista coletiva, quando o presidente americano definiu o governo dele como uma "máquina bem ajustada". 

21/06/2017

Novo álbum de Roger Waters bloqueado na Itália por causa da capa


Is This The Life We Really Want? foi bloqueado por um tribunal italiano


O novo álbum de Roger Waters, Is This The Life We Really Want?, foi bloqueado em Itália.

O Tribunal de Milão suspendeu todas as vendas do disco, tanto físicas como digitais, devido a uma possível violação de direitos de autor.

Em causa está a própria capa de Is This The Life We Really Want?, que tem bastantes semelhanças com a arte de Emilio Isgrò, um artista italiano que, graças à linguagem artística de "apagar", é considerado um dos nomes mais importantes no campo da arte conceitual, e que já acusou Waters de plágio. 

A suspensão decretada pelo tribunal será desafiada pela Columbia/Sony, a editora do músico, numa audiência especial marcada para o próximo dia 27.


Emilio Isgrò



05/06/2017

Roger Waters lança o álbum 'Is This the Life We Really Want?' (confira faixas inéditas)




Após 25 anos, Roger Waters lança álbum e diz temer 3ª Guerra Mundial 



De Nova York
Marcos Augusto Gonçalves, repórter da “Folha de S. Paulo”


"Is This the Life We Really Want?" (essa é a vida que realmente queremos?) chegou ao público na sexta (2/6), com 12 faixas escritas pelo lendário líder do Pink Floyd, a banda britânica que apareceu em Londres em 1965, gravou seu primeiro álbum em 1967 e estourou para a posteridade nos anos 1970 com sucessos como "The Dark Side of the Moon" (1973) e "The Wall" (1979).

"Minhas obsessões realmente nunca mudaram. Eu ainda sou impelido pela necessidade de me conectar com os outros e por um desejo de ir mais fundo no meu próprio coração para me sentir melhor comigo mesmo, me aproximando e me identificando com a situação de outras pessoas", disse Waters, 73, em Nova York, numa conversa com a Folha e outras três publicações internacionais.

De certo modo "conceitual", com o propósito de interagir com temas ligados à política e à vida contemporânea, o disco se parece mais com o Waters do Pink Floyd do que com suas posteriores investidas em carreira solo.

Mas, apesar de ser conhecido como um arquiteto perfeccionista e onipresente de suas produções, desta vez entregou a concepção musical para Nigel Godrich, produtor do Radiohead, que faz parte do projeto Atoms for Peace, banda que reúne Tom Yorke, Flea (do Red Hot Chili Peppers), o baterista Joey Waronker (Beck e R.E.M.) e o percussionista brasileiro Mauro Refosco (do Forró in the Dark).

Acostumado a "estar no controle de tudo", Waters percebeu que se fosse desempenhar esse papel ao lado de Godrich o disco não sairia. Entendeu que era preciso se recolher e deixar o produtor trabalhar. Diz que foi difícil, mas gostou do resultado.

Waters vê no álbum e na turnê "Us + Them" –que estrearia na sexta passada (26) nos EUA, em Kansas City– uma nova oportunidade de colocar seu talento a serviço de causas que o afligem, como tem feito desde sempre.

Inquieto com a política internacional, ele declara que está apreensivo com os desdobramentos de situações como a eleição do presidente Donald Trump e conflitos como a guerra civil da Síria.

"Estou realmente preocupado com a Terceira Guerra Mundial", diz. "Ninguém sabe nada do que está acontecendo agora, porque todo mundo está mentindo sobre tudo. Essa é uma das coisas que realmente me assustam: a normalização do relato intencional de inverdades. Os políticos inventam o que quer que seja para defender seus propósitos."

TRUMP

Roger Waters encontrou na eleição de Donald Trump um prato-feito para ancorar seu engajamento musical.

Contestar o presidente americano, diz o músico, foi uma das suas motivações para a turnê "Us + Them" –na qual apresenta quatro canções do novo álbum, deixando a maior parte para antigos sucessos do Pink Floyd. Por ora, há shows agendados nos EUA e no Canadá.

É o caso de "Pigs (Three Different Ones)", faixa de "Animals" (1977) que serve de mote para ridicularizar o republicano. Trump aparece nos telões pintado em cores à moda de Andy Warhol, com batom nos lábios, seios, capuz da Ku Klux Klan, com cabeça de porco e sem calças, deixando à vista um pênis minúsculo.

Ao mesmo tempo, surge um porco voador gigante, controlado por um drone, com uma imagem do presidente com cifrões nos olhos e uma inscrição: "cofrinho de guerra".

"Esse é o cara que disse a todos que iria salvar seus empregos e tornar a América grande novamente e tudo o mais, mas está roubando dinheiro do eleitorado tão rápido quanto pode. É isso que você realmente quer?", ataca Waters.

Mas até que ponto esse tipo de aproveitamento político, de certo modo fácil, que contamina muitas produções da cultura contemporânea, tem alguma efetividade? Até que ponto pode alterar alguma coisa e não ser apenas a reiteração de visões já sedimentadas e codificadas?

Waters não se abala muito com o questionamento. "Nunca se sabe quão eficaz é qualquer coisa. Tudo o que podemos fazer é olhar para as evidências que nos rodeiam... E tentar descobrir o que está acontecendo", diz.

Ele acredita que "algumas pessoas estão interessadas em sentimentos e pensamentos, e outras não", mas que há uma massa de gente pronta a ouvir o que ele tem a dizer sobre questões filosóficas ou "a natureza transcendental do amor".

"Obviamente", argumenta Waters, "é uma comunidade menor; não é nada comparável ao número de pessoas que ouvem um 'stream' do Drake", diz, referindo-se ao rapper canadense, recordista em audiência na plataforma Spotify, com cerca de 4,7 bilhões de audições no ano passado, e o primeiro a ter uma única canção ("One Dance") ouvida mais de 1 bilhão de vezes. "Eu não vou sentar para ouvir. É totalmente vazio, não é sobre nada", critica.

O caso de Waters contra Trump começou no ano passado. Em um show no México o músico já havia apresentado "Pigs" com imagens depreciativas do então candidato no telão.
E aproveitou a canção "Another Brick in the Wall (Part 2)" para atacar a famigerada proposta de construção de um muro na fronteira daquele país com os EUA. Ele usou a ocasião para repetir a frase que ficou famosa entre os mexicanos: "Trump, eres un pendejo" (Trump, você é um idiota).

"O caminho para se tornar mais feliz é ser mais social e mais civilizado, e não menos social e menos civilizado", diz Waters, que também viu uma oportunidade de promover suas ideias e seu lançamento nos protestos contra o presidente Michel Temer, no Brasil.

Ele postou há poucos dias uma imagem da capa do novo disco fundida com uma foto de Temer e os dizeres "Brasil, é essa vida que vocês realmente querem?" ­–uma alusão ao título do novo trabalho.


19/05/2017

Roger Waters divulga a inédita “The Last Refugee” com videoclipe, confira



"The Last Refugee"

Lie with me now
Under lemon tree skies
Show me the shy, slow smile you keep hidden by warm brown eyes

Catch the sweet hover of lips just barely apart
And wonder at loves sweet ache
And the wild beat of my heart

Oh, rhapsody tearing me apart

And I dreamed I was saying goodbye to my child
She was taking a last look at the sea
Wading through dreams, up to our knees in warm ocean swells
While bathing belles, soft beneath
Hard bitten shells punch their iPhones
Erasing the numbers of radon done lovers

And search the horizon
And you'll find my child
Down by the shore
Digging a mound for a chain or a bone
Searching the sand for a relic washed up by the sea

The last refugee



Roger Waters continua a promoção de seu futuro álbum solo "Is This The Life We Really Want?" mostrando a faixa inédita "The Last Refugee". Na última sexta-feira (19), publicou o videoclipe através de seu canal oficial do Youtube. A canção ganhou um belo clipe que mescla dança e sensibilidade. Confira acima.

"The Last Refugee" mostra todas as emoções que uma mulher deslocada de sua terra natal em condições miseráveis pode sentir. Começando em uma casa abandonada, um fogareiro aceso e um colchão improvisado entre folhas de papelão surradas, ela dança usando uma parka longa  maltrapilha, imaginando-se num cenário de teatro onde ela dança com trajes refinados, talvez um flashback de sua vida anterior ou um sonho futuro. À medida que a canção avança, ela aparece na praia vestindo um hijab tradicionalmente usado por mulheres muçulmanas, e em alusão a boneca de pano que carrega consigo,  a  memória de uma filha brincando na areia, levando a um clímax emocional.

O músico assina com Sean Evans a direção do belo curta-metragem, seu colaborador que anteriormente também co-dirigiu o documentário 'Roger Waters The Wall (2014)'. O vídeo é divulgado duas semanas antes do lançamento do último álbum de Waters - e o primeiro lançamento em 25 anos, produzido por Nigel Godrich (Radiohead), e anunciando o LP como um "comentário inflexível sobre o mundo moderno e tempos incertos".

Além do videoclipe de “The Last Refugee”, recentemente Waters lançou as músicas “Deja-Vu” e “Smell Like Roses”, faixas que irão compor o disco solo ‘Is This The Life We Really Want”, previsto para sair no dia 2 de junho.

08/05/2017

Roger Waters divulga linda balada "Déjà Vu"


“Comentários sobre o mundo moderno e estes tempos incertos” Roger Waters

A menos de um mês de lançar o primeiro disco de rock em 25 anos, 'Is This the Life We Really Want?', Roger Waters revelou mais uma música nova, a belíssima “Déjà Vu”, que inicialmente é dirigida por uma guitarra acústica acompanhada por um piano e mais tarde desenvolve-se em volta de um arranjo orquestral.

“Déjà Vu” traz uma temática familiar do passado do Pink Floyd, desde a sutil batida de Dark Side of the Moon sob as cordas até às gravações de guerra no estilo musique concrete. A faixa também lembra a era final de Waters com o Pink Floyd, com baladas como “The Final Cut” e “Fletcher Memorial Home”. (Rolling Stone)

“Déjà Vu” é a segunda canção que Waters apresenta, após trazer a tona o primeiro single de seu próximo disco “Smell the Roses”. Durante a publicação, o músico disse para os fãs assistirem ao “The Late Show with Stephen Colbert” que a nova música seria tocada ao vivo.

Confira abaixo a canção:


If I had been God
I would have rearranged the veins in the face to make them more resistant to alcohol and less prone to ageing
If I had been God
I would have sired many sons and I would not have suffered the Romans to kill even one of them
If I had been God
With my staff and my rod
If I had been given the nod
I believe I could have done a better job

If I were a drone
Patrolling foreign skies
With my electronic eyes for guidance
And the element of surprise
I would be afraid to find someone home
Maybe a woman at a stove
Baking bread, making rice, or just boiling down some bones
If I were a drone

The temple's in ruins
The bankers get fat
The buffalo's gone
And the mountain top's flat
The trout in the streams are all hermaphrodites
You lean to the left but you walk to the right

And it feels like déjà vu
The sun goes down and I'm still missing you
Counting the cost of love that got lost
And under my Gulf Stream, in circular balls
There's ninety-nine cents worth of drunkards and fools


Tune in to The Late Show with Stephen Colbert on CBS tonight to see Roger performing “Déjà Vu”, from his new album 'Is This the Life We Really Want?', available June 2. http://smarturl.it/RogerWaters

O novo trabalho contém 12 faixas e está com data de lançamento marcada para o dia 2 de junho, mas você já pode garantir a pré-venda aqui.

07/04/2017

Roger Waters divulga mais um teaser de seu novo álbum




Roger Waters divulgou em seu canal no YouTube nesta sexta-feira dia 07, outro teaser referente ao seu próximo disco de estúdio, “Is This the Life We Really Want?”. Ele já anunciou anteriormente que o álbum terá lançamento oficial no dia 19 de maio.

O trecho têm 25 segundos, e mostra Waters em seu estúdio, gravando e escrevendo as novas músicas. Este é o quarto teaser divulgado, outra pitada para aguçar nossa curiosidade.

23/03/2017

Roger Waters divulga outro trecho de seu novo álbum




Roger Waters divulgou nessa quarta-feira (22), mais um teaser do seu novo álbum, “Is This the Life We Really Want?”, deixando os fãs ainda mais ansiosos pelo seu próximo trabalho.

No vídeo, o cantor aparece sozinho num estúdio de gravação tocando seu violão uma balada, que deve ser uma das faixas presentes no disco, com lançamento marcado para o dia 19 de maio.

O músico também se prepara para iniciar a turnê “Us + Them North American Tour”, que além dos sucessos da carreira solo, terá em seu setlist vários hits do Pink Floyd.

17/02/2017

Roger Waters divulga prévia e título de novo álbum


Roger Waters


Nesta quinta-feira (16), Roger Waters publicou, em suas redes sociais, um vídeo com uma pequena prévia de seu mais novo álbum de rock. O nome, “Is This the Life We Really Want?”, também foi divulgado pela primeira vez. 

Este será o primeiro trabalho de rock do músico em longos 25 anos, quando lançou o álbum “Amused To Death”, em 1992.

No vídeo, é possível ouvir o instrumental de uma música junto com algumas frases em um documento que, aos poucos, e censurado com tinta preta.

Vale lembrar que o disco foi produzido por Nigel Godrich, constante colaborador do Radiohead, e que recentemente o músico disponibilizou um pequeno trecho de uma das músicas do trabalho.

Assista ao teaser de “Is This the Life We Really Want?”, de Roger Waters:




The new album from Roger Waters, "Is This The Life We Really Want?” coming soon.

Tickets for the Us + Them North American Tour on sale now. http://rogerwaters.com

O novo trabalho de Waters ainda não tem uma data específica para a estreia, possivelmente ainda neste primeiro semestre, e o vídeo termina com um esperançoso ‘Coming soon’.
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David Gilmour


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