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22/06/2022

Novo livro do Pink Floyd documenta a turnê Animals


Novo livro com foco no álbum e turnê 'Animals' do Pink Floyd será publicado em agosto.

De acordo com o Louder Sound (confira a íntegra abaixo), um novo livro do Pink Floyd, documentando a turnê de 1977 na época que a banda promovia o álbum Animals, será lançado ainda em 2022.

A obra será intitulada Pink Floyd – The Animals Tour – A Visual History e virá assinada por Glenn Povey, que já publicou diversos livros sobre a banda, incluindo The Complete Pink Floyd (2015) e Pink Floyd (1977). O título chega pela editora Apples And Oranges Publishing e está previsto para ser distribuído a partir do dia 1º de agosto.

“Animals sempre teve um lugar especial no coração dos fãs do Floyd”, disse o autor ao portal Prog. “Possivelmente porque era a antítese de tudo o que veio antes dele. Um disco de hard rock, quase punk rock. Um álbum que sem dúvida tem alguns dos melhores trabalhos de guitarra de [David] Gilmour e as letras mais afiadas de [Roger] Waters”. Ele complementa:

Escrevi este livro com a intenção de ser um volume complementar ao prometido lançamento da edição do 45º aniversário do álbum e vasculhei meu arquivo montanhoso junto com o material recém-pesquisado e produzi um livro abrangente do período que espero ser uma adição valiosa à estante dos fãs mais exigentes do Floyd.




A brand new Pink Floyd book documenting the band's 1977 tour for their tenth album, Animals, is to be published later this year.

Pink Floyd – The Animals Tour – A Visual History by Glenn Povey will be published by Apples And Oranges Publishing on Auust 1. It's noted Floyd author Povey's second book on the band to be announced within a week. Pink Floyd In North America 1966-1983, which looks at how the band fared over in the USA, will be published by Wymer Publishing on September 23.

"Animals has always held a special place in the hearts of Floyd fans,"" Povey tells Prog. "Possibly because it was the antithesis of all that had come before it. A hard rock - almost punk rock - Floyd album. An album that arguably has some of Gilmour's finest guitar work and Waters' most pointed lyrics.

"The shows that supported the album are legend - spectacular theatrical presentations that, much to the band's chagrin, were never captured on film for posterity. Audience recordings from those shows are among the most cherished in fans' collections and represent some of the best-recorded bootlegs of any era. So, the release of a 5.1 box set this year with the possibility, finally, of a professionally mixed live performance that has been dangled under the noses of fans for years was tantalising, to say the least.

"I wrote this book with the intention of it being a complementary volume to the promised release of the 45th-anniversary edition of the album and trawled through my mountainous archive and together with newly researched material produced a comprehensive book of the period which I hope will be a worthwhile addition to the discerning Floyd fans bookcase."

The spectacular tour, which took place during the first half of 1977, ended with band members personal issues, ultimately led to inter-band rifts and Roger Waters’ increasing intolerance of and disdain towards the adulation of the fans, culminating in the incident at the final show of the tour in Montreal of Waters spitting at a fan, which became the lynchpin of his vision of isolation and madness that eventually led to the creation of The Wall two years later.




05/03/2020

Ummagumma The Brazilian Pink Floyd – Turnê The Essential Floyd 2020





O Ummagumma realiza na atual turnê apresentações com foco nos quatro álbuns que apresentam a essência do Pink Floyd: Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979). A fase setentista traz um equilíbrio na potência criativa e instrumental compartilhada por David Gilmour, Nick Mason, Richard Wright e Roger Waters em clássicos como Time, Shine on You Crazy Diamond, Pigs e Comfortably Numb. O show ainda passa pela fase inicial com Syd Barrett, além de temas dos discos Meddle, More, Obscured by Clouds e Division Bell.

Esse foco na potência do quarteto também passa pelo próprio momento do Ummagumma, que vem trabalhando a essência floydiana a partir do núcleo formado por Bruno Morais (guitarra e voz), Felipe Batiston (teclado e voz), Wayne (baixo e voz) e Otávio Pieve (bateria). “A gente está num momento de entrosamento único dos músicos, uma banda muito coesa, com som muito forte, atingindo cada vez mais a potência da simplicidade floydiana, onde o som fica cada vez mais apurado”, afirma Morais, band-leader e fundador do tributo. O espetáculo, no entanto, ainda se constrói com projeções, luzes, backing vocals e saxofone, criando a ambiência sonora e visual própria do grupo inglês e aguardada por seus fãs – exigência que o Ummagumma não costuma decepcionar, conhecido por seus grandiosos e catárticos espetáculos.


Trajetória
O Ummagumma faz referência em seu nome a um dos álbuns mais experimentais do grupo inglês, lançado em 1969. Em 2012, com 10 anos de sucesso do projeto, tornaram-se The Brazilian Pink Floyd. Mas o reconhecimento da alcunha original em todo o país já era tal que tiveram que mantê-lo em destaque: Ummagumma – The Brazilian Pink Floyd.

Realizada sob forte impacto da primeira vinda de um floydiano ao Brasil, já se vão 17 anos da estreia do Ummagumma, em show no Centro Cultural Milton Nascimento, em Três Pontas (MG), terra natal do grupo. Do primeiro show – mas desde o início com a proposta de um espetáculo de experiência intensa para o público -, o projeto chegou a turnês e shows grandiosos, como “Where We Start”, que homenageou as carreiras solo de Gilmour e Waters e teve como convidada a americana Lorelei McBroom, ex-backing vocal do grupo inglês. Em apresentações que conquistaram plateias de norte a sul do país, o tributo sempre buscou perfeccionismo e atenção a diferentes momentos da carreira do Pink Floyd, como na turnê You Gotta be Crazy de 2017 (celebrando os 40 anos do Álbum Animals, de 1977). O grupo ainda realiza em sua terra natal o Ummagumma Classic Rock Festival, que este ano chega à terceira edição, na qual também celebrará as quatro décadas de The Wall, em festival com bandas convidadas de diversas partes do país.

Os shows do Ummagumma trazem uma natural capacidade de agregação em torno do culto ao Pink Floyd: não é incomum ver avós, pais e filhos juntos numa mesma apresentação, unindo desde a geração que acompanhou o lançamento de vinis à época até os mais jovens que tomam conhecimento via plataformas digitais. A atual turnê, The Essential Floyd, contempla neste sentido todos os públicos, em performances de clássicos a temas menos conhecidos, como “Childhood´s End”, do disco “Obscured by Clouds” (1972).



UMMAGUMMA THE BRAZILIAN PINK FLOYD ATRAVÉS DOS ANOS
2002 – Estreia no Centro Cultural Milton Nascimento, em Três Pontas (MG)
Tour de estreia: Is There Anybody Out There?
2004 – Show no Minascentro em Belo Horizonte (MG)
2007 – Shows no Chevrolet Hall (BH) e Canecão (Rio de Janeiro)
2015 – Tour Sul – Porto Alegre, Novo Hamburgo e Pelotas
Tour Nordeste: Natal (RN) e Recife (PE)
2016 – Shows no Sesc Palladium (BH) com participação de Lorelei McBroom
2016 – Tour Where We Start (homenagem às carreiras solo de Gilmour e Waters)
2017 – 1º Ummagumma Classic Rock Festival (Três Pontas-MG)
Shows no Metropolitan (RJ) e Credicard Hall (SP) com Lorelei McBroom
2017 – Tour You Gotta Be Crazy (Aniversário de 40 anos do álbum Animals)
2018 – 2º Ummagumma Classic Rock Festival (Três Pontas-MG)
Shows em Natal (RN) e Recife (PE) com Lorelei Nordeste
2018/2019 – Tour Though The Years
2019 – Tour The Essential Floyd
3º Ummagumma Classic Rock Festival (Três Pontas-MG)

Este ano já estão confirmadas apresentações: 

28/03/2020 - Grande Teatro Cemig - Palácio das Artes - Belo Horizonte.
20 e 27/06/2020 - Teatro João Caetano - Rio de Janeiro




04/03/2020

Genesis anuncia turnê no Reino Unido




Segundo o jornal inglês "The Sun", os músicos Phil Collins, Tony Banks e Mike Rutherford se reunirão este ano para uma turnê com o grupo Genesis em várias arenas no Reino Unido, nos meses de novembro e dezembro. Eles não se apresentam juntos desde 2007, quando a banda completou 40 anos. O anúncio, segundo o jornal, será feito esta quarta-feira no programa do café da manhã da BBC Radio 2 britânica. (vídeo acima).

Há algum tempo os integrantes sugeriam que essa volta poderia ocorrer. Ontem, no Instagram da banda, foi posta uma foto com a legenda "e então havia três". Não é prevista a participação dos antigos membros, o vocalista Peter Gabriel e o guitarrista Steve Hackett.

Genesis' big three will re-unite for a huge 2020 tour. Picture: Darryl James/Getty Images

Um dos grupos de rock mais famosos do mundo, ícone do rock progressivo que mais tarde se rendeu com muito sucesso ao pop, o Genesis vendeu mais de 100 milhões de discos em desde o lançamento do álbum de estreia "From Genesis to Revelation", de 1969. Seu último disco álbum de estúdio, "Calling all stations", foi lançado em 1997.

Em 2018, quando veio ao Brasil para shows de sua estelar carreira solo, Phil Collins disse ao GLOBO que se o Genesis voltasse, teria que ser com o seu filho Nicholas como baterista, já que ele não pode mais tocar o instrumento devido a problemas na coluna. No vídeo abaixo os músicos saindo da emissora


17/07/2019

Roger Waters lança trailer da turnê Us + Them




A impressionante turnê Us + Them do Roger Waters chegará aos cinemas do todo o mundo no próximo semestre, em outubro.

"Todo o amor que está aqui precisa se espalhar pelo resto deste planeta frágil", diz Waters. 

O lendário músico co-dirigiu o filme ao lado de Sean Evans, com quem ele colaborou anteriormente em 2014 no The Wall.

"Estou tão ansioso para o lançamento do filme em outubro", disse Waters em um comunicado.

"Us + Them não é algo normal do rock & roll, alguns na plateia podem 'yee haaaa !!!' O que é bom, mas muitos vão chorar. Isso é o que eu espero. Us + Them é um chamado à ação. O Homo Sapiens está em uma encruzilhada: podemos unir nosso amor, desenvolver nossa capacidade de simpatizar com os outros e agir coletivamente pelo bem de nosso planeta, ou podemos permanecer "confortavelmente entorpecidos" e continuar, como cegos em nossa própria vida em direção à extinção. Us + Them é um voto de amor e vida." 

10/07/2019

Roger Waters anuncia lançamento do filme da turnê Us + Them em outubro



A turnê Us + Them, de Roger Waters, virou filme e ganhou duas datas para exibição mundial. Após passar pelo Brasil, o show ganhará um formato para as telas e será apresentado nas salas de cinema em 2 e 6 de outubro. O filme é assinado por Sean Evans e Roger Waters, parceria que já tinha realizado o longa anterior, de 2014, documentando a turnê The Wall, do ex integrante do grupo de rock progressivo Pink Floyd. 

O resultado final mistura as cenas passadas no telão e o show do baixista e vocalista, que nesta turnê bateu forte em temas políticos, a ponto de causar polêmica durante sua passagem pelo Brasil, ao incluir o então candidato à presidência Jair Bolsonaro em uma lista de políticos neofascistas. Boa parte do público em São Paulo o vaiou. 

"Registrado em Amsterdã, na perna europeia da turnê de 2017/2018 Us + Them que teve mais de 2 milhões de espectadores do mundo, o filme apresenta músicas lendárias do Pink Floyd e de seu mais recente álbum, Is This the Life We Really Want?", descreve a sinopse. "Waters colabora mais uma vez com Sean Evans para entregar sua música poderosa e a mensagem de direitos humanos, amor e liberdade."

O site oficial do projeto anuncia venda de ingressos para 17 de julho, mas ainda não dispõe de informações específicas sobre sessões a serem realizadas no Brasil.

19/04/2019

Nick Mason e Roger Waters reúnem-se em Nova York




Nick Mason, está em turnê com seu projeto Saucerful of Secrets levando aos palcos dos Estados Unidos releituras de canções de sua banda de origem, mais especificamente da era Syd Barrett.

Nesta quinta-feira, o músico passou por Nova Iorque, trazendo consigo uma verdadeira surpresa para os fãs: a presença de Roger Waters. Uma memorável "mini-reunião do Pink Floyd" no Beacon Theatre.

Waters e Mason tocaram, juntos, a música "Set the Controls for the Heart of the Sun", do álbum "A Saucerful of Secrets" (1968), um dos temas mais icônicos do Pink Floyd, e Roger deixou elogios ao ex-colega: "vocês soam melhor do que nós (Pink Floyd) soávamos", garantiu.

Confira o vídeo abaixo:


08/12/2018

Nick Mason quer trazer novo projeto à América do Sul




O baterista Nick Mason revelou, em entrevista à Rolling Stone, que gostaria de trazer sua nova banda, Nick Mason's Saucerful of Secrets, para uma turnê na América do Sul. O projeto faz shows somente com músicas do Pink Floyd pré-"The Dark Side Of The Moon" (1973), contemplando álbuns lançados entre 1967 e 1972.

"Há muito entusiasmo na banda, o que é o principal condutor. Enquanto alguém pensar que nós podemos vender alguns ingressos, estaremos lá. No meu ponto de vista, (a banda) também é uma oportunidade de ir a lugares que nunca tocamos com o Pink Floyd, particularmente a América do Sul. Existe uma base de fãs muito forte por lá e eu adoraria ir para fazer alguns shows", afirmou.

Mason contou, ainda, que o baixista e vocalista Roger Waters se ofereceu para participar de shows do Saucerful of Secrets, que confirmou uma turnê pela América do Norte entre os meses de março e abril de 2019. "Ele disse que apareceria para participar de uma ou duas músicas, mas não estou esperando por isso", disse.

O baterista também destacou que não pretende mudar o foco do projeto e incluir músicas lançadas a partir de "The Dark Side Of The Moon". "Estou perto de dizer que isso não será possível. Porém, até certo ponto, fico com o meu sentimento, de que é fazer algo um pouco diferente. Acho que é possível fazer algo depois, desde que a gente coloque uma abordagem totalmente diferente e modificada. Não fico empolgado em fazer uma versão definitiva de 'Comfortably Numb', 'Money' ou qualquer outra coisa", afirmou.


Whiplash.Net
Por Igor Miranda, Fonte: Rolling Stone

02/11/2018

BLITZ: Roger Waters retirou todas as referências a Bolsonaro no último concerto no Brasil



Roger Waters retirou todas as referências a Bolsonaro no último concerto no Brasil. “Cuidem uns dos outros!”



Chegou ao fim a digressão brasileira de Roger Waters

Waters deu na passada terça-feira o último concerto da sua digressão pelo Brasil, durante a qual foi bastante criticado pela sua oposição a Jair Bolsonaro, vencedor das eleições presidenciais recentes.

Neste concerto, que se realizou em Porto Alegre, e ao contrário dos demais Roger Waters não fez qualquer menção a Bolsonaro. Durante o espetáculo e ao enumerar políticos que considera "neofascistas", o músico tapou o nome de Jair Bolsonaro com a mensagem "ponto de vista político censurado".

A mensagem #EleNão, hashtag utilizada pelos opositores de Bolsonaro, também foi removida do espetáculo após ter sido utilizada em concertos em São Paulo e Curitiba. No Instagram, Waters partilhou ainda um vídeo deste último concerto com uma mensagem de agradecimento aos fãs e um pedido: "Cuidem uns dos outros!". Veja aqui:





Uma publicação compartilhada por Roger Waters (@rogerwaters) em


Fonte: BLITZ

26/10/2018

Caetano Veloso entrevista Roger Waters (Vídeo)




Roger Waters concedeu uma entrevista a Caetano Veloso na última segunda-feira (22) para debater sobre a atual situação política do Brasil e a "onda fascista" no mundo, como definiu Paula Lavigne, produtora e mulher do compositor baiano.

O ex-baixista do Pink Floyd aponta que nos Estados Unidos há pessoas vivendo em condições subumanas, sem qualquer possibilidade financeira de bancar um plano de saúde, e compara Jair Bolsonaro a Donald Trump. 

"Eles não podem pagar nada. Não há vida. Não me surpreende que eles estejam revoltados, e o triste de tudo isso é que eles não estão revoltados com as pessoas que estão fazendo isso, Eles acabaram de eleger uma delas", analisa Waters.

"Trump é o cara que te fod**. Assim como Bolsonaro", completa o músico, pedindo desculpas na sequência por ter levantado a voz ao falar sobre o tema. 

 

18/10/2018

Com homenagem a Moa do Katendê, Roger Waters pede paz e chora diante de 28 mil pessoas na Bahia


Two Suns In The Sunset inédita ao vivo - Salvador

O músico Roger Waters e sua banda tornaram o primeiro show deles na Bahia inesquecível, na noite desta quarta-feira (17). Na apresentação, para mais de 28 mil pessoas, na Arena Fonte Nova, em Salvador, além de muito rock, os artistas fizeram críticas sociais e homenagearam o capoeirista baiano Moa do Katendê, que foi morto após uma discussão política em um bar da capital baiana.

Durante o tributo a Moa, um telão de 70 metros de largura integrado ao palco exibiu uma foto do capoeirista de braços abertos. Em seguida, Roger Waters pediu paz e chorou no palco. O momento levou o público à loucura e a reação foi instantânea.

Foto de Moa do Katendê foi projetada em telão durante show 

Segundo a polícia, a briga que levou à morte de Moa teria começado após o capoeirista se posicionar contra o candidato. O suspeito do crime, Paulo Sérgio Ferreira de Santana, teria se irritado e, em seguida, esfaqueou a vítima 12 vezes. O caso ocorreu na madrugada após a votação. Em depoimento, o homem negou a questão política como causa da briga. No entanto, as testemunhas ouvidas pela polícia não confirmaram a versão do suspeito.

Roger Waters chorou após homenagem a Moa em Salvador 

A homenagem a Moa foi um dos pontos altos da apresentação de Roger Waters e marcou o encerramento do show.

O espetáculo começou por volta das 21h20 e durou mais de duas horas. Durante a apresentação, Waters e sua banda reuniram diversos sucessos do Pink Floyd, além de músicas lançadas pelo cantor após a saída do grupo. Entre as canções, "Breathe", "Welcome to the Machine", "The Last Refugee", "Picture That", "Eclipse", "Money" e "Pigs".

Porco usado durante apresentação de Roger Waters em Salvador

Assim como nas outras apresentações da turnê "Us + Them" no Brasil, o show teve duas partes e um intervalo de 20 minutos. No final da primeira parte, ao som de "Another Brick in the Wall Part 2", Waters e banda dividiram o palco com 12 crianças do Projeto Axé, que atua na área de educação, arteducação e defesa de direitos de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social em Salvador.

Os meninos e meninas, com idades entre 8 e 13 anos, entraram usando um macacão laranja e máscaras. Contudo, ao decorrer da apresentação, tiraram os trajes, revelando uma camisa com a palavra resistir (em inglês) estampada. Assim como tinham ensaiado, as crianças dançaram enquanto Waters cantava.

Crianças do Grupo Axé no show de Roger Waters em Salvador 

Outro momento que chamou atenção do público foi quando pontos de luz formaram o símbolo da banda Pink Floyd no meio da Arena Fonte Nova.

Em Salvador, Waters também cantou a música "Two Suns In The Sunset" ao vivo pela primeira vez. O fato curioso foi revelado pelo próprio artista durante o show. A canção é do álbum "The Final Cut" do , , lançado em 1983.

Roger Waters em show na Bahia 

Com todos os momentos marcantes da noite, o público terminou o show em êxtase. Muitos ainda chegaram a pedir mais músicas, mas a apresentação foi encerrada sem o tão esperado bis. Por volta de 0h10, Waters e banda se despediram. Antes de ir embora, o cantor ainda desceu do palco e tirou fotos com alguns fãs.

Salvador foi a única capital do Norte e Nordeste a fazer parte da turnê de Waters na América do Sul. Da capital baiana, o artista vai para Belo Horizonte, onde se apresenta no domingo (21). Em seguida, terão shows no Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. Antes, o cantor se apresentou em São Paulo e em Brasília.

Roger Waters foi ovacionado por 28 mil pessoas em show na BA 

Roger Waters durante performance em Salvador  




Meninos e meninas do Grupo Axé no show de Roger Waters 



16/10/2018

Fãs fazem Roger Waters chorar em Brasília




Roger Waters, em série de shows pelo Brasil, passou por um turbilhão de emoções. Depois de ser vaiado e dividir opiniões em show em SP ao exibir “Ele Não” no telão, em crítica ao candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, o líder do Pink Floyd voltou a fazer protestos políticos no Distrito Federal, no domingo (14).

O cantor e compositor exibiu novamente no telão os dizeres “ponto de vista político censurado” onde exibiu o nome de Bolsonaro em primeiro show e dividiu mais uma vez a plateia entre vaias e aplausos.

Mas Roger não arredou o pé de suas convicções, cuja motivação ele explicou em entrevista ao Fantástico, e manteve o nome "censurado" no telão onde exibe uma lista de nomes de políticos neofascistas, assim como também exibiu a mensagem "Nem Foden..." após perguntar ao público “Should I trust the government?” (“devo confiar no governo?”, em tradução livre). enquanto tocava "Mother"

A marca do show, no entanto, ficou para a emoção de Waters ao ser ovacionado pela plateia. Apesar dos anos de estrada, ele foi às lágrimas e agradeceu o carinho. 

Roger ainda fará cinco shows no Brasil com a turnê Us + Them: Salvador (17 de outubro), Belo Horizonte (21 de outubro), Rio de Janeiro (24 de outubro), Curitiba (27 de outubro) e Porto Alegre (30 de outubro).




Fonte: Jovem Pan

No Brasil, turnê de Roger Waters chega aos US$ 100 mi em ingressos vendidos



A passagem cheia de polêmicas de Roger Waters pelo Brasil coincidiu com um grande marco da carreira dele: na estrada desde maio do ano passado com a turnê global “Us + Them Tour”, o ex-Pink Floyd ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões (R$ 377,9 milhões) em ingressos vendidos justamente com os shows que fez em São Paulo e Brasília nos últimos dias 9 e 13, respectivamente. Ele fica no Brasil até o fim do mês, e ainda vai se apresentar em Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.

A turnê anterior de Waters, “The Wall Live”, entrou para a história como a de maior sucesso de um artista solo em 2013, quando foi encerrada com mais de US$ 458,6 milhões (R$ 1,73 bilhão) arrecadados nas bilheterias internacionais. Os primeiros US$ 100 milhões, no entanto, demoraram mais de dois anos para serem contabilizados, ao contrário da “Us + Them Tour”, cujo nome é inspirado no hit “Us and Them”, que está no álbum “The Dark Side of the Moon” que o Pink Floyd lançou em 1973.

Pra quem não acompanhou o noticiário dos últimos dias, Waters acirrou ânimos com a exibição em um telão da hashtag #EleNão enquanto tocava “Eclipse” no show que fez na capital paulista. Em entrevista ao “Fantástico” neste domingo, o músico de 75 anos atribuiu o “protesto” a membros de sua equipe e o classificou como “totalmente inapropriado”. 



Fonte: Glamurama 
Por Anderson Antunes 

05/10/2018

Roger Waters de volta ao Brasil com um dos shows mais incríveis do planeta




Tá chegando: lenda do Pink Floyd fará shows no Brasil nos próximos dias e você não pode perder


Por Tony Aiex 


O lendário músico britânico conhecido por alguns dos maiores clássicos do Rock And Roll vem ao Brasil com a turnê Us+Them naquela que pode ser a última do cara em toda sua carreira.

Aos 75 anos de idade e com o avançado custo de logística que uma turnê desse porte requer, é provável mesmo que outra viagem do cara não aconteça, pelo menos por aqui, e há uma série de outros motivos para que você garanta imediatamente o seu ingresso e não fique de fora dessa.

Um dos Maiores Palcos do Mundo

O palco que Roger Waters leva aos shows da sua turnê é um dos maiores do planeta, desbancando até mesmo estrelas do pop e suas mega apresentações.

A convite da produtora T4F, e como contamos recentemente nos Stories do nosso Instagram, nós vimos a montagem da estrutura do cara e é algo surreal, com cerca de 750 metros quadrados de área.

 

No site da TAIT, que fabricou o palco, é possível ter a noção exata do que você irá assistir indo a um dos shows de Roger Waters no Brasil, em turnê que começa já na semana que vem.

Porcos voadores, chaminés e um show de luzes, lasers e projeções fazem com que você se sinta em outro mundo enquanto Waters toca clássicos do Pink Floyd e músicas próprias.

Todos os detalhes e especificações, bem como os números grandiosos, também podem ser vistos no site da VYV, empresa canadense responsável pela parte das luzes.

São 17 projetores de 30k, cinco projetores de 7k para as chaminés e mais uma imensa tela LED de 6k alimentada por 6 feeds HD com resolução de 32 Mpixels.

Para o icônico porco voador, foram usadas 48 câmeras e 12 Copernics para rastrear e iluminar o dito cujo, que sobrevoa a plateia através de um drone, com uma surpresa em outro momento do show que recria a lendária capa do disco Animals.

Setlist

O setlist da turnê Us+Them é outro show à parte, já que pode ser a última vez que você terá a oportunidade de assistir a clássicos como “Another Brick In The Wall”, “Wish You Were Here”, “Money” e “Comfortably Numb” com Roger Waters.

Como exemplo, pegamos o setlist de um show recente dessa turnê que rolou na Rússia em 31 de Agosto. Dá uma sacada:
Breathe (Pink Floyd)
One of These Days (Pink Floyd)
Time (Pink Floyd)
Breathe (Reprise) (Pink Floyd)
The Great Gig in the Sky (Pink Floyd)
Welcome to the Machine (Pink Floyd)
Déjà Vu
The Last Refugee
Picture That
Wish You Were Here (Pink Floyd)
The Happiest Days of Our Lives (Pink Floyd)
Another Brick in the Wall Part 2 (Pink Floyd)
Another Brick in the Wall Part 3 (Pink Floyd)
Set 2:
Dogs (Pink Floyd)
Pigs (Three Different Ones) (Pink Floyd)
Money (Pink Floyd)
Us and Them (Pink Floyd)
Smell the Roses
Brain Damage (Pink Floyd)
Eclipse (Pink Floyd)
Bis:
The Bravery of Being Out of Range
Comfortably Numb (Pink Floyd)


Ingressos

Por aqui você ainda pode encontrar r ingressos para os shows de Roger Waters em São Paulo (incluindo data extra), Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Curitiba e Porto Alegre.


Não deixe a oportunidade passar!

24/09/2018

Roger Waters na Paulista e Parque Ibirapuera


Ações especiais de pré-aquecimento para os shows em SP (09 e 10/10) de Roger Waters, cantor britânico e líder do Pink Floyd, ocorrem neste mês de setembro em frente ao MASP na Avenida Paulista e na fonte musical do Parque do Ibirapuera.

Roger Waters está invadindo São Paulo! Confira e tome nota sobre essas duas ações que ocorrerão neste mês de setembro:

  • Flash Mob de “Another Brick in the Wall” (Pink Floyd) em frente ao MASP na avenida Paulista

Roger Waters: fonte do Ibirapuera exibe trechos de shows do cantor nos fins de semana

No domingo, 23 de setembro, às 14h e 14h30, a Avenida Paulista será palco de uma ação única de caráter cultural e social que promete emocionar.

Cerca de 45 crianças, entre 8 e 13 anos, da associação filantrópica Unibes vão participar de um Flash Mob na avenida. Elas cantarão uma das mais conhecidas músicas do Pink Floyd, “Another Brick in The Wall” (We don’t need no education), em frente ao MASP, com a avenida aberta aos pedestres.


Um momento para curtir, dançar, cantar e relembrar porque o Pink Floyd é uma das maiores bandas de todos os tempos. Uma ação imperdível em homenagem à São Paulo!

  • Projeção do show do Roger Waters no Lago do Ibirapuera



Além disso, a turnê “Us+Them” ainda reserva muitas surpresas. A fonte musical do Ibirapuera, icônico ponto turístico da capital paulista, recebe, nos finais de semana de setembro, um pocket show do artista britânico.

Com apresentações às 20h e 20h30 de sábados e domingos, os visitantes do parque podem assistir trechos da atual turnê e os maiores sucessos de Pink Floyd.

Roger Waters, fundador do Pink Floyd, dá esse presente para os paulistanos já sentirem um gostinho do que será visto nos shows da turnê “Us+Them”, que chega em São Paulo para duas apresentações, nos dias 9 e 10 de outubro, no Allianz Parque. Com ingressos esgotados para a primeira noite (09).

Serviços – Projeção na fonte do lago do parque Ibirapuera e Shows nos dias 09 e 10 de outubro no Allianz Parque:

+ Infos sobre as datas da projeção na fonte do lago do Ibirapuera: clique aqui;
+ Infos sobre os shows da turnê “Us+Them”: clique aqui e clique aqui



21/05/2018

Nós e Roger Waters, aqui e agora (Lisboa)



Roger Waters (Full) Altice Arena,Lisboa,20 Mai 2018

O alinhamento foi composto na sua maioria por canções dos Pink Floyd da década de 1970, mas, no óptimo concerto que o seu antigo baixista deu domingo na Altice Arena (haverá um segundo esta segunda-feira), elas serviram para agir no presente. "Fuck the pigs!", exortou.

Fonte: Jornal Público - Ìpsilon
MÁRIO LOPES 21 de Maio de 2018,

Time (2018-05-20)


Foi logo no final da primeira canção que Roger Waters, 74 anos que o corpo seco e a altura imponente não denuncia, caminhou até a um dos extremos do palco. Acenou ao público e ergueu o punho em sinal de união, de comunhão, de vitória. Acabávamos de ouvir Breathe, em interpretação imaculada no seu onirismo e melancolia, pela extraordinária banda que acompanha Waters. Ouvimos nela os versos que servem de mote àquilo que leva o antigo baixista dos Pink Floyd a querer continuar em palco, a querer continuar a tocar a música que criou ao longo das últimas cinco décadas. Aquilo que o leva a erguer o punho, no início, a bater com a mão no peito, no final, agradecendo emocionado ao público que lotou a Altice Arena este domingo, no primeiro dos dois concertos portugueses da digressão Us + Them.

The Great Gig in The Sky


Roger Waters
Lisboa, Altice Arena
Domingo, 20 de Maio
Lotação esgotada


Os tais versos, então. Dizem assim: “Run, rabbit, run / dig that hole, forget the sun / And when at last the work is done / Don’t sit down, it’s time to dig another one” – presos na máquina, continuamos, dia após dia, prisioneiros de algo que nos ultrapassa. A música aponta uma fuga e Roger Waters, 74 anos, acredita que a música pode acordar-nos, despertar-nos. Quando tudo terminou duas horas e meia depois, às 0h10, os confetti que caíram sobre a multidão tinham uma palavra inscrita: “Resist” – sim, é por acreditar que a música pode ser isso, resistência, que Roger Waters continua. Ao longo do concerto, o passado fez-se presente e entre Dogs e Pigs (three different ones), as canções que abriram a segunda parte do concerto, ambas incluídas originalmente em Animals, álbum de 1977, viu-se o presidente americano travestido de meretriz, em corpo de porco, com capuz do Ku-Klux-Klan, como bebé irritadiço, como figura de intervenção pop art satírica. Enquanto aquele boogie rock, cow-bell incluído, fazia o seu caminho, levitava por cima de nós esse clássico Floydiano que é o gigantesco porco insuflável – no dorso, a frase “mantém-te humano”, escrita em português e em inglês.

Pigs (Three Different Ones) 2018-05-20

O concerto de Roger Waters foi um concerto que aliou o impacto directo de uma banda em palco com a ambição cénica que desde muito cedo norteou a criatividade do músico. Enquanto o porco insuflável levitava sobre o público, já tinha descido alguns metros acima dele uma estrutura replicando a fábrica da capa de Animals, em cuja fachada foram, a partir de então, projectadas imagens da banda, as imagens de Trump, imagens de cenários de guerra, palavras de ordem incitando à acção. Exemplar, neste concerto, foi a forma como se conjugaram as duas vertentes, harmonizando-se sem que uma subjugasse a outra. Sentimo-lo desde o início.

A esmagadora maioria do concerto compôs-se de clássicos dos Pink Floyd, mas ouvi-los e, principalmente, ouvi-los interpretados daquela forma, com intenção, bom gosto e uma fidelidade aos originais que não diminuía o seu impacto, não foi apenas homenagem a uma obra fulcral na história da música popular urbana. Aqui voltamos ao início do texto, ao Roger Waters de punho erguido, ou ao Roger Waters que cantou Welcome to the machine, a canção distópica de Wish You Were Here, com esgar dramático, ameaçador, adequadíssimo àquele pedaço rock cyborg apocalíptico que soa ainda mais profético em 2018. É tudo uma questão de contexto: e estas canções, escolhidas para dar corpo ao tema da digressão – a necessidade de união, empatia entre todos e reacção perante a barbárie da guerra, da finança, dos crimes de Estado, da xenofobia —, cresceram imponentes perante nós (mesmo se, por vezes, de forma paradoxal, Waters parece agir como líder a comandar as massas num comício, o que é contraditório com a ideia de liberdade de pensamento e liberdade individual que conduz o concerto).

Dogs (2018-05-20)


Roger Waters alternou entre os momentos em que agarrou o baixo e aqueles em que, de microfone na mão, percorria o palco cantando, mimando o que o guitarrista Jonathan Wilson cantava (coube-lhe as partes originalmente cantadas por David Gilmour) ou incitando o público a reagir. O líder foi acompanhado por uma banda onde se destacava o baterista Joey Waronker, de um virtuosismo justo para as canções, nunca exibicionista, o guitarrista Dave Kilminster, fidelíssimo à escola Gilmour, ou o coro formado por Holly Laessig e Jess Wolfe, membros da banda americana Lucious e que, entre o dueto em The great gig in the sky ou os momentos em que pegaram em baquetas e, com dois timbalões de chão, acentuaram o tom marcial de um par de canções, nunca foram personagens secundárias em palco. Com este Roger Waters determinado e uma banda hábil e entusiasta, o concerto fez sobressair o melhor que tem esta música.

Dividido em duas partes, com um intervalo de vinte minutos a separá-las, o concerto de foi uma extraordinária prova de vida. Ouvimos o space-rock tumultuoso de One of these days, guiado por aquela titânica linha de baixo, ouvimos a cristalina Time e The last refugee, uma das canções do recente álbum de originais de Waters, Is This The Life We Really Want? (2017), e vimos os jovens do Centro Social Comunitário da Flamenga, em Lisboa, acompanharem Another brick in the Wall. Primeiro de cabeça tapada por capuz e vestindo fatos laranja de prisioneiros, depois de rosto destapado, dançando livres nas t-shirts negras onde se lia a palavra-chave: “Resist”.



No início da segunda parte do concerto, a banda, onde se inclui também, por exemplo, Bo Koster, teclista dos My Morning Jacket, reuniu-se em volta de uma mesa onde eram servidas flutes de champanhe. Vestiam máscaras de porcos com várias expressões, suínos demasiado humanos como no Triunfo dos Porcos de Orwell. Grunhiam e brindavam e um deles (Waters) ergueu um cartaz – “Pigs rule the world”. Acto contínuo, libertou-se da máscara e, rosto humano encarando-nos de frente, ergueu outra palavra de ordem: “Fuck the pigs!”. O mote sugerido desde início concretizava-se. Do diagnóstico ao combate.

Wish You Were Here (2018-05-20)

Viriam então depois as longas suites de Dogs e Pigs (three different ones), chegaria a intemporal Money e a obrigatória Us and them.The lunatic is on the grass, frase inicial de Brain damage, anunciou a caminhada para o final com Eclipse, enquanto se formava no ar, em laser, o icónico prisma de Dark Side of the Moon. O encore chegaria, depois da apresentação da banda, depois das vénias, com palavras contra a intervenção e política israelita na questão palestiniana. Depois, discursou sobre como apenas o acto de amar pode abrir brechas na barreira erguida entre nós e os outros. Wait for her, Oceans apart, Part of my died, pedaços de folk acústica que encerram o último álbum a solo, serviram de antecâmara para a despedida com Confortably numb, cantada por Jonathan Wilson, dono de uma muito respeitável carreira a solo (“o hippie da banda”, como apresentado por Waters). Como aconteceu mais vezes ao longo do concerto, foi acompanhada em coro pelo público.

Já toda a banda abandonara o palco e Roger Waters lá continuava. Punho erguido, mão batendo no peito. É por isto que ele, 74 anos, continua em palco. Acredita que tem razão. Acredita que a sua música faz acreditar. Acredita nela. Us + Them, verdadeiramente.

Welcome to the Machine (2018-05-20)

Another Brick in the Wall (2018-05-20)




02/05/2018

5 razões para você ir aos shows do Roger Waters no Brasil



Wait For Her
Espere Por Ela

Com um copo incrustado de pedras preciosas
Em uma piscina, pela tarde
Por entre as rosas perfumadas
Espere por ela

Com a paciência de um cavalo de carga
Carregado para subir a montanha
Como um príncipe nobre e resistente
Espere por ela

Com sete travesseiros colocados pela escada
O perfume de mulher preenche o ar
Fique calmo
E espere por ela

Não espante os pardais
Que fazem ninhos em suas tranças
Ao longo das barricadas
Espere por ela

E se ela vier em breve
Espere por ela
E se ela vier depois
Espere

Deixa-a permanecer quieta como uma tarde de verão
Um jardim cheio de flores

Deixa-a respirar o ar
Que é estranho a seu coração
Deixe seus lábios se abrirem
Espere por ela

Leve-a até a sacada
Veja a lua banhada em leite
Ouça o sussurro de sua seda
Espere por ela

Não deixe seus olhos se acenderem sobre
As duas pombas em seu peito
Para que elas não voem assustadas
Espere por ela

E se ela vier em breve
Espere por ela
E se ela vier depois
Espere, espere

Sirva-a água antes do vinho
Não toque suas mãos
Deixe que seus dedo repousarem ao comando dela

Fale suavemente, como uma flauta faria a um violino temeroso
Expire
Inspire

E enquanto o eco daquele último tiroteio se esvai
Lembre-se das promessas que você fez




Matéria
Nação da Música
Por Juliana Izaias

Em outubro, Roger Waters desembarca em terras brasileiras para uma série de shows de sua nova turnê “Us + Them”.

O inglês se apresenta dias 09 e 10 em São Paulo, depois segue para Brasília no dia 13, 17 em Salvador, 21 Belo Horizonte, 24 Rio de Janeiro, 27 Curitiba e encerra no dia 30 em Porto Alegre. Os ingressos para todas as datas já estão disponíveis.

A Nação da Música reuniu cinco motivos para você não perder os shows do Roger Waters no Brasil.

# Retorno ao Brasil

A última passagem de Roger Waters no Brasil foi em 2012 com a “The Wall Live”, uma das maiores turnês da história. Dessa vez, ele retorna com um novo formato baseado em uma mescla entre suas músicas solos e seu trabalho no Pink Floyd. A expectativa tá forte.

O álbum solo do inglês, “Is This the Life We Really Want?”, foi lançado em junho de 2017 e está presente em boa parte do repertório das apresentações da nova turnê. Entre as faixas que podem ser aguardadas estão “Déjà Vu”, “Part Of Me Died” e “Smell The Roses”.


Mas se tem alguém que toma conta da setlist dos shows de Waters é o Pink Floyd. As faixas de seu antigo grupo preenchem mais da metade dos shows e agrada os fãs de todas suas épocas. Podem preparar a garganta para cantar muito ao som de “Wish You Were Here”, “Another Brick In The Wall”, “Dogs”, “Pigs” e muito mais.


A nova turnê do britânico promete ser um espetáculo. Além de uma grande banda de apoio com inúmeros músicos, o palco conta com belos efeitos visuais, um grande telão e imagens que se conectam com as músicas e criam uma atmosfera única.


Roger Waters é o que gostamos de chamar de “lenda viva”. Ao lado do Pink Floyd, revolucionou o rock mundial, criou músicas atemporais, vendeu mais de 250 milhões de álbuns, entrou pra o Hall da Fama do Rock and Roll, ganhou premiações, inclusive o Grammy Award em 1995, e ainda teve uma espécie de camarão batizada em homenagem ao grupo. A oportunidade de presenciar a genialidade dessa lenda deve ser aproveitada.





24/04/2018

Tudo sobre a turnê de Roger Waters no Brasil:


Setlist incluirá músicas de sua carreira solo 
e grandes sucessos do Pink Floyd.


'Us + Them' desembarcará no Brasil em outubro.


Roger Waters, ex-baixista do Pink Floyd, confirmou a realização de 8 shows no Brasil em 2018. A turnê Us + Them passará por 7 capitais do País a partir do dia 9 de outubro e terá duas apresentações em São Paulo, ambas no Allianz Parque, estádio do Palmeiras – nos dias 9 e 10.

Depois de São Paulo, Roger Waters seguirá, pela ordem, para Brasília (13), Salvador (17), Belo Horizonte (21), Rio de Janeiro (24) e Curitiba (27), encerrando sua passagem por terras brasileiras em Porto Alegre, no dia 30 de outubro, em apresentação marcada para o estádio Beira-Rio.

O lendário músico de 74 anos montou a setlist com as músicas mais conhecidas do Pink Floyd, além, claro, das canções mais recentes, grande parte encontrada no trabalho solo compilado no álbum Is This the Life We Really Want?

Os ingressos para assistir a Roger Waters custam entre R$ 90 (meia entrada para o show da arquibancada superior da Fonte Nova, em Salvador) e R$ 810 (inteira para as apresentações no Allianz Parque, setor Premium).

Recado ao Brasil

Antes do lançamento do último álbum, em junho do ano passado, o cantor mostrou ciência do momento complicado que o Brasil vive em âmbito político e mandou um recado endereçado ao País em uma postagem nas redes sociais. Nela, usou uma foto do presidente Michel Temer e a legenda: "Brasil, é essa a vida que vocês realmente querem?".

Publicação no Facebook faz alusão à crise política no Brasil.

A publicação dividiu os fãs de Waters, com comentários a favor, seguidos da frase 'Fora, Temer', e contra, com conselhos ao artista para ficar fora das questões políticas envolvendo um País que não lhe diz respeito.

O 'legal' dessa tour do Roger Waters é que ele vem no mês das eleições e com shows colados ou até coincidindo com os dias de votação. Vai dar para falar 'fora Temer' ao vivo.

Roger Waters ataca Temer! Dá-lhe, mordomo! Já Lula é boa gente e Maduro é um fofo. Just another brick in the wall da demagogia milionária...

Ingressos: datas, preços e locais da turnê

Engajamento político à parte, o público pode esperar por shows inesquecíveis, marca das 7 passagens anteriores de Roger Waters pelo Brasil e das mais famosas turnês: In the Flesh (2002), The Dark Side of the Moon (2007) e The Wall - Live (2011).

Confira abaixo locais, datas e preços dos ingressos em cada uma das 7 capitais. Os bilhetes para a primeira apresentação de Roger Waters no Allianz Parque, em São Paulo, já estão esgotados. Os demais seguem à venda no site da Tickets For Fun.

Baixista do Pink Floyd passará por 7 capitais brasileiras.

SÃO PAULO (dias 9 e 10 de outubro)
Local: Estádio Allianz Parque – Rua Turiassú, 1840
Horário: 21 horas
Abertura dos portões: 17 horas
Censura: A partir de 16 anos. Menores entre 10 e 15 anos poderão entrar, desde que estejam acompanhados por um responsável maior de 16 anos.
Preços: Entre R$ 165 e R$ 810 (tabela abaixo)

 

BRASÍLIA (13 de outubro)
Local: Estádio Nacional Mane Garrincha – Asa Norte
Horário: 21h30
Abertura dos portões: 17 horas
Censura: A partir de 16 anos. Menores entre 10 e 15 anos poderão entrar, desde que estejam acompanhados por um responsável maior de 16 anos.
Preços: Entre R$ 120 e R$ 720 (tabela abaixo)

 

SALVADOR (17 de outubro)
Local: Estádio Arena Fonte Nova – Ladeira da Fonte das Pedras, sem número
Horário: 21 horas
Abertura dos portões: 17 horas
Censura: A partir de 16 anos. Menores entre 10 e 15 anos poderão entrar, desde que estejam acompanhados por um responsável maior de 16 anos.
Preços: Entre R$ 90 e R$ 710 (tabela abaixo)

 

BELO HORIZONTE (dia 21 de outubro)
Local: Estádio Mineirão – Avenida Antônio Abrahão Caram, 1001
Horário: 21 horas
Abertura dos portões: 17 horas
Censura: A partir de 16 anos. Menores entre 10 e 15 anos poderão entrar, desde que estejam acompanhados por um responsável maior de 16 anos.
Preços: Entre R$ 150 e R$ 720 (tabela abaixo)

 

RIO DE JANEIRO (dia 24 de outubro)
Local: Estádio do Maracanã – Rua Professor Eurico Rabelo, sem número
Horário: 21 horas
Abertura dos portões: 17 horas
Censura: A partir de 16 anos. Menores entre 10 e 15 anos poderão entrar, desde que estejam acompanhados por um responsável maior de 16 anos.
Preços: Entre R$ 110 e R$ 720 (tabela abaixo)

 

CURITIBA (dia 27 de outubro)
Local: Estádio Couto Pereira – Rua Ubaldino do Amaral, 37
Horário: 21h30
Abertura dos portões: 17 horas
Censura: A partir de 16 anos. Menores entre 10 e 15 anos poderão entrar, desde que estejam acompanhados por um responsável maior de 16 anos.
Preços: Entre R$ 110 e R$ 720 (tabela abaixo)

 

PORTO ALEGRE (dia 30 de outubro)
Local: Estádio Beira-Rio – Avenida Padre Cacique, 891
Horário: 21 horas
Abertura dos portões: 17 horas
Censura: A partir de 16 anos. Menores entre 10 e 15 anos poderão entrar, desde que estejam acompanhados por um responsável maior de 16 anos.
Preços: Entre R$ 110 e R$ 720 (tabela abaixo)

 

Setlist

Se resolver manter nos shows aqui no Brasil a setlist que vem apresentando em sua turnê nos outros países que já visitou, o público pode começar a decorar as letras das músicas abaixo para cantar junto com Roger Waters.

Setlist - parte 1

- Speak to Me
- Breathe
- One of These Days
- Time
- Breathe (reprise)
- The Great Gig in The Sky
- Welcome to The Machine
- When We Were Young
- Déjà Vu
- The Last Refugee
- Wish You Were Here
- The Happiest Days of Our Lives
- Another Brick In The Wall - Partes 2 e 3

Setlist - parte 2

- Dogs
- Pigs
- Money
- Us and Them
- Smell The Roses
- Brain Damage
- Eclipse
- Vera
- Bring the Boys Back Home
- Comfortably Numb

Assista abaixo a mais um pouco do que o público brasileiro pode esperar da passagem de Roger Waters por aqui.


Roger Waters 2017 Us and Them Live Complete Show



Matéria
Fonte: HuffPost Brasil
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