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24/04/2020

Pink Floyd transmite Live at Pompeii '72, versão reeditada, entre hoje e amanhã (25), confira




Pink Floyd transmite, nesta sexta-feira (24),vídeo acima, seu histórico show "Live at Pompeii" em seu canal no YouTube. A apresentação, gravada em 1971 e lançada em 1972, traz a formação original da banda, com David Gilmour na guitarra e vocal, Roger Waters no baixo e vocal, Richard Wright nos teclados e Nick Mason na bateria.

A versão é a que está presente no box set "The Early Years 1965-1972". O material foi reeditado em 2016 e traz o repertório original, com "Careful With That Axe, Eugene", "A Saucerful Of Secrets", "One Of These Days", "Set The Controls For The Heart Of The Sun" e "Echoes".

Na descrição do vídeo, a banda avisa: "o show faz parte do YouTube Film Festival e aparecerá por um período de apenas 24 horas". Portanto, às 13h de sábado (25),  não deverá estar mais disponível.


12/05/2019

David Gilmour: Show de nas ruínas de Pompeia é disponibilizado no YouTube




Gilmour resolveu disponibilizar a sua versão do Live At Pompeii, com todas as 22 faixas, na íntegra e de graça em vídeos que estão no YouTube.

Em 2016, Davild Gilmour organizou um espetáculo de duas noites na cidade histórica de Pompeia, na Itália. Originalmente, as gravações da performance começaram a ser vendidas em 2017 como um disco ao vivo e um filme, que até chegou a ser exibido em algumas salas de cinema. Agora, os fãs podem assistir ao show de graça no YouTube.

A setlist conta com músicas da carreira solo do músico, e também com clássicos do Pink Floyd como "The Great Gig in the Sky", "Wish You Were Here", "Money", "Shine On You Crazy Diamond (Parts I-V)", "Time" e, claro, "Comfortably Numb".

Em 1972, quase 45 anos antes de Gilmour retornar às ruínas peculiares de um local há muito tempo destruído pela erupção do vulcão Vesúvio, o Pink Floyd já havia gravado algo similar: uma apresentação sem plateia e um documentário, nomeado de Live In Pompeii.

Disponibilizado em uma playlist no YouTube, você pode assistir a David Gilmour Live at Pompeii, abaixo o set list completo:

5 A.M.
Rattle That Lock
Faces of Stone
What Do You Want From Me (Pink Floyd)
The Blue
The Great Gig in the Sky (Pink Floyd)
A Boat Lies Waiting
Wish You Were Here (Pink Floyd)
Money (Pink Floyd)
In Any Tongue
High Hopes (Pink Floyd)
One of These Days (Pink Floyd)
Shine On You Crazy Diamond (Parts I-V) (Pink Floyd)
Fat Old Sun (Pink Floyd)
Coming Back to Life (Pink Floyd)
On an Island
The Girl in the Yellow Dress
Today
Sorrow (Pink Floyd)
Run Like Hell (Pink Floyd)

Encore
Time/Breathe (Reprise) (Pink Floyd)
Comfortably Numb (Pink Floyd)
Beauty

15/09/2017

“David Gilmour Live at Pompeii” é o filme do ano e nem há discussão possível (NiT - Portugal)




Excelente matéria, que achei bacana compartilhar aqui no blog, porque não foi feita somente por um jornalista, um crítico, mas também por um indiscutível fã do Pink Floyd, confira:


Por NiT - Lisboa - Portugal

texto
Nuno Bento


Foi como a passagem de um cometa – efémera e espetacular. O melhor filme do ano esteve nos cinemas esta semana e quem não estava avisado, nem deu por ele. Como um cometa fulgurante, “David Gilmour Live at Pompeii” também foi visto apenas por uma só noite, numa única exibição nos cinemas um pouco por todo o mundo. Quem viu, saiu da sala deslumbrado; quem não viu, tem que esperar pelo DVD/Blu-Ray. Mas já não vai ser a mesma coisa.

Ver o “David Gilmour Live at Pompeii” no cinema, imerso num sistema de som pomposamente batizado de ‘Dolby Atmos’ (um sem-número de colunas espalhadas por toda a sala), sentiu-se como um privilégio. Um espetáculo para os sentidos e uma experiência quase-religiosa. Foi certamente o mais próximo que poderia estar de regressar àquela noite mágica em Pompeia. Não me odeiem, mas sim, eu estive “lá” há um ano e foi “só” a melhor noite da minha vida. Na altura, contei aqui na NiT a história da minha imensa expectativa para o concerto e, na ressaca, o sentimento que depois daquilo não havia mais nada para ver. Sorte a minha que o David decidiu gravar aquela noite para a eternidade. 

O filme começa com um pequeno documentário a contar a história de como David chegou a Pompeia e conseguiu autorização para o primeiro espetáculo com público no anfiteatro romano desde o tempo dos gladiadores (79 d.C., para ser mais preciso). David já ali tinha atuado com os Pink Floyd em Outubro de 1971, mas sem público, para a gravação do filme “Pink Floyd Live At Pompeii” de Adrien Maben. No seu regresso, David tocou para uma audiência de apenas duas mil pessoas em duas noites, com o filme a documentar quase exclusivamente a segunda noite (a melhor das duas, mas sou suspeito – foi a minha!). Das imagens dos ensaios em Brighton com a nova banda – devidamente vigiados pelo lindíssimo Kahn (o pastor-alemão do David) – saltamos para Pompeia e para a recepção heroica de David por parte do presidente da cidade, que o distinguiu como cidadão honorário. E assim chegamos à noite do concerto e ao prato principal do filme.


O concerto abre com o instrumental “5 A.M.” (que também dá início ao último álbum “Rattle That Lock”), num magnífico plano de um drone a cobrir o anfiteatro em ruínas, sob o olhar ameaçador do Vesúvio ao fundo. O vulcão esteve tranquilo nessa noite e não se importou de assumir os papéis de cenário e personagem-chave no filme; também ele queria ver o David, aposto.

É muito difícil apontar momentos altos no orgasmo contínuo de duas horas que se seguiu. Talvez “High Hopes”, porque é só a melhor música de sempre; talvez “Sorrow”, porque estremeceu todo o complexo do Almada Fórum (a única sala na zona de Lisboa com o sistema ‘Dolby Atmos’); talvez “One Of These Days”, porque foi o único tema repetido de 1971 e o momento mais puro Floyd da noite; talvez “Comfortably Numb”, porque tem o melhor solo de guitarra do universo e mais além.

Mas houve muito mais além do já esperado brilhantismo da épica música dos Floyd (e do David a solo). Perdidas no filme, houve diversas pequenas pérolas que fizeram brilhar o filme-concerto: por exemplo, o momento em que David é surpreendido pelo arsenal descarregado no fogo-de-artifício em “Run Like Hell” e tem uma visível reacção de “qué esta merda?”a olhar para o céu (acreditem, eu também fiquei estúpido a ver aquilo); quando Roger Waters faz uma aparição especial neste tema, com o seu grito maníaco a rebentar nas colunas traseiras da sala; ou quando David abre o coração e fala sobre “fantasmas do passado” em Pompeia, referindo-se a Richard Wright, seu amigo e colega dos Floyd, falecido em 2008.

Senãos? Houve poucos. O maior terá sido a realização demasiadamente esquizofrénica, sinal dos tempos que correm. Não há tempo para apreciar um plano, porque o realizador salta logo para o seguinte. Saudades dos planos longos e contemplativos da guitarra de David no filme original dos Floyd. Aqui cada plano não dura mais que 3 a 4 segundos, o que não casa muito bem com o tom melancólico de grande parte da música ali tocada. Materializar um momento tão superlativo numa fita de filme não era tarefa fácil, admito-o. Gavin Elder – o realizador – fê-lo de forma fenomenal, mas entusiasmou-se um bocadinho demais. Não o condeno.


A nível sonoro, para quem está a obsessivamente ouvir o bootleg do concerto desde há um ano, também tenho umas coisas a dizer: de positivo, a pós-produção de bom gosto a que certos temas foram sujeitos, com a introdução de alguns efeitos sonoros que ouvimos nos álbuns, nomeadamente o já referido grito do Roger no “Run Like Hell”, o rádio em “Wish You Were Here”, ou os relógios em “Time”; de negativo, o inexplicável afogamento das partes do baixista Guy Pratt na mistura. Guy é uma besta do baixo e gosta de introduzir aqui e ali várias licks de improviso que dão um toque de imprevisibilidade aos espectáculos de David; é um espectáculo dentro do espectáculo. Foi uma pena perceber que as suas licks foram suprimidas, ou ficaram indissociavelmente perdidas na mistura. 


Note-se que o concerto foi fortemente editado para a versão de cinema. Tive pena, porque a sala anunciava um filme de 180 minutos e a sessão acabou por durar pouco mais de duas horas, já contando com o documentário. Mas compreendo que nem todo o público tenha estômago para uma sessão de 3 horas e meia. Os temas cortados na versão de cinema foram: “Faces Of Stone”, “The Blue”, “Money”, “Fat Old Sun”, “Coming Back to Life”, “On An Island”, “The Girl In The Yellow Dress” (esta felizmente nem no DVD estará) e “Today”. Aproximadamente uma hora de concerto que fica em exclusivo para o lançamento DVD / Blu-Ray do filme do ano.


12/09/2017

David Gilmour “Live at Pompeii”: Matéria sobre a Pré-estréia (2017-09-05)


David Gilmour, a arena romana de Pompeia e o Vesúvio ao fundo


O Expresso (Portugal) esteve na pré-estreia mundial privada de “Live at Pompeii”, o concerto filmado de David Gilmour que quarta-feira será exibido simultaneamente e apenas por uma vez em 2500 salas de cinema em todo o mundo 

David Gilmour e o Diretor Gavin Elderem, Londres

Tinha parado de chover em Londres, eram 17h30 do dia 5 de setembro, quando David Gilmour atravessou a pé Leicester Square carregando um enorme saco ao ombro, provavelmente com roupa para se trocar para a gala de antestreia do filme “Live at Pompeii” que iria decorrer dali a pouco no cinema Vue West End. Parou à porta, cumprimentou com um abraço os dois seguranças e entrou.

Lembrei-me de um comentário antigo de um crítico que escreveu que o Pink Floyd podia passar entre o público dos seus concertos sem serem reconhecidos. E lembrei-me de uma das famosas imagens do filme de Pompeia de 1972 onde se vê pintado na parte de trás de todas as grandes colunas de som “Pink Floyd. London”. Junte-se a citação e o endereço e, na verdade, acabei de ver um dos mais famosos músicos rock de sempre atravessar a pé a meio da tarde uma das mais centrais praças da cidade natal da sua banda sem ser reconhecido pelos transeuntes. Aparentemente, só eu, os dois seguranças e um italiano que também tinha convite para a gala (e que tinha uma capa protetora do smartphone com uma foto de Gilmour nos anos 70) é que demos por ele. Como foi isso possível?


Para quem não sabe, David Gilmour se tornou um símbolo da banda do Pink Floyd depois da saída de Roger Waters. Depois de anos, ele volta para Pompeia, local que lhe traz muitas lembranças de uma gravação feita com muita dificuldade, na qual suas composições foram tocadas para o anfiteatro vazio de Pompeia em 1971. Agora ele retorna para fazer algo memorável.


David Gilmour: Live in Pompeii traz um pouco das motivações e o início da montagem do show e prossegue com o show na integra ininterruptamente. O músico apresenta sua banda no makin-off e explica a razão pelas escolhas de cada músico, inclusive um representante brasileiro entre eles.

Gilmour, em sua turnê, escolhe lugares importantes e bonitos que irão adicionar mais ao seu som do que uma simples arena. Sua turnê teve passagem por lugares como Hollywood Bowl mas nenhum foi tão majestoso quanto 

O filme capta os melhores momentos dos dois shows realizados no local e a todo momento o músico sabe o respeito que deve ter com o lugar com uma bela introdução que dá para a plateia sentir a importância de tudo que está acontecendo

David Gilmour: Live in Pompeii contém apenas uma música da performasse de 1971, “One of These Days”, mas isso não tira o brilhantismo da apresentação…

Agora falando um pouco da atmosfera que o cinema traz para algo deste porte, para os fãs será uma experiência única poder sentir o peso do que foi esse show, tanto para Gilmour quanto para quem estava presente naquele momento. O som do Vue West End consegue fazer mágica e colocar o espectador praticamente dentro do show. Você conseguirá sentir cada acorde e cada solo feito de formas diferentes e com certeza irá fazer você querer voltar no tempo e estar ao vivo naquele show.

Relembrando as duas faixas ("Rattle That Lock" e "One Of These Days") do DVD “Live at Pompeii 2016”que David Gilmour disponibilizou em seu canal na íntegra, confira abaixo:










23/08/2017

David Gilmour libera a segunda parte do EPK sobre “Live at Pompeii 2016” e um trecho de "Today"



Na terça-feira (22) David Gilmour lançou, em seu canal oficial no Youtube, a segunda parte do EPK relacionado ao seu novo DVD “Live at Pompeii”.

Gilmour fala mais um pouco sobre o concerto, e mostra  alguns momentos do show. Ele diz que não se preocupa em tocar as canções como são nas versões gravadas em estúdio. Ele quer que as pessoas que estão com ele em cima do palco sintam paixão e que tenham a sensação de estar fazendo música.

Hoje (23), Gilmour divulgou outro teaser, a canção escolhida foi "Today", confira abaixo:




23/07/2017

David Gilmour divulgou trecho de seu mais novo DVD, Live at Pompeii




O filme consiste na gravação de dois shows realizados por Gilmour em junho de 2016 no Anfiteatro de Pompeia, tornando o evento a primeira apresentação com audiência no anfiteatro desde os tempos dos gladiadores na Roma antiga. 

'Pompeii' se tornou sagrado aos fãs da banda, local onde o Pink Floyd gravou uma das apresentações mais importantes de sua carreira, em 1972.

Enquanto o show do Pink Floyd não contou com absolutamente ninguém (além da equipe técnica) na plateia, um número de fãs sortudos foi escolhido para presenciar o grande retorno de Gilmour ao antigo anfiteatro romano.

Agora, os shows foram adaptados para um álbum ao vivo, que será lançado em CD, DVD e Vinil no dia 29 de Setembro. E, para deixar um gostinho do que está por vir, um pequeno trailer contendo partes da apresentação foi divulgado pelo músico. (vídeo acima)

O vídeo conta com trechos de canções como “The Great Gig in the Sky”, “Run Like Hell” e “Wish You Were Here”, clássicos de sua carreira no Pink Floyd. 

A nova performance ficará em cartaz em 2000 salas de cinema ao redor do mundo. No Brasil, o show será exibido em 84 telas e os ingressos já podem ser adquiridos no site www.ingresso.com.br/davidgilmour.


David Gilmour - Rattle That Lock (Live At Pompeii 2016 - Audio Only)

22/07/2017

'David Gilmour Live At Pompeii' ganha datas extras nos cinemas




No dia 13 de setembro, várias salas de cinema da Rede Cinemark no Brasil vão exibir o show “David Gilmour Live At Pompeii”, que mostra o icônico show feito pelo ex-integrante do Pink Floyd na Itália há 45 anos. 

A procura pelos ingressos foi tão grande que, em poucos instantes, eles se esgotaram, fazendo com que a empresa anunciasse sessões extras nas cidades de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. 

Assim, o espetáculo poderá ser assistido em duas sessões, às 20h e às 21h. Em Belo Horizonte, a exibição será no Patio Savassi (Avenida do Contorno, 6061 - Funcionários). 

No show, além de músicas da carreira solo, Gilmour toca clássicos como "Money", "Wish You Were Here" e "The Great Gig In The Sky". Este foi o primeiro concerto de rock no anfiteatro romano de pedra e 2.600 pessoas puderam assistir ao espetáculo no local onde os gladiadores teriam lutado. 

Os ingressos estão à venda no site da Rede ou nas bilheterias dos cinemas participantes por R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) na sala normal; e R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) na sala vip.


30/05/2017

David Gilmour 'Live At Pompeii' será exibido nos cinemas


David Gilmour retorna ao antigo anfiteatro em Pompéia
45 anos depois de tocar com Pink Floyd


David Gilmour realizou dois concertos memoráveis no Anfiteatro de Pompeia, nos dias 7 e 8 de julho do ano passado para um público de 2.600 pessoas. Um espetáculo audiovisual, com lasers, pirotecnia e uma enorme tela circular em que filmes especialmente criados complementam as canções hipnotizando a platéia, mas acima de tudo a música é surpreendente, performances impecáveis, de uma banda recheada de estrelas.

As apresentações renderam um lançamento oficial em DVD e Blu-Ray, previsto para o início de novembro, e estas gravações terão sua estreia mundial nos cinemas em 13 de setembro de 2017. O registro inclui destaques de ambos os shows, filmados em 4k pelo diretor Gavin Elder.

“O show inclui canções que abrangem toda a carreira solo de Gilmour, bem como muitos clássicos do Pink Floyd, destaque para ‘One Of These Days’, a única canção no show que também faz parte do concerto de 1971”, diz o comunicado oficial divulgado pela produção. “O espetáculo ao vivo também contou com ‘The Great Gig In The Sky’ do álbum ‘The Dark Side Of The Moon’, algo raro em seus shows."


Por enquanto não foram divulgadas informações sobre o show em cinemas brasileiros.

08/07/2016

David Gilmour em Pompéia: “Um lugar mágico” (vídeo)




David Gilmour retornou a Pompéia nesta quinta-feira (07) para o primeiro de dois shows no palco do mítico Pink Floyd: Live at Pompeii, filme gravado em 1971 e lançado um ano depois. Ele concedeu ontem (2016-07-07), uma entrevista à Rolling Stone, conforme vídeo acima.

“Esta noite será a primeira vez desde 79 A.D. que haverá público assistindo alguma coisa aqui”, brincou, fazendo referência à erupção vulcânica que transformou esta parte da Itália em cinzas. A segunda apresentação ocorre nesta sexta-feira.

“É um lugar fantástico”, afirmou ele nos bastidores, ao lado da mulher, a letrista, escritora e jornalista Polly Samson. “É um lugar extraordinário para estar porque preserva exatamente como foi. Se você visitar outros locais antigos pelo mundo verá que muitos estão bastante danificados com o que aconteceu ao longo de séculos em que ficaram abandonados. Mas isso aqui é como se tivesse sido selado. Se você olhar os nomes e as inscrições nas pedras, parece que foram feitas ontem”, afirmou.

Chamando Pompéia como “um lugar mágico”, Gilmour deu sua definição sobre o museu da antiguidade a céu aberto: “É um lugar de fantasmas… de uma maneira amigável”.


Vídeo mostra pessoas acessando o local do show


Algumas imagens deste épico acontecimento:









David Gilmour é homenageado cidadão honorário de Pompéia:





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