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13/10/2019

David Gilmour tocou 'Fat Old Sun' no Royal Albert Hall em festa de Richard Thompson, confira





David Gilmour abrilhantou a festa de aniversário de Richard Thompson, quando cantor e compositor da música folk se juntou a vários convidados, durante um show no Royal Albert Hall, em Londres, na noite de segunda-feira, dia 30 de setembro de 2019. O show aconteceu em comemoração aos 70 anos de Thompson.

Gilmour cantou e tocou guitarra numa apresentação de "Dimming of the Day", a faixa final do álbum de 1975 de Richard e Linda Thompson, Pour Down Like Silver, e, com uma excelente performance, brindou os presentes quando ele e Thompson tocaram a belíssima “Fat Old Sun”, do álbum Atom Heart Mother, vídeo acima


Dimming of the Day

04/10/2019

King Crimson hoje em São Paulo no Espaço das Américas





Folha de São Paulo
Thales de Menezes


Pela primeira vez no país, King Crimson traz seu rock inclassificável ao Brasil. O grupo se manteve fiel ao gênero progressivo e não abriu concessões em 50 anos de carreira

Show de três horas de duração, oito músicos no palco, sendo que três deles estão tocando baterias. No repertório, sempre surpresas, pinçadas em 13 álbuns de estúdio lançados em 50 anos de carreira. Rock inclassificável, que nasceu no progressivo e ali permaneceu, mas com novas maneiras de fazer música nesse gênero intrincado. 

Isso é o King Crimson, a banda do guitarrista inglês Robert Fripp formada em janeiro de 1969. E, incrível, esse grupo de rock virtuoso chega ao Brasil pela primeira vez só agora, tocando nesta sexta (4) em São Paulo e, no domingo (6), no Rock in Rio. 

“Não sei por que demorou tanto para um show do King Crimson no Brasil”, diz o baixista Tony Levin, 73, que desde 1981 faz parte da banda. “Você deve perguntar ao Robert.” 

Bem que a imprensa quer perguntar coisas a Fripp, 73, mas o guitarrista não dá entrevistas. E o King Crimson é mesmo dele, único integrante em todas as formações já criadas. “Sim, falam muito sobre Robert ser o dono da banda, mandar em tudo. É isso mesmo”, confirma Levin, rindo.

Mas ele destaca que tocar sob ordens de Fripp é incrível. Diz que o chefe é uma usina de ideias e tem na cabeça todos os rumos do King Crimson. 

“Ao contrário de outros grupos que começaram no progressivo e tiveram suas guinadas para outros estilos, o King Crimson segue fazendo o que sempre fez. E o mais legal é que faz muitas coisas diferentes”, brinca Levin. 

Ele tem razão. Talvez Fripp seja o artista de rock que menos concessões fez ao showbizz. Yes e Genesis —para citar dois exemplos de gigantes de raízes progressivas— tiveram suas aventuras no pop, num rock mais acessível a quem liga o rádio. Fripp nem chegou perto disso. 

“Você pode não saber o que vai encontrar num show do King Crimson, mas com certeza sabe o que não vai encontrar, ou seja, música fácil, tranquila. Robert é muito inquieto, genial”, afirma Levin, que tem muitas experiências ao lado de gênios nos palcos e nos estúdios. 

Ele tocou em mais de 500 álbuns, contratado por nomes estelares, como Peter Gabriel, John Lennon, David Bowie, Tom Waits, Lou Reed, Dire Straits, Pink Floyd, Alice Cooper, Bryan Ferry e Paul Simon. 

Levin já esteve no Brasil com Peter Gabriel e diz gostar da receptividade do público a vários tipos de som. “É preciso ter a mente aberta para novidades quando você vai a um show do King Crimson. A começar pelas três baterias no palco, o que abre espaço para muita experimentação.”

Jeremy Stacey, Gavin Harrison e Pat Mastelotto são os bateristas. Bill Rieflin também toca bateria, mas atualmente assume os teclados. O vocalista Jakko Jakszyk toca guitarra, flauta e teclados. Mel Collins é o saxofonista. Fripp e Levin, embora passem mais tempo na guitarra e no baixo, respectivamente, também se revezam nos teclados e computadores. 



Se o repertório do King Crimson permite muitas mudanças de um show para outro, há duas fases da banda que sempre marcam boa presença na lista das músicas que serão tocadas. 
“Discipline”, “Beat” e “Three of a Perfect Pair”, trilogia de álbuns lançados entre 1981 e 1984, fornecem várias boas faixas para as apresentações, entre elas o quase hit “Elephant Talk”. 

“Quem define o que entra é Robert, mas acredito que ele misture coisas que os fãs querem ouvir com outras que são bem desafiadoras para tocar ao vivo”, diz Levin. 

Mas a obra mais venerada é ainda o álbum de estreia, “In the Court of the Crimson King”, de 1969. Na formação desse disco, os vocais e o baixo estavam com Greg Lake, que sairia da banda poucos meses depois para formar o Emerson, Lake & Palmer. 

Às vezes, o King Crimson toca na mesma noite quatro ou cinco músicas desse álbum, entre elas “Epitaph”, hino do rock e maior clássico da banda. 

“Claro que temos de lidar com esse álbum, é uma obra-prima. O público ama esse disco, e nós também. O King Crimson pode desafiar as convenções de uma carreira típica de banda de rock, mas não vai deixar os fãs tristes”, afirma Levin. 




KING CRIMSON 

Onde Espaço das Américas, r. Tagipuru, 795, São Paulo. Sexta (4), às 22h 
Preço Ingressos pesquisar (ingresso rápido)
Onde Rock in Rio, palco Sunset. Domingo (6)

08/07/2016

David Gilmour em Pompéia: “Um lugar mágico” (vídeo)




David Gilmour retornou a Pompéia nesta quinta-feira (07) para o primeiro de dois shows no palco do mítico Pink Floyd: Live at Pompeii, filme gravado em 1971 e lançado um ano depois. Ele concedeu ontem (2016-07-07), uma entrevista à Rolling Stone, conforme vídeo acima.

“Esta noite será a primeira vez desde 79 A.D. que haverá público assistindo alguma coisa aqui”, brincou, fazendo referência à erupção vulcânica que transformou esta parte da Itália em cinzas. A segunda apresentação ocorre nesta sexta-feira.

“É um lugar fantástico”, afirmou ele nos bastidores, ao lado da mulher, a letrista, escritora e jornalista Polly Samson. “É um lugar extraordinário para estar porque preserva exatamente como foi. Se você visitar outros locais antigos pelo mundo verá que muitos estão bastante danificados com o que aconteceu ao longo de séculos em que ficaram abandonados. Mas isso aqui é como se tivesse sido selado. Se você olhar os nomes e as inscrições nas pedras, parece que foram feitas ontem”, afirmou.

Chamando Pompéia como “um lugar mágico”, Gilmour deu sua definição sobre o museu da antiguidade a céu aberto: “É um lugar de fantasmas… de uma maneira amigável”.


Vídeo mostra pessoas acessando o local do show


Algumas imagens deste épico acontecimento:









David Gilmour é homenageado cidadão honorário de Pompéia:





18/02/2016

Syd Barrett será homenageado em Cambridge





Syd Barrett, membro fundador do Pink Floyd, será homenageado com um concerto em Cambridge.

O show, no dia 27 de outubro, será realizado no mesmo dia em que uma estátua dedicada ao vocalista será inaugurada e que também coincide com a data do último show feito por Barrett com o Pink Floyd na cidade.

O grupo sueco Men on the Border reinterpretará as canções de Barret e do Pink Floyd junto com a Orquestra Sinfônica Swedish Sandviken.

Barrett deixou o Pink Floyd em 1968 e passou boa parte da sua vida recluso. O vocalista morreu em 2006.

Em 2015, Barrett teve sua vida contada no documentário Have You Got It?

Abaixo um documentário produzido pela BBC (áudio): 


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David Gilmour


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