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30/06/2019

Jim Irsay pagou 4 milhões de dólares pela guitarra Strat preta de David Gilmour



Uma das mais emblemáticas guitarras de Gilmour foi adquirida por uma fortuna. Quem é o milionário comprador?

Matéria por BLITZ


Foi de David Gilmour a guitarra mais cara alguma vez vendida em leilão, uma Fender Stratocaster preta, que o músico britânico utilizou na composição de vários temas clássicos dos Pink Floyd, como 'Comfortably Numb' ou 'Money'.

A guitarra foi vendida por mais de 3,5 milhões de euros a Jim Irsay, multimilionário norte-americano e dono da equipa de futebol americano Indianapolis Colts.

Irsay assume-se como "superfã" dos Pink Floyd, chegando ao ponto de deixar mensagens no seu atendedor de chamadas alusivas a "The Wall", e tendo visto a banda em Chicago, em 1977, correndo para alcançar as filas da frente.

No leilão recente, Jim Irsay foi responsável por 25% do total dos lucros obtidos (cerca de 19 milhões de euros), que foram posteriormente doados a instituições de caridade.

O multimilionário comprou, para além da Fender em questão, a caixa onde a mesma foi transportada durante anos, e ainda uma Martin D-35 que Gilmour usou em 'Wish You Were Here'.

"Adoro os Pink Floyd. Não consigo negá-lo", disse, à revista Rolling Stone. "As letras do Roger Waters e a forma de tocar do David Gilmour são tão profundas que não tenho palavras para descrever o meu entusiasmo por isto".

Para além destas guitarras, Irsay é também dono de instrumentos outrora pertença de nomes icónicos do rock como Elvis Presley, Prince ou John Lennon. O multimilionário já disse que não a iria deixar a acumular pó - "vou de certeza arrancar-lhe algumas notas" -, e anunciou a sua vontade de a exibir num museu, lado a lado com outros artefactos do mundo do rock.


21/06/2019

Guitarra de David Gilmour bate recorde mundial em leilão (vídeo)


David Gilmour arrecada R$ 80 milhões em leilão de guitarras



A lendária Fender Stratocaster preta, usada por David Gilmour na composição de vários sucessos do Pink Floyd, tornou-se a guitarra mais cara vendida em leilão.

A Stratocaster preta foi a guitarra mais usada por Gilmour entre 1970 e 1986, ao vivo e em estúdio. Ele tocou em discos como "Obscured By Clouds", "The Dark Side of the Moon" - na faixa "Money", em particular -, em "Whish You Were Here" - na faixa "Shine on You Crazy Diamond", no "Animals" e em "The Wall" - que conta com a lendária "Comfortably Numb", sempre citada entre os solos mais belos da história. Gilmour nunca parou de usá-la, inclusive em seus discos recentes, como "Rattle That Lock", de 2015 

Resultado de imagem para Fender Stratocaster preta, usada por David Gilmour

A Fender Stratocaster preta de 1969 é um pedaço da história do rock. A "The Black Strat" foi comprada em 1970, em Nova York, e ficou marcada como um dos instrumentos preferidos de Gilmour.

O instrumento foi arrematado por £862K, que equivale à R$4.202.810. no leilão realizado pela Christie's, em Nova Iorque, esta quinta-feira.


O instrumento foi utilizado para gravar Wish You Here



matéria completa da globo

Fender Stratocaster preta

No recorde anterior a casa de leilões Christies leiloou a C.F. Guitarra acústica D-35 de Martin & Company Nazareth 1969 por US$ 1.095.000 superando o recorde anteriormente ocupado por 1939 OO0-42 de Eric Clapton, por US$ 791.500 em 2004..

14/06/2019

Gilmour - Mais de mil pessoas já se inscreveram para participar do leilão


Guitarras serão leiloadas em Nova York, dinheiro irá para caridade


Solitária, acompanhada apenas pelo imenso holofote que a ilumina, uma velha guitarra elétrica é encontrada nas galerias da Christie em Nova York, com sinais evidentes da passagem do tempo e das constantes modificações a que o dono a sujeitou. "Essa guitarra foi fundamental para a composição de Dark Side of The Moon, considerado um dos álbuns mais importantes da história da música", explica um dos especialistas da casa de leilões para jornalistas e fãs. E conta que o dono do precioso artigo, que para muitos é objeto de devoção, não é outro senão o lendário David Gilmour, do Pink Floyd, que em 20 de junho vai leiloar um total de 126 de suas guitarras para caridade.

A Black Strat, uma guitarra Fender Stratocaster de 1969, é a joia da coroa da coleção, a "velha amiga" que acompanhava Gilmour desde 1971, quando ele a comprou em Nova York - curiosamente a poucos quarteirões do local onde será colocada à venda novamente - até meados da década de 1980.

"David Gilmour a comprou depois de, no meio de uma turnê pelos EUA, ter passado por um roubo que levou todo o seu equipamento. Ele passou por Nova York no caminho de volta para Londres e comprou essa guitarra na lendária loja de música Manny", conta Kerry Keane, especialista em instrumentos musicais da Christie. "Gilmour ficou com a guitarra por toda a sua carreira e a tem usado em suas apresentações e gravações", acrescenta. 

Embora a Black Strat receba a maior atenção por seu valor histórico e sentimental e tenha um preço estimado entre US $ 100.000 e US $ 150.000, a guitarra é acompanhada de outros instrumentos, distribuídos em outras salas da galeria.

"Esses cinco ou seis salões da Christie representam uma superabundância de riquezas para qualquer colecionador de guitarras", diz Keane. Entre os instrumentos, está também a White Fender Stratocaster # 0001, um símbolo da longa carreira de Gilmour e do Pink Floyd, que tem sido avaliada entre 100 e 150 mil dólares. Algumas peças são mais acessíveis – um violão 1969 CF. Martin & Company, por exemplo, deve ser negociado por menos de 20 mil.

A Christie estima arrecadar um milhão de dólares com os instrumentos de David Gilmour. O dinheiro será destinado à organizações que combatem a fome e ajudam moradores de rua.

29/05/2019

David Gilmour anunciou o lançamento de três episódios de podcast sobre o leilão de guitarras (Confira vídeo trailer)




David Gilmour lançará lançará três podcasts falando sobre alguns dos instrumentos que serão leiloados em Nova York no dia 20 de junho.

No início deste ano, David Gilmour revelou que estava colocando 120 de suas guitarras em leilão para arrecadar fundos para sua fundação de caridade.

Episódio 1: 31 de maio – The Black Strat
Gilmour fala sobre o roubo do equipamento do Pink Floyd em Nova Orleans em 1970, que levou à compra da Black Strat na loja de música Manny, na West 48th Street, em Nova York. Ele também detalha algumas das gravações em que o instrumento aparece.

Episódio 2: 7 de junho – O desejo que você estava aqui Martin Acoustics
Gilmour fala sobre as guitarras acústicas Martin de 12 e seis cordas que ele escreveu e gravou “Wish You Were Here” e como mais uma vez ele foi vítima de um ladrão de guitarras oportunista.
Episódio 3: 14 de junho – The White Strat

Este episódio detalha a história do famoso número de série 0001 Fender Stratocaster. “É uma das melhores que já toquei, é linda. Como você melhora a perfeição ?”, pergunta Gilmour. Ele também demonstra como ela foi a guitarra base em “Another Brick In The Wall Parte 2″ e observações sobre o status atual do Pink Floyd.

Falando anteriormente sobre a venda, Gilmour disse: “Essas guitarras têm sido muito boas para mim e muitas delas me deram músicas ao longo dos anos…Guitarras foram feitas para serem tocadas e é meu desejo que, onde quer que elas acabem, elas continuem a dar aos donos o dom da música”.

E continua.
“Ao leiloar estas guitarras, espero poder ajudar onde for realmente necessário e, através da minha fundação de caridade, fazer algo de bom neste mundo. Será um problema vê-los ir embora e talvez um dia eu tenha que rastrear um ou dois deles e comprá-los de volta!”
O podcast David Gilmour foi produzido em associação com a Cup And Nuzzle.


Fonte: Scott Munro – Louder

06/05/2019

Por que razão David Gilmour se despediu das suas guitarras (Blitz)





À conversa com a revista Guitar World, David Gilmour abordou a sua decisão de vender a sua coleção de guitarras.

No próximo dia 20 de junho, em Nova Iorque, irão a leilão mais de 120 guitarras do músico, com todos os lucros a reverter para instituições de caridade.

Entre os instrumentos que serão vendidos contam-se a Stratocaster preta com a qual gravou clássicos como 'Money', 'Shine on You Crazy Diamond' e 'Comfortably Numb'.

"Há anos que penso nisto", confessou. "Estas guitarras serviram-me bem. Deram-me canções e melodias, mas pensei que seria bom para elas seguir em frente e criar música nova com outras pessoas".

Gilmour incidiu, ainda, sobre o aspeto de caridade da venda: "Há imensos problemas no mundo de hoje, no que toca a refugiados ou à fome. Tenho uma fundação de caridade e o dinheiro será distribuído daí para as pessoas que mais dele precisam", explicou.


Fonte: Blitz

01/04/2019

Em vídeo, David Gilmour mostra as 120 guitarras que vai leiloar


Todo o dinheiro arrecadado será doado para instituições de caridade

Conforme vimos no post anterior aqui no blog, abaixo a matéria da Rolling Stone que aborda o leilão das guitarras de David Gilmour.

Rolling Stone

Na última quarta, 27, David Gilmour compartilhou um vídeo no qual mostra todas as 120 guitarras que vai colocar para leilão. 

Entre todos esses instrumentos, o destaque fica por conta da Black Strat, uma Stratocasterpreta (foto) usada pelo músico em todas as gravações que fez desde The Dark Side of the Moon(1973), do Pink Floyd, até as mais recenteces do seu projeto solo.

Essa guitarra também foi usada no show histórico que o músico fez na cidade de Pompeia em 2016 (registrado na foto acima), 45 anos após ter tocado lá com a antiga banda. 

É esperado que só essa Stratocaster, produzida pela Fender em 1969 e com todas as modificações feitas pelo músico, seja vendida por algo em torno de US$ 100 mil e US$ 150 mil, e é tão famosa que existe até um livro sobre seu legado.

O leilão acontce entre 14 e 19 de junho, e todo o dinheiro arrecadado será doado para instituições de caridade. Para mais informações sobre os lances, acesse o site da Christie's, organizadora do evento.

28/03/2019

David Gilmour concede entrevista à casa de leilões Christie


The David Gilmour Guitar Collection Promo Video



Em entrevista, David Gilmour afirma que quem toca Fender é mais facilmente reconhecível do que as pessoas que tocam com outras guitarras famosas.

Com o leilão de 120 das suas guitarras, incluindo a  famosa Black Strat – David Gilmour concedeu uma entrevista à casa de leilões Christie, que irá promover a venda das guitarras. Na entrevista, David Gilmour fala da sua relação com guitarras e, naturalmente, a Stratocaster ocupa uma grande parte da conversa.

David Gilmour afirma categoricamente que o design criado por Leo Fender é o mais expressivo de todos no universo da guitarra eléctrica.

"A Stratocaster tende a potencializar a personalidade de quem está tocando. As pessoas que tocam Fender são mais reconhecíveis que as pessoas que tocam outras guitarras bastante famosas". Pode deduzir-se que talvez o músico mande  uma indireta aos fãs das Les Paul.

Em destaque na conversa surge a revelação de que o famosíssimo solo de “Another Brick In The Wall (Part 2)” foi gravado sem a guitarra estar ligada a qualquer amplificador e, conciliado com uma estupenda Gibson.

"Havia um lojista em New Jersey que tinha uma Les Paul de 1955 no seu catálogo. Era completamente dourada (inclusive o braço) e era linda. Comprei-a e foi enviada para Los Angeles, onde estávamos trabalhando no “The Wall”. Pouco após a sua chegada usei-a no solo de “Another Brick In The Wall (Part 2)”. Ligamo-la  à mesa, direto para a fita, sem lhe conectar a nenhum amplificador. Sempre adorei essa guitarra".


O dinheiro arrecadado pelo leilão será doado à instituições de caridade. “Leiloando essas guitarras, espero fornecer ajuda a lugares que realmente necessitam, e fazer bem ao mundo. Vai ser difícil vê-las indo embora, e talvez eu até decida, algum dia, procurar um ou outra para comprar de volta!”.

Em entrevista à Rolling Stone EUA, Gilmour afirmou que as pessoas não devem ver essa decisão como um indício de aposentadoria. Ele disse que “me aposentar não é algo que eu consiga fazer rápida e facilmente. Nem preciso realmente me aposentar. Não preciso dizer essas palavras”, e adicionou que “se eu me aposentar, será um processo silencioso e imperceptível. Mas não agora.”


A Guided Tour Of The David Gilmour Guitar Collection


Entrevista:
David Gilmour: My life in guitars

As the exhibition of The David Gilmour Guitar Collection opens in London, the Pink Floyd singer and songwriter plucks some pearls of wisdom from his long history with guitars

My next door neighbour was given a guitar when I was around 11 or 12. He probably hung onto it for around a year but I don’t think he ever touched it. We were friends and I asked him whether I could borrow it. I don’t think I ever gave it back.

There’s nothing more depressing than trying to learn the guitar on one that’s out of tune. My parents bought me the Pete Seeger Guitar Tutor record, which was a 12-inch vinyl record that came with a book that explained the lessons and showed you chord charts. The first lesson was how to tune a guitar using a pitch pipe.

The Stratocaster was my boyhood dream guitar. I loved Hank Marvin playing the Fender Stratocaster but I always wanted to sing and play.

As a teenager in Cambridge I used to spend a lot of time in a music shop called Ken Stevens. It was very narrow with guitars all the way down both sides. There was a Stratocaster hanging in there for years, which we sometimes persuaded the owner to let us touch or play the occasional tune on. I could never afford it though.

When I was young I copied every other guitar player.Copying is where you start and a big part of the way forward. After a while you find that all that stuff merges into something that becomes your own sound and style.

The first guitar my parents bought me was a Tatay. It was a classical type Spanish guitar. I think I’ve still got it somewhere.

I always had a fondness for Gretsch guitars. Maybe it’s because Duane Eddy played a Gretsch in his early years. You can hear a guitar on a track on the radio and you can usually tell when it’s a Gretsch.



My first electric guitar experience was with a Selmer Rex archtop guitar with F holes. They were popular with jazz guitarists and were designed with space for a pick-up to be added. I bought a pick-up, put it on and things moved on from there.

I didn’t want to specialise in one area, I wanted to learn a bit of everything. I wanted to be able to play Elvis Presley and The Everly Brothers songs but I also loved acoustic music, as well as Rock and Roll I loved folk music and I loved acoustic blues music. I was listening to Pete Seeger, to Woody Guthrie and Lead Belly, who was one of my favourites and a great player of the 12-string guitar.


Gibson Incorporated, Kalamazoo, 1963. An acoustic guitar, Everly Brothers, J-180. Estimate: $10,000-15,000. Offered in The David Gilmour Guitar Collection on 20 June at Christie’s in New York

British radio was very haphazard when I was growing up. The strangest pieces of music in all sorts of different categories would follow on from each other. I rather liked that.

Someone counts, one, two, three, four and you’ve got to be there, you can’t stop. If you make a mistake, you can’t go back and fix it; you’ve just got to keep moving on. There’s nothing like being in a group of people who are playing something to improve your learning.

My first Fender was a Telecaster. My parents gave it to me for my 21st birthday. They lived in New York and had a friend of theirs, who was coming to Paris where I was living at the time, deliver it to me. It was an enormous thrill.



I don’t look back at my career and think this was a great solo and this one wasn’t. I just do them, and hope for the best.

Manny’s was a very New York experience. I bought the Black Strat from Manny’s in 1970. The shop was already legendary. It’s hard to describe but it was a wonderful place.

I helped mix the sound for Jimi Hendrix at the Isle of Wight Festival in 1970. Not a lot of people know that.

I bought the Martin D-35 acoustic from a man on 48thStreet in New York. I was going to Manny’s to buy an acoustic and this guy came up to me and said, ‘What do you want? What are you getting? Then he pulled out this guitar. I had a strum and said, ‘Okay, that will do.’ It was very nice then and still is gorgeous.
‘I didn’t hunt for the notes on Shine On You Crazy Diamond, they found themselves’ — David Gilmour

The Stratocaster tends to enhance the personality of the person playing it. People playing Fenders are more recognisably themselves than people playing some of the other well known guitars.

The Black Strat was just a guitar. It was my guitar; it was the one I used. What can you say? It has earned its keep.

I’d always kind of wanted a Gibson Les Paul. We used to be sent various circulars of guitars that were on sale throughout the world. There was one guitar trader in New Jersey who had the 1955 Les Paul on his list. It was all gold — the back and the sides and the back of the neck, and it looked great. I bought it and had it sent to LA where we were working on The Wall album. Not long after it arrived I used it for the solo on Another Brick in the Wall, (Part 2). We injected it straight through the desk and onto tape, not through any amplifier at all. I’ve always loved that guitar.


C.F. Martin & Company, Nazareth, 1971. An acoustic guitar, D12-28. Estimate: $5,000-10,000. Offered in The David Gilmour Guitar Collection on 20 June at Christie’s in New York

Back then, for someone like me, travelling in the States was like going into a candy store. You could go into an old junk shop and among all the AK47s and other terrifying things for sale there would be guitars, old guitars. Several of the guitars that I own were bought in second hand stores around the United States, and in Seattle particularly. In London they were harder to track down.

Pieces of music often present themselves when you’re strumming. A couple of notes can make a little connection in your mind so you play them again and then they expand a little bit. Ninety per cent of the little tunes I play, later on don’t seem to have any particular meaning or magic. And then you play something else and it has a magic to it and you hope that magic will work for other people too. There’s no real way of explaining that or understanding quite how that works.

I didn’t hunt for the notes on Shine On You Crazy Diamond, they found themselves. I was sitting playing my Black Strat with the chaps in a rehearsal room in King’s Cross and somehow they fell out of the guitar.



There are fortunate moments when someone has told you something and you’ve got it wrong. I had some friends who were working at Abbey Road on an album. Bruce Welch, the rhythm guitar player in The Shadows, was producing them. They had put down a couple of acoustic tracks and he said he wanted to put a high strung guitar on as well to thicken the sound of the acoustics. I didn’t know what that was but it sounded interesting and I decided to work on my own version, so I put some thin gauge strings onto one of my Ovations. I found out later it wasn’t remotely what the normal high strung tuning was, but it worked for me. I wrote what became Comfortably Numb on that guitar with that tuning. It has remained in that tuning ever since. 

I like the older guitars. It feels like they have been played a lot over years, and the vibrations of the different pieces of wood that make up the instrument have melded into one overall sound that’s beautiful. 


Jedson, Japan, 1974. An electric console steel guitar. Estimate: $1,000-2,000. Offered in The David Gilmour Guitar Collection on 20 June at Christie’s in New York

I once used a Jedson guitar to break my way out of a room I was trapped in. I lived in a house in the country that had a little guitar room with old fashioned studio doors that clamped shut. Late one night the door handle broke and I couldn’t get out. I was trapped inside with nothing but a load of guitars. This was long before mobile phones, so I took the leg off a slide guitar and used it to break out.

Guitars are always there and I doodle on them every day.Often I’ll take out my iPhone and record the doodles. I have hundreds. They give me ideas for songs. One of these days I will have a listen through them and decide on some to take further.

These are instruments that have served me very well.They’ve given me music and I’ve loved them, but now it’s time for them to go off and be part of someone else’s musical life. I’m hoping they’ll inspire music in other people.

All these guitars have their individuality, their own tone and some element of magic about them. I hope that I can do some good by selling them and using the money to help to make this world a slightly better place.

30/01/2019

'Tudo tem de ir', diz David Gilmour, sobre leilão de 120 guitarras (Rolling Stone)



Gilmour vai vender icônicas Fender Stratocaster e outros instrumentos para levantar fundos para caridade.


Matéria
Rolling Stone
By Kory Grow


David Gilmour, o guitarrista, cantor e compositor à frente do Pink Floyd, vai leiloar cerca de 120 das icônicas guitarras com que gravou discos da banda e solo e com que fez shows pelo mundo nos últimos mais de 50 anos.

“Tudo tem de ir”, disse Gilmour, bem-humorado, à revista americana Rolling Stone. “É a promoção de primavera”, ele brincou, referindo-se à estação que, no hemisfério Norte, começa em março. 

A lista de instrumentos que serão leiloados em bloco na sede da casa de leilões Christie, em Nova York, em junho, inclui muitos dos instrumentos mais conhecidos do músico.

Ele vai vender a guitarra modelo Fender Stratocaster de cor preta, por exemplo, com que gravou sucessos da banda inglesa, como “Money”, “Shine On You Crazy Diamond” e “Comfortably Numb”. 

A lista inclui ainda o violão de 12 cordas da marca Martin com que Gilmour registrou “Wish You Were Here” e um violão da marca Ovation que ele usou em quase todas as apresentações ao vivo que fez desde os anos 1980. 

“Essas guitarras foram muito boas para mim”, disse Gilmour à Rolling Stone ao telefone, falando de sua casa na Inglaterra. “Elas são minhas amigas. Me deram muitas músicas. Apenas acho que passou da hora de elas servirem a outra pessoa. Tive meu tempo com elas. E o dinheiro que elas vão gerar vai fazer muitas coisas boas ao mundo.”


Os recursos oriundos do leilão vão beneficiar a instituição de caridade fundada por Gilmour há décadas. “O dinheiro vai servir a demandas de pessoas famintas, sem-teto ou vítimas de migrações forçadas em todo o mundo”, disse Gilmour, segundo quem não serão fomentadas só programas no Reino Unido.

Mas, para além da caridade, Gilmour vê na venda das guitarras uma forma de abrir espaço em casa. Segundo o músico, essa é uma ideia que adiou por falta de tempo desde 1987, quando o Pink Floyd lançou o disco “A Momentary Lapse of Reason”, o primeiro álbum da banda desde a saída de Roger Waters. 

“Estou ao mesmo tempo triste por perder alguns de meus instrumentos e aliviado por tocar adiante esse projeto. Se eu precisar de uma guitarra específica, vou à loja e compro outra. Guitarras são minha ferramenta de trabalho; elas me deram músicas, mas, no fim das contas, são apenas isso, ferramentas.” 

Segundo o músico, mesmo vendendo 120 guitarras, ainda vão sobrar cerca de 20 instrumentos em sua coleção. 

Já a primeira guitarra de sua coleção, uma Fender modelo Telecaster que Gilmour ganhou dos pais quando fez 21 anos, não estará no leilão; o músico a despachou em um voo da TWA de Londres para os Estados Unidos, em 1968, e a antiga companhia aérea perdeu o instrumento. 

“Tive muita sorte na vida. Fui bem-sucedido artisticamente e financeiramente. Eu já sentia muitos, muitos anos atrás que deveria fazer algo para melhorar um pouco o mundo. Esse vai ser um grande impulso para a capacidade [da fundação]”, diz Gilmour. 

O músico afirmou ainda que não se preocupou em calcular o total de dinheiro que o leilão vai levantar nem leva em consideração eventuais especulações de que, ao vender suas guitarras, ele estaria sinalizando uma aposentadoria. 

“Eu não tenho que me aposentar. Não preciso dizer essas palavras. Se eu parar, vai ser um processo quieto e desapercebido. Mas não agora.”


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29/06/2017

Ferrari que pertenceu a David Gilmour será leiloada




Uma Ferrari F40 Berlinetta que pertenceu a David Gilmour, será vendida num leilão da Bonhams na próxima sexta-feira (30) no circuito Goodwood, em West Sussex, Inglaterra.

O supercarro da Ferrari com turbocompressor acabou de sair de uma restauração e os organizadores do evento pedem um lance inicial de 400 mil dólares, mas esperam que o preço final seja superior a um milhão de dólares.


Esse carro foi adquirido em 1988 quando Gilmour e Nick Mason foram até a Itália fazer um teste drive e acabaram comprando, cada um deles, uma F40 (foto acima).

Segundo os leiloeiros, essa Ferrari de 29 anos teve o motor e a transmissão reconstruídos, e um sistema de gerenciamento de motor atualizado também foi implementado.



Saiba mais sobre o leilão e veja fotos dessa Ferrari aqui: Bonhams.Com.



Fonte: RadioRock

05/03/2017

A mesa de som onde o Pink Floyd gravou Dark Side of the Moon está à venda





A mesa de som onde o Pink Floyd gravou Dark Side of the Moon, será leiloada.

O equipamento foi usado extensivamente entre 1971 e 1983 no estúdio dois de Abbey Road e foi usado pelo Pink Floyd para gravar seu icônico álbum. “Lançado contra um pano de fundo da Guerra do Vietnã, os recentes pousos na lua e uma saída da era do poder das flores, este álbum ecoou a consciência popular da época”, afirmou a revista Goldmine.

A mesa, uma EMI TG12345 MK IV - uma de duas existentes no mundo - ainda se encontra em bom estado de funcionamento, tendo sido utilizada não só para este álbum do Pink Floyd mas também para obras de Paul McCartney e Kate Bush, entre outros artistas.

A publicação diz que o console Abbey Road EMI TG12345 MK IV foi dos dois únicos feitos por engenheiros da EMI, encomendado como uma atualização para o modelo MK II. Considerado como “o maior console já construído”, por Brian Gibson, autoridade mundial em consoles e ex-engenheiro de Abbey Road, o Pink Floyd utilizou a mesa com o produtor Alan Parsons para criar um álbum atemporal de dez faixas cheio de paisagens atmosféricas que exploraram a evolução da psicodelia, rock, jazz e blues-rock do grupo.

Brian Gibson, diz desta que é "a melhor alguma vez construída". A sua venda estará a cargo da leiloeira norte-americana Bonhams, estimando-se que o preço chegue perto dos 100 mil euros. O leilão deverá ocorrer no dia 27 deste mês.

Abbey Road Studios EMI TG12345 MK IV
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:
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O equipamento, ainda em bom estado, será colocado à venda em leilão

28/08/2015

Porco da capa do álbum do Pink Floyd vai a leilão


A imagem de 'Algie' sobrevoando a usina no sul de Londres estampa a capa do disco 'Animals'

O porco inflável que flutua sobre a usina de Battersea, no sul de Londres, na capa do histórico álbum Animals, da banda de rock Pink Floyd, vai ser leiloado na Grã-Bretanha.

Batizado de "Algie", ele faz parte de um lote de criações infláveis do coletivo Air Artists, da cidade de Halesworth, no litoral leste da Inglaterra, a ser vendido no dia 15 de setembro.

Antes de ser imortalizado na capa do álbum do álbum psicodélico, o suíno atrapalhou o tráfego aéreo do maior aeroporto londrino, Heathrow, ao se soltar de suas amarras em 1976.

Ele foi recuperado mais tarde ao cair em uma fazenda no condado de Kent.

O palco dos Rolling Stones imortalizou a imagem da Mulher Babilônica

As criações dos Air Artists são feitas em tecido branco e pintadas a mão

"Está na hora de outras pessoas o levarem para passear", brincou o seu criador, Rob Harries.

O porco e outros infláveis foram retirados no ateliê de Harries depois que ele decidiu mudar a direção do seu trabalho, passando a usar argila como matéria-prima.

Apesar do porco ilustre, a casa de leilões Durrant não soube estimar quanto o lote de infláveis deve arrecadar, já que se trata de uma coleção tão incomum.

  
Para se ter uma ideia das dimensões da cabeça de porco, basta comparar com o homem ao lado

Outra figura que faz parte lote é a chamada Mulher Babilônica, que foi imortalizada no palco durante uma turnê dos Rolling Stones.

"Estou triste por me desfazer deles, mas eles raramente veem a luz do dia, então até vou ficar feliz de saber que outras pessoas os levarão para passear", disse o artista.

Harries conta também que a limpeza do ateliê foi uma espécie de catarse e trouxe à tona diversas lembranças.

"Mas acho que está na hora de deixar isso para trás e seguir adiante."

'Algie' foi recuperado em uma fazenda em Kent após atrapalhar o tráfego aéreo de Londres

Um dos objetos favoritos do artista é a gigantesca cabeça de porco usada pelo ex-baixista e cantor do Pink Floyd, Roger Waters, criada em 1990 para o famoso show no Muro de Berlim.

Além dos Stones e do Pink Floyd, Harries também trabalhou com AC/DC, Iron Maiden e Bon Jovi.

Os infláveis são todos feitos em tecido branco, costurado pela companheira do artista, Shirley, e depois pintados à mão pelo artista Andy Ireland.

A maior parte das encomendas dos Air Artists foi feita através do diretor de palco Mark Fisher, que trabalhou com diversos artistas famosos.

Fonte: BBC

24/09/2012

Local da origem do Pink Floyd está sendo leiloado


Foto: 39 Stanhope Gardens, London, N6


A BBC filmou a banda na casa com o senhorio, 
técnico de iluminação Mike Leonard, em 1967.

A casa em que residiam os membros do "Pink Floyd", nos anos sessenta, norte de Londres, pode ter sido arrematada por mais de dois milhões de dólares.

Como confirmado por Russell Taylor,  porta-voz do corretor de imóveis britânicos Savills, o imóvel localizado na rua Stanhope Gardens, no exclusivo bairro de Highgate, Londres, não mudou desde que a banda vivia lá.


MIKE LEONARD: The Man Who Created 
PINK FLOYD’S LIGHT SHOW MAGIC

A casa foi colocada em leilão com preço inicial de 1,2 milhões de libras (1,95 milhões de dólares), embora estime-se que ela pode ser vendida por muito mais devido ao forte interesse dos compradores.

O senhorio, mantenedor do imóvel desde então, o técnico de iluminação Mike Leonard, que morreu no início do ano, inspirou a banda a seu nome original, "Lodgers Leonard". A casa vitoriana foi conservada intacta até a morte de seu tutor universitário influente, Mr. Leonard, ex-proprietário, que trabalhou em estreita colaboração com o "Pink Floyd", em meados da década de 1960, quando a sua criação de efeitos de luz  complementou o som psicodélico, e também foi brevemente um membro da banda antes desta evoluir para o "Pink Floyd".


Como se sabe, fundado em 1965, Pink Floyd consistiu-se de estudantes universitários, "Roger Waters", "Nick Mason", "Richard Wright" e "Syd Barrett". Os quatro moravam na casa em algum momento dos anos sessenta.

 

A propriedade inclui instrumentos musicais localizados no sótão,  um sistema operacional embutido (mesa de som), luzes rotativas, paredes espelhadas e um jardim de 24 metros de comprimento.

Pode até ter peças do Aston Martin, antigo carro do baterista Nick Mason,  no jardim. 

Entrevista: Pink Floyd Nick Mason estrela - Pink Floyd Nick Mason baterista 
"When we lived in Highgate, I bought an Aston Martin International, for £150.”

O apartamento na rua Stanhope Gardens, Highgate,  foi onde Pink Floyd teve seus primeiros ensaios de formação e performances.

“I remember the house quite clearly,” recorda "Nick". “The hood of my Aston Martin International might still be buried in the garden.”

A paixão de "Nick" pelo automobilismo foi herdada de seu pai. 

“My dad used to make films about cars and raced them too,” diz "Nick". “From the age of seven or eight he would take me to Silverstone. I’ve always been interested in motor sport, and particularly in vintage racing and club racing.”  ("Mason" em entrevista à AutoTrader)

A casa em Stanhope Gardens, Highgate, 
onde o Pink Floyd foi formado

"Com a conexão desta casa, por tudo que representa, eu tenho certeza que irá acrescentar-se um valor sentimental à um determinado tipo de comprador interessado. Nada mudou desde os anos 60. A propriedade é uma grande oportunidade para uma família, ou mesmo algum tipo de negócio específico, para comprar e colocar sua marca nele", disse Taylor .

O leilão ocorreu na quinta-feira 20 de Setembro com valor inicial estimado em £ 1,2 milhões.e até o presente momento nada oficial foi divulgado.


In the back garden - 39 Stanhope Gardens - 
com "Nick Mason", "Roger Waters", "Syd Barret" e "Richard Wright".


O trabalho de luzes na ocasião
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